Uma comparação justa entre um fenômeno que provoca um paralelo direto entre ciência e religião: a múmia de Lênin e os corpos não-deteriorados das Santas Bernadete Soubirous e Catarina Labouré.
O corpo de Lênin foi embalssamado contra a sua vontade e encontra-se em exposição numa pequena sala envidraçada dentro do mausoleu de mármore que fica na Praça Vermelha passados mais de 80 anos de sua morte. Sabe-se que o processo de mumificação exige manutenção constante e os turistas só podem observa-lo durante um curto período de tempo numa pequena sala. O processo de embalssamamento foi conduzido seguindo técnicas não reveladas pelo regime soviético. Há relatos extra-oficiais de que o estado de conservação do corpo não é tão bom e muitas intervenções foram necessárias para deixa-lo com uma aparência apresentável. Lênin encontra-se exposto trajando um terno Yves Saint Laurent, uma contradição para um líder de classes operárias.
As Santas encontram-se expostas em locais públicos e abertos a visitação. Seus corpos jamais receberam qualquer tipo de tratamento químico. A Santa Catarina Labouré encontra-se do mesmo jeito que foi encontrada cinquenta anos após o seu sepultamento. Passados mais de 150 anos de sua morte, seu estado de conservação é perfeito. http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/mumia_lenin.htm http://paginas.terra.com.br/religiao/infinitoamor/NS…atarina.html http://www.paginaoriente.com/santos/bernadetes1604.htm
Não existe explicação plausível para os casos das Santas cujos corpos não se decompõe a despeito da total falta de cuidados para mante-las conservadas.
A igreja tem documentação de milagres alcançados pelos peregrinos que visitam as grutas onde as Santas mantiveram contato com a virgem.
Em 1858, a França estava sendo cada vez mais penetrada pelo espírito de orgulho e revolta da Revolução Francesa. Aceitar a superioridade de um outro pela virtude, pelas qualidades naturais, pelo berço, pela tradição, começava a ser visto como algo insuportável. Na metafísica igualitária anticristã, o cidadão livre não aceita ordens de ninguém e só faz o que quer. No máximo ele as aceita, de igual para igual, mas exigindo explicações para tudo, e nunca o faz em razão da virtude da obediência nem pelo reconhecimento das legítimas desigualdades postas por Deus nos homens.
Para esse espírito orgulhoso, o auge do revoltante é submeter-se ao que parece arbitrário, ainda que venha de um superior hierárquico instituído pela ordem natural, ou até do próprio Deus. Foi deste tipo a mortificação pedida por Nossa Senhora a Santa Bernadette: um ato de obediência arbitrário, sem explicações. Mas a pobre pastorinha compreendeu que de uma Senhora tão excelsa só poderia advir o bem. Obedeceu sem entender e cumpriu com simplicidade a penitência pedida.
Agora o mundo todo entende, e se beneficia daquele gesto de submissão humilde e fiel. Através dele, Nossa Senhora abriu uma torrente contínua de graças. E o convite a repetir o gesto penitencial de Santa Bernadette — incompreensível para a soberba igualitária — está estendido ao mundo todo: beber e se lavar com a água da fonte da gruta de Lourdes. Como sinal de contentamento, o Céu dispensa curas e graças especiais, em quantidades inesgotáveis, àqueles que praticam esse gesto penitencial que é inexplicável.
Nessa perspectiva, a aparição de Nossa Senhora na gruta dos Pireneus tem um sentido profundamente contra-revolucionário. E é claro que a ira do demônio e seus sequazes haveria de se lançar com fúria contra Lourdes. Como de costume, agindo bem no seu estilo, isto é, ocultando as verdadeiras razões e procurando menosprezar, denegrir e, se possível, impedir o fluxo dos peregrinos.
Ainda não haviam terminado as aparições de Nossa Senhora, e já ocorriam milagres patentes. Mas igualmente a máquina difamatória estava em ação. O procurador de Lourdes, em relatórios, perguntava ao governo da capital como impedir os "extravios da imaginação" que mencionavam milagres na Gruta, ridicularizando as curas acontecidas (pp. 20-21). Num outro relatório ele denunciava a água de Lourdes por conter carbonato de cálcio (aliás, simples antiácido hoje utilizado pela medicina) e vituperava o descontrole dos "boatos" sobre curas (p. 49).
Clément Pailhasson, farmacêutico da cidade, espalhava que a água era "muito ruim". O diretor da escola superior, Antoine Clarens, a apontava como causa de "graves perigos"; enquanto Jacomet, delegado de polícia, prevenia que era "malsã" (pp. 50-51).
Essas acusações não pegaram. Então o ataque mudou inteiramente. Pierre-Auguste Latour, farmacêutico de Trie, franco-maçom e conhecido inimigo dos milagres, emitiu um parecer cientificamente fraudulento. Segundo ele os milagres eram falsos. A explicação de todas as curas seria que a água continha excepcionais virtudes curativas! (p. 52). Mas muitas outras análises imparciais classificaram a água de Lourdes como simples "água potável, análoga à maioria das que se encontram nas montanhas onde o solo é rico em calcário". Portanto, uma água comum que nem chega a ser mineral (pp. 54-55).
Vendo desmontada essa interpretação capciosa, o ódio das trevas excogitou outros ardis. O fim do século XIX estava impressionado com algumas descobertas pioneiras sobre radioatividade. O fato foi logo explorado: nada de fenômenos sobrenaturais, a "radioatividade" da água de Lourdes explica tudo!!!
"Explicações" do gênero foram repetidas, como num realejo, até no século XX. Sucessivas análises refutaram todas essas suposições mal fundadas ou maliciosas (pp. 55-56).
Os ataques procuraram assumir aparências científicas. Mas o espírito de orgulho apelou também para a literatura. Num escrito profundamente marcado pela impiedade e pela blasfêmia, intitulado Vida de Jesus, Ernest Renan, que abandonara a carreira eclesiástica, lançou exaltado desafio a quem ousasse apresentar um milagre qualquer. Logo — dizia — será convocada uma comissão de cientistas que analisará a ocorrência, repeti-la-á quantas vezes forem necessárias, e por fim demonstrará, com certeza, ser fato inteiramente explicável pela ciência, ficando esmagada para sempre a crença em intervenções sobrenaturais. Renan escreveu isto cinco anos após as aparições de Lourdes. Entretanto, as numerosas curas dariam cabal e insofismável desmentido ao exacerbado autor revolucionário (pp. 143-144).
Anatole France, Prêmio Nobel de Literatura, cobria de ironias toda espécie de religiosidade. Durante sua visita a Lourdes, mostraram-lhe a enorme quantidade de muletas penduradas na parede da Gruta. Torcendo o nariz, só soube dizer: "Mas não tem sequer uma perna de pau!" (pp. 144-145). Na realidade, o racionalismo igualitário e libertino, inspirador da Revolução Francesa, estava sofrendo duríssimos golpes em conseqüência dos prodígios ocorridos em Lourdes.
Chegou então a hora da zombaria lançada contra Lourdes pelo modernismo católico — heresia condenada pelo Papa São Pio X — antecessor direto do progressismo atual. O Pe. Alfred Loisy, professor do Instituto Católico de Paris, comparava as curas de Lourdes com as que — segundo ele — "aconteciam outrora nos templos de Esculápio", deus pagão da medicina (p. 145). Loisy morreu excomungado em 1940. Seu infame intento de desprestigiar Lourdes não teve maior sucesso que a dos céticos Ernesto Renam e Anatole France.
Houve, porém, ofensivas mais subtis. Em 1894, o habilidoso romancista e político socialista Émile Zola deu a lume a sua novela Lourdes, fortemente sentimental, inverídica e anticatólica. Ela bem poderia servir de roteiro para as mais desavergonhadas novelas da TV de hoje. Pelo fato de achar que viu a Virgem, Bernadette é apresentada como uma "retardada de espírito e de corpo", frustrada por não se realizar como mulher, esposa e mãe. Outros personagens entram em cena: um jovem sacerdote que perdeu a fé e duvida de tudo em Lourdes; algumas miraculadas ludibriadas, mistificadoras ou maníacas, médicos trapalhões e inescrupulosos explorando a ignorância popular etc. A novela passou de todas as medidas, e foi sepultada por um dilúvio de protestos (pp. 148-152).
A ofensiva de críticas e calúnias forçou a criação de um setor médico para apurar a autenticidade das curas sobre bases estritamente científicas.
Para cortar o passo às más interpretações iniciais, em 28 de julho de 1858 — ou seja, doze dias após o fim das aparições — o bispo diocesano, D. Laurence, nomeara uma "comissão encarregada de constatar a autenticidade e a natureza dos fatos que têm acontecido... numa gruta no oeste da cidade de Lourdes" (p. 21). Foi o ponto de partida do atual Bureau Médico de Lourdes. Com ele, o espírito naturalista e de orgulho revolucionário haveria de sofrer outro revés. Pois o Bureau passou a constatar, com base em critérios muito rígidos, que o inexplicável naturalmente — o milagre — acontece para aqueles que apelam à graça da Virgem Santíssima, que esmaga sob seus pés o pai de todas as revoltas, Satanás.
O atual Bureau Médico de Lourdes apura, apenas do ponto de vista médico, se as curas alegadas pelos fiéis são explicáveis ou não pela ciência. Se não o são, o Bureau encaminha a conclusão do inquérito ao Bispo da diocese do miraculado. O Prelado então decide se reconhece oficialmente ou não o milagre.
As atribuições estão muito claramente definidas. O Bureau se pronuncia apenas do ponto de vista médico, jamais do ponto de vista religioso-sobrenatural. Por isso, não fala em milagre, mas em cura inexplicável pela ciência. Por sua vez, os Bispos não se pronunciam do ponto vista médico. Eles apenas proclamam que houve milagre, quando julgam isso oportuno.
Portanto, a constatação pelo Bureau, de cura que vai além de quanto a medicina conhece, é o primeiro e indispensável passo para o reconhecimento oficial do milagre.
O Bureau Médico tem sede na própria cidade de Lourdes, e está sempre à disposição de quem se apresente. É composto por médicos de todas as especialidades, católicos ou não católicos. Qualquer médico presente pode assistir à verificação de cura que esteja sendo feita. O fiel que se julga beneficiado pode se apresentar lá. Nessa ocasião é elaborada uma ficha clínica do caso e feito um reconhecimento clínico.
Na momento de se apresentar ao Bureau, é fundamental que o interessado vá acompanhado da documentação que comprove o estado da doença antes da cura (resultados de exames, atestado médico sobre a natureza e gravidade da doença etc.). Milhares de casos não foram aceitos para estudo por carência desse tipo de documentação, apesar de parecerem verdadeiros milagres.
Quando o Bureau julga — à luz dos documentos e da análise in loco — que o caso tem características extraordinárias, o interessado é convidado a voltar dentro de um ano, para verificar se a cura é durável. Houve casos de fiéis agradecidos a Nossa Senhora que voltaram até vários anos consecutivos para atestar a cura definitiva. E quando os médicos do Bureau, após atento exame, se pronunciam pela inexplicabilidade da cura, todo o dossier é encaminhado a uma segunda instância: o Comitê Médico Internacional de Lourdes — CMIL.
O CMIL é inteiramente independente e nem sequer tem sede em Lourdes. Ele revisa todos os dados, pode proceder a novas investigações e análises, e até ao exame da pessoa curada, ou consultar especialistas alheios ao Comitê. Satisfeitas todas as exigências, os membros do Comitê devem responder a uma série de 16 perguntas, que não deixam margem a objeção alguma sobre a natureza da cura. Por fim, devem responder "sim" ou "não" à pergunta: "A cura constatada em ....... constitui, nas condições em que aconteceu ou se mantém, um fenômeno contrário às observações e às previsões da experiência médica, sendo cientificamente inexplicável?" (p. 32).
Caso pelo menos dois terços votem pelo sim, o dossier com o parecer final é encaminhado para o Bispo da diocese do miraculado, para eventual proclamação canônica. O processo todo costuma durar anos.
Os critérios que orientam o Bureau Médico e o Comitê Internacional refletem em termos especializados os princípios estabelecidos pelo Cardeal Prospero Lambertini — posteriormente eleito Papa Bento XIV — num célebre tratado que regula até hoje os processos de beatificação e canonização:
1. que a doença seja grave, e impossível ou difícil de curar;
2. que a doença não esteja numa fase em que logo começa a declinar;
3. que não tenham sido tomados medicamentos, ou que estes não tenham
causado efeito;
4. que a cura seja súbita ou instantânea;
5. que a cura seja perfeita;
6. que a cura não seja precedida de uma "vazão" notável ou de uma crise;
7. que a doença não volte mais (p. 32).
Vendo todas estas apertadas exigências, compreende-se a certeza material — além da sobrenatural — que inspira cada proclamação canônica de um milagre. E compreende-se também a humilhação que ali sofrem os incrédulos corroídos pela metafísica naturalista e igualitária da Revolução. É a Imaculada Conceição esmagando perpetuamente a cabeça da Serpente infernal.
Até 1998, 6.772 pessoas apresentaram-se no Bureau Médico. Por volta de 2000 casos foram julgados "inexplicáveis". Mas só 66 foram reconhecidos pela Igreja, o último deles em 9 de fevereiro de 1999.
Tais cifras são como "a árvore que oculta a floresta que há por trás", segundo um ditado francês. Com efeito, muitas pessoas não sabem que existe o Bureau e não se apresentam. Muitas outras não têm a documentação médica indispensável ou não podem voltar no ano seguinte. Um número ainda maior é objeto de curas, que os beneficiados têm certeza de serem sobrenaturais, mas as doenças não têm características ou proporções para serem apresentadas ao Bureau, como mau funcionamento de órgãos ou distúrbios neuro-vegetativos. Maior ainda é o número de males de tipo espiritual ou moral, casos que não são suscetíveis de análise médica. Ainda mais vasto é o leque dos favorecidos com graças que resolvem problemas de índole familiar, afetiva, profissional, econômica etc., que não entram no âmbito da medicina.
Pode-se perguntar: havendo dois mil casos certificados como inexplicáveis, por que apenas 66 foram reconhecidos pela Igreja?
Em 1862 — isto é, quatro anos após as aparições — foram proclamados sete milagres, mas depois houve silêncio até 1907. Esse período foi marcado por governos ateus ou anticlericais na Franca, e o Prof. Chiron julga que os Bispos deixaram-se levar pela "pusilanimidade" (p. 96). Tinham medo de "ofender" governos que impulsionavam a Revolução anticristã, se declarassem publicamente a veracidade dos milagres.
Tal situação cessou com São Pio X. Este Papa, consciente do dever contra-revolucionário de todo Vigário de Cristo, deu mais uma prova de sua prudência e determinação. Incitou corajosamente os Bispos franceses a reconhecerem os milagres, de preferência em cerimônia de grande aparato e edificação para os fiéis. Foi assim que entre 1907 e 1913 ocorreram 33 proclamações, a metade de todas as havidas em quase 150 anos de milagres.
Porém, com a morte do Pontífice santo, o "desinteresse dos Bispos" provocou um novo "silêncio da Igreja" (pp. 100-101). A omissão abrandou-se um pouco no fim do espantoso cortejo de catástrofes, com dezenas de milhões de mortes, da Segunda Guerra Mundial. A partir de 1946 houve reconhecimentos eclesiásticos, embora a conta-gotas. Mas cessaram em 1965, ano de encerramento do Concílio Vaticano II.
"Bom número de Bispos tem podido julgar as proclamações de milagres como `inaptas pastoralmente', considerando o espírito dos tempos pós-conciliares", conclui o Prof. Chiron (p. 107). Entretanto, merecem menção duas felizes exceções: uma em 1976 e outra em 1978. Depois, o deserto de proclamações continuou até 1999, quando o Bispo de Angoulême (França) reconheceu canonicamente o caráter autêntico de uma cura.
O autor manifesta o anelo de que este último reconhecimento feche esse silêncio incompreensível e abra nova era de proclamações. Porém ele observa uma tendência, entre altos eclesiásticos, de tratar a palavra milagre como se fosse proibida. Em seu lugar, utilizam-se fórmulas pouco claras para o comum dos fiéis (pp. 111-112).
Malgrado todas as oposições, a devoção a Nossa Senhora de Lourdes só fez progredir nos últimos séculos. Hoje é, de longe, o santuário mariano mais freqüentado da França e um dos mais visitados do mundo. Milhões de fiéis vindos de todos os continentes ali afluem todos os anos. E com freqüência, no universo católico, encontram-se capelas ou grutas consagradas a Nossa Senhora de Lourdes.
O Prof. Chiron observa que, mesmo nestes anos de crise que vêm abalando a Igreja, em Lourdes "foram conservadas, de maneira ininterrupta, práticas religiosas desaparecidas em numerosas paróquias, ou até em dioceses: a recitação do terço, as procissões, a adoração e procissão do Santíssimo Sacramento" (p. 204).
Em Lourdes, a Virgem Imaculada que esmaga perpetuamente a cabeça da serpente infernal está continuamente nos acenando para a vitória sobre o orgulho revolucionário. Promessa de vitória que Ela mesma veio renovar em Fátima, anunciando o triunfo do seu Imaculado Coração. E isto após tremendas peripécias que poderão deixar o mundo num estado que lembrará uma cidade devastada, mas no qual o manto da misericórdia divina se estende sobre as almas penitentes e felizmente convertidas.
Nessas circunstâncias, quaisquer que sejam, Lourdes será sempre pólo de luz, de esperança, de conforto e de prêmio para os que a ela se voltarem, nas condições que Nossa Senhora pediu a Santa Bernadette na admirável e miraculosa Gruta.
Já ouvi falar em fenômeno semelhante ocorrido no corpo do Iogue Paramahansa Yogananda(acho que é assim que se escreve...). Para saber sobre a vida dele basta ler o best-seller "Autobiografia de um Iogue".
A imagem de Maria, mãe de Jesus, esmagando com o pé nu a cabeça da serpente é inspiradora para todas as mulheres: símbolo da luminosa força feminina na vitória contra o Mal.
É uma nova aliança, também - se Eva é representada como a que deu ouvidos à serpente, Maria é o resgate integral.
Quando a Bíblia diz que "a mulher irá pisar a cabeça da serpente" está usando linguagem profética. Mulher. em profecia significa igreja, e serpente significa Satanás. Bem como, quando diz prostituta ou meretriz, está se referindo à igreja infiel a Deus. Quando diz que Jesus Cristo voltará para buscar sua noiva pura, está se referindo à igreja fiel a Ele. Daí é possível entender muitas outras passagens bíblica e desfazer-se das mentiras que são ensinadas para que impedir que muitos alcancem a salvação.
Mais um detalhe importante, essa passagem sobre a mulher pisar a cabeça da serpente lida ao sem a devida conversão profética induz ao maligno feminismo que é contrário ao ensinamento de Deus que coloca "o homem como cabeça da mulher, assim como Jesus Cristo é a cabeça da igreja". Desse falso entendimento é que resultou essa sociedade sem pé nem cabeça em que nos encontramos, onde poucos conhecem o seu lugar; e também a substituição do Senhor por uma "Senhora". Engano terrível que nega toda a afirmação que Deus faz em toda extensão de Sua palavra, usando a carência afetiva e o sentimentalismo das pessoas através de uma imagem maternal e músicas inebriantes.
É necessário que estejamos pautados firmemente na palavra de Deus "com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo, até qu todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo, para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro. Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo." (Efésios 4.12-15)
Sem esse alicerce, ficamos vulneráveis a todo tipo de engano.
Eu só postei esse caso de Lourdes pq achei interessante mencionar este fato ocorrido em nosso século onde a ciência tentou de todas as formas (a maioria desonestas) esculhambar a veracidade dos fatos ali ocorridos sem muito sucesso.
Ouvi muita gente aqui na comunidade desafiando outras pessoas a provarem que milagres existem. Bom, se esses fatos analisados à exaustão não são milagres então eu devo confiar no que dizem os mentirosos e fechar os olhos para a verdade.
Não estou interessado em saber se a igreja é católica ou protestante ou é o islã. O que eu quero é saber a verdade dos fatos. E para mim está muito claro que os fatos ai mencionados são de uma autenticidade inegável. Negar que houve esses milagres é desonesto, assim como é desonesto alegar a interferência divina em questões onde a ciência intervém com sucesso.
Fechar os olhos para isso é ser desonesto ou muito burro.
Os fatos estão aí para todo mundo ver. "O pior cego é aquele que não quer ver"
"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez.
E o Verbo se fez carne e habitou entre nós..."(João 1:1-3,14a)
"Disse Deus: haja luz...
Disse também Deus: Ajuntem-se as águas debaixo dos céus...
E disse: Produza a terra relva, ervas..." (Gênesis 1:3,6,9)
Jesus Cristo é o Verbo e Deus Pai fez todas as coisas através dele. Jesus sendo o que Deus diz, quando negamos o que foi dito por Deus, estamos negando Jesus Cristo. Olhe o que a palavra de Deus diz sobre negar Jesus Cristo.
"Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora. Nisto reconheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo." (1João 4:1-3)
Podem observar que, aos poucos, toda a palavra de Deus está sendo colocada em xeque pela própria "igreja" e imputando-se mais crédito ao que o "homem" diz. Tudo isso tem sido feito muito aos poucos, para que o sapo não pule da panela.
Temos sido privilegiados por esses esclarecimentos; no entanto, a Bíblia também adverte: "E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz." (2Coríntios 11:14)
"Então, se alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! Ou: Ei-lo ali! Não acrediteis; porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos." (Mateus 24:23-24)
Eu sei que suas intenções são as melhores, vejo pelos seus posts. Não estou questionando a veracidade dos fatos, mas alertando quanto a sua procedência.
Cátia, eu ando meio mal-humorada e sem a menor paciência pra qualquer - mesmo minúscula - manipulaçào de qualquer sílaba que eu diga.
Espero, do fundo do coraçào, que você não se enquadre no cenário- já que eu sei perfeitamente que a exaltação do feminino feita pelo Catolicismo não tem absolutamente nada a ver com a patetice que resolveu se apropriar indevidamente do modelo pra transformá-lo numa odiosa imbecilidade cheia de caras e bocas.
Sei perfeitamente que Maria representa a mulher, o feminino, no que o conceito tem de mais simpático e adorável - e que esse feminino, portanto, não se contrapõe a masculino nenhum, já que o masculino é igualmente simpático e adorável: então digo "não" à manipulação burra que nos torna inimigos, quando somos não só amigos, mas mais que amigos - certo?????
É por aí, e não precisa ter o trabalho de me explicar, tá bom, amiga?
A palavra de Deus nos alerta para que não nos pautemos apenas em grandes sinais e prodígios, pois isso seria usado pelo inimigo de nossas almas para nos enganar e impedir nossa salvação. Temos a palavra de Deus para nos proteger desses enganos, essa é uma das razões da existência dela. Aquilo que está em desacordo com ela, não provém de Deus. Esses sinais são importantes para fazer cair por terra a incredulidade em fatos sobrenaturais; mas se não tivermos conhecimento do que Deus ensina, podemos sair do erro da incredulidade e recair em outro erro que é o do engano.
"Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo; porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis. Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno. Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos." (Efésios 6:10-19)
Quem teve o privilégio de correr mundo afora como eu, sabe que existem manifestações de DEUS em ínumeras OBRAS que só poderiam existir por força e obra do DIVINO ESPIRITO SANTO DE DEUS.
Respeito a sua opinião como médico amigo. Porém, como escrito no post, existem duas comissões independentes de médicos para analisar "ad nauseaum" os alegados "milagres" ocorridos em Lourdes. E veja que a maioria dos casos que a ciência alegou não poder ser explicados foram rejeitados pela Igreja. Acredito que isso seja uma imensa prova de boa fé por parte da Igreja. Ela poderia simplesmente ter aceito esses casos também, aumentando assim o número de milagres. Mas não fez isso.
Por isso, antes de me posicionar sobre qualquer coisa, sempre procuro consultar as fontes, verificar a opinião dos peritos antes. Como fiz com você em outro caso. Se não acabaria na besteira de sair promovendo por ai leviandades que poderiam não ser exatamente aquilo que imaginamos. O erro também está em achar que a medicina é perfeita, quando ela não é. E nem os cientistas.
Realmente há uma beleza estonteante em muitas obras espalhadas pelo mundo afora, das quais eu destaco a grande pirâmide de Gizé no Egito. Porém a grande beleza deve imanar de dentro do ser humano, e não procurada fora. A verdadeira obra é aquela que fica. Eu acredito que há alguma coisa muito especial em Lourdes, e ali há uma prova inconteste de que milagres existem.
Não sei se eles vão ocorrer ou não em cada esquina. É muito triste pensar que não ocorrerão. Jesus garantiu que nós poderíamos nos curar. Porém manifesto que precisamos muito da medicina e da ciência. Mas de forma alguma acho "ignorância" supor que a fé possa promover curas.
Sei perfeitamente que seu posicionamento em relação ao feminismo é negativo. Não tive a mínima intenção de manipular o que você disse. Para mim o trabalho de explicar e aprender qualquer assunto relacionado a Deus é um prazer, principalmente hoje, sábado, pois é o dia que dedico a esse assunto. Sei também que essa idéia que você faz é a idéia que é mostrada ao mundo, mas para quem tem conhecimento do real significado, espiritual, vê de outra forma, e é essa forma que estou tentanto mostrar, pois o espiritual reflete no material e vv. Satanás sabe disso, por isso, quando Deus diz uma coisa, ele diz o oposto. Deus disse "se comerdes desse fruto certamente morrerás"; ele disse "certamente não morrerás". Deus diz, homem; ele diz, mulher. Deus diz, Senhor; ele diz; Senhora. E assim por diante. Quando o ser humano aceita a inversão que ele propõe, há conseqüência no mundo material e espiritual.
Glenwood,
Acho que você seria o membro mais acertado desta comunidade - como médico - para comentar o milagre mais impressionante de que já tive notícia.
Bom, Georges, conheço Jesus Cristo, o sacrifício que ele fez para me salvar, que é o plano que Deus elaborou desde que a humanidade caiu em pecado, e conheço os dez mandamentos descritos em Êxodo 20:3-17 que o próprio Deus escreveu na pedra e que foram resumidos dois por Jesus Cristo. Também conheço o demais conteúdo da Escritura Sagrada que são os livros escritos por homens e mulheres santas sob a inspiração do Espírito Santo de Deus. Esse conhecimento tem sido suficiente para mim no sentido de entender a pessoa de Deus, saber o que Ele quer de mim, compreender a situação em que me encontro e o que será de mim. Para mim é uma obra completa, acabada, perfeita. Quanto à tradição ela me alerta o seguinte: "Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vâs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo." (Colossenses 2:8)
Ela também me diz "Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Continua nestes deveres; porque, fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes." (1Timóteo 4,16)
"Segundo o que lemos no proto-evangelho, ou mais precisamente em Gn 3,15, a segunda Eva corresponde à "mulher e sua posteridade" que "esmagará a cabeça" da serpente."
Na verdade a Bíblia diz o seguinte "o descendente ferirá a cabeça da serpente e esta lhe ferirá o calcanhar." Ferir a cabeça significa vencer e ferir o calcanhar não. Pois quando Jesus morreu na cruz foi ferido no calcanhar, mas quando ressuscitou feriu a serpente na cabeça, pois ele venceu a morte.
Maria, a Bíblia cita apenas o segundo Adão, que é Jesus Cristo:
I Coríntios 15:22 "Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo."
"Pois assim está escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito alma vivente. O último Adão, porém, é espírito vivificante. O primeiro homem, formado da terra é terreno; o segundo homem é do céu." (1Coríntios 15:45,47)
Não há referência na Bíblia à segunda Eva.
A razão é porque Deus deu ao homem (Adão) a responsabilidade sobre a criação, tanto é que, quando a Eva desobedeceu, não aconteceu nada; mas quando Adão desobedeceu, Deus veio e amaldiçoou a terra.
I Timóteo 2:14 "E Adão não foi iludido, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão."
"E, sendo isso o que você acha, de onde procedem os milagres que também ocorrem no seio de igrejas protestantes, tão alardeados, aliás?"
Não me dou o direito de achar nada, apenas me permito nortear pela palavra que Deus deixou, para não errar o alvo.
A salvação é pessoal, Maria, ninguém vai te livrar de nada, mesmo sendo muita gente reunida. Deus vai lançar no inferno até 1/3 dos anjos, que estão acima de nós.
Alguns estudiosos chamam atenção que a aparição em Lourdes se deu no momento que MArx escrevia o Grundrisse, obra que depois daria origem ao capital, grundisse foi publicado em 1859.
A Aparição era previsão de catastrofe como também foram Rue de Bac em 1830 em Paris, e Fatima em 1917.
Vi o corpo de Bernadete em Nevers.
Tem um filme dos anos 40 que é bom a respeito...com jenifer jones.
Não acho nada porque a questão não é de achar, a palavra nos dá certeza. O critério é o mesmo vindo de onde for, avaliar o espírito de onde procede o fato, pois é assim que Deus ensina.
Eu tenho me debruçado sobre o assunto ultimamente. Tenho lido alguns livros e resolvi escrever sobre o conflito entre ciência e religião no caso dos milagres de Lourdes.
Tem dois documentos de S.S Pio XII,de feliz memória,que tratam exatamente sobre isso.Karl Rahner,que foi um dos maiores teólogos do séc.XX(cuidado com ele,tem algumas heresias),disserta bastante sobre o tema em um dos seus livros.Também seria do seu interesse ver se encontra as atas dos processos de canonização,onde mostra que para ter a comprovação da santidade necessita-se da certeza de milagres não explicados cientificamente.
Toth, parabéns pelo tópico e pelos posts.
E Georges seus posts são excelentes e incisivos, tomara que não sejam novamente respondidos de forma evasiva...
Alguém aqui já ouviu falar em Alexis Carrel?
Foi um médico ateu, inclusive prêmio Nobel, que presenciou uma cura milagrosa em Lourdes...
Escreveu até um livro sobre isso.
Vale a pena pesquisar sobre ele.
Eu sabia um link muito bom, mas não o encontrei. Por ora tem este http://www.veritatis.com.br/article/534
É um prazer conversar com alguém tão educado.
Sei que Deus é poderoso para usar quem Ele quiser prá guardar a Sua palavra e, mesmo quando tentam destruí-la, fazê-la cair em descrédito, substituí-la por ensinos contrários, ou simplesmente desprezá-la. Jesus disse que até as pedras clamariam, e Deus usou até uma jumenta para falar com o profeta, como está dito em Números 22:28 "Então, o SENHOR fez falar a jumenta, a qual disse a Balaão: Que te fiz eu, que me espancaste já três vezes?."
Sabe por quê, Georges? Porque a vontade de Deus se cumpre mesmo que qualquer coisa seja contrária. A glória é de Deus e não de homem algum e ai dos homens que não cumprirem o que Ele determinou, e quem diz isso não sou eu, apenas estou transmitindo o que está escrito por Ele, e você deve ter conhecimento disso.
Já que parece que estou sendo evaziva, pois estou procurando evitar dizer algo que possa fazer alguém sentir-se ofendido, vou limitar-me a dizer que não aceito misturar a verdade com a mentira. Não aceito um ponto sequer que entre em contradição com o que está contido nos livros inspirados pelo Espírito Santo de Deus e não vejo razão nenhuma para aceitar uma incoerência, pois Deus eu sei que não é contraditório.
Não consigo entender apenas porquê algumas pessoas que se dizem cristâs se sente ofendidas, ao invés de felizes, quando a palavra de Deus é pregada; ou melhor, eu sei (o motivo é sempre espiritual) mas fica essa questão para que possam refletir (sugiro o Salmos 115 como consulta, talvez em outra Bíblia esteja em Salmos 114).
O Senhor o abençoe.
Obrigado Glenwood pela justa defesa que você fez sobre a questão santos/imagens...
Não adianta, eu como católico admito, os protestantes tradicionais são outros quinhentos em relação à maioria protestante restante...
Uma coisa é intercessão, outra é adoração(devido somente a Deus).
Essa questão de "adoração" de imagens/santos nunca foi doutrina católica. Uma acusação dessas não passa de calúnia. Deveria-se estudar
o que catolicismo prega em vez de ficarem falando o que não sabe(o famoso palpite).
"Por isso, (Jesus) também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, VIVENDO sempre para interceder por eles." (Hebreus 7:25)
"Porquanto há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem." (1Timóteo 2:5)
"Todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem existimos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós também, por ele." (1Coríntios 8:6)
"Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo." (1João 1:3b)
Jesus não é uma mera religião como é entendida geralmente, como um lugar onde as pessoas se reúnem, ouvem (às vezes nem isso) umas palavrinhas agradáveis, reencontram conhecidos, ou seja, um clube. Não, Ele é a diferença entre a vida e a morte. Por isso não dá para entender mesmo como alguém que se diz cristão pode se ofender com as afirmações que Deus deixou registradas, a fim de que não sejamos enganados e percamos a vida que Ele deseja que todos tenham.
Se você não percebeu, minha intenção não é acusar (sabia que iriam me acusar disso) mas de alertar quanto ao risco que estão correndo quando depositam mais confiança no que o homem diz que naquilo que Deus diz.
Analisando os versículos postados pela colega:
"Porquanto há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem." (1Timóteo 2:5).
"Todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem existimos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós também, por ele." (1Coríntios 8:6)
Jesus Cristo é nosso Senhor, o único HOMEM mediador entre Deus e os homens.
Há UM SÓ DEUS, o Pai.
Logo, Jesus Cristo não é Deus, mas seu mediador.
Isso entra em contradição com o começo do Evangelho de São João:
"No começo era o Verbo, e ele estava com Deus e ele era Deus"
Logo, a Bíblia é um amontoado de contradições. Certo? NÃO.
Temos a Tradição para nos auxiliar, nos guiar.
Sabemos que Jesus Cristo é o Verbo encarnado, a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade. Onde está isso explicitado (atentem para a palavra utilizada) na Bíblia?
Em lugar nenhum. Logo, a Santíssima Trindade não existe.
Utilizar a Bíblia como se fosse o Corão cristão dá nisso.
As Santas encontram-se expostas em locais públicos e abertos a visitação. Seus corpos jamais receberam qualquer tipo de tratamento químico. A Santa Catarina Labouré encontra-se do mesmo jeito que foi encontrada cinquenta anos após o seu sepultamento. Passados mais de 150 anos de sua morte, seu estado de conservação é perfeito.
Isso é papo furado. A Igreja quase sempre não permite nenhuma investigação desses casos e a visitação é em horários limitados. Some as duas coisas e é fácil concluir que não há nenhuma garantia de o corpo sofra manutenção periódica (como o de Lenin).
Em São Paulo mesmo, há uns 10 anos houve o caso da santa que chorava numa igreja qualquer. A USP propôs investigar o caso, isolando a dita cuja numa redoma em ambiente controlado. Bem, ela parou de chorar. Depois que retornou à Igreja, voltou a chorar. Foi feito então o isolamento no local, e ela parou de chorar novamente.
Ou seja, assim que era isolada (por uma redoma de vidro inviolável), seja na Igreja ou na USP, a santa não chorava. Obviamente alguém estava manipulando o "milagre".
Depois desse casop, novas investigações foram proibidas pela Igreja. POr que será, hein?
Marco
Falando sobre investigação, procure na internet sobre o milagre de Lanziano.
Depois venha aqui e diga se a Igreja permite ou não investigações dos milagres.