Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

[Fixo] Ateísmo militante

Iniciado por wellington_2 em 03/03/2012 · 204 mensagens · página 5 de 5

ayrton#201
"12/04/2013

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Vaticano celebrará en mayo foro con ateos e incrédulos

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La original iniciativa fue ideada en 2011 por el papa emérito Benedicto XVI.

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El Vaticano organizará en mayo por primera vez en México un importante foro para fomentar el diálogo con ateos e incrédulos, en el que participarán intelectuales de todas las tendencias así como jerarcas de la Iglesia católica.

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La original iniciativa, que lleva el nombre de "Atrio de los Gentiles", fue ideada en 2011 por el papa emérito Benedicto XVI y está a cargo del cardenal italiano Gianfranco Ravasi, presidente del Consejo Pontificio para la Cultura, quien asistirá a los debates.

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El proyecto se inspira al espacio reservado en la antigüedad en el tempo de Jerusalén a todo el mundo y en donde se podía recorrer y permanecer sin distinción de cultura, lengua o confesión religiosa transformándose en un lugar emblemático de encuentro y diversidad.

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Al foro, que se celebrará del 6 al 9 de mayo en varias ciudades de México, participan entre otros profesores de la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), entre las más prestigiosas y laicas de América Latina.

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http://www.elheraldo.hn/Secciones-Principales/Mundo/…e-incredulos

priscila#202
Como eu disse, a iniciativa SÓ é VÁLIDA se EM DEFESA DA FÉ - este argumento se funda na TRADIÇÃO CATÓLICA, no "Ide e pregai a todas as gentes".

São Paulo o fez magistralmente, e não excluiu, de modo algum, os gentios como audiência... Ao contrário, sobretudo a eles se dirigiu.

Portanto, sendo ESTE o propósito, eu não poderia me opor.

Não sendo, a conversa é OUTRA. 

Eu devo, como disse no outro tópico, esperar pra ver - porque, TAMBÉM segundo a Tradição, é "pelos frutos que os conhecereis", e eu não posso antecipar o que será feito neste Fórum. Muito menos adivinhar a real intenção de quem o propôs.
ayrton#203
"Adeus mundo ateu (por Olavo de Carvalho, 3 de março de 2007)

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Os detratrores da religião usam e abusam deste argumento que encontraram em Humboldt (não o explorador e naturalista Alexander, mas seu irmão filólogo Wilhelm): A moralidade humana, até mesmo a mais elevada e substancial, não é de modo algum dependente da religião, ou necessariamente vinculada a ela.

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Todas as civilizações nasceram de surtos religiosos originários. Jamais existiu uma “civilização laica”. Longo tempo decorrido da fundação das civilizações, nada impede que alguns valores e símbolos sejam separados abstrativamente das suas origens e se tornem, na prática, forças educativas relativamente independentes.

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Digo “relativamente” porque, qualquer que seja o caso, seu prestígio e em última análise seu sentido continuarão devedores da tradição religiosa e não sobrevivem por muito tempo quando ela desaparece da sociedade em torno. Toda “moral laica” não é senão um recorte operado em códigos morais religiosos anteriores.

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Esse recorte pode ser eficaz para certos grupos dentro de uma civilização que, no fundo, permaneça religiosa, mas, suprimido esse fundo, o recorte perde todo sentido. A incapacidade da Europa laica de defender-se da ocupação cultural muçulmana é o exemplo mais evidente.

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O presente estado de coisas nos países que se desprenderam mais integralmente de suas raízes judaico-cristãs está demonstrando com evidência máxima que a pretensa “civilização leiga” nunca existiu nem pode existir.

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Ela durou apenas umas décadas, jamais conseguiu extirpar totalmente a religião da vida pública, malgrado todos os expedientes repressivos que usou contra ela e, no fim das contas, sua breve existência foi apenas uma interface entre duas civilizações religiosas: a Europa cristã moribunda e a nascente Europa islâmica.

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A opinião de Humboldt é baseada num erro duplo, ou melhor, numa convergência de erros que dão a impressão de confirmar-se como verdades. De um lado, ele faz uma dedução lógica a partir dos significados gerais dos termos e, vendo que o conceito genérico de moralidade não implica nenhuma referência a Deus, aplica ao mundo dos fatos a conclusão de que uma coisa não depende da outra.

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Isso é vício de abstratismo: inferir, de um raciocínio, os fatos, em vez de raciocinar com base nos fatos. De outro lado, porém, ele observa que em torno há indivíduos ateus “de moralidade elevada e substancial”, e acredita que com isto obteve uma comprovação empírica da sua dedução.

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O que ele nem percebe é que a moralidade deles só é boa porque sua conduta coincide esquematicamente – e exteriormente -- com aquilo que os princípios da religião exigem, isto é, que a possibilidade mesma de uma boa conduta laica foi criada e sedimentada por uma longa tradição religiosa cujas regras morais, uma vez absorvidas no corpo da sociedade, passaram a funcionar de maneira mais ou menos automatizada.

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Segue aqui:

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http://www.olavodecarvalho.org/semana/070303dce.html

ayrton#204


Olavo de Carvalho responde a um ateu

Vídeo do YouTube
http://youtu.be/bhRSbZiTPk4

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