Camila Garret: Hehehehehe! Você é? Perguntar não ofende! Hehehehehehehe!
Camila Garret: Hehehehehe! Você é? Perguntar não ofende! Hehehehehehehe!

[url]/Main#Profile?uid=2890647318710231762[/url]:
Parabéns, mais uma conquista do comando da Igreja Católica:
Pois é citaram a passagem que Jesus alertar sobre não provocar escandalos:
“Mas, se alguém fizer cair em pecado um destes pequenos que crêem em mim, melhor fora que lhe atassem ao pescoço a mó de um moinho e o lançassem no fundo do mar. Ai do mundo por causa dos escândalos! Eles são inevitáveis, mas ai do homem que os causa!” (Mt. 18, 6-7)."
Quer escandalo maior do que ficar zombando e fazendo piadinhas sem graças e julgamentos do alto clero? Ou sera que criticar de forma leviana o Papa não pode fazer sim pessoas se afastarem ainda mais da fé ainda mais recem convertidos?
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Parabéns, mais uma conquista do comando da Igreja Católica:
[url]/Main#Profile?uid=10276942462024535763[/url]:Cara vc é muito bobo, acho que se vc visse um bispo entrando em uma loja maçonica vc diria para respeitá-lo, se visse um bispo falando que inferno não existe falaria para respeitá-lo, isso é escândalo, não quem critica isso, da mesma forma que o escândalo nesse caso foi:
Pois é citaram a passagem que Jesus alertar sobre não provocar escandalos:
“Mas, se alguém fizer cair em pecado um destes pequenos que crêem em mim, melhor fora que lhe atassem ao pescoço a mó de um moinho e o lançassem no fundo do mar. Ai do mundo por causa dos escândalos! Eles são inevitáveis, mas ai do homem que os causa!” (Mt. 18, 6-7)."
Quer escandalo maior do que ficar zombando e fazendo piadinhas sem graças e julgamentos do alto clero? Ou sera que criticar de forma leviana o Papa não pode fazer sim pessoas se afastarem ainda mais da fé ainda mais recem convertidos?
[url]/Main#Profile?uid=13668279279484328571[/url]:Nem estava falando deste Papa especificamente, mas de um clero que age assim há muitos anos, este Papa é só a ponta do Iceberg.Esse Madghi recebeu ameaças de morte depois de sua conversão se não me engano, e isso ele morando na Itália, e ele ainda vê o clero puxando saco de muçulmano e legitimando islã, se rebaixando aos outros; a paciência do cara tem limite.
Aí tbém já é dose né, Marcel, querer dar ouvidos às especulações idiotas; uma coisa é criticar o Papa por suas ações diretas, outra coisa é criticá-lo pelo que os outros fazem em nome dele.
Na semana passada mesmo, um casal de bibas porteñas levou uns catiripapos de uns “carecas” durante uma festa de cunho religioso, sob a argumentação de “que agora com um Papa argentino era uma vergonha permitir bichas em locais religiosos”.
Se nossas críticas forem baseadas nas merdas que muitos provavelmente farão, em nome do Papa, aí perderemos qq razão. Com relação a esse muçulmano, o Madghi, acho mais fácil um rico passar com seu camelo pelo buraco de uma agulha do que ele ter se convertido verdadeiramente.
[url]/Main#Profile?uid=7830283716296528174[/url]:
http://www.vatican.va/holy_father/francesco/speeches…tico_po.html
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ENCONTRO COM O CORPO DIPLOMÁTICO ACREDITADO JUNTO DA SANTA SÉ
DISCURSO DO SANTO PADRE FRANCISCO
Sala Régia
Sexta-feira, 22 de março de 2013[http://player.rv.va/vaticanplayer.asp?language=it&tic=VA_URES7HBD]
Excelências,
Senhoras e Senhores,De coração agradeço ao vosso Decano, Embaixador Jean-Claude Michel, as amáveis palavras que me dirigiu em nome de todos e com alegria vos recebo para uma simples, mas ao mesmo tempo intensa, troca de cumprimentos, que, idealmente, pretende ser o abraço do Papa ao mundo. Na realidade, por vosso intermédio, encontro os vossos povos e deste modo posso, em certa medida, alcançar cada um dos vossos concidadãos com suas alegrias, dramas, expectativas e desejos.
A vossa presença, numerosa, é também um sinal de que as relações que os vossos países mantêm com a Santa Sé são profícuas, são verdadeiramente uma ocasião de bem para a humanidade. Na verdade, é isto mesmo o que a Santa Sé tem a peito: o bem de todo o homem que vive nesta terra. E é precisamente com este entendimento que o Bispo de Roma começa o seu ministério, sabendo que pode contar com a amizade e benevolência dos países que representais, e na certeza de que compartilhais tal propósito. Ao mesmo tempo, espero que se revele também ocasião para iniciar um caminho com os poucos países que ainda não têm relações diplomáticas com a Santa Sé, alguns dos quais – de coração lhes agradeço – quiseram estar presentes na Missa de início do meu ministério ou enviaram mensagens como gesto de proximidade.
A- Como sabeis, há vários motivos que, ao escolher o meu nome, me levaram a pensar em Francisco de Assis, uma figura bem conhecida mesmo além das fronteiras da Itália e da Europa, inclusive entre os que não professam a fé católica. Um dos primeiros é o amor que Francisco tinha pelos pobres. Ainda há tantos pobres no mundo! E tanto sofrimento passam estas pessoas! A exemplo de Francisco de Assis, a Igreja tem procurado, sempre e em todos os cantos da terra, cuidar e defender quem passa indigência e penso que podereis constatar, em muitos dos vossos países, a obra generosa dos cristãos que se empenham na ajuda aos doentes, aos órfãos, aos sem-abrigo e a quantos são marginalizados, e deste modo trabalham para construir sociedades mais humanas e mais justas.
B - Mas há ainda outra pobreza: é a pobreza espiritual dos nossos dias, que afecta gravemente também os países considerados mais ricos. É aquilo que o meu Predecessor, o amado e venerado http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/index_po.htm, chama a «ditadura do relativismo», que deixa cada um como medida de si mesmo, colocando em perigo a convivência entre os homens. E assim chego à segunda razão do meu nome. Francisco de Assis diz-nos: trabalhai por edificar a paz. Mas, sem a verdade, não há verdadeira paz. Não pode haver verdadeira paz, se cada um é a medida de si mesmo, se cada um pode reivindicar sempre e só os direitos próprios, sem se importar ao mesmo tempo do bem dos outros, do bem de todos, a começar da natureza comum a todos os seres humanos nesta terra.
C- Um dos títulos do Bispo de Roma é Pontífice, isto é, aquele que constrói pontes, com Deus e entre os homens. Desejo precisamente que o diálogo entre nós ajude a construir pontes entre todos os homens, de tal modo que cada um possa encontrar no outro, não um inimigo nem um concorrente, mas um irmão que se deve acolher e abraçar. Além disso, as minhas próprias origens impelem-me a trabalhar por construir pontes. Na verdade, como sabeis, a minha família é de origem italiana; e assim está sempre vivo em mim este diálogo entre lugares e culturas distantes, entre um extremo do mundo e o outro, actualmente cada vez mais próximos, interdependentes e necessitados de se encontrarem e criarem espaços efectivos de autêntica fraternidade.
D - Neste trabalho, é fundamental também o papel da religião. Com efeito, não se podem construir pontes entre os homens, esquecendo Deus; e vice-versa: não se podem viver verdadeiras ligações com Deus, ignorando os outros. Por isso, é importante intensificar o diálogo entre as diversas religiões; penso, antes de tudo, ao diálogo com o Islão. Muito apreciei a presença, durante a Missa de início do meu ministério, de tantas autoridades civis e religiosas do mundo islâmico. E é também importante intensificar o diálogo com os não crentes, para que jamais prevaleçam as diferenças que separam e ferem, mas, embora na diversidade, triunfe o desejo de construir verdadeiros laços de amizade entre todos os povos.
E - Lutar contra a pobreza, tanto material como espiritual, edificar a paz e construir pontes: são como que os pontos de referimento para um caminho que devemos percorrer, desejando convidar cada um dos países que representais a tomar parte nele. Um caminho que será difícil, se não aprendermos a amar cada vez mais esta nossa terra. Também neste caso me serve de inspiração o nome de Francisco: ele ensina-nos um respeito profundo por toda a criação, ensina-nos a guardar este nosso meio ambiente, que muitas vezes não usamos para o bem, mas desfrutamos com avidez e prejudicando um ao outro.
Queridos Embaixadores,
Senhoras e Senhores,Novamente obrigado por todo o trabalho que realizais, juntamente com a Secretaria de Estado, para edificar a paz e construir pontes de amizade e fraternidade. Por vosso intermédio, desejo renovar aos vossos Governos o meu agradecimento pela sua participação nas celebrações por ocasião da minha eleição, com votos de um frutuoso trabalho comum. O Senhor Todo-Poderoso cumule com os seus dons a cada um de vós, às vossas famílias e aos povos que representais.
[url]/Main#Profile?uid=13503374250472808363[/url]:Que o mundo assim o veja é completamente compreensível e aceitável. Que católicos assim o veja, é compreensível mas inaceitável (depois da "primavera conciliar" e dos "frutos podres do CVII", os católicos modernistas não reconhecem nem mesmo a autoridade de um padre diante de si, quanto mais a autoridade do Papa, a quem provavelmente nunca verão pessoalmente). Agora, que o próprio Papa se veja assim é absolutamente incompreensível e absurdamente inaceitável. Se ele não queria a Autoridade de Pedro, que recusasse sua própria eleição e prol de algum candidato que aceitasse tal Cruz.
O fato do Papa ser visto como "apenas mais um bispo" é um objetivo ANTIGO, parte da quebra de unidade iniciada, na prática, no Concílio Vaticano II.
Malachi Martin a analisa como parte de uma agenda , em seu livro "The Keys of This Blood", mencionando este nefasto objetivo como um ponto essencial para o estilhaçamento da unidade da Igreja. Evidentemente que se o Papa é "apenas mais um bispo", não terá sobre os outro bispos autoridade alguma - este foi o motivo das "Confederações Nacionais" de bispos terem sido formadas no mundo todo, cada uma exercendo sua própria autoridade com frouxíssima, se é que alguma, subordinação à autoridade central do Papa.
[url]/Main#Profile?uid=13668279279484328571[/url]:Arthur, nem tanto. O que este cara passou foi o mesmo que uma multidão de católicos sofreram no primeiro encontro de Assim. Veja estes trechos em destaque:
Aí tbém já é dose né, Marcel, querer dar ouvidos às especulações idiotas; uma coisa é criticar o Papa por suas ações diretas, outra coisa é criticá-lo pelo que os outros fazem em nome dele.
Na semana passada mesmo, um casal de bibas porteñas levou uns catiripapos de uns “carecas” durante uma festa de cunho religioso, sob a argumentação de “que agora com um Papa argentino era uma vergonha permitir bichas em locais religiosos”.
Se nossas críticas forem baseadas nas merdas que muitos provavelmente farão, em nome do Papa, aí perderemos qq razão. Com relação a esse muçulmano, o Madghi, acho mais fácil um rico passar com seu camelo pelo buraco de uma agulha do que ele ter se convertido verdadeiramente.
Magdi Allam é batizado por Bento XVI na Vigília Pascal de 2008.
Ele disse que foi uma “verdadeira tolice” Bento ter rezado em uma mesquita em Istambul, e que o Papa Francisco, em um de seus primeiros discursos, disse que os muçulmanos “adoram o Deus único, vivo e misericordioso.”
Allam disse que ele considera o Islã uma “ideologia intrinsecamente violenta.”
Sua saída pública da Igreja deve ser um constrangimento para o Arcebispo Rino Fisichella, que acompanhou Allam pessoalmente em seu caminho para o cristianismo. Mais tarde, Fisichella foi nomeado chefe do Conselho Pontifício para a Nova Evangelização – supostamente o conselho está usando um modelo mais produtivo de evangelização do que as “conversões” altamente politizadas de outras religiões."[url]/Main#Profile?uid=10276942462024535763[/url]:Italo, é sério, de vez em quando tu fala umas bobagens tão grande que não dá nem vontade de responder.
Não sei porque reclamam então tanto de ecumenismo. Se ja estão ate dando razão para separação por não concordar com o alto clero, isso não foi o que motivou a separação de Lutero?
[url]/Main#Profile?uid=2307316296621950622[/url]:Ele não discordava das indulgencias também?
Italo, é sério, de vez em quando tu fala umas bobagens tão grande que não dá nem vontade de responder.
O que motivou Lutero foi uma REVOLTA contra a DOUTRINA DA IGREJA. Veja, por exemplo, o que o teólogo Lutero falava acerca da Missa. Independentemente daquilo que ele afirmava, ele JÁ HAVIA TOMADO A DECISÃO de se APARTAR da Igreja.
Concordar ou não concordar com o alto clero não tem absolutamente nada a ver com isto que você está falando.
[url]/Main#Profile?uid=10276942462024535763[/url]:Bom, neste caso, perdão. Pensei que você estava a "perguntar/afirmar".
Quando faço pergunta não é tom de deboche mas sim de ignorância, então concordo sim que falo muita bobagem.(na verdade não seria falar, mas sim perguntar muita bobagem..)
[url]/Main#Profile?uid=10276942462024535763[/url]:Sobre Lutero, veja o que o próprio afirmava de sua teologia. Procure pelo artigo intitulado "Diálogo ecumênico entre Lutero e Satanás" (ou Lutero e o Diabo.)
Quando faço pergunta não é tom de deboche mas sim de ignorância, então concordo sim que falo muita bobagem.(na verdade não seria falar, mas sim perguntar muita bobagem..)
[url]/Main#Profile?uid=2890647318710231762[/url]:Defina fácil.
A verdade é que ser católico há mil anos atrás era bem mais fácil, hoje é dureza, por causa da falta da autoridade da Igreja em repreender, em impor limites, em punir quando for necessário,esse é o problema, pessoas falando bobagem sempre existiram, mas a liberdade pra fazer isso antigamente não existia,e a Igreja assim vira uma maçaroca que cada um fala o que quiser, isso lembra alguma coisa?É o protestantismo católico.
[url]/Main#Profile?uid=2890647318710231762[/url]:Rapaz, e o pior é que quando você está discutindo com o sujeito, vem sempre respostas do tipo:
A verdade é que ser católico há mil anos atrás era bem mais fácil, hoje é dureza, por causa da falta da autoridade da Igreja em repreender, em impor limites, em punir quando for necessário,esse é o problema, pessoas falando bobagem sempre existiram, mas a liberdade pra fazer isso antigamente não existia,e a Igreja assim vira uma maçaroca que cada um fala o que quiser, isso lembra alguma coisa?É o protestantismo católico.
[url]/Main#Profile?uid=10276942462024535763[/url]:Ele está se referindo à Reta Doutrina. 1000 anos atrás, mesmo circulando heresias, era mais fácil identificar aquilo que tinha procedência na Igreja e aquilo que era deturpação da doutrina. Hoje em dia, com a onda relativista intrínseca ao liberalismo, o tempo todo e a todo momento temos de analisar o que nos chega da Igreja para evitarmos ser enganados.
Defina fácil.
[url]/Main#Profile?uid=10276942462024535763[/url]:No próprio texto eu defini, há mil anos atrás só um louco que estava dentro da Igreja que ficava contrariando sua doutrina abertamente, hoje em dia os loucos viraram senso comum, quantos padres negavam a existência do inferno na idade média e quantos negam hoje? Como que eu vou trazer alguém para a Igreja se a pessoa vê um padre ou um bispo falando um negócio desses e nada acontece, pense. Eu nasci católico mas se não tivesse nascido seria bem difícil me tornar vendo essas coisas, e me parece que vc falou que era evangélico e se tornou católico, meus parabéns, acredito mesmo que vc esteja no caminho certo a despeito de tudo o que eu falei,porque por mais que tentem deturpar, achincalhar e pisotear a verdade, ela está ali.
Defina fácil.
[url]/Main#Profile?uid=4013113427096690994[/url]:Hã?
Quanta falacia !Um lider politico que não foi escolhido pelo povo,isto se chama ditadura.
[url]/Main#Profile?uid=13668279279484328571[/url]:Pois é. Quanto a este sujeito, ele disse que continuará cristão. Infelizmente, ele foi acometido pelo desespero, o mesmo que levou uma multidão de BONS CATÓLICOS no sedevacantismo.
Clodoveu
Sou tão avesso ao Islã, que desconfio até que deu caruncho na conversão desse gajo, famoso, que inclusive já criou um site para tratar do assunto: “deixar a Igreja porque ela é muita fraca com o Islã”. Parece que o ‘muça’ se esqueceu do princípio básico da tradicional religião católica: ubi Petrus, ibi Ecclesia; ubi Ecclesia, ibi est Christi – (onde está Pedro, está a Igreja. Onde está a Igreja, aí está Cristo). Pouco inteligente, ele se juntou às fileiras de Esaú e agora vai para o deserto sozinho. Sou muito mais o Jacó, ainda que tenha de suportar a traição dos clérigos. O importante e manter a fé e nunca quebrar as fileiras do Corpo de Cristo.
Sou contra qualquer política de apaziguamento com o Islã porque é dhimmitude na certa. Eu sei que o Papa Francisco (também) já se mostrou favorável ao diálogo, mas eu nem trouxe este assunto prá cá. Se a dificuldade já começa em se em enxergar o que está na cara, o que dirá entrar neste terreno escabroso?