Você imagina que somente algumas pessoas educadas em uma cultura arcaica acreditam que o homem que penetra o outro não é homossexual? Está enganado.
Será que o signore estuprício nunca ouviu falar de homossexualidade passiva e ativa? Ninguém quer dar a bunda aqui, como ninguém quer comer o rabo do professor. Essa é a diferença entre um hetero e homo.
Também a filiação política moderna tem a ver com tal crença. A extrema esquerda e a extrema direita odeiam os homossexuais, embora vários membros desse tipo de agremiação política tenham preferências sexuais por homens.
O Professor bundareli deve ser um exemplo clássico de extrema esquerda que adora mostrar e dar a bunda.
Nessa relação entre pessoas do mesmo sexo, os elementos desses grupos ditatoriais podem ser penetrados ou penetrarem, mas, em público, só admitem penetrar, jamais admitem que foram penetrados. Desprezam e agridem e até assassinam os que eles consideram como os homossexuais – os penetrados – muitas vez após terem tido relações com eles.
Será aquilo que os psicólogos chamam de projeção? Quem gosta de dizer que penetra numa ninfeta é um certo "fiofolósofo de São Paulo". Mas na verdade, ele apenas diz que penetra; na prática, o único penetrado é ele.
Quando conversamos com pessoas de extrema direita do sexo masculino – e essas dias eu escutei várias delas – vemos a preocupação que elas possuem com o corpo masculino, não só o delas, mas o do outro. Tudo que se refere ao corpo masculino é do interesse desse grupo. São obcecados pela “aparência” e disposição de órgãos e músculos. Relacionam tudo isso ao que lhes importa: o poder.
Quando o signore Bundadeli expoe sua "esposa" em cenas de prostituição, ele não quer dizer pra nós que está comendo a ninfeta? Isso não é uma amostra do poder de humilhar uma mulher deslumbrada e idiota?
Ser penetrado é ser fraco, penetrar é ser forte. Penetrar é submeter o outro, ser penetrado é ser submetido. Uma farsa completa, é claro.
O idiota devia ser que a idéia da penetração tem elementos culturais mais antigos. Os homossexuais passivos gregos eram desprezados pq faziam papel de fêmeas, enquanto os outros faziam papel de macho. Na cadeia tb é assim. A questão aí é de uma suposta força e masculinidade brutal. Todavia, para cristãos como nós, ambos são homossexuais, ambos se deitam com homens, ambos são abominações aos olhos do Senhor.
Todos os estudos sobre a direta fascista ou nazista ou sobre comunistas dogmáticos mostram que, uma vez na cama, as formas de relacionamento variam, embora, fora da cama, a confissão entre quem é “o macho” e quem é “a fêmea” tenha que ser instituída claramente – hipocritamente.
O Signore bundarel é macho ou fêmea de sua cama? O discursinho filosófico é tão vulgar, que dá é pena destrui-lo. Mas é divertido ser sádico.
Tola, é óbvio. Quem estudou as prisões sabe mais do nazismo e do comunismo do que muitos filósofos políticos ou cientistas políticos que se preocuparam em estudar os partidos, sem ter estudado os homens.
Vcs entenderam isso? Confesso que não entendi nada!
A regra do fazer o outro de “mulherzinha”, que impera nas prisões, é a regra das agremiações da juventude de direita, e muitas vezes imitadas pela esquerda.
Qual regra o signore bundareli se insere, quando mostra publicamente a bunda? Vcs já perceberam que ele tem o dom exibicionista do voyeurismo? quem é vouyer, muitas vezes não tem desejos sexuais pelo objeto de seu olhar. Quem garante que, na verdade, a tal Francielle não dê pra vários homens na frente do marido embasbascado?
Essa corporalização das relações de poder, que atravessa um homossexualismo que não se pode admitir, é uma das características mais básicas da direita política, e uma marca que também pode ser encontrada em uma esquerda que imita o fascismo.
Nunca vi um cristão pregar que comer a bunda dos machos é mostra de macheza. Essa deve ser uma das taras sexuais do velhinho broxa, que se baba de prazer em ver só sua esposa ninfetinha sendo "penetrada" por trás. Decerto o penetrador deve ser de extrema direita. Pelo menos a posição na cama o é.
Essa marca pode ser vista, também, no modo como os governantes extremistas usam do corpo para eliminar partidos ou jornais ou intelectuais, ou seja, qualquer via que se interponha entre ele e “as massas”. Para tal, usa do corpo. Lembram de Fernando Collor usando camisetas com dizeres políticos, todas as vezes que fazia esporte?
Se algum petista usar uma camisa do PT, podemos deduzir, de tudo, que ele é a favor do casamento gay, da eutanásia, do aborto, do socialismo, de Hugo Chavez, do MST e tutti quantti. O problema é que aqui no brejal onde eu vivo, os donos das camisetas são tão pobres que só se vestem pra se cobrir da nudez e do frio. Decerto uma camiseta na campanha eleitoral é uma ameaça contra intelectuais e as massas. . .
Todos os estudos sobre a direta fascista ou nazista ou sobre comunistas dogmáticos mostram que, uma vez na cama, as formas de relacionamento variam, embora, fora da cama, a confissão entre quem é “o macho” e quem é “a fêmea” tenha que ser instituída claramente – hipocritamente.
Para entender um pouco de onde vem a cabeça do sr. Ghiraldelli, estas são as principais influências de pensamento segundo seus trabalhos:
2.1 Mestre em Filosofia e História da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de S. Paulo (PUC-SP) (1987). Dissertação: "Educação, Pedagogia e Movimento Operário na Primeira República - 1989-1930". Orientadora: Maria Luiza dos Santos Ribeiro.
2.2 Mestre em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFFCH-USP) (1995). Dissertação: "O Corpo de Ulisses - Materialismo e Modernidade em Adorno e Horkheimer". Orientadora: Olgária Feres Chaim Matos.
2.3 Doutor em Filosofia e História da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de S. Paulo (PUC-SP) (1990). Tese: "Pedagogia e Luta de Classes no Brasil - 1930-1937". Orientador: Dermeval Saviani.
2.4 Doutor em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCU-USP) (2001). Tese: "Neopragmatismo e Verdade: Rorty em discussão com Davidson e Habermas". Orientadora: Olgária Chaim Feres Matos.
2.5 Livre Docente em História da Educação Brasileira pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) (1994). Tese: "Detalhes da Razão Histórica".
2.6 Professor Titular em Filosofia da Educação pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Memorial Tese: Marxismo, Escola de Frankfurt e Neopragmatismo – um caminho em filosofia da educação. Banca Examinadora: Dermeval Saviani (Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP), Nadja Hermann (Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS), Nilo Odália (Universidade Estadual Paulista – UNESP), Tarso Mazzotti (Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ) e Carlos Roberto Jamil Cury (Conselho Nacional de Educação e Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais).
E há uma série de artigos e livros com temáticas iguais e/ou próximas.
Tem mais em http:// www. ghiraldelli. pro. br/ modules.php?name=Content&pa=showpage&pid=1 (unam o endereço).
Escrevi um e-mail para o Ghiraldelli, de forma muito educada e respeitosa. Queria apenas discutir o tema "amante de espetáculos".
Mas, é claro, comentei que era desonesto da parte dele negar a existência do vídeo. Fiz isso como um simples observação, em uma única frase. O restante do e-mail tinha uns sete parágrafos. E fui muito educado mesmo.
Ele respondeu, em duas linhas, negando o vídeo, me chamando de homossexual enrustido e facista.
E o mais importante. Eu conversei com o professor Giovanni Reale, quando o livro dele foi lançado no Brasil, e aproveitei para ter uma "aula particular" sobre Platão. O tema da concepção de filósofo apareceu durante a conversa.
O Ghiraldelli nem se interessou pelo assunto. Pelo visto nem sabe quem é o Reale.
Esse sujeito é o fim do fim, meu Deus do céu!
Não estou nem falando dos erros dele como "filósofo", ou como "professor"!
Estou falando do mais básico nível, do mínimo que é exigido de alguém que tenha um pingo de vergonha na cara! Então um pulha que retira do ar um video que ele mesmo publicou, e tem a desfaçatez de negar que o fato existiu, e fica chamando a gente de mentiroso? Eu acho esse camarada um crápula, um cínico, um descarado! Antes de qualquer outra coisa!
A conversa com o Reale foi há anos, quando o livro ("Para uma nova interpretação de Platão", se não me engano) dele foi lançado no Brasil. Durou uns 30 minutos, foi informal e sem um comprometimento com o rigor acadêmico. Além disso, a memória nos prega "peças" e algumas lembranças minhas podem estar distorcidadas.
A conversa girou ao redor do livro mesmo, mas num momento, duas características do "método platônico" foram ilustrados com exemplos retirados de algumas de suas obras, dentre elas, "A República".
1a característica: O conteúdo da doutrina não está apenas nos diálogos ou nos mitos narrados durante estes, mas também no contexto, situação e personagens que participam do diálogo.
Conversar à sombra de uma árvore é diferente de conversar dentro de uma sala. Conversar com Teeteto não é o mesmo que conversar com Glauco. Um escravo resolver, sozinho, um problema; não significaria a mesma coisa se o problema fosse resolvido por um cidadão livre.
No começo da República, Sócrates (que simboliza o filósofo, qualquer filósofo) está voltando de uma cidade, lá ele assistiu a um "espetáculo" (representação humana), não me lembro se foi procissão, ou uma festividade religiosa ou uma peça de teatro. E gostou. Isso já é um ensinamento. O filósofo gostou e comentou o espetáculo.
Creio que as implicações disso para as alegações "paulescas" são óbvias.
Gabriel, esta observação do Reale é interessantíssima. Sempre que lia os diálogos platônicos abstraía o ambiente como irrelevante e focava minha atenção somente no conteúdo dos diálogos. Agora vou focar a atenção no conteúdo e no ambiente (talvez um bom dicionário de símbolos seja de alguma valia). Valeu pela dica, Gabriel!
O espetáculo é um tipo de representação humana. Mas, por analogia, podemos dizer "o espetáculo do mundo" e "o espetáculo da Verdade".
Tanto o homem comum quanto o filósofo podem ou não gostar de espetáculos (no sentido literal do termo).
O homem comum pode gostar do "espetáculo do mundo", assim como pode não gostar. Tanto é assim que alguns cometem suicídio, outros negam a realidade distorcendo-as com suas fantasias neuróticas.
Já o filósofo deve, nescessariamente, gostar do espetáculo do mundo, pois só através desse é que ele pode alcançar o "espetáculo da Verdade".
Até aqui eu tentei reproduzir mais ou menos parte do que foi conversado.
Agora eu acrescento:
O filósofo que, amando o espetáculo do mundo, depara-se com o espetáculo da verdade e passa a odiar a verdade, esse é um gnóstico. Vai querer mudar o mundo para que esse se adapte ao seu desejo de não-existencia. Ou seja, vai querer destruir, ou desconstruir, o mundo. Se tornarão revolucionários, idealistas ou algo do gênero.
Não sei se esse raciocínio é válido, pois o Verdairo é o Bem e, portanto, encontrar a Verdade é amá-lA, nescessariamente. Nesse caso, os gnósticos seriam os homens comuns que odeiam o espetáculo do mundo. Nem chegam a contemplar a Verdade.
1 - Tanto o homem comum quanto o filósofo podem ou não amar espetáculos;
2 - O homem comum pode ou não amar o "espetáculo do mundo";
3 - Quando o homem comum odeia o "espetáculo do mundo" torna-se um neurótico (ou gnóstico, se a neurose ficar por demais cronica);
4 - O filósofo ama, nescessariamente, o "espetáculo do mundo", pois é atravez deste que ele alcança o "espetáculo da verdade", passando então a amar mais a verdade do que as aparências enganosas provenientes do "espetáculo do mundo";
5 - Se for possível se deparar com a Verdade e odiá-lA (deve ser, pois o Inferno existe), aí não mais teremos um filósofo, mas o Gnóstico-Mor.
Ficando apenas com Platão, conforme explicado pelo professor Reale, o homem que ama o espetáculo do mundo pode contemplar o espetáculo da Verdade para além desse (o mundo). Aí passará a amar o espetáculo da verdade, tornando-se um filósofo.
Como estou escrevendo com um pouco de pressa, acabei misturando um pouco minhas reflexões com as falas que me lembro do Reale. Mas creio que uma leitura um pouquinho cuidadosa será capaz de separar as duas coisas.
O mais importante na obra do professor, é que ele reinterpreta o Platão a partir da "Doutrina Não-Escrita" do mesmo filósofo (e que pode ser parcialmente reconstituída a partir de registros de determinadas tradições - esse método está exposto no livro). Disso, o Bundarelli nunca deve ter ouvido falar.
Oi pessoal, sou nova nessa comu, mas apos receber vários e-mails por parte desse sr.Paulo Ghiraldelli para entrar em sua lista de amigos, e como não o conheço, resolvi fazer uma pesquisa, se é filosofo não sei, mas descobri que o cara é louco e tarado...
Alguem já recebeu algum e-mail dele convidando para entrar em sua rede de amigos? Queria saber como conseguiu meu email.....
Já mandei e-mails pedindo para excluir meu email, mas acho que ele não lê.
Em um dos vídeos magistrais do Bundarelli, relacionando o gingado de Michael Jackson à filosofia (!!!!!!!), disse-lhe nos comentários que ele deveria estudar antes de divulgar tamanhos absurdos sobre algo que ele desconhece, que é a Filosofia.
Resposta que recebi do sujeito:
Vi seu recado. Como você é um estudioso, já estou preparado para ler seus livros que, certamente, já estão fazendo um sucesso. Nesses últimos 35 anos, fazendo filosofia, sendo referência para outros, o que eu mais queria era alguém como você, com toda essa produção intelectual, para eu poder aprender mais e mais. Vou seguir você. Não vejo a hora de aquirir tanto saber. Vou confessar, morro de inveja de seu sucesso.
Paulo Ghiraldelli Jr.
O professor OdeC nos ensina que devemos humilhar esses tipos, publicamente, para o próprio bem dele, mas principalmente, para o bem dos incautos que seriam atraídos por esse discursinho populista pseudo-filosófico.
Olavo mencionou certa vez no True Outspeak que no Brasil não existe sequer uma BIBLIOGRAFIA decente da direita: Louis Lavelle, George Schpatoff e Mário Ferreira dos Santos sumiram das prateleiras, e localizar obras suas é como encontrar alfarrábios em algum mumiódromo.
O Ghiraldelli citou esse Merchior como expoente da direita, e lá vou eu recorrer ao Google atrás de obras: só encontrei citações nominais do cara. Continuo sem saber quem foi o grande e insubstituível expoente da direita brasileira que Ghiraldelli prezava...
Velho, dá uma conferida nos trueoutspeak's do início de julho de 2007.
ACHO que foi na primeira semana daquele mês.
O Olavo chegou a recorrer à leitura do original em grego de uma passagem platônica para liquidar com o Bundarelli, que em seu blog se limitou a responder com aquelas suas ironias inteligentíssimas de sempre.
bom , o cara q critica OdeC a respeito de sua obra filosofica , nao deve ser certo
garanto tb q este bundarelli deve se achar maior q Reale , Mfs , Luis gonzaga neto e etc
hahhaa, estou ouvindo neste exato momento "merchior" hahah
Tenho que ser sincero, ja pensei que Ghiraldelli fosse um homem a ser levado a serio, mas ainda bem que me desvencilhei dele antes que fosse tarde, embora já recebesse alguns textos dele com estranheza.
O olavo tinha que estar mais "a vista", fiquei sabendo de ghiraldelli porque a minha mae comprou uma revista de filosofia dele que vem com um cd...
Ele cita que aristóteles dizia que 3 horas por dia de estudo é o suficiente. O que acham? Nós pegamos mais tempo nas escolas e eu estou, inclusive, pensando em separar horarios diversos ao logo do dia para me dedicar aos assuntos de meu interesse, pois sou autodidata.
Nossa, duas acho bem pouco. Veja bem: Agora estou ocupado com estudos urgentes, então so me dedico a eles, mas quando acabar pretendo fazer assim (só um exemplo): de manhã estudar historia, biologia e filosofia...chega a tarde separo umas 2 ou 3 horas para ler um livro qualquer, dai estudo algum idioma e matemática e física. Só um esboço aqui...2 horas por dia nao da pra pegar tanto, no mininimo 1 hora por disciplina. E tenho que fazer isso até as 6 por causa do programa da radio que ouço e pelas 8 a minha mae chega, é pessimo estudar com gente em casa. A nao ser que eu inverta e passe a estudar pela madrugada.
O que acham?
Eu fiquei sabendo da contenda com olavo tempos atras (ainda neste ano), so que nao comentei nada, nao sabia como achar os arquivos do podcast...
o Pau na Bundadelli, como disse o Olavo (kkkk) é o professor de esquerda bonachão. Aquele que o aluno sabe que é picareta e raso, mas que mesmo assim puxa saco por ser testa de ferro. O Paulo Bundarelli é cômico!
os profs marxistas "fodões" são os que ficam na retaguarda, bancando pose e falando difícil pra ostentar a suposta genialidade intelectual.
tem os marqueteiros como a Chauí tmb...
e por aí vai.
é uma picaretagem perfumada e diplomada que dá nojo...
ele é simpático e bem humorado, como disse, é o picareta bonachão, as vezes megalomaníaco, mas sempre raso... é mais um caso dos que mentem e ainda acreditam nas próprias mentiras