Recuperado: "Pe. Quevedo"
[url]/Main#Profile?uid=2550191970516022724[/url]:
O palpiteiro da vez é o Renan, que argumentou que não houve deníuncia e nem fiscalização.
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RESPOSTA
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ERRADO, seu PALPITEIRO preguçoso (que não leu o tópico), seu PALPITE está furado:
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8 - O senhor nunca sofreu alguma censura oficial da Igreja?
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Quevedo - Oficial, não. O Papa e os Bispos nunca se opuseram ao
meu trabalho. Alguns padres ficaram meio desconfiados, chegaram a me chamar para explicar
algumas coisas, mas só ficou nisso. Teve um superior meu que, por erro de informação,
achou que a parapsicologia era coisa de herege, mas também com o tempo, tudo ficou
esclarecido. Fui à Roma e dei todas as explicações e fui compreendido.
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12 - Que avaliação a cúpula da Igreja Católica faz do
seu trabalho?Quevedo- No começo, há quarenta anos, quando cheguei ao Brasil,
surgiram dificuldades, mal entendidos, sofri pressões por uns oito anos, mas depois,
pouco a pouco, a verdade foi sendo aceita e, hoje, todos os jesuítas me apóiam, e também
os bispos. A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil)mandou que eu
fizesse,
anualmente, cursos de parapsicologia para sacerdotes e agentes de pastoral. Então, tenho
apoio irrestrito da igreja.
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Pe. Quevedo: O conceito de possessões demoníacas é um
conceito antigo, de uma linha anterior ao estudo das ciências
parapsicológicas. Conforme a parapsicologia foi sendo estudada, a igreja
foi abandonando totalmente a prática do exorcismo, hoje é uma prática
totalmente abolida pela igreja católica.
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ÚLTIMO REPLAY PARA RENAN:
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PADRE QUEVEDO: "Fui à Roma e dei todas as explicações e fui compreendido"
Não !!!!!!!!
Então, podem jogar no lixo as besteiras que diz.
Ele não fala pela Igreja. Não tem autoridade para isso.
(qualquer católico medianamente informado sabe).
Virou mera atração de circo televisivo.
Para católico,em termos de Doutrina, vale o que a Igreja ensina, e não a diarréia
"parapsicólogica" de Pe. Quevedo.
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[Padre Quevedo]
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[Padre quevedo]
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[Padre Quevedo]
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[Padre Quevedo]
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[Padre Quevedo]
mais é do que o próprio temor da pessoa que se sente enfeitiçada. Por
causa da auto-sugestão negativa, esta pessoa pode se sentir doente, mas a
causa da doença não está no feitiço e sim no medo da pessoa que se
auto-sugestionou"
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[Padre Quevedo]
interpretação, separar a verdade da superstição e diferenciar o
verdadeiro do falso milagre"
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[Padre Quevedo]
[url]/Main#Profile?uid=2550191970516022724[/url]:
1) Clodoveu, mesmo não concordando, devo admitir que escreste um belo texto, muito mais belo na FORMA do que no CONTEÚDO.
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2) Afinal, por que o padre Queveo NÃO foi punido?
[url]/Main#Profile?uid=2307316296621950622[/url]:
1. Obrigado.
2. Não sei, simplesmente não sei. Contudo, permita-me repetir: "Para finalizar, este seu salto dedutivo, com todo o respeito, não faz o menor sentido. É mais ou menos o seguinte: fulano de tal não foi condenado, logo é inocente. Como assim? Quer dizer que se eu matar alguém e não for condenado, serei "inocente"? Lembre-se que a Infalibilidade da Igreja se restringe a um campo bastante específico. Em todo o restante, ela é falível, pois operada por homens. De tal forma que do fato de "ele não ter sido punido" não se segue "então ele não está errado"."
Assim, veja que este raciocínio não cabe para "validar" como católico aquilo que pe. Quevedo Prega. Este é um ponto. Chamemos-lo de "A".
Tendo em vista o ponto A, então devemos comparar o que pe. Quevedo ensina com o que a Santa Madre, em sua Doutrina Comum (comum a toda a Igreja e em todos os tempos). Chamemos este comparativo de "ponto B".
Padre Quevedo diz que demônios NÃO existem;A Santa Igreja ensina que Demônios existem.Padre Quevedo ensina algo diferente do que a Santa Igreja ensina.

Se pegarmos como exemplo a doutrina católica, ela foi sendo explanada ao longo dos anos, depois de muitos estudos e debates!
Foi assim com as sagradas escrituras, que levou quatro séculos para ser catalogada. Foi assim com o dogma da Imaculada Conceição de Santa Maria que foi somente proclamada em 1854.
Pelos textos do P.Quevedo expostos pelo Ayrton, mostram que ele é muito católico!
E seria uma heresia compará-lo ao Leonardo Bof, esse sim quer uma igreja totalmente anticristã.
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' Não sei, simplesmente não sei. Contudo, permita-me repetir: "Para finalizar, este seu salto dedutivo, com todo o respeito, não faz o menor sentido. É mais ou menos o seguinte: fulano de tal não foi condenado, logo é inocente. Como assim? Quer dizer que se eu matar alguém e não for condenado, serei "inocente"? Lembre-se que a Infalibilidade da Igreja se restringe a um campo bastante específico. Em todo o restante, ela é falível, pois operada por homens. De tal forma que do fato de "ele não ter sido punido" não se segue "então ele não
está errado".'
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RESPOSTA:
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O que não faz o menor sentido é, com todo o respeito, VOCÊ querer me dizer que o Vaticano errou ao não punir um importnte padre e teólogo católico. Em resumo: fico com a decisão da Santa Igreja e você, assim como outros, que fiquem com suas inodoras opiniões ou , melhor dizendo, palpites.
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Já demonstrei que houve sim fiscalização: padre Quevedo foi a Roma, defendeu seu ponto de vista, fundamentando-o. Ponto final (pelo menos para mim, que não sou gibelino)
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Aliás, eu concordo com praticamente todas as decisões da ICAR nos últimos séculos.
Observe que não faria sentido eu dizer que o Vaticano errou quando agiu SEGUNDO O MAGISTÉRIO INFALÍVEL, não quanto à disciplina, onde é operada por homens e estes SÃO FALHOS.
Voltemos aos fatos:
Fato 1. Ora, eu FUNDAMENTEI que defender a inexistência do Demônio foi condenado como heresia. O Pe. Quevedo defende a inexistência do Demônio? Se sim, defende uma heresia condenada pela Igreja. Se não, não há que se falar em heresia.
Fato 2. Pe. Quevedo defende a inexistência do Demônio.
Fato 3. Apesar de ter sido chamado para prestar explicações, NÃO FOI PUNIDO.
Retornemos ao meu raciocício anterior:
<<"Não
sei, simplesmente não sei. Contudo, permita-me repetir: "Para
finalizar, este seu salto dedutivo, com todo o respeito, não faz o menor
sentido. É mais ou menos o seguinte: fulano de tal não foi condenado,
logo é inocente. Como assim? Quer dizer que se eu matar alguém e não for
condenado, serei "inocente"? Lembre-se que a Infalibilidade da Igreja
se restringe a um campo bastante específico. Em todo o restante, ela é
falível, pois operada por homens. De tal forma que do fato de "ele não
ter sido punido" não se segue "então ele nãoestá errado".>>
Aplicando o mesmo raciocínio aos fatos acima apresentados, segue-se que do fato de eu ter sido inocentado no Tribunal NÃO SE SEGUE que eu não seja culpado (ou inocente).
O contrário disto implicaria tratar O.J. Simpson como um cidadão respeitável.
Mais tarde retorno para dar mais explicações, CONTUDO, veja aquilo que postei acima para o Sergio. Do fato do Pe. Quevedo NÃO TER SIDO PUNIDO por frequentar uma loja maçônica (veja bem: FRENQUENTAR, não disse integrar), segue-se que seja legítimo a um católico seguir tal exemplo?
Pela falta de punição se seguiria que são condutas legítimas?
O Vaticano não ter excomungado meia-CNBB torna-a mais legítima? Mais católica??
[url]/Main#Profile?uid=2550191970516022724[/url]:
Não, não...Fico acom decisão da Santa Igreja, que não apenas fiscalizou e convocou o padre Quevedo para dar as devidas explicações, como também o liberou para que continuasse publicando seus livros - que, aliás, têm sido muito elogiados, por sinal.
[url]/Main#Profile?uid=2550191970516022724[/url]:
OJ Simpson??? KKKKKKKKKKKK..Tais brincando?
[url]/Main#Profile?uid=2550191970516022724[/url]:Não, não estou brincando. E justamente pensando neste tipo de reação que
Que mistureba, hein, Clodoveu? Seria mais fácil admitir que a parapsicologia não é incompatível com a doutrina da ICAR, que, por sinal, possui vários grandes parapsicólogos como: papa Bento XIV, bispo Otacílio Luziano da Silva, padre Quevedo, entre outros.
citei alguns casos de condutas anti-católicas por excelência que igualmente não
foram punidas.
Não, a Parapsicologia, tal como a ensinada pelo Pe. Quevedo (que defende a
inexistência do Demônio) não é, nunca foi e JAMAIS será compatível com a
Doutrina da Igreja Católica Apostólica Romana. Sobre o Papa Bento XIV, ainda
não encontrei nenhuma fonte que afirmasse que tal Papa NEGASSE a existência do
Demônio, mas ainda estou procurando.
Não, isto não é contra-argumento: "fico com a decisão da Santa
Igreja"?! 1°. Como a decisão de um TRIBUNAL ISOLADO pode ser a da Santa
Igreja? Se assim fosse, Santa Joana d'Arc teria causado uma CONTRADIÇÃO entre
as decisões da Santa Igreja: primeiro teria condenado-a, ATRAVÉS DE UM TRIBUNAL
QUE IGNOROU TODAS AS REGRAS PROCESSUAS DA ÉPOCA, para depois inocentá-la
(através do PAPA que reconheceu a INVALIDADE daquele tribunal que a condenou).
E então, como fica? Obviamente que o Papa tem primazia sobre o tribunal, e este
tem de se submeter àquele. 2º. Opinião pessoal não é contra-argumento: te
apresentei DOCUMENTOS que ATESTAVAM que a defesa da inexistência do Demônio é
heresia, te apresentei situações em que mesmo o SACERDOTE ou o LEIGO não sendo
CONDENADO OU PUNIDO, suas condutas AINDA ASSIM NÃO SERIAM SEQUER MINIMAMENTE
LEGÍTIMAS. Contra isso você apresenta sua "opinião"?!
Na oração a São Miguel Arcanjo, rezamos: “Sancte Michael Archangele, defende nos in proelio, contra nequitiam et insidias diaboli esto praesidium. Imperet illi Deus, supplices deprecamur: tuque, Princeps militiae coelestis, Satanam aliosque spiritus malignos, qui ad perditionem animarum pervagantur in mundo, divina virtute, in infernum detrude. Amen.”
[“São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, sede nosso refúgio contra as maldades e as ciladas do demónio. Ordene-lhe Deus, instantemente o pedimos; e vós, Príncipe da Milícia Celeste, pelo poder Divino, precipitai ao inferno a Satanás e a todos os espíritos malignos, que vagam pelo mundo para perder as almas. Amém.”]
Tanto a Tradição e o Magistério, como se vê por esse exemplo tirado da liturgia, quanto a própria Escritura Sagrada não deixam dúvidas quanto à existência do demónio. Ora, negar que ele seja um ente, como o faz o tal jesuíta, é negar sua existência, pois, como ensina Régis Jolivet em seu Vocabulário de Filosofia (Rio de Janeiro: Agir, 1975), ente significa nada mais que “o existente, no plano ôntico” (op. cit. p. 79).
Para não deixar nenhuma margem a dúvidas de que tal negação constitui heresia, basta-nos citar o seguinte texto do Papa Paulo VI, comentado pelo, igualmente insuspeito de conservadorismo, padre J. M. Martins Terra, S.J.:
“Paulo VI afirma categoricamente: “Sabemos, portanto, que este ser mesquinho e perturbador [o diabo] existe realmente, e que ainda actua com astúcia traiçoeira; é o inimigo oculto que semeia erros e desgraças na história humana”.
O Papa Paulo VI afirma que é hereje (= está fora da doutrina revelada na Bíblia e da fé da Igreja) quem nega a sua [do diabo] existência: “Sai do âmbito do ensinamento bíblico e eclesiástico quem se recusa a reconhecer a existência desta realidade... ou a explica como uma pseudo-realidade, como uma personificação conceptual e fantástica das causas desconhecidas de nossas desgraças” (SEDOC, 5 Março 1973, 1037).
Não há dúvida alguma que Paulo VI espelha fielmente o Magistério ordinário, bimilenário da Igreja, quando pronuncia estas palavras. A existência do Diabo nunca foi negada por nenhum Papa, nenhum Concílio, nem nunca foi posta em dúvida por nenhum heresiarca. Sem dúvida alguma é uma verdade de Fide Divina et Catholica pelo Magistério Ordinário da Igreja. Logo é um dogma de fé.”
(J. E. Martins Terra, S.J. Existe o Diabo? Respondem os Teólogos. São Paulo: Loyola, 1975, p. 277-278. Negritos nossos, itálicos do original.)
Sínodo I de Braga, sob o Papa João III:
“Se alguém disser que o diabo não foi primeiro um anjo bom feito por Deus, e que sua natureza não foi obra de Deus, mas que emergiu das trevas e não tem nenhum autor de si, e que ele mesmo é o princípio e a substância do mal, como disseram Maniqueu e Prisciliano, seja anátema.” (DS 457)
Papa Inocêncio III, Carta Eius exemplo ao Arcebispo de Tarragona:
“A confissão de fé prescrita aos valdenses. (...) Cremos que o diabo se fez mau não por natureza, mas por escolha.” (DS 797)
IV Concílio de Latrão (XII Concílio Ecumênico):
“Definição contra os albigenses e os cátaros. Firmemente cremos e simplesmente confessamos que . . . o diabo e demais demónios, por Deus certamente foram criados bons por natureza; mas eles, por si mesmos, fizeram-se maus. O homem, porém, pecou por sugestão do diabo.” (DS 800)
João Paulo II:
“Como afirmava João Paulo II em 24 de maio de 1987, no santuário de São Miguel Arcanjo no monte Gargano, "o demônio continua vivo e ativo no mundo".” (Georges Huber. O diabo, hoje. São Paulo: Quadrante, 1999, p. 13).
“Não se deve ter medo de chamar pelo seu nome o primeiro artífice do mal: o Maligno. A táctica que aplicou e aplica consiste em não se revelar, para que o mal difundido por ele desde a origem se desenvolva por acção do próprio homem” (João Paulo II, Mensagem de 31 de Março de 1985, apud G. Huber, op. cit., p. 54).
Até mesmo o Concílio Vaticano II menciona, a seu modo, a existência do demônio:
“Deus decidiu entrar na história humana de um modo novo e definitivo, enviando o seu Filho na nossa carne, a fim de por Ele arrancar os homens ao poder das trevas e de Satanás (cfr. Col 1, 13; At 10, 38) e nEle reconciliar consigo o mundo” (Ad gentes, n. 3).
As causas da descrença no demónio e, consequentemente, de sua maior liberdade de acção no mundo actual devem-se, em grande parte, à apostasia de grande parte do clero depois do Concílio Vaticano II.
Em primeiro lugar, é preciso apontar a influência da exegese modernista.
O maior expoente dessa corrente herética, nas últimas décadas, foi o protestante R. Bultmann, teórico da chamada “desmitização” (a negação de todos os milagres, de todo o sobrenatural e preternatural) dos Evangelhos, a qual, levada às últimas consequências por seus discípulos, passou a adoptar o nome significativo de “teologia da morte de Deus”. Como demonstra o já citado exegeta jesuíta J. E. Martins Terra:
“Os discípulos de Bultmann, sobretudo os teólogos da "Teologia da morte de Deus" foram menos hipócritas, mais coerentes e puseram a nu toda a verdade. [Para eles] Não foram somente os anjos e demónios que morreram, mas sim o próprio Deus. De fato toda essa literatura que versa sobre a impossibilidade de anjos e demónios é bastante ambígua. Basta, porém, trocar a palavra anjo e demónio pela palavra Deus e ela perderá toda a sua equivocidade, mostrando toda a sua significação e adquirindo uma densidade profundamente filosófica.”
(J. E. Martins Terra, S.J. Existe o Diabo? Respondem os Teólogos. São Paulo: Loyola, 1975, p. 196)
Como um absurdo desses pôde se infiltrar no clero católico? A resposta se encontra na Constituição Dei Verbum, do Concílio Vaticano II. Após um discurso célebre do cardeal modernista Koenig, durante a aula conciliar, negando a inerrância da Bíblia e sendo apoiado por outros cardeais hereges como Frings e Liénart, a Dei Verbum acabou por omitir sistematicamente toda menção a essa doutrina católica da inerrância, por meio de um acréscimo malicioso de seus redactores: nessa constituição, ao se falar da Sagrada Escritura, nunca se fala em verdade pura e simples, ou seja, em verdade como “adequação da inteligência ao real”, mas sempre se acrescenta tratar-se de “verdade para a nossa salvação”, isto é, não mais ausência de erro “em qualquer matéria religiosa ou profana”, como dizia o esquema pré-conciliar, em consonância com a doutrina católica, mas apenas “verdade salvífica”, como algo que, se por um lado não pode nos desviar do recto caminho, por outro lado não implica que o Espírito Santo não tenha permitido erros em outras matérias. Sutil? Com certeza, mas foi o suficiente para abrir a brecha a todo tipo de “desmitização”, como se vê pelo que se ensina e publica hoje, entre os católicos, sobre exegese.
Quem melhor analisou – e, pasmém, favoravelmente! – as várias mudanças de redacção da Dei Verbum, no que toca à noção de verdade, foi o famoso exegeta Ignace de la Potterie, S.J., no estudo “A Verdade da Sagrada Escritura Conforme a Doutrina do Concílio (Cap. III da Dei Verbum)”, publicado em VV.AA. A Bíblia na Igreja Depois da “Dei Verbum”, São Paulo: Paulinas, 1971, pp. 77-111. Aliás, é curioso que, diante desse seu apoio à heresia, o próprio Potterie venha a lamentar, noutra de suas conferências, como a exegese modernista triunfou após o Concílio:
“en DV 24, se recuerda que la Sagrada Escritura debe ser "como el alma de la Teología". Desgraciadamente no es explicado ni por el Concilio, ni por la Congregación [para la Educación Católica], cual tipo de exegesis puede ser hoy verdaderamente "el alma de la Teología". Es obvio que para esta tarea no puede bastar la exegesis exclusivamente histórico-critica. La situación actual lo demuestra casi dramáticamente.”
(P. Ignace de la Potterie, S.J. “Los Padres de la Iglesia y las Escrituras. Una relación muy fructífera.” <.)
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Finalizando, não é que o Vaticano tenha sido omisso, PELO CONTRÁRIO: Roma convocou o padre Quevedo que, por ser DOUTOR EM TEOLOGIA, deu uma verdadeira aula e ACABOU COM QUALQUER DÚVIDA, DIRIMIRAM-SE AS PREOCUPAÇÕES, UMA VEZ QUE NÃO HOUVE COMO REFUTAR O PADRE QUEVEDO.
O Diabo segundo Pe. Quevedo
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[Bento XVI, 7 de abril de 2012]
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[url]/Main#Profile?uid=2550191970516022724[/url]:Sim, é exatamente esta a doutrina sobre o Demônio. Como isto pode contestar o que foi defendido?
"A
matéria prima do mundo é boa, o ser é bom em si mesmo. E o Mal não
provém do ser, que é criação de Deus, mas existe em virtude da negação. É
o não"
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[Bento XVI, 7 de abril de 2012]
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[url]/Main#Profile?uid=2550191970516022724[/url]:Então, segundo Pe. Quevedo, a Igreja, no ensino e no operar de seu Magistério Infalível se EQUIVOCOU?
Clodoveu,
sua argumentação estaria quase perfeita SE o Vaticano não tivesse se
inteirado das argumentações totalmente fundamentadas na própria Bíblia,
com descrições dos equívocos, erros de tradução e interpretação,
analogia com lendas de outras culturas (como, por exemplo, a eterna
guerra entre o Bem e o Mal, com deuses bons e maus guerreando entre si,
tão comum em várias religiões antigas, que por um ERRO foi
"transformada" em guerra entre anjos, a qual INEXISTE na Bíblia, havendo
apenas uma referência no Apocalipse, que é um PROFECIA - ou seja, a ser
concretizada - , portanto segundo a Bíblia, JAMAIS houve essa tal
guerra angelical).
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Finalizando,
não é que o Vaticano tenha sido omisso, PELO CONTRÁRIO: Roma convocou o
padre Quevedo que, por ser DOUTOR EM TEOLOGIA, deu uma verdadeira aula e
ACABOU COM QUALQUER DÚVIDA, DIRIMIRAM-SE AS PREOCUPAÇÕES, UMA VEZ QUE
NÃO HOUVE COMO REFUTAR O PADRE QUEVEDO.
E Deus, se equivocou ao revelar a Papa Leão XIII a necessidade de integrar à Missa a Oração a São Miguel Arcanjo?
E Jesus, se equivocou ao atribuir a Sinanoga à Satanás?
E São Pio de Pietrelcina, se equivocou ao ser TENTADO pelo Demônio DIVERSAS vezes durante sua vida?
Ayrton,
ESTA POSIÇÃO é exatamente a mesma da Teologia da Libertação: revisar o
Deposito de Fé segundo suas crenças pessoais E modernas. Infelizmente,
meu bom amigo, tenho de apontar este GRAVÍSSIMO ERRO.
A ÚNICA
diferença entre pe. Quevedo com sua Parapsicologia e um Leonardo Boff
com sua Teologia da Libertação é a seguinte: Boff faz a releitura do
Magistério Infalível da Madre Igreja à luz da ideologia marxista,
enquanto pe. Quevedo faz a releitura do Magistério Infalível à luz da
ideologia cientificista.
Isso é um ABSURDO!
[url]/Main#Profile?uid=2550191970516022724[/url]:E isto NÃO É fundamentação na Doutrina Católica, é apenas a releitura desta pelo viés cientificista. Tal "fundamento" eu também encontro nos livros de Leonardo Boff e Frei Betto, mas com a diferença que eles fazem tal releitura pelo viés marxista.
Está tudo fundamentado aqui e, até agora, NINGUÉM conseguiu refutar:
O Diabo segundo Pe. Quevedo
Façam
isto de maneira absolutamente CÉTICA. Caso encontrem diferença, daí
vocês tem de escolher quem tem razão: Padre Quevedo e a "ciência" ou a
Santa Madre, com seu Infalível Magistério.
É simples.
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[Padre Quevedo]
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[Padre Quevedo]
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http://www.jornalhojelivre.com.br/noticias/padre-que…-hoje-livre/
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Os fatos são esses, gostem deles ou não! Não é possível distorcer a realidade e não se deve distorcer os FATOS, pois corre-se o risco de ficar maluco e viciado em mentira.
[url]/Main#Profile?uid=2550191970516022724[/url]:Ayrton, meu caro, você está se perdendo no óbvio. Mas vamos lá:
Portanto, Clodoveu, errado está você porque está mais do que evidente que a grande direrença entre a Teologia da Libertação e a Parapsicologia é que a priemira é CONDENADA pela ICAR, ao pasos que a segunda não.
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Os fatos são esses, gostem deles ou não, nãoi se deve distorcer a realidade, não se pode distorcer os FATOS, pois corre-se o risco de ficar maluco e viciado em mentira.
[url]/Main#Profile?uid=2550191970516022724[/url]:
" Oficial, não. O Papa e os Bispos nunca se opuseram ao meu trabalho. Alguns padres ficaram meio desconfiados, chegaram a me chamar para explicar algumas coisas, mas só ficou nisso. Teve um superior meu que, por erro de informação, achou que a parapsicologia era coisa de herege, mas também com o tempo, tudo ficou esclarecido. Fui à Roma e dei todas as explicações e fui compreendido"
.
[Padre Quevedo]
[url]/Main#Profile?uid=2550191970516022724[/url]:Este é o revisionismo modernista QUE A TRADIÇÃO DA IGREJA CONDENA. Vou repetir: A diferença da TL para a Parapsicologia é que enquanto aquela pratica a releitura (ou revisionismo) pela ótica marxista, esta pratica a MESMÍSSIMA releitura (ou revisionismo) pela ótica do cientificismo. AMBAS SÃO ABSURDOS.
"O conceito de possessões demoníacas é um conceito antigo, de uma linha anterior ao estudo das ciências parapsicológicas. Conforme a parapsicologia foi sendo estudada, a Igreja foi abandonando totalmente a prática do exorcismo, hoje é uma prática totalmente abolida pela Igreja Católica"
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[Padre Quevedo]
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http://www.jornalhojelivre.com.br/noticias/padre-que…-hoje-livre/
[url]/Main#Profile?uid=2307316296621950622[/url]:
Eis mais alguns, dentre os muitos documentos do Magistério que tratam disso, entre os quais incluímos a definição dogmática do IV Concílio de Latrão pedida pelo leitor:
Sínodo I de Braga, sob o Papa João III:
“Se alguém disser que o diabo não foi primeiro um anjo bom feito por Deus, e que sua natureza não foi obra de Deus, mas que emergiu das trevas e não tem nenhum autor de si, e que ele mesmo é o princípio e a substância do mal, como disseram Maniqueu e Prisciliano, seja anátema.” (DS 457)
Papa Inocêncio III, Carta Eius exemplo ao Arcebispo de Tarragona:
“A confissão de fé prescrita aos valdenses. (...) Cremos que o diabo se fez mau não por natureza, mas por escolha.” (DS 797)
IV Concílio de Latrão (XII Concílio Ecumênico):
“Definição contra os albigenses e os cátaros. Firmemente cremos e simplesmente confessamos que . . . o diabo e demais demónios, por Deus certamente foram criados bons por natureza; mas eles, por si mesmos, fizeram-se maus. O homem, porém, pecou por sugestão do diabo.” (DS 800)
João Paulo II:
“Como afirmava João Paulo II em 24 de maio de 1987, no santuário de São Miguel Arcanjo no monte Gargano, "o demônio continua vivo e ativo no mundo".” (Georges Huber. O diabo, hoje. São Paulo: Quadrante, 1999, p. 13).
“Não se deve ter medo de chamar pelo seu nome o primeiro artífice do mal: o Maligno. A táctica que aplicou e aplica consiste em não se revelar, para que o mal difundido por ele desde a origem se desenvolva por acção do próprio homem” (João Paulo II, Mensagem de 31 de Março de 1985, apud G. Huber, op. cit., p. 54).
Até mesmo o Concílio Vaticano II menciona, a seu modo, a existência do demônio:
“Deus decidiu entrar na história humana de um modo novo e definitivo, enviando o seu Filho na nossa carne, a fim de por Ele arrancar os homens ao poder das trevas e de Satanás (cfr. Col 1, 13; At 10, 38) e nEle reconciliar consigo o mundo” (Ad gentes, n. 3).
Bom, não vejo problema nenhum em ministrar paletras para a maçonaria, o problema seria no CONTEÚDO dessa palestra, o que não está bem claro nesse link.
Isso sim foi um equívoco do P.Quevedo, mas ainda assim ele cometeu o mesmo erro do apóstolo Tomé, que não creu na ressurreição de Cristo!
E por causa disso Jesus excomungou São Tomé?
Claro que não! Jesus teve a misericórdia em aparecer ressuscitado diante de São Tomé, pois ele sabia que o apóstolo tinha ao menos pouca fé!
Já aqui, volto a falar!
É o P.Quevedo que não se faz entender!
P.Quevedo acredita na existência do demônio, o que ele nega é o suposto poder que ele tem em "manipular, ou usar as pessoas"!
Segundo P.Quevedo, o único que tem poder em se manifestar do além para o nosso mundo físico, é somente Deus!
Até aí, não vejo uma contradição dele com o Magistério da Igreja!
Quanto ao P.quevedo negar as aparições, eu esconheço se realmente ele nega!
Se você tiver um vídeo, ou algum artigo escrito por ele, poste aqui!
Veja esse vídeo abaixo, P.Quevedo só acredita em milagres na Igreja Católica!
E ele afirma que a Igreja Católica é a única verdadeira, e revelada por Deus!
Por isso é equivocado colocar no mesmo nível Leonardo Boff, e P.Quevedo!
http://www.youtube.com/watch?v=L1M4HhIMhik&feature=related

