Outra objeção à filogênese (evolução genealógica) é apresentada pelos
fósseis vivos. Qual a razão que levou várias espécies, gêneros e famílias a
atravessarem muitos "milhões de anos" (nas contas dos evolucionistas, é
claro), sem sofrer o processo evolutivo que os evolucionístas gostariam de
encontrar?
O celacanto é um peixe que aparece em estratos de 300 milhões de anos
atrás. Conhecem-se fósseis desse peixe até em estratos do começo da era
cenozóica, isto é, até 60 milhões de anos atrás. Pensava-se que o celacanto
tivesse existido durante esse intervalo de tempo de 240 milhões de anos.
Acontece que de 1938 para cá, vários espécimes, vivos e saudáveis, foram
pescados no Oceano Índico.
Quer dizer: esse peixe atravessou 300 milhões de anos até nossos dias,
enquanto que, de acordo com os evolucionístas, ao longo dessa duração houve
evoluções de peixes em anfíbios, anfíbios em répteis, e répteis em
mamíferos. (Obs: para o presente estudo, utilizamos a contagem de tempo
hipotética dos evolucionistas. Sem que isso signifique uma adesão a esses
números que buscam justificar a evolução).
Os foraminíferos e radiolários são seres unicelulares, cujas carapaças são
responsáveis por grandes espessuras nas rochas sedimentárias. Os
foraminíferos constituem uma das ordens biológicas que aparecem no
Pré-Cambriano e que existe até hoje. Vários organismos se extinguiram ao
longo do tempo que vai da era paleozóica superior a nossos dias.
Também fato científico estranho à Teoria. Porque esta faz remontar a origem
dos animais pluricelulares aos animais unicelulares. Como explicar, então,
que os foraminíferos e radiolários não se transformaram em animais
pluricelulares, ao longo de tão dilatada história biológica? Grande
mistério...
Seleção Natural: mecanismo anti-evolução
Alguém poderia perguntar: e a seleção natural, ocorre? Sim, ocorre. Mas não
como Darwin a concebeu. Vejamos o famoso exemplo das mariposas da
Inglaterra. Inicialmente elas tinham coloração clara. Acontece que a
Revolução Industrial trouxe grande emissão de poluentes e os troncos das
árvores ficaram mais escuros. Decorrido algum tempo, as mariposas teriam
"evoluído", tornando-se escuras.
Durante muito tempo, insistia-se que esse fosse um nítido caso de evolução.
Mas o advento da genética mendeliana encarregou-se de negá-lo. Sabe-se hoje
que, qualquer mudança nas características de uma espécie só ocorre por estar
"contida" no seu material genético e a variação dar-se-á nos limites da
carga genética dessa espécie, não passando disso. É o que aconteceu com as
mariposas inglesas.
Elas eram claras e tornaram-se escuras porque em seu conjunto genético
havia uma variação genética para a cor escura. As mariposas continuavam e
continuam sendo mariposas. Assim como continuam a nascer mariposas claras.
Não houve, portanto, evolução. Na verdade, a seleção natural ocorre para
que os seres permaneçam vivos em um meio ambiente cambiante. E à medida que
possibilita a predominância das características mais vantajosas ou
superiores em um determinado meio, torna os indivíduos mais parecidos e não
mais diferentes. Portanto, não opera, uma diversificação. Ela trabalha como
uma força conservadora.
Ademais, se a evolução existisse realmente, a seleção natural se
encarregaria de barrar o seu processo, pois os seus mecanismos de atuação
são antagônicos. Um ser vivo que desenvolvesse uma característica nova
(patas, asas, olhos...) não se beneficiaria enquanto ela não estivesse
absolutamente desenvolvida. Ao contrário, seria prejudicial. Por que a
seleção natural iria favorecer um animal com um órgão em formação? Essa
característica nova, além de não cumprir as funções da estrutura que a deu
origem, ainda não desempenha a sua própria função porque ainda está em
desenvolvimento.
Assim, pela teoria da evolução houve evoluções de peixes em anfíbios,
anfíbios em répteis, e répteis em mamíferos e aves. Ora, um peixe que
estivesse desenvolvendo características de anfíbios, patas por exemplo, nem
nadaria e nem se locomoveria com destreza porque suas nadadeiras estariam se
convertendo em patas. Pois bem, a seleção natural se encarregaria de
eliminá-lo, por sua debilidade
Quando ficou patente que a seleção natural por si só era incapaz de
explicar o processo evolutivo as mutações foram escolhidas como uma
tentativa de salvar a teoria evolucionista.
As mutações constituem a única hipótese potencialmente capaz de gerar uma
característica nova. Entretanto, elas não ocorrem para adaptar o organismo
ao ambiente e nem há condições de se saber o gene a sofrer mutações. É um
processo absolutamente fortuito.
Erros de leitura do DNA - o que é realmente raríssimo - causam as mutações.
A mutação só acontece se a alteração no DNA modificar o organismo. Em geral,
esses erros não provocam nenhum resultado porque o código genético está
engendrado de modo tão formidável, que torna neutras as mutações nocivas.
Mas quando geram efeitos, eles são sempre negativos.
Com efeito, não há registro de mutações benéficas e a possibilidade delas
existirem é tão reduzida que pode ser descartada. Em seres humanos, existem
mais de 6 mil doenças genéticas catalogadas, por exemplo, melanoma maligno,
hemofilia, alzheimer, anemia falciforme. Essas doenças - e grande parte das
catalogadas - foram localizadas nos genes correspondentes. Assim se todas as
mutações que as causaram fossem corrigidas, teríamos uma espécie de homem
perfeito. Esse é, aliás, um indício de que esse homem perfeito tenha
existido, como é ensinado no Gênesis.
A genética, ao invés de corroborar a hipótese evolucionista, desacreditou-a
ainda mais. Atestou a impossibilidade de que um organismo deixe de ser ele
mesmo. As famosas experiências do biólogo T. Morgam com a mosca da fruta
(geralmente citadas em manuais escolares) elucidam muito bem essa questão:
As mutações, em geral, mostram deterioração, desgaste ou desaparecimento
geral de certos órgãos; nunca desenvolvem um órgão ou função nova; a maioria
provoca alterações em caracteres secundários tais como cor dos olhos e
pelos, sendo que, quando provocavam maiores modificações, eram sempre
letais; os mutantes que se equiparam à mosca normal, no que diz respeito ao
vigor, são uma minoria e, mutantes que tenham sofrido um desenvolvimento
realmente valioso na organização normal, em ambientes normais, são
desconhecidos.
E se a realidade não colabora, pior para ela, diria Darwin. Os escândalos
sobre falsificações foram uma constante na história do evolucionismo. O
próprio pai da teoria fraudou. No seu livro "As expressões das emoções no
homem e nos animais" foi utilizada uma série de fotografias forjadas a fim
de comprovar suas hipóteses.
E ainda recentemente foi descoberto mais um embuste: o archeoraptor. Com
uma imaginação bem apurada, muitos aclamavam esse achado como sendo a
ligação entre as atuais aves e os dinossauros. Não passava de uma mistura
mal-ajambrada de peças de diversos fósseis.
Estamos diante de um fato insólito na história da ciência. A teoria da
evolução, de Darwin a nossos dias, não só não se confirmou, mas se tornou
cada vez mais insustentável. Entretanto, ela continua sendo defendida e
propalada como verdadeiro dogma. É uma vaca sagrada contra a qual ninguém
tem o direito de discordar, apesar de seu inteiro despropósito.
Porque tanta insistência? Haverá por detrás disso uma segunda intenção de
seus propugnadores (ou pelo menos de uma parte deles)? Engels dá-nos uma
pista numa de suas cartas a Marx: "o Darwin que estou lendo agora é
magnífico. A teologia não estava destruída em algumas de suas partes, e
agora isso acaba de acontecer".
Reside nisso toda a questão. Aceita-se o evolucionismo para não se aceitar
a Deus. Desde a sua origem, essa teoria esteve impulsionada mais pelo desejo
de prover o ateísmo de fundamento científico, do que em encontrar a origem
das espécies.
Atribuir ao acaso toda a ordem perfeita e harmônica do universo é um
inteiro disparate. O cientista que toma essa atitude joga para trás todos os
parâmetros científicos (em nome dos quais ele fala)e lança mão de argumentos
filosóficos que a própria ciência já desmentiu.
É impossível admitir o acaso como resposta para um fenômeno tão
manifestamente racional como é o finalismo presente na organização do mundo.
Mesmo Darwin sabia o quanto eram absurdas as suas formulações, e admitiu a
que fins elas serviam: "estou consciente de que me encontro num atoleiro sem
a menor esperança de saída. Não posso crer que o mundo, tal como vemos, seja
resultado do acaso, e, no entanto, não posso considerar cada coisa separada
como desígnio divino."
Por tudo isso é que a teoria da evolução não pode reclamar para si a
denominação de científica. A obstinação e a atitude de seus adeptos
demonstram que o evolucionismo consiste em um movimento filosófico e
religioso.
É uma concepção do universo para a qual nada mais é estável, tudo está
sujeito a um eterno fluir. E mais ainda, tudo quanto há na vida social,
desde o direito até a religião, foi fruto da evolução, inclusive a idéia de
Deus.
Caro Sílvio, li o texto, ou pelo menos tentei ler, já que há uma elevada gama de informação desnecessária ali. Resumindo o que o Michael Behe quis dizer: O olho, assim como o cílio e outras estruras biológicas, opera por mecanismos por demais complexos para que tenham evoluído à maneira dos fenômenos evolucionários... daí ele põe aquele exemplo da ratoeira e logo depois aquilo que seria o Design Inteligente(nem vou falar o que achei disso).
Uma coisa que o Michael Behe não cita em momento algum, é que desde protozoários (para não dizer antes disso!!!) temos todo aquele ciclo bioquímico envolvendo os canais iônicos para gerar informação sinestésica nos organismos... não fala dos Hox gens nem nada. Apenas expõe isso: "Um pesquisador igualmente eminente, L. von Berthalanffy, dizia que o jogo de forças naturais inorgânicas não poderia ter realizado a formação de uma célula, e que o nascimento fortuito de um carro em uma mina de ferro seria coisa pequena se comparado com a formação espontânea de uma célula.”
Tudo falácia! Ele apenas quer convencer o leitor de que aquilo é o certo! Pois ele como "bioquímico" expõe argumentos que vão contra aqueles da Teoria Evolucionária. Ele seria uma autoridade... quando na realidade não o é! Os argumentos dele reforçam os argumentos da biologia comparada, ao vermos todos aqueles mecanismos bioquímicos como caracteres plesiomórficos, que vão desde o táxon mais basal até os mais derivados. Isto o Machael Behe não cita em seu livro, como também não fala da Sistemática Filogenética, tão pouco de Embriologia comparada... onde vemos muitos outros mecanismos moleculares atuarem ainda na fase de blástula e que são idênticos a todos os organismos,assim como os genes que os coordenam... principalmente nos metazoários. Parece que o Michael esqueceu esse grande detalhe em seu livro.
Falácia. O Evolucionismo satisfaz todos os requisitos necessários a uma teoria científica. Argumentos como esse só revelam desconhecimento do que o termo 'teoria científica' significa.
Eexemplo: Uma teoria científica deve ter evidências e deve ser falseável. O Evolucionismo tem muitas evidências e é falseável.
Aceita-se o evolucionismo para não se aceitar a Deus.
Falácia. Aceita-se o evolucionismo por todas as evidências acumuladas.
E a propósito, muitos evolucionistas são crentes em Deus, e não vêem contradição entre Deus e ciência. O próprio Vaticano já aceitou a Evolução.
A implicância contra o evolucionismo geralmente advém dos criacionistas bíblicos literalistas.
Atribuir ao acaso toda a ordem perfeita e harmônica do universo é um inteiro disparate.
Outra falácia que revela desconhecimento. Em primeiro lugar, a Evolução não é feita de puro acaso: As mutações são aleatórias, mas a seleção ambiental não. Além disso, a conotação coloquial da palavra 'acaso' não condiz exatamente com a conotação científica. Basta estudar um pouco de Teoria do Caos para entender isso.
Aliás, discilplinas como Teoria do Caos, Sistemas Emergentes, Autopoiese, Algoritmos Genéticos, Algoritmos Adaptativos e outras ajudam muito na compreensão de como sistemas complexos podem ser organizar espontaneamente a partir de sistemas muito mais simples.
Infelizmente a esmagadora maioria dos críticos da Evolução entendem pouco ou nada de biologia, e absolutamente nada das disciplinas supra-citadas. Again, Talk is cheap.
O cientista que toma essa atitude joga para trás todos os parâmetros científicos (em nome dos quais ele fala)e lança mão de argumentos filosóficos que a própria ciência já desmentiu.
Bobagem. Não há argumentos filosóficos aqui. Só argumentos científicos. Datação por radioisótopos não tem nada de filosófico. Estudo de camadas geológicas idem. Muito menos as disciplinas supra-citadas.
Depois de muitos debates e estudos sobre o evolucionismo concluí e defendo que o evolucionismo é científico numa esfera de pesquisa que denomino micro-especiativa, mesmo assim filtrando várias idiotices interpretativas dependendes de uma cosmovisão tradicional darwinista, mas na esfera macro-especiativa o evolucionismo é mediocre, chega a ser tão nojento como pesquisa cientifica, que nem lata de lixo suportaria receber tanta porcaria!
Um livro técnico criacionista que desmonta e esmiuça o que falei é "Evolução: Um Livro Texto Crítico" traduzido pela SCB, escrito por 10 cientistas alemães, e está em sua quinta edição.
Outro link muito esclarecedor dos furos da TE é este
E por fim, minhas humildes , mas pretenciosas contribuições para derrubar este ídolo cientifico ateu gigante que domina as mentes menos favorecidas, são
Debates com diversos cientistas e professores universitarios
RepareM que o debate estava pipocando de hora em hora respostas e nesta altura ele simplesmente pára 4 dias!!! Ficam calados do dia 30 de maio a 4 de junho
[url]/CommMsgs.aspx?cmm=26688928&tid=2597695239025054347&na=4&nst=431&nid=26688928-2597695239025054347-5208024549393651765[/url]
Perda do potencial de maior patrimônio genético hipervariável ascendente com menor carga genética negativa, degenerando-se para hipervariabilidade genética adaptavel, imunológica e entrópica descendente, com maior carga genética negativa acumulada http://www.forum.clickgratis.com.br/viewtopic.php?p=…iadasorige#2
Sei que não é muito, mas se cada um se esforçar um pouco, O Brasil pode melhorar tanto religiosa como cientificamente, pois , está cada vez mais claro que repetia Newton, que a verdade é uma só e se hamoniza em Deus