REVOLUÇÃO DE 1964 - A Verdade Sufocada
Vejam como as atividades terroristas começaram já em 61 e em 64 já tramavam uma guerra civil para a implantação de um regime COMUNISTA.
A imagem oficial dos combates travados entre os anos 60 e 70 no Brasil opõe, de maneira reiterada e obsessiva, os "jovens" guerrilheiros aos "velhos" generais. Adolescentes românticos e entusiastas contra setentões endurecidos e carrancudos. O estereótipo, instituído pela minissérie "Anos Rebeldes" (Globo, 1992), tornou-se obrigatório em todos os filmes, romances, contos, novelas de TV e reportagens, ao ponto de arraigar-se no imaginário popular como uma cláusula pétrea da verdade histórica, a base infalível de tudo que se pensa, acredita e sente daquele período histórico.
O simbolismo aí embutido é auto-evidente: a juventude representa a inocência, o idealismo, a esperança, a visão rósea de um mundo melhor; a velhice personifica o realismo cínico, a acomodação ao mal, o apego tacanho a uma ordem social injusta e caquética.
No entanto, é claro que nada disso corresponde aos fatos. Vejam os comandantes da guerrilha. Carlos Marighela era jovem? Joaquim Câmara Ferreira era jovem? Jacob Gorender era jovem? E os soldadinhos das Forças Armadas que trocavam tiros com os terroristas nas ruas e nos campos eram anciãos? Como em todas as guerras, os comandantes dos dois lados eram homens velhos ou maduros, os combatentes em campo eram jovens. Sob esse aspecto, nada se inventou no mundo desde os tempos homéricos.
O regime militar brasileiro não foi uma ditadura de 21 anos. Não é possível chamar de ditadura o período 1964-1968 (até o AI-5), com toda a movimentação político-cultural. Muito menos os anos 1979-1985, com a aprovação da Lei de Anistia e as eleições para os governos estaduais em 1982. Mas as diferenças são maiores.
Não sei se realmente eu classificaria o período 1964-1985 como ditatorial. Foi um regime de força, é verdade, tendo cometido abusos que não podem ser negados. Mas não foi um regime intrinsecamente violento. A Justiça Militar não atuava de maneira farsesca, a exemplo do Judiciário de países socialistas, que fazem julgamentos apenas pro forma dos adversário, para em seguida enfiá-los na cadeia.
Até militantes de esquerda que efetivamente integraram grupos armados foram absolvidos na Justiça Militar, como por exemplo Bete Mendes. Ou seja, a Justiça Militar chegou ao ponto de absolver quem pegou em armas contra o regime.
Havia censura, mas nada que chegue aos pés do que ocorre hoje, com as redações de jornais fazendo o mais eficiente filtro de informações da história brasileira. Mas não foi um regime totalitário, pois um regime assim jamais deixaria a esquerda ter tanta voz: meio editorial, universidades, peças de teatro, cinema etc. Igualmente, uma ditadura totalitária não teria entregado o governo para os civis e ainda por cima anistiado seus mais ferozes opositores.
Há dois textos do Olavo que considero os melhores já escritos por ele sobre o tema:
Ditadura é um regime extraordinário que tem como objetivo restaurar a ordem social em situações de crise. Normalmente elas terminam espontaneamente quando a ordem é restaurada.
Precisamos de novas categorias para falar de regimes revolucionários e subversivos (que almejam o oposto de uma ditadura). Comunistas não merecem a honra de serem chamados de ditadores.
Na cultura e na tradição gaúcha, existem dois eventos que são muito comemorados nas estâncias (fazendas): a marcação e a castração do gado. No primeiro, o ferro em brasa com as iniciais do dono do rebanho queima o couro da rês para que todos saibam a quem ela pertence. No segundo, retiram-se os culhões dos touros, que passam a ser chamados de bois, com o objetivo de torná-los mais mansos e de engorda mais rápida, preparando-os para o abate. Os indivíduos que possuem características de boa performance e genética são poupados da castração para que se tornem reprodutores, garantindo ao proprietário melhores exemplares para o abate.
Dentro da sistemática da esquerda, ocorre algo semelhante. Indivíduos são marcados e castrados com a ideologia do partido. A marca, entretanto, só é perceptível quando a infeliz criatura abre a boca para repetir o batido discurso revolucionário, em apoio cego a toda forma de dominação intelectual, cultural, moral e religiosa. A castração ocorre quando, ao observar potenciais opositores, a esquerda trata logo de capar as lideranças, seja através de perseguição ideológica, seja pela utilização de cargos em estatais para retirar dos opositores a vontade de lutar pelo que acreditam. Assim, tal qual nas estâncias gaúchas, o gado fica sob controle, esperando a hora do abate.
Levando em consideração o sucesso que foi a árdua campanha do Bolsonaro contra o Kit Gay, o amplo debate sobre o Kit Gay que o Bolsonaro conseguiu promover na sociedade brasileira, seria muito bom se ele também capitaneasse agora uma campanha contra o "Kit Dita Dura", lançado ano passado.
O ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), e o ministro da Educação, Fernando Haddad, lançaram nesta sexta-feira (10), Dia Internacional dos Direitos Humanos, o CD-ROM “Direito à Memória e à Verdade”, que resgata a história de aproximadamente 450 brasileiros, em sua maioria opositores políticos da ditadura, que foram mortos ou ‘desapareceram’ por ação de autoridades públicas durante os anos de 1962 a 1985. O lançamento aconteceu no Ministério da Educação (MEC), em Brasília (DF).
Além do conteúdo do livro homônimo, lançado em 2007 pela Secretaria de Direitos Humanos, o CD traz imagens, trechos de músicas e cenas do Brasil daquela época. “É um instrumento de educação, de valores, que faz a conexão dos mortos e desaparecidos com a cultura, a música, a literatura e os costumes da época”, disse o ministro Vannuchi durante o lançamento.
(...)
O ministro Fernando Haddad, por sua vez, ressaltou que o CD-ROM será distribuído em toda a rede pública de ensino médio. “A juventude vai conhecer uma época dura do país, mas também vai entrar em contato com a cultura, com a música e a luta de muitos brasileiros pela democracia”, afirmou Fernando Haddad. “Tenho certeza que esse CD-ROM será festejado nas escolas como importante instrumento de transformação. Educação e democracia andam juntas”, complementou ele.[http://www.direitoshumanos.gov.br/2010/12/10-dez-201…-verdade201d]
O que mais me intriga neste período pe que faltou combate ideológico,o figeiredo conseguiu a anistia, que foi algo muito bom, mas fora isto ele foi muito linha mole.
Depois de ver o vídeo postado pelo Chris†ian Њ, resolvi dar uma pesquisada rápida sobre o tal "Eugênio da Paz".
Vejam só um trecho de uma entrevista que ele concedeu à VEJA em 1996:
VEJA - Em 1971, Márcio Leite de Toledo, que era militante da ALN, foi morto pela própria organização. Por quê?
CARLOS EUGÊNIO - Tomamos essa decisão em duas reuniões. Em ambas, eu fui a favor da execução. No total, oito militantes foram ouvidos, e a decisão foi unânime. Por quê? Porque ele era um dirigente que sabia tudo sobre a organização, Havia estado em Cuba para treinar guerrilha, mas, ao voltar ao Brasil, dava sinais de fraqueza. Num assalto, em vez de proteger os militantes, como o combinado, fugiu correndo. Estava fraco, querendo deixar a luta. Concordamos que saísse da organização. Mas exigimos que deixasse o Brasil — poderíamos até mandá-lo ao exterior — por um período de pelo menos seis meses. Ele discordava. Queria sair da ALN e ficar no país. Ora, naquela circunstância, com a polícia cada vez mais perto, ele seria preso e levaria outros quinze militantes com ele. Marcamos um ponto com ele, fomos lá, explicamos que tínhamos deliberado por sua execução e o matamos.
VEJA - Quatro pessoas participaram desse assassinato. Duas ficaram de vigília e duas atiraram. O que você fez?
CARLOS EUGÊNIO - Eu atirei.
VEJA - O que acontece quando você pensa nessa morte hoje?
CARLOS EUGÊNIO - É difícil. Eu tinha até simpatia pelo Mauro, mas não vou fingir arrependimento. Tenho certeza de que, se não o matássemos, pelo menos quinze militantes acabariam morrendo, e minha culpa seria maior. A lógica em que vivíamos na época era a lógica da violência, da guerra, e não existe guerra limpa. Nós vivíamos uma situação que só poderia levar a isso. Se você aceita empregar métodos violentos, tem de aceitar a sujeira que vai produzir. É o que sempre acontece. Você começa atirando contra o inimigo, depois acerta o antigo companheiro e assim por diante.
Aproveito o tópico para, de novo, divulgar um livro já citado pelo Olavo e que é uma das mais importantes fontes para provarmos a ingerência comunista estrangeira no Brasil e, portanto, a necessidade da ditadura:
. O apoio de Cuba à luta armada no Brasil, de Denise Rollemberg
. http://www.historia.uff.br/artigos/rollemberg_apoio.pdf
.
Leiam um dos artigos no qual o Olavo cita o livro e entendam sua importância:
. http://www.olavodecarvalho.org/semana/semfim.htm
.
E, por favor, salvem o livro em vossos pcs antes que ele suma da internet.
Aquele filho de uma puta do Jânio Quadros foi quem cagou no pau:
Jânio teve uma carreira meteórica que aliava populismo e combate à corrupção. Assim, ganhou o apoio da classe média e de conservadores como, principalmente, Carlos Lacerda.
A coligação PTN-PDC-UDN-PR-PL teve 5,6 milhões de votos - a maior votação até então obtida no Brasil, porém Jânio não conseguiu eleger o seu vice (que também era eleito separadamente). Por isso o pela-saco do João Goulart (ex-braço direito de Vargas e cunhado de Leonel Capeta Brizola), do PTB, elegeu-se vice-presidente da República.
Tudo ia bem até que esse filho de uma égua - que já tinha puxado o saco de Fidel Castro, chegando até a dançar rumba e a abraçar carinosamente o assassino de milhrares de conservadores e liberais* (VÍDEO), resolveu condecorar Che Guevara com a "Grã Cruz da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul", maior honraria que os brasileiros concedem a importantes personalidades estrangeiras.
* Desembarque do ex-presidente Jânio Quadros em Cuba (na época ainda deputado federal)
Foi o bastante para tirar do sério o que cara que mais o apoiara, o anti-comunitsa Carlos Lacerda.
A condecoração foi porque os comunistas cubanos libertaram uma ou duas dezenas de padres e os exilaram para a Espanha, a pedido do Governo Brasileiro. Ocorre que os canalhas já haviam assassinado DEZENAS ou CENTENAS de padres em Cuba.
Lacerda fez questão de dar a Chave da Cidade para o opositor de Fidel Castro, mas antes foi falar com Quadros. . A essa altura, a portas trancadas, aprofundava-se a crise entre Jânio Quadros e Carlos Lacerda.
A conversa entre ambos iniciou-se amistosa e serena, com frases bem humoradas de parte a parte. O bom humor começou a desaparecer quando tiveram que tratar do ponto nevrálgico: o Presidente sabia que o Governador no dia seguinte iria entregar as chaves da cidade do Rio de Janeiro ao anticastrista Manuel Verona e o Governador, por sua vez, também sabia que o Presidente, dali algumas horas, condecoraria, com a Ordem do Cruzeiro do Sul, o castrista Che Guevara.
A conversa, então, atingiu tom ríspido. Além de queixar-se do "esvaziamento" da Guanabara, o Governador disse francamente que não podia concordar com os rumos da política externa que o Brasil estava seguindo e muito menos se conformava com a outorga de tal condecoração a um homem que declarou poucos dias antes, em Montevidéu, procurara sabotar a ajuda norte-americana ao Nordeste.
O Presidente argumentou que as diretrizes da política internacional eram atribuições específicas do seu cargo. Desejava exercê-las em toda a plenitude e não admitia interferência. Quando Carlos Lacerda saiu da sala, visivelmente aborrecido, a crise estava bem configurada e ele, bastante decidido a adotar o que chamaria de uma "atitude grave'.
Lacerda foi falar com o ministro da Justiça; a conversa foi até a madrugada. Este segundo encontro só serviu para convencer o Governador ainda mais da necessidade de adotar a "grave atitude". Estava sinceramente convicto de que nenhum entendimento seria mais possível entre ele e o presidente Jânio Quadros: declarou-se, então, decidido a renunciar ao Governo, para ficar com os movimentos livres e liderar a oposição ao que considera uma perigosa guinada do Brasil em direção à órbita soviética.
Enquanto Che Guevara era condecorado e paparicado por Jânio, no outro pólo da agitação, a assessoria de imprensa do Palácio Guanabara comunicou oficialmente aos jornalistas que Carlos Lacerda iria entregar dentro de poucos minutos as chaves da cidade ao Manuel Verona, líder anticastrista.
Pouco tempo depois, entregando as chaves do Rio ao líder anticastrista, declarou: - "Acentuo o respeito que temos pela autodeterminação do povo cubano, decidido a libertar-se da interferência estrangeira que ocupa ministérios numa Cuba já ocupada." Aquelas palavras eram a réplica ostensiva à faixa que o presidente Jânio Quadros entregara pela manhã ao Ernesto Guevara.
Durante toda a noite de sábado a crise passou a ter dois pontos de fixação: os palácios da Guanabara e das Laranjeiras.
Após muita conversação, Jânio e Lacerda, então, fizeram uma breve trégua.
Havia assentado com Carlos Lacerda que viajariam juntos, mas o Governador, que passou pelo aeroporto poucos minutos antes do embarque presidencial, argumentou que tinha de receber seu filho ( Sérgio Lacerda, genro de Clementi Mariani) de volta da Europa e não podia ausentar-se do Rio. Além disso, tinha também, que falar na abertura do Quinto Congresso da ORIT, onde, na presença do Ministro do Trabalho, reafirmou a sua disposição de renunciar ao governo da Guanabara para ir à rua, a fim de "evitar que as esperanças do povo brasileiro sejam frustradas e desviadas de seus objetivos por uma política de capitulações sucessivas com as tiranias comunistas".
Eram 18 horas de domingo. Esse discurso do Governador provava que a crise entre ele e o Presidente da República fora apenas provisoriamente superada.
A coisa fiocu preta para o lado de Jânio Quadros, pois este sabia do poder retórico, da inteligência e da liderança de Lacerda em setores militares, da imprensa, do clero e , especialmente da classe média bem informada.
Jânio amarelou, pegou seu boné e foi tomar uma pingas, achando que "voltaria nos braços do povo". Ledo engano: já foi tarde!
O problema é que o vice-presidente João Goulart estava na CHINA (olha que outro filha da puta!) e os militares não queriam, com razão, deixá-lo voltar para assumira a presidência, preocupados com um possível (e provável) alinhamento do Brasil com o bloco comunista.
Arrumaram um jeito de criar um parlamentarismo provisório que mataria dois coelhos com uma só cajadada: limitaria o poder presidencial criando a figura do primeiro ministro (o líder do Congresso) e evitaria que Jango levasse o Brasil para o abrçao de urso da URSS.
O governo Jango só durou mais 3 anos, quando o sacripanta quis esculaxar a Constituição do Brasil e, além disso, pregou a insubordinação hierárquica militar. Pronto: os milicos fecharam o tempo e os principais líderes brasileiros forma postos pra fora do jogo político, por 20 anos.
Art. 1º São crimes de responsabilidade os que esta lei especifica.
Art. 2º Os crimes definidos nesta lei, ainda quando simplesmente TENTADOS, são passíveis da pena de perda do cargo, com inabilitação, até cinco anos, para o exercício de qualquer função pública, imposta pelo Senado Federal nos processos contra o Presidente da República ou Ministros de Estado (...)
Art. 4º São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentarem contra a Constituição Federal, e, especialmente, contra:
III - O exercício dos direitos políticos, individuais e sociais.
CAPÍTULO III - DOS CRIMES CONTRA O EXERCÍCIO DOS DIREITOS POLÍTICOS, INDIVIDUAIS E SOCIAIS
Art. 7º São crimes de responsabilidade contra o livre exercício dos direitos políticos, individuais e sociais:
7 - INCITAR militares à desobediência à lei ou INFRAÇÃO À DISCIPLINA;
Está tudo aí. Jango incitou a quebra da hierarquia militar. Logo, ele se enquadra no Art. 7º, 7. Vejam que, pelo Art. 2º, não é necessário que ele tenha conseguido realizar seu intento: basta a tentativa. Pelo Art. 4º, III, ele cometeu crime de responsabilidade. Pelo Art. 2º, ele deveria perder o cargo.
Resta PROVADO que Jango, de fato, legalmente deveria ser retirado da presidência. A Lei 1.079/50 não deixa dúvidas a este respeito. A ilegalidade da ação dos militares (e, por isso, de fato houve golpe) foi retirá-lo diretamente, quando, ao que parece, isso caberia ao Senado.
A pergunta que fica é: em caso de o Senado não agir com presteza, o que deveriam as Forças Armadas fazer? É preciso conhecer as leis da época. Mas, acho que está claro, a lenda de que o Jango era um pobre coitado que não merecia cair é história pra boi dormir. Ele tinha de cair, sim! A Lei 1.079/50 o exigia!
Vivendo e aprendendo: ou, esqueçam tudo que ouviram nas escolas.
O GRITO DE DESESPERO DOS PROFISSIONAIS BOMBEIROS DO RJ SÃO AS SÚPLICAS, DAS SUCATEDAS CORPORAÇÕES PMS DE TODO O PAÍS COM EXCEÇÃO DE BRASÍLIA/DF.
Por determinação dos Coronéis PMs foram preservados na Constituição Federal de 1988 artigos medievais, que colocam os policiais e bombeiros militares como força auxiliar e reserva do exército. Proibindo a sindicalização e manifestações como as que vem ocorrendo no RJ bem amparados, pelo regime democrático vigente no País mas repudiado pela ditadura predominante nas Corporações PMs. Em pleno século XXI temos uma polícia treinada e subjugada militarmente, por regras e regulamentos arbitrários e ditatoriais. Apenas para o deleite, satisfação, mordomias, privilégios e poderes ilimitados dos altos escalões. Que no interior dos enormes e luxuosos prédios públicos(Btls, Cias, Cpas, etc...), com seus vultosos vencimentos, centenas de serviçais fardados(Praças) os servindo exclusivamente em funções diversas muitas alheias ao trabalho policial, tendo seus reajustes vinculados ao dos governadores e judiciário(Sempre expressivos), cartões corporativos, altas cifras para feitura de cursos no exterior, viaturas novas importadas para conduzí-los a suas residências e lazer(Pseudo trabalho), etc... Estão totalmente alheios as necessidades e anseios dos famintos e abandonados subordinados! Destarte lamentavelmente vemos chefes de família humilhados, vilipendiados, presos nas casernas dos quartéis e torturados simplesmente, por exigirem melhores salários e condições adequadas de trabalho para conseguirem. Suprir minimamente as suas necessidades básicas e dos entes queridos! Ouvindo ecoar da mais alta autoridade do Estado(Governador) que são bandidos e devem ser penalizados exemplarmente. Os únicos e verdadeiros bandidos tem mandatos, togas, altas patentes, etc... mas infelizmente são considerados e tratados, como honrosas autoridades. O apocalipse já é uma realidade!!!
Silvio Santos reclama de ibope baixo e novela troca drama por humor
O dono do SBT, Silvio Santos, reclamou do baixo desempenho da novela "Amor e Revolução" em reunião nesta terça-feira, no Complexo Anhanguera. Silvio fez a queixa diretamente ao autor da novela, Tiago Santiago, que se prontificou a efetuar várias mudanças.
A despeito da repercussão e polêmica que a novela desencadeou na internet, "Amor e Revolução" não passa de cinco pontos de média na Grande São Paulo. Cada ponto equivale a 58 mil domicílios assistindo à história, que se passa na ditadura militar.
Dentro de duas semanas a novela sofrerá uma guinada de 180 graus. Diálogos sobre política, personagens discursando para criar contextualização histórica, assuntos referentes a millitares serão praticamente abolidos da história. Em seu lugar haverá mais cenas de humor, amor e outros relacionamentos.
Procurado pela reportagem nesta tarde, Santiago não quis comentar sobre a "bronca" de Silvio Santos, mas confirmou que a novela terá algumas mudanças de rumo. "Nós de fato vimos várias pesquisas, e as pessoas à noite querem rir, se emocionar. Vamos acabar com o tema político mesmo", admitiu Santiago, que acrescentou: "Nunca mais vou fazer novela sobre política".
O autor decidiu ainda que as personagens de Luciana Vendramini e Gisele Tigre (Marcela e Mariana) terminarão juntas --talvez com direito a casamento-- e que haverá mais cenas "lésbico-eróticas" entre elas.
O Silvio Santos está claramente incomodado com esta novela que foi obrigado pelo PT a fazer.
DIA 7 DE SETEMBRO DE 2011 - INICIO AS 13:00 EM TODOS LOCAIS CONFIRMADOS
Para quem não sabe, é o movimento contra a corrupção que ocorrerá no dia 07 de Setembro de 2011. Ocorrerá nas capitais brasileiras, e nas cidades onde tenha gente suficientemente corajosa para abraçar essa causa. O movimento foi criado pelo grupo Anonymous Brasil com apoio do Mascarado Polêmico, e necessita de sua ajuda para que realmente cause algum efeito.
Esperamos contribuição de todas as pessoas cansadas com a real situação atual do Brasil e preocupadas com um futuro melhor. Dica para quem quiser entrar nessa "briga" : procure apoio nas escolas, sindicatos, e divulgue a causa. Chame atenção de quem quer mudança, e quem procura fazer a diferença. Sep 2 (1 day ago)
- Liberdade -
Locais Confirmados:
Porto Alegre-RS: Parque Farroupilha (Redenção)
Brasília-DF: Praça dos Três Poderes (RUMO AO CONGRESSO NACIONAL)
São Paulo-SP: MASP, Av. Paulista
Santos-SP: Vicente de Carvalho até a Praça da Independência
São Carlos-SP: (cidade universitária -UFSCar, USP, UNICEP) Praça Coronel Salles
Piracicaba-SP: Avenida Armando Salles de Oliveira.
Campinas-SP: Em frente a prefeitura
Ourinhos-SP: Av. Expedicionario (Praça Melo Peixoto)
Itu-SP: Praça Souza até a Praça Guanabara (em frente a receita federal)
Jundíai-SP: Av. União dos Ferroviários
Rio de Janeiro-RJ: Av. Presidente Vargas (Em frente a prefeitura)
Petrópolis-RJ: Praça Rui Barbosa
São Gonçalo-RJ: Rua Dr. Feliciano Sodré, 100. (Em frente a Prefeitura)
Jaragua do Sul-SC: Praça Angelo Piazera
Joinville-SC: Em Frente ao Shopping Muller
Manaus-AM: Mesmo trajeto da Marcha da Liberdade
Natal-RN: Em frente ao Shopping Midway Mall
Salvador-BA: Em frente a câmara dos vereadores (antiga prefeitura)
Belo Horizonte-MG: Praça da Liberdade até a Praça 7
Uberlândia-MG: Praça Tubal Vilela
Campo Grande-MS: Praça Ari Coelho
Cuiabá-MT: Praça Alencastro
Goiânia-GO: Praça do Trabalhador até a Praça Cívica,
São Carlos-SP: (cidade universitária -UFSCar, USP, UNICEP) Praça Coronel Salles
IMPOSSIVEL!
Em sao carlos nao acontece isso pq a cidade é controlada por petistas a mais de 10 anos. O PT está no meio academico (USp e Ufscar) e é muito forte!! A unicep nao conta pq nao é universidade.
Tb apoderou-se de todo aparato cultural da cidade: eventos, shows e teatro. No teatro pelo que fiquei sabendo rolou uma peça com inumeros homossexuais recentemente por lá.
O PT praticamente controla tudo e a todos por lá.
O atual prefeito, dizem que é homossexual, depois que ele entrou na prefeitura já teve umas 3 paradas gays em São Carlos, coisa que nunca existiu até entao. O prefeito acende uma vela na igreja e depois rebola na parada gay. Provavelmente os padres provavelmente tb estao corrompidos. Deve sobrar "mesada" pra todo mundo.
Acredito que em Ribeirao Preto, caso tiver alguma proposta de, tb nao acontecera. Em Araraquara tb nao pq o PT tb controla tudo por la.
Os militares estão sendo escorraçados cada vez mais.
" Diante da repercussão pela ausência dos comandantes militares próximos da presidenta da República, Dilma Rousseff, no desfile do 7 de setembro, nesta quarta, em Brasília, o Palácio do Planalto se limitou a informar que os militares não são ministros. Este ano o cerimonial do Palácio colocou os militares à parte, longe da presidente. Tampouco o ministro da Defesa, Celso Amorim, ficou ao lado dela. O que causou estranheza na capital.Somente ministros da Esplanada, assessores, a filha da presidenta e seu neto ficaram no mesmo palanque que ela. “O desfile de 7 de setembro é cívico-militar e não apenas militar. Os comandantes não são ministro hoje”, informou a assessoria do Palácio.
Conforme o professor disse há anos.... , estão levando um pé na bunda direitinho.
Leiam a Verdade de Um Revolucionário. Gen Olympio Mourão Filho, com Organização do Jornalista Helio Silva
Esse livro é muito bom para se saber o que os militares queriam com o golpe, saber que eles ja queriam dar assim que Janio Quadros Renunciou, saber quem eram os cabeça da revolução socialista e da militar, bom, e entender toda a atmosfera da época!
O livro é apresentado em dois moldes. Um com comentarios do General, como se fizesse uma retrospectiva de certo período e outro é um diário, que a medida que os fatos iam acontecendo ele os registrava, acompanhado de alguns pensamentos.
I SEMINÁRIO SOBRE ARQUIVOS SIGILOSOS E REPRESSÃO POLÍTICA
VITÓRIA, UFES/CCJE, 18 À 20 DE OUTUBRO DE 2011
APRESENTAÇÃO
O evento, que marca os vinte (20) anos do envio dos arquivos do DOPS/ES para o Arquivo Público do Estado do Espírito Santo (APEES), tem como principais metas promover a interação entre a comunidade pesquisadora, estudantes e público em geral através de múltiplas atividades, tais como: palestras, apresentação de comunicações e apresentação de filmes.
Realizadores: Departamento de Arquivologia da UFES, em parceria com Arquivo Público do Estado do Espírito Santo (APEES), com o Programa de Pós Graduação em História da UFES (PPGHIS/UFES) e com a Associação dos Arquivistas do Estado do Espírito Santo (AARQES).
PROGRAMAÇÃO
18 de outubro de 2011 (terça-feira)
18 às 19 hs.
Credenciamento
19 às 21 hs.
MESA 1: Os arquivos das agências de repressão política: polêmicas sobre o acesso e potencialidades de pesquisa.
Palestrante: Prof. Dr. Rodrigo Patto Sá Motta (Professor da UFMG)
Moderador: Prof. Pedro Ernesto Fagundes (UFES/DEPARQ/PPGHIS)
19 de outubro de 2011 (quarta-feira)
18 às 19 hs. Exibição do documentário: Cortes da Censura Federal (2003). Produção: Arquivo Nacional.
Sinopse: Documentário sobre a censura imposta a filmes nacionais pela Divisão de Censura e Diversões Públicas da Polícia Federal nas décadas de 1960 e 1970. Contém fragmentos dos filmes censurados, cenas cortadas e os pareceres dos censores. Todo o material exibido no filme encontra-se no Arquivo Nacional.
19 às 21 hs.
MESA 2: Resistência e Enfrentamento: o movimento estudantil na Guanabara (1964 a 1968): levantamento documental e história oral.
Palestrante: Marcelo Nogueira de Siqueira. (Arquivista do Arquivo Nacional - Coordenador de Documentos Audiovisuais e Cartográficos)