Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

[Fixo] Ditadura no Brasil

Iniciado por lus_orkut em 29/04/2011 · 166 mensagens · página 3 de 4

ludwigvonmises#101
jornalista pode emitir opniao assim tao descaradamente?
a reporter dice - mas eu acredito nela
como assim acreditar numa coisa sem provas?
curioso nao, ainda mais partindo de alguem supostamente importante
anderson_4#102
Percival Puggina quase tendo que desenhar:

Vídeo do YouTube
http://youtu.be/FFDA7xR3tVk

Esses aí serão os futuros jornalistas. Continuamos fudidos.
eric_2#103

Como estava o Brasil antes do golpe de 1964

http://www.youtube.com/watch?v=x8QsXuD8tYk&feature=related
eric_2#104
joshenrique#105

Manifestantes protestam em frente à casa do ex-chefe do SNI em Porto Alegre

Ação contra impunidade ocorreu na capital gaúcha e em outros cinco Estados

Jovens integrantes do Levante Popular da Juventude protestaram na manhã
desta segunda-feira em frente à casa do coronel Carlos Alberto Ponzi,
ex-chefe do Serviço Nacional de Informações de Porto Alegre. O ato
integrou uma manifestação nacional para expor publicamente ex-militares e
policiais acusados de tortura, abusos sexuais e homicídios durante a
ditadura militar (1964-1985).

Os atos ocorreram em frente à casa ou no local de trabalho dos acusados.
Além do Rio Grande do Sul, ocorreram ações em São Paulo, Minas Gerais,
Santa Catarina, Pará e Ceará.

De acordo com Rafael Coelho,
estudante e integrante do Levante Popular em Porto Alegre, as
manifestações ocorrem em defesa da criação da Comissão da Verdade —
incumbida de investigar e documentar as violações de direitos humanos
ocorridas no Brasil entre 1946 e 1988.

Identificamos os locais de trabalho dos acusados e onde eles moram para
denunciar à sociedade que eles continuam vivos e impunes — afirmou
Coelho.

O Coronel Carlos Alberto Ponzi é um dos 13 brasileiros
acusados pela Justiça Italiana pelo desaparecimento do militante
político Lorenzo Ismael Viñas em Uruguaina (RS), no ano de 1980. Os
cerca de cem manifestantes colocaram faixas em frente ao prédio onde ele
mora, na capital gaúcha, e picharam na calçada as frases "Aqui mora um
torturador" e "Carlos Alberto Ponzi, torturador".

Em São Paulo, o
alvo dos protestos foi a sede da empresa de segurança privada Dacala,
do delegado aposentado do antigo Departamento de Ordem Política e Social
(Dops), David dos Santos Araujo. Cerca de 200 pessoas — com cartazes
que traziam estampados os rostos de presos políticos mortos durante a
ditadura — denunciaram a participação do ex-delegado em assassinatos e
tortura durante o regime.

O ex-delegado Santos Araujo é acusado
pelo Ministério Público Federal (MPF) de participar da tortura e do
assassinato, em abril de 1971, do ativista político Joaquim Alencar de
Seixas. De acordo com o MPF, o ex-delegado foi reconhecido por parentes
da vítima. Em 30 de agosto de 2010, o MPF moveu ação pública para que
Araujo fosse pessoalmente responsabilizado pelas práticas criminosas.

Segundo
o relato do atual presidente do Conselho Estadual de Defesa da Pessoa
Humana de São Paulo, Ivan Seixas, preso aos 16 anos, junto com o pai,
Joaquim Alencar de Seixas, David dos Santos Araujo, o "capitão Lisboa",
estava entre os torturadores.

O Levante Popular da Juventude
surgiu em 2006 no Rio Grande do Sul, com jovens de universidades, das
periferias das cidades e do campo. Hoje conta com aproximadamente 200
militantes no país. Também participaram do ato em São Paulo membros do
Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), da Consulta Popular e
do Comitê Paulista pela Memória, Verdade e Justiça.

http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/noticia/2012/03/ma…3706932.html


eric_2#106
solange#107
A Coordenadora do Circo Voador, Maria Juçá convoca a população para o

Ato Contra a Comemoração do Golpe de 64 - 29/03/2012

( que cretinice!)

Vídeo do YouTube
http://www.youtube.com/watch?v=6UfyaaBVG6k&feature=youtu.be
solange#108
Essa gente é feita de geleca mesmo!
martin_2#109

Manifestantes protestam em frente à casa do ex-chefe do SNI em Porto Alegre


http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/politica/noticia/2…3706932.html

já passaram muito do limite esses nazistas de merda

solange#110
[url]/Main#Profile?uid=6051608035854380439[/url]:
http://www.averdadesufocada.com/index.php?option=com…8&Itemid=106
leonardo_2#111

Comemoração de militares termina em pancadaria no Centro do Rio


RIO - A comemoração pela passagem dos 48 anos do golpe que culminou
em 21 anos de ditadura no Brasil, organizada por militares da reserva,
nesta quinta-feira, no Centro do Rio, terminou com uma grande confusão.
Cerca de 350 pessoas, entre eles representantes do PT, PCB, PCdoB, Psol,
PDT e outros movimentos sociais de esquerda, bloquearam a entrada
principal do Clube Militar, na esquina da Avenida Rio Branco com Rua
Santa Luzia, e tumulturam a chegada dos convidados para o evento. O
tempo todo gritavam palavras de ordem, chamando os militares de
torturadores, assassinos e covardes. Cada militar que chegava ao local
era cercado, xingado e só conseguia entrar no prédio sob escolta da PM.

Um
dos militares revidou ao xingamento, pegou o celular de um
manifestante, que reagiu. Houve empurra-empurra e o estudante de
Ciências Sociais Antônio Canha, de 20 anos, acabou sendo atingido por um
tiro de descarga elétrica de uma pistola Taser. Os manifestantes também
derramaram um balde de tinta vermelha nas escadarias do Clube Militar,
representando o sangue derramado durante a ditadura, e atingiram um
segurança do local com ovos.

Nas ruas próximas, vários cartazes
com frases como "Ditadura não é revolução", "Onde estão nossos mortos e
desaparecidos do Araguaia?", além de fotografias de desaparecidos
durante os anos de chumbo. Parentes de desaparecidos compareceram ao
protesto, como Maria Cristina Capistrano, filha do David Capistrano,
jornalista e ex-ativista do PCB.

- Em 1974, ele foi levado para o
DOPS no Rio de Janeiro e depois para a casa da morte, em Petrópolis.
Desde então nunca mais tivemos notícias dele. Devido a casos como este
do meu pai, acho importante este tipo de mobilização.

O
polciamento do local foi feito pela tropa de choque da PM, que cercou a
entrada do Clube. Uma pessoa foi presa após se desentender com um
militar. A confusão começou com xingamentos e acabou em socos e pontapés
e com o manifestante sendo levado pela PM num camburão, o que provocou
mais revolta dos manifestantes. No momento em que o jovem foi colocado
no camburão, várias pessoas tentaram impedir que ele fosse levado,
cercando o veículo. A PM, então, usou de spray de pimenta para dispersar
a aglomeração. Os manifestantes fecharam a Avenida Rio Branco por dez
minutos e só liberaram o trânsito após os policiais usarem bombas de
efeito moral, cujos estilhaços feriram na barriga a manifestante Miriam
Caetano, de 33 anos.

Os militares, que ficaram o tempo todo
acuados dentro do prédio, foram saindo aos poucos do local. Uns pela
porta dos fundos e outros, escoltados pela PM até uma estação do metrô
que fica em frente ao Clube ou até conseguirem um táxi.



http://oglobo.globo.com/pais/comemoracao-de-militare…-rio-4446158
geraldo_3#112
Tinha acabado de ler no g1. Reportagem 100% "biased" , como no trecho A confusão começou com xingamentos e acabou em socos e pontapés
e com o manifestante sendo levado pela PM num camburão, o que provocou
mais revolta dos manifestantes. No momento em que o jovem foi colocado
no camburão, várias pessoas tentaram impedir que ele fosse levado,
cercando o veículo.
ludwigvonmises#113
[url]/Main#Profile?uid=10095963584682316524[/url]:

Manifestantes protestam em frente à casa do ex-chefe do SNI em Porto Alegre


http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/politica/noticia/2…3706932.html

já passaram muito do limite esses nazistas de merda

Agora o PT tem a sua ``JUVENTUDE HITLERISTA`` tambem ,   agora a esquerda brasuka nao tera mais este motivo pra invejar os nazi
eric_2#114
Leiam todos os comentários abaixo da matéria e vejam como a população reprova estes atos!!!
geraldo_3#115
http://oglobo.globo.com/pais/stf-deve-julgar-hoje-al…stia-4443383

***

Leiam todos os comentários abaixo da matéria e vejam como a população reprova estes atos!!!

Também da matéria da comemoração dos 48 anos do 31 de março.
leonardo_2#116
[img]/orkut/photos/RAAAAL6N_EG4TSviVRH2jlCw82tTbZ-M-Ab13cg9YoKRgFCziuzeAwlNQWwSgAzfcXYshVS9RFJtRpUNzm4p122Gbv_D_W0qnRAocsfEQPWvtA41AJtU9VDwFtnkJFoGxJSTDyiUK--XmsqM5w.jpg[/img]
[url]/orkut/photos/RAAAAL6N_EG4TSviVRH2jlCw82tTbZ-M-Ab13cg9YoKRgFCziuzeAwlNQWwSgAzfcXYshVS9RFJtRpUNzm4p122Gbv_D_W0qnRAocsfEQPWvtA41AJtU9VDwFtnkJFoGxJSTDyiUK--XmsqM5w.jpg[/url]

.

Dezenas de
militares da reserva que assistiram ao debate “1964 - A Verdade” ficaram
sitiados no prédio do Clube Militar, na Cinelândia, no centro do Rio,
na tarde desta quinta-feira, 29. O prédio foi cercado por manifestantes
que impediram o trânsito pelas duas entradas do imóvel.

O evento
marcou o aniversário do golpe militar de 1964 e reuniu militares
contrários à Comissão da Verdade. Ao fim do evento, eles tentaram sair,
mas foram impedidos por militantes do PC do B, do PT, do PDT e de outros
movimentos organizados que protestavam contra o evento.

“Tortura,
assassinato, não esquecemos 64″, gritavam os manifestantes. “Milico,
covarde, queremos a verdade”, diziam outros. Velas foram acesas na
frente da entrada lateral do centenário do Clube Militar, na Avenida Rio
Branco, representando mortos e desaparecidos durante a ditadura
militar. Homens que saíam do prédio foram hostilizados com gritos de
“assassino”. Tinta vermelha e ovos foram jogados na calçada, sem atingir
ninguém.

Homens do
Batalhão de Choque foram ao local e lançaram spray de pimenta e bombas
de efeito moral contra o grupo, que revidou com ovos. Um dos
manifestantes foi imobilizado por policiais e liberado em seguida após
ser atingido supostamente por uma pistola de choque, e outro foi detido e
algemado.

Os militares
foram orientados a sair em pequenos grupos por uma porta lateral, na
rua Santa Luzia, mas tiveram que recuar por conta do forte cheiro de gás
de pimenta que tomou o térreo do clube. A Polícia Militar tenta conter
os manifestantes e chegou a liberar a saída de algumas pessoas pela
porta principal, mas por medida de segurança voltou a impedir a saída.

Um grupo que
saiu sob proteção do Batalhão de Choque da Polícia Militar foi alvo de
xingamentos. Os manifestantes também chamaram os militares de
“assassinos” e “porcos”. Mais tarde, a saída dos militares da reserva
foi liberada por meio de um corredor criado por PMs entre o prédio até a
entrada do metrô, na estação Cinelândia, a poucos metros do Clube
Militar.

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/eis-a-g…os%e2%80%9d/

leonardo_2#117

Maria do
Rosário, a ministra dos Direitos Humanos, e Dilma Rousseff, a presidente
que a nomeou para a pasta, estão começando a colher os frutos, quem
sabe esperados, de suas ações.

O Brasil
passou os últimos 33 anos — desde a Lei da Anistia, em 1979 —
construindo a democracia e o estado de direito. Agora, há grupos
firmemente empenhados em fazer o país marchar para trás. Ou para o lado:
aquele da revanche, do pega pra capar, da violência. Questões que
haviam sido superadas, ou que estavam justamente adormecidas, são
reavivadas com paixão cruenta.

O incentivo à
revanche está em toda parte. Se Dilma acha que está no bom caminho, que
continue a dar corda a seus radicais. Leiam o que informam Wilson Tosta
e Heloísa Aruth Sturm, no
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,militare…855126,0.htm. Volto no próximo post.



Reinaldo Azevedo

rafael_21#118
O Regime Militar no Brasil foi uma ditadura

O Regime Militar no Brasil foi uma ditadura, em que:

- Os ladrões não tiveram a liberdade de roubar
- Os traficantes não tiveram a liberdade de traficar
- Os estupradores não tiveram a liberdade de estuprar
- Os sequestradores não tiveram a liberdade de sequestrar
- Os terroristas não tiveram a liberdade de cometer o terrorismo
- Os mentirosos não tiveram a liberdade de divulgar mentiras na imprensa

e principalmente,
william_2#119
Tenho uma pergunta para os membros que tiver mais conhecimentos no assunto, pois eu não tenho:

QUANTO TEMPO FALTA PARA A IMPLANTAÇÃO DA DITADURA NO BRASIL/AMERICA LATINA DE ESTILO STALINISTA COMO NA COREIA DO NORTE?
andr_10#120
Isto nunca vai acontecer porque não precisa acontecer.

Esse tipo de regime, ou até mesmo os mais lights como o chavismo, hoje servem como puro espantalho para enganar os trouxas desse jeito: "olha, aquilo lá, e só aquilo lá que existe naqueles estados-museus é o comunismo".

Porque hoje em dia existem meios de controle muito mais sutis e eficientes que podem e são aplicados dentro de um ambiente de aparência democrática. Já é assim no Brasil, nos EUA e etc.

Não se preocupe. Você ainda não vai ser preso, não vai para um campo de concentração nem para o paredão. Só vai ter sua vida, em todos os aspectos, inclusive no mais íntimo da consciência, controlado pela mídia e pelo governo ou, em caso negativo, ser boitcotado por ela de forma a parecer um ser antissocial e perigoso perante o público.
leonardo_2#121
[img]/orkut/photos/QQAAAL6N_EG4TSviVRH2jlCw82sW1WK7CZggyqRIh4A3028cwzZJSy1JI-qUSYf25CZt7ObyMK3IRKKVZKdF5tsNxxF6yXDRNhlT4dU9iyQ8aCRHAJtU9VCgnJWLoD7XzRvl-cwx7tfF8NPmcw.jpg[/img]
[url]/orkut/photos/QQAAAL6N_EG4TSviVRH2jlCw82sW1WK7CZggyqRIh4A3028cwzZJSy1JI-qUSYf25CZt7ObyMK3IRKKVZKdF5tsNxxF6yXDRNhlT4dU9iyQ8aCRHAJtU9VCgnJWLoD7XzRvl-cwx7tfF8NPmcw.jpg[/url]
anapaula#122

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Essa notícia merece um tópico:

[FIXO] -----> "PQ A GRANDE MÍDIA NÃO NOTICIOU?"

fica a dica aí moderação[imagem do Orkut]

danielcoelho198#123
passa a fonte disso, leonardo.
leonardo_2#124
leonardo_2#125
riscardo#126
O ex-delegado de polícia, e hoje pastor protestante, Cláudio Guerra afirma em livro que Brilhantes Ustra "foi um dos comandantes do atentado ao Rio Centro e um dos votantes no tribunal informal que decretou a morte do Fleury".[http://memoriasdeumaguerrasuja.com.br/coronel-ustra-3.html]

Mais informações: http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2012-05-02/c…mgarten.html
riscardo#127

Coronéis Juarez e Ustra prometem processar ex-delegado Cláudio Guerra


http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2012-05-02/c…udio-gu.html

leonardo_2#128
[url]/Main#Profile?uid=8137400938306428338[/url]:

Coronéis Juarez e Ustra prometem processar ex-delegado Cláudio Guerra


http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2012-05-02/c…udio-gu.html


Boa !
riscardo#129

Guerra rebate críticas sobre livro e pede acareação com coronel

http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2012-05-04/g…coronel.html

riscardo#130

Claudio Guerra quer ser acareado também com o Coronel Ustra


http://memoriasdeumaguerrasuja.com.br/claudio-guerra…l-ustra.html

riscardo#131
História encomendada, muita grana ou surto psicótico

http://www.averdadesufocada.com/index.php?option=com…7&Itemid=107
riscardo#132
Apresentação do livro “Memórias de uma Guerra Suja":

“Na minha opinião, foi bom para o país que os militares tenham vencido aquela guerra suja dos anos 1970. O Brasil hoje é melhor do que se nós – o outro lado – os tivéssemos derrotado.

Mas não eram necessários tantos crimes bárbaros, tanta violência, tanta tortura, tanta gente morta.

Por pouco não cruzei com Cláudio Guerra no final de 1972, quando ele estava começando a matar para os militares e eu indo para a cadeia, de onde só mais de um ano depois. Estávamos na mesma área daquele conflito clandestino. Sempre digo que tive sorte na vida. Ainda mais agora que conheço tão bem o seu passado.

Não é nenhuma síndrome de Estocolmo.

Muita gente viveu e sabe como foram, de verdade, aqueles tempos. Do nosso lado muitos tiram proveito pessoal ainda hoje, de maneira absurda, se promovendo, se aproveitado e construindo o seu ganha-pão, imerecidamente. Talvez a maioria não saiba como foi. Tenho vergonha, também, de algumas ‘corajosas’, verbalizações de revanchismo.

Passei algum tempo em pronto-socorro, em sala de cirurgia, estudando urgência médica, me preparando para lutar e para matar. Pratiquei pequenos roubos como preparação para assaltos maiores. Dormi em quartos recheados de bombas. Discuti a explosão de duas pontes. Planejei o assassinato de pessoas.

Fui um ambicioso projeto de criminoso político. Hoje tudo está envolvido numa névoa de mistério e romantismo, mas estávamos falando sério e feio. Foi bom termos perdido.

(...)

A luta clandestina gerou desnecessárias barbaridades. É feio para um militar de carreira torturar e matar um inimigo já preso e desprotegido. É indigno.

(...)

Os militares não devem ter medo de conviver com os erros de um passado que acabou levando, por caminhos tortos, a um Brasil melhor. Aquilo foi uma guerra nojenta. Inteligente será aprender com as indignidades cometidas.

Os esquerdistas, que se locupletam arrotando atos heróicos que nunca praticaram, deveriam botar a viola no saco e ir trabalhar. Os militares estão ajudando o país mais do que eles.”(Marcelo Netto)
jorge_5#133
eduardo_24#134
Falácias sobre a luta armada na ditadura
MARCO ANTONIO VILLA

Militantes de grupos de luta armada criaram um discurso eficaz. Quem questiona "vira" adepto da ditadura. Assim, evitam o debate
A LUTA armada, de tempos em tempos, reaparece no noticiário. Nos últimos anos, foi se consolidando uma versão da história de que os guerrilheiros combateram a ditadura em defesa da liberdade. Os militares teriam voltado para os quartéis graças às suas heróicas ações. Em um país sem memória, é muito fácil reescrever a história. É urgente enfrentarmos essa falácia. A luta armada não passou de ações isoladas de assaltos a bancos, seqüestros, ataques a instalações militares e só. Apoio popular? Nenhum. O regime militar acabou por outras razões.
Argumentam que não havia outro meio de resistir à ditadura, a não ser pela força. Mais um grave equívoco: muitos dos grupos existiam antes de 1964 e outros foram criados logo depois, quando ainda havia espaço democrático (basta ver a ampla atividade cultural de 1964-1968). Ou seja, a opção pela luta armada, o desprezo pela luta política e pela participação no sistema político e a simpatia pelo foquismo guevarista antecedem o AI-5 (dezembro de 1968), quando, de fato, houve o fechamento do regime.
O terrorismo desses pequenos grupos deu munição (sem trocadilho) para o terrorismo de Estado e acabou usado pela extrema-direita como pretexto para justificar o injustificável: a barbárie repressiva.
Todos os grupos de luta armada defendiam a ditadura do proletariado. As eventuais menções à democracia estavam ligadas à "fase burguesa da revolução". Uma espécie de caminho penoso, uma concessão momentânea rumo à ditadura de partido único.

eduardo_24#135
Conceder-lhes o estatuto histórico de principais responsáveis pela derrocada do regime militar é um absurdo. A luta pela democracia foi travada nos bairros pelos movimentos populares, na defesa da anistia, no movimento estudantil e nos sindicatos. Teve na Igreja Católica um importante aliado, assim como entre os intelectuais, que protestaram contra a censura. E o MDB, nada fez? E seus militantes e parlamentares que foram perseguidos? E os cassados?
Quem contribuiu mais para a restauração da democracia: o articulador de um ato terrorista ou o deputado federal emedebista Lisâneas Maciel, defensor dos direitos humanos, que acabou sendo cassado pelo regime militar em 1976? A ação do MDB, especialmente dos parlamentares da "ala autêntica", precisa ser relembrada. Não foi nada fácil ser oposição nas eleições na década de 1970.
Os militantes dos grupos de luta armada construíram um discurso eficaz. Quem questiona é tachado de adepto da ditadura. Assim, ficam protegidos de qualquer crítica e evitam o que tanto temem: o debate, a divergência, a pluralidade, enfim, a democracia. Mais: transformam a discussão política em questão pessoal, como se a discordância fosse uma espécie de desconsideração dos sofrimentos da prisão. Não há relação entre uma coisa e outra: criticar a luta armada não legitima o terrorismo de Estado.
Precisamos romper o círculo de ferro construído, ainda em 1964, pelos inimigos da democracia, tanto à esquerda como à direita. Não podemos ser reféns, historicamente falando, daqueles que transformaram o adversário, em inimigo; o espaço da política, em espaço de guerra.
Um bom caminho para o país seria a abertura dos arquivos do regime militar. Dessa forma, tanto a ação contrária ao regime como a dos "defensores da ordem" poderiam ser estudadas, debatidas e analisadas. Parece, porém, que o governo não quer. Optou por uma espécie de "cala-boca" financeiro. Rentável, é verdade.
Injusto, também é verdade. Tanto pelo pagamento de indenizações milionárias a privilegiados como pelo abandono de centenas de perseguidos que até hoje não receberam nenhuma compensação. É fundamental não só rever as indenizações já aprovadas como estabelecer critérios rigorosos para os próximos processos. Enfim, precisamos romper os tabus construídos nas últimas quatro décadas: criticar a luta armada não é apoiar a tortura, assim como atacar a selvagem repressão do regime militar não é defender o terrorismo.
O pagamento das indenizações não pode servir como cortina de fumaça para encobrir a história do Brasil. Por que o governo teme a abertura dos arquivos? Abrir os arquivos não significa revanchismo ou coisa que o valha.
O desinteresse do governo pelo tema é tão grande que nem sequer sabe onde estão os arquivos das Forças Armadas e dos órgãos civis de repressão.
Mantê-los fechados só aumenta os boatos e as versões fantasiosas. 

http://www.marcovilla.com.br/2012/05/comissao-da-verdade.html
geraldo_3#136
http://www.oabrj.org.br/detalheNoticia/71895/Comissa…Anselmo.html

23-05-2012

Comissão de Anistia nega indenização a Cabo Anselmo


Fonte: jornal Valor Econômico

A Comissão de Anistia do Ministério da Justiça negou ontem o pedido de
anistia e indenização feito por José Anselmo dos Santos, conhecido como
Cabo Anselmo. Foi a primeira vez que os conselheiros decidiram sobre um
caso de agente duplo, pois o pedido foi feito por uma pessoa que alega
ter atuado na resistência à ditadura, mas que também trabalhou a favor
do regime militar.

Ex-militar da Marinha, Cabo Anselmo pediu uma indenização de R$ 100 mil
pelo período em que, segundo ele, foi perseguido, preso e exilado
político pelo regime ditatorial, durante a década de 1960.

No início da década de 1970, ele passou a colaborar com os militares,
inclusive delatando antigos conhecidos. Há registros de que informações
fornecidas por ele contribuíram para a morte de mais de 200 opositores
do regime, informou o Ministério da Justiça. Em 2004, Anselmo protocolou
pedido de anistia na comissão.

O relator do processo, ex-ministro de Direitos Humanos Nilmário
Miranda, disse que a perseguição a Anselmo não foi comprovada e que ele
mudou de situação, pois de eventual perseguido passou a ser perseguidor.

Segundo ele, a simples dúvida de que o Anselmo tenha sido infiltrado
[na militância] desde sempre impede que sejam concedidas a anistia e a
reparação, ou seja, indenização, que é uma despesa pública. Aplaudido, o
ex-ministro de Direitos Humanos declarou que negava o pedido de anistia
e todos os outros conselheiros acompanharam o voto.

Durante a reunião, a comissão ouviu ainda pessoas que conheceram o
delator ou que foram afetadas pelas ações de Anselmo. Nos depoimentos,
foi dito que é um absurdo dar indenização a uma pessoa que contribuiu
com a barbárie. Anselmo não participou da sessão e foi representado pelo
seu advogado, Luciano Blandy.

Ao falar em democracia, Blandy disse que o cabo foi coagido a atuar
pró-regime ditatorial. Por mais dicotômico que possa parecer, é
exatamente isso que estou buscando fazer aqui hoje. Preservar um regime
em que a lei vale para todos sem exceção, disse. Ele está enquadrado no
rol de hipóteses que permite ser um anistiado político, completou.

O advogado questionou ainda a informação de que Anselmo causou mais de
200 mortes, ao entregar militantes. O relator do caso, no entanto,
rebateu que o próprio Cabo Anselmo confirmou esse número, em documentos
coletados no processo. O relator também encontrou indícios de que a
prisão de Anselmo teria sido armada para dar suporte à farsa do agente
do regime militar.

Ainda cabe recurso da decisão na Comissão de Anistia. Mas o advogado
não sabe se vai recorrer, pois, segundo ele, não consegue falar com
Anselmo desde novembro. O contato é feito por meio de amigos do
ex-marinheiro. Blandy explicou também que, com a anistia, Anselmo seria
aceito de volta à Marinha e, assim, conseguiria registros ainda não
obtidos, como carteira de identidade.

A comissão concedeu anistia a Anivaldo Padilha, pai do atual ministro
da Saúde, Alexandre Padilha. Ele receberá uma indenização de R$ 2,4 mil
por mês. Como a decisão é retroativa, ele receberá também um acumulado
de R$ 229,4 mil.

Protestante da Igreja Metodista, Anivaldo Padilha articulava uma rede
internacional de apoio a presos e perseguidos políticos, além de
denunciar torturas cometidas pela ditadura militar (1964-1985). O então
militante procurava abrigos no exterior a essas pessoas, o que
possibilitou, segundo ele, a fuga de centenas de prisioneiros e de
perseguidos pelo regime.

Ele foi preso em fevereiro de 1970, após ser delatado por pessoas da
igreja. Anivaldo Padilha depôs durante a sessão da comissão. Emocionado,
contou que se sentia impotente diante dos torturadores. Passei por um
momento em que a única forma que encontrei de evitar colaborar com os
torturadores foi cometer o suicídio e, segundo ele, tentou parar de
respirar na cela.

Superado esse momento, o homem franzino e fraco, como descreveu a si
mesmo, passou a se sentir mais forte que todos os torturadores. Mesmo
com os 53 quilos que tinha na época da prisão, Anivaldo Padilha contou
que oito torturadores chegaram a se reunir para tirar informação dele.
Se precisa de tanta violência e de tanta pessoa para me torturar, é que
eu sou mais forte, declarou. Ao sair da prisão, a perseguição continuou e
ele teve que se exilar em 1971, pouco tempo antes do nascimento do
ministro Alexandre Padilha. Ele só pôde conhecer o filho em 1979.

Após o depoimento, os conselheiros decidiram, por unanimidade, declarar
Anivaldo Padilha como anistiado político brasileiro e pedir desculpas
formais pela perseguição, exílio, privações e todos os erros cometidos
pelo Estado no passado.

A pedido de Padilha, a Comissão de Anistia vai enviar também os nomes
dos torturadores à Comissão da Verdade e ao Ministério Público. No fim
do julgamento, o anistiado declarou que seria capaz de reconhecer os
autores das torturas. Ele defendeu ainda a revisão da Lei de Anistia.
Essa lei foi imposta pelos militares. Ela é de autoanistia, disse.
lllljulian#137

 LINK PARA DOWNLOAD DO ORVIL, NO FINAL DO ARTIGO
** A Difusão do “Projeto Orvil” - DOWNLOAD***

Pela editoria do site    http://www.averdadesufocada.com/


O fim do regime militar e a Lei da Anistia não trouxeram a pacificação
desejada. Crédulos, os militares voltaram às suas atribuições,
confiantes na reconciliação de todos os brasileiros. As mãos foram
estendidas em sinal de paz, por um dos lados - as mãos dos vencedores da
luta armada -, porém, para os vencidos, o combate continuou. Os
derrotados trocaram as armas pelas palavras, fazendo questão de não
deixar cicatrizar as feridas que procuram manter abertas até os dias de
hoje.


http://www.averdadesufocada.com/index.php?option=com…37&Itemid=78
andr_10#138
Caríssimos. Vejam esta foto que eu encontrei, onde Francisco Julião, sua esposa Alexina Crespo (a velhinha de 85 anos que hoje se gaba de ter colocado armas no Brasil e de ter tido contato pessoal com Fidel e Mao) se encontram em Havana com Fidel Castro no ano de 1961.
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http://www.alepe.pe.gov.br/sistemas/perfil/parlament…/foto08.html
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Espalhem esta foto antes que sumam com ela.
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Se bem que, esquerdista é tão burro ou tão cara de pau, que eu fui parar nesta foto por meio de artigos acadêmicos escritos por comunistas. Esse pessoal que, por meio de seus vários artigos e estudos que publicam, confessam que já existia guerrilha no Brasil desde 1961 organizada por agentes estrangeiros, não se dão conta da gravidade do que estão falando. Para eles, tudo bem que existia guerrilha, que era Cuba quem patrocinava e que o presidente João Goulart sabia disso e nada fazia.. o golpe de 64 ainda foi injustificado.
gabriel_2#139
Vídeo do YouTube
tlio#140
Queria ver aquele fdp cuspir na minha cara. 
geraldo_3#141
http://www.oabrj.org.br/detalheNoticia/72311/Wadih-a…radores.html


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05-06-2012

Wadih apoia ‘escracho’ a torturadores

Fonte: redação da Tribuna do Advogado
https://www.facebook.com/oabrj/posts/308908805863149A OAB/RJ apoia o Levante Popular da Juventude, organização de jovens militantes que tem promovido, em várias partes do país, atos públicos ridicularizando militares e policiais acusados de envolvimento em torturas durante a ditadura pós 1964. O respaldo institucional foi dado nesta terça-feira, dia 5, pelo presidente Wadih Damous, ao receber pedido nesse sentido de um grupo de ativistas do Rio. Aqui, eles já promoverampanfletagem em frente ao Clube Militar e puseram faixa nos Arcos da Lapa em favor da Comissão da Verdade.
 
"O Levante cumpre um papel importante de busca da verdade de fatos escabrosos que aconteceram na ditadura militar, e os escrachos acabam por substituir a justiça que o Supremo Tribunal Federal (STF) deveria ter feito e não fez, ao decidir que torturadores estão sob o abrigo da Lei de Anistia", afirmou Wadih, elogiando a atitude dos jovens. "Podem contar conosco", disse.
 
geraldo_3#142
http://www.oabrj.org.br/detalheNoticia/72914/Tortura…-Morte-.html
25-06-2012

Torturador rompe silêncio de 41 anos sobre Casa da Morte

Fonte: jornal O Globo
Depois de cinco horas de conversa, o velho oficial estava livre de um dos mais bem guardados segredos do regime militar: o propósito e a rotina do aparelho clandestino mantido nos anos 1970 pelo Centro de Informações do Exército (CIE) em Petrópolis, conhecido na literatura dos anos de chumbo como "Casa da Morte", onde podem ter sido executados pelo menos 22 presos políticos. Passados quase 40 anos, um dos agentes que atuaram na casa, o tenente-coronel reformado Paulo Malhães, de 74 anos, o "Doutor Pablo" dos porões, quebrou o silêncio sobre o assunto.
 
No jargão do regime, revelou Malhães, a casa era chamada de centro de conveniência e servia para pressionar os presos a mudar de lado e virar informantes infiltrados, ou RX, outra gíria dos agentes. O oficial não usa a palavra tortura, mas deixa clara a crueldade dos métodos usados para convencer os presos:
 
____________________
'Eu organizei o lugar', disse Malhães
"Para virar alguém, tinha que destruir convicções sobre comunismo. Em geral no papo, quase todos os meus viraram. Claro que a gente dava sustos, e o susto era sempre a morte. A casa de Petrópolis era para isso. Uma casa de conveniência, como a gente chamava".
 
As equipes do CIE, afirmou, trabalhavam individualmente, cada qual levando o seu preso, com o objetivo de cooptá-lo. O oficial disse que a libertação de Inês Etienne Romeu, a única presa sobrevivente da casa, foi um erro dos agentes, que teriam sido enganados por ela, acreditando que aceitara a condição de infiltrada.
geraldo_3#143
O oficial disse que as táticas para cooptar e formar os infiltrados variavam, e cada um deles era detalhadamente estudado antes da abordagem, tanto sua ideologia como a família. Malhães disse que chegou a ficar preso por 30 dias numa cadeia, disfarçado, em tentativa de arregimentar um RX. Depois que os presos mudavam de posição, eles eram filmados delatando os companheiros. No depoimento sobre os cem dias que passou na casa, Inês Etienne relatou que fingiu ser uma infiltrada e foi filmada contando dinheiro e assinando um contrato com seus algozes.
 
Sobre o destino de alguns nomes de presos, que arquivos ou testemunhas apontam que estiveram na Casa da Morte, ele disse que o ex-deputado federal Rubens Paiva não passou por lá, mas admitiu ter visto Carlos Alberto Soares de Freitas, o Beto, comandante da VAR-Palmares desaparecido em fevereiro de 1971. "O Beto talvez tenha conhecido", informou.
 
Questionado novamente se os militantes da luta armada eram assassinados, ele respondeu: "Se ele deu depoimento, mas a estrutura (da organização guerrilheira) não caiu, ele pode ter sofrido as consequências".
 
O coronel reformado disse que, além da garantia de sigilo, era oferecida ajuda financeira aos infiltrados, embora nem todos aceitassem. Uma reunião do PCdoB em São Paulo, afirmou, teria custado R$ 50 mil. Sem fornecer qualquer prova além das declarações, disse que nem todos os desaparecidos teriam morrido no período.
 
"Na lista de desaparecidos tem RX. E muita gente morreu em combate. Desaparecido é um termo forçado. Em combate, tudo pode acontecer. E você não vai achar desaparecido nunca", declarou ele, ao negar as formas conhecidas até aqui para desaparecimento dos corpos.
 
Para o ex-preso político Ivan Seixas, diretor do Núcleo de Preservação da Memória Política, Malhães é fundamental para esclarecer o destino dos desaparecidos:
solideogloria#144
Que macaco esse Wadih...
riscardo#145
Geneton Moraes Neto entrevista Carlos Eugênio Paz na Globonews

http://globotv.globo.com/globo-news/globo-news-dossi…iro/2020170/

A INCRÍVEL HISTÓRIA DO GUERRILHEIRO QUE RECRUTOU A MÃE PARA A LUTA ARMADA, PARTICIPOU DE “JUSTIÇAMENTO” E DEU AULA DE MÚSICA A CRIANÇAS: É HORA DE “JOGAR LUZ” NOS PORÕES

http://g1.globo.com/platb/geneton/2012/07/02/a-incri…-nos-poroes/
lllljulian#146

http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/posts/2012/06/22…u-451850.asp

O jornalista Ancelmo Gois, meu chefe, vai para o outro lado do
balcão. Ele é o entrevistado do programa Espelho (Canal Brasil) na
próxima segunda-feira, às 21h30m. O entrevistador é o grande ator Lázaro
Ramos, apresentador do programa. Gois vai revelar que, durante sua
militância no PCB, esteve sob a proteção da KGB para cursar a
universidade em Moscou, durante a ditadura.

-- Por isso que o comunismo acabou -- brinca o colunista do GLOBO.

Podem me chamar de puxa-saco, mas eu não vou perder.

Dá uma olhada só num trecho da entrevista


http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/posts/2012/06/22…u-451850.asp

geraldo_3#147
http://www.oabrj.org.br/detalheNoticia/73850/Lista-o…mpliada.html

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01-08-2012

Lista oficial de mortos pela ditadura pode ser ampliada


Fonte: jornal Folha de S. Paulo

Estudo inédito do governo federal propõe quase triplicar a lista
oficial de mortos e desaparecidos políticos vítimas da ditadura militar.

São camponeses, sindicalistas, líderes rurais e religiosos, padres,
advogados e ambientalistas mortos nos grotões do país entre 1961 e 1988.
A maioria morreu na região amazônica durante os 21 anos de regime
militar (1964-1985).


A reportagem é de Lucas Ferraz e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 01-08-2012.

Dentre os mais de 1.200 nomes analisados, o estudo detalha a morte ou
desaparecimento de ao menos 600 pessoas hoje não relacionados na lista
oficial de 357 mortos (familiares contam 426). Os novos casos, para a
Secretaria de Direitos Humanos, têm relação direta ou indireta com a
repressão da ditadura.

O documento, que ainda sem endosso do governo, será encaminhado à
Comissão da Verdade e à Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos
Políticos, que ficarão responsáveis pela decisão de elevar ou não o
número de mortos do período.

Não há relação entre o reconhecimento dessas vítimas e a concessão de
indenizações a seus familiares -o pedido precisa ser requerido.

O estudo é polêmico, admite o autor, Gilney Viana, coordenador do
projeto Direito à Memória e à Verdade da Secretaria de Direitos Humanos
da Presidência. Principalmente no que diz respeito à relação das mortes
com os crimes praticados pela repressão. Comprovar a ligação é
fundamental para o reconhecimento oficial dos nomes como vítimas da
ditadura.

Apesar de a ditadura ter ido de 1964 a 1985, o estudo considera
formalmente o período iniciado em 1961 com base na anistia política
prevista na Constituição de 1988.

Ex-preso político e ex-deputado do PT, Gilney afirma que o objetivo "é
incluir o nome dessas vítimas na Justiça de transição, com o devido
reconhecimento do Estado".

Mortes no campo

O reconhecimento de parte dessas 600 vítimas é uma antiga reivindicação
de organizações como Comissão Pastoral da Terra e Movimento dos
Trabalhadores Rurais Sem-Terra. Muitos foram assassinados a mando de
fazendeiros ou políticos que tinham ligações com o regime.

Um exemplo é o que ocorreu no sul do Pará e hoje norte do Tocantins
após a Guerrilha do Araguaia (1972-1974), quando mateiros, camponeses e
ativistas foram assassinados -muitos por ex-agentes e militares- sob o
pretexto de "limpeza" da área ou para apagar vestígios dos conflitos com
os guerrilheiros do PC do B.

Alguns dos casos são emblemáticos, como a execução do advogado Paulo
Fonteles, no Pará, em 1987. Envolvido em disputas de terras na região,
sua morte contou com a participação de um ex-agente do SNI (Serviço
Nacional de Informações).

Outro assassinato citado no estudo é o do padre João Bosco Burnier, em Mato Grosso, em outubro de 1976.

O autor do crime foi um policial militar que acertou a pessoa errada - o
alvo era dom Pedro Casaldáliga, um dos principais expoentes da Teologia
da Libertação na Igreja Católica e perseguido pelos militares, que
estava ao lado de Burnier.

O estudo da Secretaria de Direitos Humanos não aborda a matança de
índios na ditadura (alguns pesquisadores estimam mais de 2.000 vítimas
indígenas), tema de uma outra investigação que organismos de direitos
humanos querem levar para a Comissão da Verdade.

"São vítimas da repressão e da opressão", afirmou à Folha o frade
dominicano Frei Betto sobre o estudo do governo federal: "É uma lista
até tímida perto do que a gente sabe que de fato aconteceu. E não só
entre o povo do campo. Índios, por exemplo, foram exterminados na
construção da Transamazônica".
riscardo#148

Por unanimidade, Justiça condena o coronel Ustra como torturador da ditadura


http://www.viomundo.com.br/denuncias/amelinha-teles-…militar.html

tlio#149
riscardo#150

Agnaldo Timóteo, brucutu da canção popular


http://br.noticias.yahoo.com/blogs/blog-ultrapop/agn…1115110.html

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