Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

Primárias republicanas 2012

Iniciado por bruno_15 em 15/06/2011 · 836 mensagens · página 13 de 17

hsfort#601
Preferiria mil vezes o Santorum que o Romney. Romney é muito liberal a respeito dessa desordem que está tomando conta do mundo, sobretudo nos EUA.
Quanto sua atitude em retaliação ao keniano a respeito da defesa dada para o casamento homosexual, Romney não foi muito incisivo para com isso. Penso que os politicos morrem de medo contra essa aberração moral.
andr_10#602
Os swing-states por enquanto são, de acordo com o site RCP os listados abaixo. Coloco também quem está liderando pela média da RCP e de quanto é esta vantagem em número de votos:

Flórida - 29 delegados - Obama +0,5%
Ohio - 18 delegados - Obama +4,6%
North Carolina - 15 delgados - Obama +2,4%
Virginia  - 13 delegados - Obama + 3,2%
Arizona - 11 delegados - Romney + 4,2%
Missouri - 10 delegados - Romney + 3,5%
Colorado - 9 delegados - Obama + 5,6%
Iowa - 6 delegados - Obama + 4%
New Hampshire - 4 delegados - Obama + 3,5%

Destes 115 delegados em disputa, Romney tem de pegar, no mínimo, 100! Uma missão muito difícil.

E, só para constar, nos puteiros da Califórnia e de New York, o primeiro e o terceiro estados em população, a vantagem de Obama é, respectivamente, 23,5% e 25%.

Então,sabendo que a vantagem de Romney no Texas, o segundo em população, é de apenas 7% segundo as pesquisas, é de se perguntar onde é que estão os eleitores de Romney nas pesquisas nacionais pois, nas estaduais, ele só perde de Obama, e por muito, e quando ganha, é por pouco.
andr_10#603
Uma das explicações possíveis para esta distorção é que sai todo tida várias pesquisas de intenção de voto a nível nacional. Já nestas por estado, mesmo nos swing-states, são mais raras, e feitos por institutos desconhecidos que eu nunca vi na vida.
victordelevy#604
Mas o que importa são os delegados. Então Romney está perdendo?
andr_9#605
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2012-05-12/romn…ristaos.html

Romney rejeita casamento gay diante de eleitores cristãos

Na maior universidade cristã dos EUA, republicano diz que
casamento é instituição entre homem e mulher após Obama apoiar união gay

iG São Paulo | 12/05/2012 15:40:38

O provável candidato republicano à Casa Branca, Mitt
Romney, rejeitou com firmeza neste sábado o casamento entre pessoas do
mesmo sexo, em um discurso na maior universidade cristã dos Estados
Unidos, no Estado da Virgínia (leste).

Depois que o presidente Barack Obama, que concorre à reeleição nas http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoes-eua/, manifestou publicamente seu http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2012-05-09/obam…nto-gay.html, Romney disse que a "primazia da família" era a pedra angular dos princípios que sustentam a cultura americana.

Em um auditório lotado com pelo menos 20 mil pessoas, Romney cumpriu
uma visita realizada anteriormente por outros candidatos republicanos,
como Ronald Reagan ou George Bush pai. A Liberty University foi fundada
pelo pastor Jerry Falwell, morto em 2007.

"Por causa do caráter fundamental desses princípios, eles podem se
tornar temas de debate democrático", disse Romney aos estudantes. "Assim
é hoje com a instituição duradoura do casamento. O casamento é uma
relação entre um homem e uma mulher", disse com voz grave, desencadeando
aplausos da multidão.

(...)

victordelevy#606
Romney precisa acertar seu modo de discursar. Reagan fazia de forma parecida, mas tinha uma voz mais incisiva e não esperava as palmas terminarem para seguir falando, isso gerava o efeito "risos sobre palmas" - Ele soltava uma piada no meio das palmas da galera e conquistava todo mundo, não deixando, dessa maneira, seu discursos esfriar.
andr_10#607
Sim, Romney está perdendo nos swing-states, e ele não pode se dar ao luxo de perder em nenhum daqueles com mais de 10 delegados, pois uma única derrota destas daria a vitória para o Obama.
.
.
.
E eis aqui o citado discurso do Romney:
.
Vídeo do YouTube
http://www.youtube.com/watch?v=uT2HAluw63Q&feature=related
.
Não se pode exigir que todo mundo seja um Ronald Reagan... reagan era um ator, era um profissional da arte de bem falar. Romney é um empresário que até não se sai mal na arte de ser um ator, dado a grande quantidade personagens que já interpretou de si mesmo, mas enfim... ele até que fala bem.
victordelevy#608
Então Romney está, hoje, perdendo? Isso é oficial, certo? Pq algumas pesquisas dão vitória de Romney por 7 pontos percentuais? O poder  de escolha do povo, pela lógica,  se reflete nos delegados, correto?


joo_orkut_10#609
Me respondam uma pergunta:

Romney é conservador?
victordelevy#610
Não sei se É, mas ESTÁ! rsrs
alexandre_13#611
Obama um comunista radical
Video
Vídeo do YouTube
http://www.youtube.com/watch?v=LYNrb7QSfcc&feature=g-all-f
Alan Keyes afirma que Obama é um comunista radical e um usurpador, pois não apresentou uma certidão de nascimento original até o momento e que Obama apoia o infanticídio - a matança dos bebês nascidos vivos após abortos malfeitos.
cesar#612
[url]/Main#Profile?uid=6067568545526312488[/url]:
Me respondam uma pergunta:

Romney é conservador?
ta mais pra centro-direita.
victordelevy#613
Keyes é conservador...fato
andr_10#614
Eu sempre fico falando mal das sondagens de intenção de voto mas não me livro do vício de consulta-las.

E, conforme mais ou menos eu havia previsto, agora as pesquisas por intenção de estado vão dando certa vantagem a Romney, a fim de refletir a vantagem ou o empate mostrado nas pesquisas nacionais.

Uma pesquisa da Universidade de Quinnipiac, divulgada ontem dá 6 pontos de vantagem para Romney na Flórida.

http://www.quinnipiac.edu/institutes-and-centers/pol…leaseID=1752

As pesquisas podem até mudar, mas finalmente apareceu onde estão os 50% dos eleitores que Romney tem nas pesquisas nacionais...
rodrigo_17#615
21/05/201213h43

Romney se iguala a Obama em arrecadação de fundos de campanha
 
 
"As contribuições em nome de Romney dispararam em abril após ter somado 'apenas' US$ 12,6 milhões em março.

O republicano conta com o apoio dos polêmicos grupos independentes conhecidos como Super PAC, que não estão sujeitos a limites de fundos pela lei eleitoral e não contam no cômputo do candidato, embora estas organizações simpatizem com ele.

A campanha de Romney conta com US$ 61,4 milhões em dinheiro, mas, segundo o jornal "Politico", se forem somados os fundos dos Super PAC favoráveis a ele, essa quantia dispararia até US$ 402 milhões.

Obama leva vantagem no dinheiro disponível diretamente em nome de sua campanha com US$ 147 milhões. Porém, quando se soma o apoio de seu único Super PAC, o atual presidente fica atrás de Romney com US$ 304 milhões.

O baile de números para pagar anúncios, publicidade exterior e eventos de campanha poderia chegar, à medida que se aproxima a data das eleições, aos US$ 800 milhões para Romney e US$ 750 milhões para Obama.

Como as últimas enquetes dão um empate técnico em intenções de voto entre Obama e Romney, contar com um bom dinheiro de campanha pode ser o segredo para desacreditar o rival e expor seus erros.''

 

rodrigo_17#616
fortunatta#617
Primarias republicanas

Allen West, el contrapunto de Romney

29 MAY 2012
| RAQUEL CÉSPEDES



Su carácter combativo y discurso sin ambages, directo a la yugular, le
ha catapultado a la escena nacional política de EEUU. El congresista
republicano por Florida, Allen West, ha conseguido posturlarse como candidato potencial a acompañar a Mitt Romney en su http://www.intereconomia.com/noticias/Elecciones%20EE%20UU%202012? gracias a su actitud políticamente incorrecta que le ha granjeado el odio de la izquierda estadounidense.


West ha demostrado que no tiene pelos en la lengua a la hora de
calificar a los demócratas. Les ha acusado de comunistas, les ha mandado
al infierno y les hace responsables de la creación de un estado nodriza
que se encarga "desde el tipo de bombillas hasta del tamaño de nuestros
inodoros".


El congresista tuvo su última 'salida' cuando dijo que en el Congreso
hay más de 80 congresistas demócratas de tendecia comunista. Tras el
revuelo causado, West no rectificó y se mostró satisfecho de que su
declaración haya inspirado un debate tan apasionado. "Como americanos
debememos llevar esta discusión fundamental al primer plano, de que es
lo que debe ser nuestro país", aseguró.


Descarado y sin tapujos. A West no le da miedo llamar a las cosas por
su nombre. "El problema es que el concepto de políticamente correcto ha
ido demasiado lejos", sostiene el congresista republicano. Sin duda, su
pretensión es destacar sobre el encorsetado establishment de la
política americana. Este teniente coronel retirado sabe lo que es
combatir en el campo de batalla contra el fuego enemigo. Fue comandante del Ejército en Irak y asesor militar en Afganistán,
sabe de lo que habla cuando alerta de los peligros de una retirada del
país asiático. Hace unas semanas, West presentó un proyecto de ley para
limitar los planes del presidente Obama para reducir el número de
soldados y finalizar el despliegue de tropas en Afganistán. "Estamos
diciendo a nuestros hombres y mujeres en combate, y también a nuestros
enemigos, que vamos a dejarles colgados y que no les vamos a
proporcionar los recursos". Incluso llega a insinuar una posible
responsabilidad del presidente Obama si tras la retirada prevista en
2014 continúan produciéndose bajas en las filas estadounidenses.


"Durante la carrera militar nos enseñan que hay tres cosas esenciales,
el honor, la integridad y el carácter, esas cosas que nadie nos puede
quitar, solo si nosotros las entregamos", afirma. Su retórica pone por
delante los galones obtenidos como combatiente en las dos guerras más
destacadas del siglo XXI.


Allen West, en un evento del Partido Republicano en West Palm Beach se dirige así a los demócratas:
"Tomen su mensaje de igualdad de logros, tomen su mensaje de la
dependencia económica, tomen su mensaje de esclavizar a la voluntad  y
el espítritu empresarial del pueblo estadounidense en otro lugar",
continuó. "Se pueden ir a Europa, se pueden ir al fondo del mar, se lo
pueden llevar hasta el Polo Norte, pero váyanse al infierno fuera de los
Estados Unidos de América".


Como azote de los demócratas de EEUU, no desaprovecha ninguna
oportunidad para poner de manifiesto la incoherencia de la
administración Obama. En este sentido, el legislador por Florida,
recuerda al presidente http://www.intereconomia.com/noticias-gaceta/interna…gay-20120509
no habrá sentado nada bien a uno de los grupos electores clave para su
elección en 2008, los afroamericanos de Carolina del Norte. West
recuerda que éstos apoyaron la enmiennda constitucional antigay. "Creo
que esto va a causar una increíble polémica entre la comunidad de raza
negra porque, como se sabe, los domingos en sus iglesias los
afroamericanos se convierten en la gente más conservadora del país",
advirtió.


West conoce de primera mano que el descontento nacional con las
políticas incumplidas de Obama puede albergar la esperanza del cambio en
EEUU el próximo mes de noviembre. En 2010 consiguió arrebatar al
demócrata Ron Klein el escañó que ostentaba en el Congreso desde 2006.
Su evidente habilidad para unir a los miembros del Partido Republicano que lo apoyaron y los activistas del Tea Party que
lo reverenciaban ha conseguido situarle entre los candidatos favoritos a
ser el segundo de a bordo de Romney. La candidata republicana a la
vicepresedencia en las pasadas presidenciales, Sarah Palin, le ha
señalado como su opción favorita para ser el acompañante de fórmula de
quien vaya a ser el candidato presidencial republicano. Desata las
fobias de los demócratas y las filias de los republicanos. El
contrapunto perfecto para un comedido y moderado Romney.

fortunatta#618
fortunatta#619

Rep. Allen West - "Obama, Reid, Pelosi, get the hell out of the USA" - 28 January 2012

fortunatta#620
Allen West, en un evento del Partido Republicano en West Palm Beach se dirige así a los demócratas:
"Tomen su mensaje de igualdad de logros, tomen su mensaje de la
dependencia económica, tomen su mensaje de esclavizar a la voluntad  y
el espítritu empresarial del pueblo estadounidense en otro lugar",
continuó. "Se pueden ir a Europa, se pueden ir al fondo del mar, se lo
pueden llevar hasta el Polo Norte, pero váyanse al infierno fuera de los
Estados Unidos de América".
victordelevy#621
Se o Romney pegar o Alan West a briga vai ficar boa! O cara é FODA!
cesar#622
[url]/Main#Profile?uid=7740346787641327343[/url]:
Se o Romney pegar o Alan West a briga vai ficar boa! O cara é FODA!
o negão é foda, ele que devia ser o vice de romney.
andr_10#623
Alan West seria um bom nome, por três motivos:

 - ele atualmente representa a Flórida, que é o principal estado-chave em termos de número de delegados.
 - ele é autenticamente conservador e, como se vê, bom para levanter o ânimo de eleitorado. Conseguiria facilmente repetir o efeito Sarah Palin
 - e ele é preto; os negros representam algo como 15% do eleitorado americano, e 95% deles vão votar em Obama. Se um preto na chapa republicana conseguir roubar nem que se for uma pequena margem deste eleitorado, pelo fato de o Obama domina-lo por completo, vai ser muita, mas muita coisa.
andr_10#624
Hoje foi a primária do Texas.

Com a vitória que Romney teve, conseguiu o número de delegados necessários para a noemação. Portanto, matematicamente, Romney wins the republican nomination!
victordelevy#625
Não saquei a tal da estratégia de Ron Paul... rsrs
bernardo_3#626
[url]/Main#Profile?uid=7740346787641327343[/url]:
Não saquei a tal da estratégia de Ron Paul... rsrs
A estratégia do Ron Paul é muito simples: ganhar delegados para a convenção em Tampa.

Ao contrário do que diz a rede de propaganda da grande mídia, a disputa está COMPLETAMENTE em aberto. Por exemplo, a contagem real de delegados neste momento é a seguinte (http://thereal2012delegatecount.com/):

Romney: 591
Paul: 186
Santorum: 146
Gingrich: 66

E o resto ainda vai ser decidido durante os processos estaduais de escolha. Os dados que a grande mídia usa, que vem da AP (Associated Press) são ridiculamente ilusórios, totalmente fraudulentos. Por exemplo, a AP conta que o Ron Paul tem 2 delegados em Iowa. Na verdade, ele já tem a maioria - e ainda há vários para serem escolhidos, dos quais ele deve ganhar praticamente todos.

Mesmo a contagem dos delegados que foram realmente escolhidos é problemáticas, por conta dos chamados "stealth delegates" do Ron Paul. Ou seja, há estados em que o Ron Paul ganhou a maioria dos delegados, mas eles são contados como delegados do Romney, por conta da suposta vinculação do voto na primeira rodada em Tampa.

Por exemplo, em Nevada, dos 28 delegados, o Ron Paul tem pelo menos 22. No entanto, vários desses 22 SUPOSTAMENTE terão de votar no Romney na primeira rodada na convenção em Tampa.

No entanto, há precedentes jurisprudenciais que consideram que TODOS os delegados são "free agents", ou seja, votam apenas pela consciência. De acordo com isso, os delegados não estão comprometidos a votar no Romney e, portanto, a contagem de delegados ainda estaria enviesada para o lado do Mittens.

A verdade é que NINGUÉM sabe qual é a contagem exata de delegados para cada lado. Só no mundo da fantasia da grande mídia é que Mitt Romney assegurou a vitória ontem...
bernardo_3#627
Só um detalhe: os delegados de Nevada do Ron Paul não são "stealth delegates", ao contrário do que eu dei a entender no post anterior. É que também é complicado decidir quando um delegado é "stealth" ou não.

Resumindo: o processo de escolha é um negócio estranhíssimo, com as regras mudando de Estado para Estado. Há Estados que são "winner takes all", há estados proporcionais, há os "caucuses", há Estado em que é "winner takes all" por condado, em outros é proporcional, a menos que alguém leve mais de 50% dos votos (aí vira "winner takes all").

Ou seja, é tudo muito confuso. E a mídia tenta passar essa ideia ridícula de que o processo de escolha é determinado pelas votações...
andr_10#628
Tópico com o número da besta! =s

Bom, mas estou aqui para vos informar que o facebook do Rick Santorum está divulgando que um grande anúncio será feito nesta sexta-feita. O que será?
andr_9#629
de qualquer forma, Santorum já está fora da disputa, ou não?
cesar#630
[url]/Main#Profile?uid=6034557063901280507[/url]:
de qualquer forma, Santorum já está fora da disputa, ou não?
está fora, infelizmente.
andr_9#631
E ele está, declaradamente, apoiando o Romney?
marcel_2#632
Na minha opinião a regra mais absurda é que em alguns estados não precisa ser filiado ao partido republicano para votar nas prévias do mesmo, aí basta um democrata ir lá votar em um RINO.
marcel_2#633
Me digam uma coisa, uma pergunta besta, na eleição nacional(não agora nas prévias) quando um candidato vence um estado ele leva todos delegados para o colégio eleitoral, estes delegados são pessoas mesmo que podem trocar de lado ou são meras representações abstratas?
fortunatta#634
De haber perdido el referéndum al que le sometió su Estado, el gobernador republicano afín al Tea Party hubiera sido el tercero en detentar tan pésimo título en toda la historia de Estados Unidos. Pero Scott Walker conservará su puesto, lo que en la aritmética política se traduce como una complicación en las opciones electorales del presidente Barack Obama.

Desde el cuartel general montado por la campaña de Walker en Waukesha, el gobernador, que sigue teniendo trabajo por la voluntad popular, compareció ante un nutrido grupo de emocionados simpatizantes cerca de las 11.30 de la noche, hora local. “¡Guau!", acertó a decir el joven político -45 años- ante los vítores y aplausos. Tras agradecer su victoria a “Dios por su infinita gracia” y a toda su familia, Walker declaró que mañana la elección sería historia y había que avanzar en la dirección de hacer crecer América. “Las urnas han dado la razón a quien sabe plantarse y tomar decisiones”, declaró rebosando satisfacción.

La contienda Scott Walker-Tom Barret ha sido observada con lupa por los líderes políticos en Washington debido a sus implicaciones en los comicios generales

El eslogan elegido por la campaña de Walker es, curiosamente, el mismo que ostenta la de Obama: Adelante (Forward). “Esto es un modelo nacional”, anunció el miembro del Tea Party en referencia a lo que espera que suceda en noviembre. “Fe, familia y libertad”, declaró motivando aún más a su público –si eso era posible-.

La contienda Scott Walker-Tom Barrett ha sido observada con lupa por los líderes políticos en Washington debido a sus implicaciones en los comicios generales del próximo noviembre. Si Walker perdía, los demócratas podían interpretar que sumaban en su haber un Estado que Obama ganó en 2008 y que en este momento no tiene decidido su voto (swing State) y, además, ver en el desahucio del Capitolio no solo el nombre de Walker, sino las prácticas económicas impulsadas por los seguidores del Tea Party y ratificadas por el Partido Republicano. Walker se ha enfrentado a un plebiscito sobre su persona debido a que, a su llegada al poder en la cresta del Tea Party en las elecciones de noviembre de 2010, despojó a sindicatos y trabajadores públicos de sus derechos de negociación laboral colectiva con el objetivo final de controlar el presupuesto estatal. Las protestas fueron de tal intensidad y tamaño que alcanzaron titulares mundiales.

Pero si Walker ganaba –como ha hecho, con casi un 90% del voto escrutado le sacaba 9 puntos a Barrett-, el voto de los ciudadanos de Wisconsin puede ser un indicador de que el país mira con aprobación al candidato oficial republicano a la Casa Blanca, Mitt Romney. La victoria de Walker es, sin duda, un refrendo a las políticas que pregona el exgobernador de Massachusetts de recorte de presupuesto y rebaja fiscal, que son libro de cabecera del Tea Party en un momento en que la economía es la principal preocupación del electorado.

Obama ha recibido críticas por no apoyar de manera más decisiva a Barrett y mantenerse ajeno a la campaña

Sin duda, el resultado de Wisconsin es una amarga derrota para los demócratas y los sindicatos, que esperaban ver despojado de su título al gobernador tras haber puesto fin a gran parte de sus derechos de negociación colectiva. El electorado estaba movilizado de tal manera en ese Estado del medio oeste, que decenas de millones de dólares han llegado a las arcas de ambos candidatos para la campaña del referéndum, lo que daba la medida de lo que estaba en juego. En este sentido, Obama ha recibido críticas por no apoyar de manera más decisiva a Barrett y mantenerse ajeno a la campaña. El presidente dio su apoyo al demócrata tras su victoria en las primarias pero no ha viajado hasta Wisconsin ni ha participado en la campaña de reprobación de Walker.

Y sin embargo, poco se habló de los sindicatos y de la pérdida de derechos de negociación de los trabajadores en las últimas semanas de campaña en Wisconsin. Walker y los republicanos se dedicaron a recorrer el Estado enfatizando el gran número de puestos de trabajo que se han creado desde que llegó al Capitolio estatal y lo saneado que ha dejado el presupuesto.

Barrett apeló a la unidad del Estado y a cerrar las heridas todavía abiertas tras un conflictivo y tumultuoso comienzo de legislatura que acabó con la salida de varios senadores del Congreso.
fortunatta#635
A fonte é o jornal : El pais , vale lembrar que é um jornal de esquerda .
andr_10#636
Excelente notícia esta vitória do Scott Walker nas eleições de recall... mas é cedo para dizer se isto afetará alguma coisa nas eleições nacionais.

Nos últimos 20 anos, Wisconsin teve mais governadores republicanos que democratas, entretanto, nas eleições presidenciais, apoiou mais os democratas. Isto acontece também em uma série de outros estados: Mui embora haja certo equilíbrio ou até mesmo predominância republicana a nível estadual, isto não se reflete a nível federal.

As próprias pesquisas boca-de-urna mostram isto: mui embora o candidato republicano tenha sobrevivido ao recall, a maioria dos eleitores que o escolheram, preferem ainda votar em Obama.
fortunatta#637
Wisconsin pone en apuros a Obama tras avalar la gestión republicana
    06 JUN 2012 | http://gaceta.es/|AGENCIAS

    El gobernador republicano, Scott Walker, ha conseguido superar un referéndum que supone un respaldo a sus medidas de austeridad y su polémica ley que elimina el derecho a la negociación colectiva para los funcionarios.

El gobernador republicano de Wisconsin, Scott Walker, sobrevivió hoy a la votación para su destitución tras una férrea contienda que se mostraba muy reñida hasta el cierre de la urnas, según proyecciones de la cadena CNN.

Walker, considerado un "héroe" entre los conservadores por sus medidas de austeridad y por privar a la mayoría de los sindicatos de empleados públicos de sus derechos colectivos, logró mantener su puesto frente a su rival demócrata, el alcalde de Milwaukee, Tom Barrett.

Con el 31% de los votos escrutados, Walker ha conseguido el 59% del apoyo de los votantes, frente al 41% que ha obtenido Barrett, según CNN.

Barrett ya había disputado el cargo de gobernador de Wisconsin en 2010 y, según analistas, la votación de hoy podría servir de termómetro de cara a los comicios de noviembre, cuando el presidente Barack Obama intente ganar en el estado como lo hizo en 2008.

Walker se convirtió en una figura polarizante cuando, el 11 de marzo de 2011, promulgó una ley que puso punto final a los derechos de negociación colectiva de los empleados públicos en Wisconsin, como parte de sus esfuerzos por reducir el déficit presupuestario del estado. La ley, denunciada ante los tribunales, eliminó el derecho de los empleados públicos a negociar colectivamente sus condiciones laborales, excepto las salariales, y redujo las contribuciones estatales a la pensión y al seguro médico de estos trabajadores, con el objetivo de generar 300 millones de dólares en ahorros fiscales.

La medida sacó a las calles a miles de empleados públicos, maestros, estudiantes y ciudadanos en una protesta pacífica que inspiró al movimiento 'Ocupa Wall Street'.

Aunque los sindicatos sumaron fuerzas para movilizar a los votantes, al final no pudieron con la ventaja de dinero y organización de los republicanos de todo el país, según observadores.

De hecho, la mayoría de los votantes había indicado en encuestas previas que ya habían decidido por quién votarían para comienzos de mayo, cuando los republicanos invirtieron millonarias sumas en anuncios televisivos para apoyar a Walker.

La maquinaria demócrata nacional había apostado por una victoria de Barrett en Wisconsin para enviar una señal de que los votantes en ese estado rechazaban las políticas de Walker, y por ende de los republicanos, para resolver los problemas económicos del país.

Espaldarazo de cara a la presidencialesPara los republicanos, la victoria de Walker, aunque exigua, insufla esperanzas a su partido de que el virtual candidato presidencial republicano, Mitt Romney, pueda ganar en Wisconsin en los comicios generales del próximo 6 de noviembre. Según encuestas preliminares, los votantes que acudieron hoy a las urnas en Wisconsin son, en general, más conservadores que los que participaron en los comicios de 2008, aunque el estado sigue inclinándose por los demócratas.

La gestión de Walker, apoyado por el movimiento conservador del "Tea Party" y cuyo mandato termina en 2014, fue sometida a una votación de destitución muy poco usual, después de que sus adversarios recogieran suficientes firmas.

Según analistas, Walker ha logrado permanecer en el puesto debido en parte a que los votantes le dieron el beneficio de la duda por considerar que la ley que promulgó en 2011 no era razón suficiente para su destitución.

Es prácticamente el mensaje que Walker dirigió a los votantes en las últimas semanas. De haber perdido en esta votación, Walker hubiese sido el tercer gobernador en la historia de Estados Unidos en ser destituido del cargo.   La gaceta
andr_10#638
A respeito do anúncio do Santorum para esta sexta: Não era, como eu esperava, o anúncio do nome do candidato à vice-presidência. O anúncio é de uma organização que o Santorum está lançando, o Patriot Voices:
.
Vejam aqui o vídeo do lançamento:
.
http://www.youtube.com/watch?v=zJe7vfsJPwU&feature=youtu.be
.
E aqui o site da organização:
.
http://www.patriotvoices.com/
fortunatta#639
Republicano , quer ser o primeiro presidente gay americano .

Mitt Romney se aseguró hace unos días la candidatura republicana a la Casa Blanca. Pero este martes se medirá en las primarias de California con un candidato muy especial. Se llama Fred Karger y se define como el primer aspirante a la presidencia abiertamente homosexual. Un detalle que despierta cierto rechazo entre los simpatizantes republicanos pero que ha potenciado su popularidad en uno de los estados más progresistas del país.

Karger lleva meses haciendo campaña y hace un mes difundió un vídeo promocional que grabó con unos modelos en Laguna Beach. Asegura que no dejará de ser republicano pese a los insultos de algunos de sus miembros porque siempre fue el partido de sus padres y porque es el partido en el que ha militado desde la adolescencia.

Las primarias de Texas confirmaron hace unos días que Romney se medirá a Obama el próximo 6 de noviembre. Pero eso no ha importado a este californiano que desveló su homosexualidad en 2008 y acto seguido anunció su intención de presentar su candidatura a la presidencia. “Mis amigos y mi familia siempre supieron que era gay”, explica a http://elmundo.es/ desde Beverly Hills, “pero nunca lo dije en público porque me movía en círculos republicanos y no todos mis colegas eran tan comprensivos”.

Karger fue consultor político durante tres décadas y trabajó en nueve campañas presidenciales, entre ellas las de Gerald Ford, Ronald Reagan y George Bush padre. “Mis padres eran republicanos moderados y me llevaban con ellos a hacer campaña con apenas siete años”, recuerda lamentándose de lo mucho que ha cambiado el partido desde entonces. “Aquellos eran unos republicanos muy distintos”, explica, “un partido abierto a los jóvenes y a las minorías. Luego todo cambió y muchos republicanos centristas se dieron de baja”.

A Karger le hace sufrir la deriva de su partido pero insiste en que no abandonará. Lleva 26 meses en campaña y asegura que sus eventos le han enseñado que los votantes republicanos son más tolerantes que sus líderes. “Alguno me ha cerrado la puerta en las narices”, explica, “pero he conocido personas encantadoras y la dirección del partido me ha animado a seguir”.

Eso no quiere decir que Karger no haya sufrido algunos reveses durante la campaña. Los responsables del influyente grupo conservador CPAC se negaron a dejarle hablar en su encuentro anual y no logró aparecer en ninguno de los debates televisados. ¿Le cuesta más ser republicano entre los gays o gay entre los republicanos? “Es difícil responder porque ambas cosas son muy difíciles”, sopesa, “supongo que personalmente me duele más la incomprensión de los republicanos porque llevo 35 años trabajando por el partido. Pero tampoco es fácil explicar mis convicciones a mis amigos homosexuales”.

Karger está a favor del aborto y del matrimonio homosexual. Pero en asuntos económicos sus postulados son muy conservadores y defiende la pena de muerte y el derecho a llevar armas de fuego. “Si yo fuera presidente”, fantasea, “lo primero que haría sería convocar a los demócratas a un gran acuerdo para crear empleo. Es lo que habría hecho mi héroe Ronald Reagan”.

A Karger le preocupa la posibilidad de un presidente Romney por sus postulados sociales y por su condición de mormón, que le obligaría a obedecer al líder de su iglesia. Pero ni siquiera eso le haría cambiarse de partido: “Tengo 62 años y prefiero luchar por cambiar a los republicanos. Me lo planteo como una misión y por ahora no me rindo”.
fortunatta#640
Assistam um dos vídeos da campanha do Fred Karger
Vídeo do YouTube
http://www.youtube.com/watch?v=OksHhBVpUJg&feature=player_embedded
victordelevy#641
Já se infiltraram no GOP?

Puts...
andr_10#642
É um coitado, literalmente.

Por que este povo insiste em querer ser aceito nas coisas enquanto "gays" e não enquanto seres humanos? Tomem tento, porra!

Ademais, fica aqui a denúncia de mais um inconveniente desse povo "liberal". Os libertarians, que sempre tiveram o devido espaço dentro do GOP tal como mostra a presença de Ron Paul nas primárias, ameaçam lançar um candidato próprio, que seria Gary Johnson, que saiu do GOP em 2011. Eu não sei o quanto de votos teriam estes palhaços, mas é óbvio a jogada desleal desse povo libertarian, que são o equivalente dos liberais brasileiros:

Se fazem representados nas primárias republicanas, onde podem ganhar projeção, mas não conseguem levar a disputa. Daí, ao invés de apoiarem o candidato vencedor, tal como farão todos os conservatives que também saíram derrotados, lançam um outro candidato através do próprio partido (Libertarian Party), roubando votos do candidato republicano que lhe pode custar a vitória (a depender de certas pesquisas que, sinceramente, não sei se são confiáveis), dando quase que de graça a disputa para Obama.

Então, o fato é que esse pessoal liberal são uns completos depravados morais. Desonestíssimos, indignos de qualquer confiança.
fortunatta#643
Walter Oppenheimer Londres 12 JUN 2012 - 19:30 CET2

Anna Wintour, en la Casa Blanca.

Desde hace ya unos años, para ser embajador de Estados Unidos no hace falta ni ser diplomático ni experto en política internacional o conocer al dedillo los intríngulis del sistema constitucional británico o la delicada relación que une y opone al mismo tiempo a los británicos y a los europeos continentales. Lo más importante es ser alguien muy próximo al presidente de EE UU, aunque saber de negocios no es exactamente un inconveniente.

 Anna Wintour, de 62 años, cumple de forma sobrada la primera condición y probablemente no está muy lejos de cumplir la segunda, teniendo en cuenta el peso que tiene en el mundo de la moda la revista con la que se identifica su nombre desde hace 20 años, Vogue, y la importancia creciente que tiene la industria de la moda tanto en la economía como en el mundo de la comunicación, las redes sociales y la opinión de los jóvenes. Y los jóvenes son, ya se sabe, futuros votantes —o al menos individuos con derecho al voto: otra cosa es que tengan interés en ejercerlo— y, con un poco de suerte, futuros contribuyentes.

El rumor de que Anna Wintour puede ser nombrada embajadora de Washington en Londres el año que viene —cuando la plaza probablemente quede vacante y si Barack Obama gana la reelección, claro— ha sido lanzado esta vez por el dominical británico The Observer y no es estrictamente nuevo: ya surgió hace tres años, aunque nunca llegó a convertirse en realidad.

Esta vez, el combustible que ha avivado las llamas de la supuesta vocación diplomática de la señora Wintour es su creciente activismo político, tanto por el Partido Demócrata como por el presidente Obama, y la cercanía cada vez manifiesta entre el alma mater de Vogue y Michelle Obama, a la que Wintour ha ayudado a vestirse muy a la moda al tiempo que la revista apoyaba los esfuerzos de la primer dama en sus actividades en defensa de la educación y la sanidad pública, un asunto particularmente politizado en EE UU.

Anna Wintour, británica de nacimiento y satirizada en la película El diablo viste Prada como una ejecutiva arrogante y dura pero al mismo tiempo hábil y eficiente, cualidades no demasiado ajenas a las de un buen político, hace ya tiempo que está vinculada públicamente al Partido Demócrata y ya participó en 2008 en la campaña electoral de Barack Obama. Su compañero sentimental, Shelby Bryan, es descrito por el Observer como “un hombre clave en la recaudación de fondos en tiempos de Clinton”. Y ella misma se ha sumado a la búsqueda de fondos para la campaña de reelección de Obama.

Esta misma semana se unirá a la mujer del cantante David Bowie, Iman, en otro acto de recaudación a razón de mil dólares por cabeza la entrada. Una bagatela comparado a los 40.000 dólares (32.000 euros) que donan a la campaña cada uno de los asistentes a la cena para recaudar fondos organizada por Wintour y la actriz Sarah Jessica Parker.

Wintour ha puesto algo de sordina a los rumores acerca de su vocación diplomática. “Son solo rumores. Está muy contenta en su trabajo actual”, ha declarado un portavoz de la directora de Vogue citado por New York Post. Un desmentido que deja las puertas abiertas a todo…
andr_10#644
Hahahahaah..

Pesquisa da Rasmussem Reports de hoje mostra Romney 47 e Obama 44 em Wisconsin. É a primeira vez que Romney aparece na liderança neste estado.

O tiro da campanha pelo recall do governador Scott Walker ainda vai sair pela culatra.

http://www.rasmussenreports.com/public_content/polit…in_president
victordelevy#645
"Por que este povo insiste em querer ser aceito nas coisas enquanto "gays" e não enquanto seres humanos? Tomem tento, porra!"

Penso o mesmo...

É como querer ser aceito por seu comportamento sexual específico.
tlio#646
Olavão apoia o Ron Paul?
solideogloria#647
Ele estava apoiando o Santorum.

Agora deve ser o Romney.
leonardo_18#648
[url]/Main#Profile?uid=10515083900847358746[/url]:
Ele estava apoiando o Santorum.

Agora deve ser o Romney.
Entre Obama e Romney ,nao há duvidas !!
tlio#649
E quando sai a decisão do representante do Partido Republicano?
andr_10#650
A convenção nacional republicana é só dia 27 de agosto.

Até lá o Ron Paul vai ficar enxendo o saco de que ele ainda tem chance, porque a decisão já está implicitamente tomada: Romney é o candidato.

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