[Fixo] Ditadura no Brasil
Mário Magalhães conta a história do guerrilheiro Carlos Marighella
http://g1.globo.com/globo-news/miriam-leitao/videos/…lla/2221153/
O baiano Carlos Marighella financiou a guerrilha contra a ditadura
civil-militar, no fim da década de 1960, com dinheiro basicamente de
assaltos a bancos e empresas. O líder da Ação Libertadora Nacional
(ALN), que se intitulava “terrorista”, também recebeu dinheiro de Cuba
(que bancou o treinamento militar dos guerrilheiros), da Coreia do Norte
(200 mil dólares atualizados) e de artistas e intelectuais do Brasil e
de outros países.
http://www.jornalopcao.com.br/colunas/imprensa/jean-…e-marighella
[url]/Main#Profile?uid=18364385247560318863[/url]:
Eu não sou dessa época , mas fiquei curioso pra entender o que estava acontecendo nesse vídeo . Alguém recorda qual era a treta?
O General Newton estava explicando as consequências do Decreto n.º 88.888 imposto pelo presidente Figueiredo, quando foi questionado pelo repórter.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Medidas_de_Emerg%C3%AAncia_do_Planalto
A Globo News fez algumas entrevistas com generais do Regime Militar. O General Newton Cruz foi um dos entrevistados. Ele comenta sobre o Atentado do Riocentro e também sobre essa polêmica com o repórter.
Prefácio de 'Orvil' afirma que revanchistas da esquerda estão no poder e tiveram 'petulância' de criar uma 'comissão da verdade'
O livro não cita as torturas praticadas pelos militares e diz que o país vivia um 'Estado de Direito' na ditadura
RICARDO BONALUME NETO DE SÃO PAULO
"Orvil" parece nome de remédio, mas é apenas "livro" escrito ao contrário, o nome exótico pelo qual o projeto era conhecido no Exército Brasileiro para ajudar a mantê-lo secreto enquanto uma comissão o escrevia.
O livro ficou pronto em 1985, mas o então ministro do Exército, Leônidas Pires Gonçalves, e o presidente José Sarney optaram por não publicar a obra para não criar constrangimento político.
Disponível na internet há anos, agora surge a primeira edição de papel do "orvil/livro" que conta uma versão de militares do Exército sobre as "tentativas de tomada do poder" pela esquerda no Brasil.
A atual edição, da editora Schoba (R$ 72,90, já disponível nos sites das livrarias), promete ser ainda mais polêmica, embora a publicação não tenha apoio oficial das Forças Armadas.
O texto básico é o mesmo, mas há trechos novos de introdução e conclusão que remetem ao momento presente, quando existe uma Comissão da Verdade com a missão de apurar crimes cometidos por agentes estatais no regime militar.
São mais de 900 páginas detalhando miríades de ações da esquerda armada que o livro rotula de "terroristas".
Três das tentativas de tomada do poder foram "armadas", diz o livro, escrito por uma equipe do antigo Centro de Informações do Exército e assinado por dois dos organizadores, o tenente-coronel Licio Maciel e o tenente José Conegundes do Nascimento.
As três foram a Intentona Comunista de 1935, a crise que terminou no golpe de 1964 e o início da "luta armada" a partir de 1968.
A quarta continuaria em curso hoje: em vez de violência, diz o livro, as esquerdas empregam a infiltração na imprensa, nas universidades, nas instituições culturais em geral para impor suas teses, seguindo os ditames do comunista italiano Antonio Gramsci (1891-1937).
PETULÂNCIA
"Os revanchistas da esquerda que estão no poder -não satisfeitos com as graves restrições de recursos impostas às Forças Armadas e com o tratamento discriminatório dado aos militares, sob todos os aspectos, especialmente o financeiro- tiveram a petulância de criar, com o conluio de um inexpressivo Congresso, o que ousaram chamar de 'comissão da verdade'", diz o general Geraldo Luiz Nery da Silva no prefácio ao livro.
Coordenador de projetos de história oral do Exército, o general de brigada é membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil.
A publicação é pródiga em detalhes sobre os atentados e as tentativas de criação de "focos" de guerrilha, urbana e rural. Muitas fontes são livros e entrevistas de pessoas da esquerda. "Insuspeitos", ironizam.
Um fato que chamou a atenção dos autores é a fragmentação dos grupos de esquerda. Em vez de se unirem contra o inimigo comum, se esfacelaram numa lista interminável de organizações -e o "Orvil" cita detalhes de todas. E isso foi uma das razões do fracasso da "luta armada".
LISTA
O livro dá os nomes de todos os "terroristas" envolvidos em cada atentado, ou no planejamento deles, ou no apoio à sua logística.
A presidente Dilma Rousseff é citada três vezes no texto, numa delas dizendo que tinha sido presa.
O livro não diz em nenhum momento que as forças policiais e militares cometeram torturas (a morte de Vladimir Herzog é considerada suicídio) e diz que eleição de um general à Presidência pelo Congresso era sinal da existência do "Estado de Direito".
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/79991-livro-t…querda.shtml
Sempre que ouço Rolling Stones, Led Zeppelin, The Doors ou Pink Floyd
vem a minha mente a ideia de ter nascido há algumas décadas. Nasci em
1981, mas sempre me pego pensando em como seria se tivesse crescido nos
anos 1960 e 70. Curtiria ao máximo a efervescência do rock and roll e
viveria a rebeldia de então. Mas sou brasileiro, com muito orgulho, e
sei que nesse período houve uma das mais cruéis ditaduras do mundo no
nosso país. Rapidamente fico contente por ter ido ao show dos Stones em
Copacabana, ao do Roger Waters no Morumbi e a um do que restou dos Doors
em Jaguariúna. Ainda preciso escutar Kashmir ao vivo. Raul Seixas,
infelizmente, nunca terei a chance.
Não vivi a ditadura no
Brasil. Quando nasci, esta já estava no fim, e quando comecei a
compreender o mundo nosso país já esboçava uma democracia. Já fui bem
mais ligado em política, admito. Valorizo demais a manifestação livre de
ideias e ideais, o livre pensamento, a possibilidade de viver como
quiser. O livre-arbítrio.
No entanto, nesta quinta-feira, me
senti em uma máquina do tempo, só que sem o velho e bom rock and roll.
Ao acompanhar pela televisão a apresentação de Luiz Felipe Scolari como
novo técnico da Seleção Brasileira e Carlos Alberto Parreira como
Coordenador, não voltei aos anos 1990 e 2000, quando os citados
conquistaram Copas com o Brasil. Voltei a um período que não vivi, os
anos de chumbo, quando não era permitido discordar.
Ao ouvir o
discurso nacionalista do presidente da CBF, José Maria Marin, senti os
pelos dos meus braços se arrepiarem de horror. Foi uma sensação
terrível. Olhei para o meu filho de oito meses e fiquei feliz por saber
que, quando ele tiver a minha idade, os resquícios da ditadura
brasileira não estarão mais no poder.
Prestem atenção, abaixo no vídeo, na escolha das palavras e na linguagem corporal.
O tom patriota, seguindo o velho estilo "Brasil, ame-o ou deixe-o",
impregna o discurso. Torna todos que criticam a decisão pela demissão em
"traidores da pátria". Quer impossibilitar a discordância de ideias
diante do massacre popular. Não está conosco? Então é contra nós! Pensa
diferente? Seu anti! Velha tática dos políticos da Aliança Renovadora
Nacional, a ARENA, da qual Marin fazia parte. E muita gente ainda compra
esse nacionalismo em pleno 2012. Isso não é torcer.
Marin
iniciou sua carreira política nos anos 1960 como vereador em São Paulo
pelo Partido de Representação Popular (PRP) - partido de
extrema-direita, fundado por Plínio Salgado e inspirado em princípios
fascistas. Anos depois, mudou-se para a ARENA junto com diversos
companheiros e se elegeu deputado estadual em 1971, cargo que exerceu
até 1979, quando se tornou vice-governador do estado, na chapa de Paulo
Maluf.
Notabilizou-se por discursos inflamados contra a esquerda,
à essa época já massacrada e perseguida pelos agentes do Deops, perto
da Estação da Luz na capital paulista. Uma de suas falas mais notórias
pode ser lida neste http://download.uol.com.br/esporte/diario1.pdf hospedado pelo UOL Esporte. Página 62, do Diário Oficial do Estado de 9 de outubro de 1975.
Em
sessão com outra figura notória do esporte paulista, o falecido Wadih
Helu, surgem contestações sobre o trabalho da TV Cultura, então com
Vladimir Herzog como diretor de jornalismo, na cobertura de inaugurações
da Sabesp em Capão Bonito. "Acusações" comunistas.
Após as
críticas de Heluh, Marin pede a palavra e cobra do governo estadual
providências sobre o jornalista que "vem verificando os fatos negativos,
pois não se vê nada de positivo, apresenta apenas misérias, apresenta
problemas, mas não apresenta soluções".
No final, bem eloquente
pelas palavras aí descritas, Marin reforça que "é preciso mais do que
nunca uma providência, a fim de que a tranquilidade volte a reinar não
só nesta Casa. Mas, principalmente, nos lares paulistanos". O fim dessa
história todos já conhecem.
http://espn.estadao.com.br/post/296161_brasil-ame-o-ou-deixe-o#
.
Jornalista relembra histórias de Che Guevara
http://youtu.be/YvStJa1COO4http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=1&id_noticia=211468
O que diz a manchete: "Encontrados registros de índios torturados pela ditadura militar".
O que diz a matéria: "As investigações [ordenadas pelo general nacionalista de direta Afonso Augusto Albuquerque Lima] começaram em 1967 [durante o governo do Costa e Silva] e tiveram como base comissões parlamentares de inquérito de 1962 e 1963 [durante o governo do Jango] e denúncias posteriores de deputados. No total, a expedição percorreu mais de 16 mil quilômetros, entrevistou dezenas de agentes do Serviço de Proteção aos Índios (SPI) e visitou mais de 130 aldeias. Jader de Figueiredo e sua equipe constataram diversos crimes, propuseram a investigação de muitos mais que lhes foram relatados pelos índios, se chocaram com a crueldade e bestialidade de agentes públicos."
Depoimento do coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra






