E um motivo tao ou mais importante do que o $$ do Estado pra mudanca de opiniao dos ultra-ortodoxos foi o holocausto. Bom exemplo eh o rabino Yisachar Shlomo Teichtal no livro Eim HaBanim Semeichah (que eh ate encontrado na internet em ingles). Um classico sionista escrito por um haredi morto no Holocausto.
Partidos banidos das eleições
Luciana,
Nao sao anti-sionistas da forma que vc da a entender (mas como o seu texto nao explica isso...).
Qual é a "forma que eu dou a entender"? O texto explica justamente "a forma que eu dou a entender":
Zionism was supposed to be forcing the hand of Providence and to be contrary to the teachings of Orthodox Judaism in regard to the coming of the Messiah and the providential work of God in bringing about the restoration.
(...)
In Russia the extreme Orthodox synagogue, organized an active opposition which had for its center the Poltava rabbi Akiva Rabinowitz and the magazine "HaPeles" in Wilna around 1902. Even before that, Orthodox Jews expressed their opposition to Zionism, strangely enough on the grounds of universalism in some cases. Dr. Moriz Güdemann, chief rabbi of Vienna, in his "National-Judenthum" (Leipzig and Vienna, 1897) wrote that since the dispersion Israel has been a purely religious community, a leader of peoples. He maintained that its historical task has consisted in opposing the idea of nationalism; and that if Judaism should reawaken in its adherents the endeavor again to become a nation, it would be committing suicide.
Repare que era uma oposição ao movimento sionista enquanto tal. Não é uma questão de ser contrário ao retorno a Sião (que sequer era uma exigência original dos nacionalismo secular judaico), e sim contra os princípios do movimento que reivindicava esse retorno.
Os textos que citei explicam isto bem: Para a maioria esmagadora dos rabinos da Europa central e oriental...o projeto dos sionistas de criar o estado dos judeus, apoiando-se para isso nos seus próprios meios políticos, diplomáticos e econômicos, era a negação da esperança na "redenção de Israel" por iniciativa e obra exclusivas de Deus. Por isso, condenaram o sionismo como uma manifestação de orgulho, o pecado por excelência.
Portanto, os rabinos ortodoxos não eram contrários ao retorno a Sião (no sentido de "redenção de Israel"), mas sim ao sionismo.
Nao sao anti-sionistas da forma que vc da a entender (mas como o seu texto nao explica isso...).
Qual é a "forma que eu dou a entender"? O texto explica justamente "a forma que eu dou a entender":
Zionism was supposed to be forcing the hand of Providence and to be contrary to the teachings of Orthodox Judaism in regard to the coming of the Messiah and the providential work of God in bringing about the restoration.
(...)
In Russia the extreme Orthodox synagogue, organized an active opposition which had for its center the Poltava rabbi Akiva Rabinowitz and the magazine "HaPeles" in Wilna around 1902. Even before that, Orthodox Jews expressed their opposition to Zionism, strangely enough on the grounds of universalism in some cases. Dr. Moriz Güdemann, chief rabbi of Vienna, in his "National-Judenthum" (Leipzig and Vienna, 1897) wrote that since the dispersion Israel has been a purely religious community, a leader of peoples. He maintained that its historical task has consisted in opposing the idea of nationalism; and that if Judaism should reawaken in its adherents the endeavor again to become a nation, it would be committing suicide.
Repare que era uma oposição ao movimento sionista enquanto tal. Não é uma questão de ser contrário ao retorno a Sião (que sequer era uma exigência original dos nacionalismo secular judaico), e sim contra os princípios do movimento que reivindicava esse retorno.
Os textos que citei explicam isto bem: Para a maioria esmagadora dos rabinos da Europa central e oriental...o projeto dos sionistas de criar o estado dos judeus, apoiando-se para isso nos seus próprios meios políticos, diplomáticos e econômicos, era a negação da esperança na "redenção de Israel" por iniciativa e obra exclusivas de Deus. Por isso, condenaram o sionismo como uma manifestação de orgulho, o pecado por excelência.
Portanto, os rabinos ortodoxos não eram contrários ao retorno a Sião (no sentido de "redenção de Israel"), mas sim ao sionismo.
Ja que vc parece ter preguica de ler eu vou dar uma ajuda
Many 19th century and early 20th century Orthodox Jews objected to Zionism because they rejected secular and atheist attempts to build a secular and socialist Jewish state in Palestine. Orthodox Jews in this group did not reject the right of Jews to move to Palestine and reconstitute a Jewish nation within its borders, but instead hoped that if any such state were to be created, it would follow to some extent Jewish law and tradition, and that its leaders would be religious Jews. Other Orthodox Jews of that time objected to any creation of a Jewish state in Palestine before the arrival of the Jewish Messiah, though they accepted the right of individual Jews to move to Palestine."
"In other words, religious opposition to the State of Israel is different from political opposition in that it does not deny the territorial claim of the Jewish people (Am Israel) to the Land of Israel (Eretz Israel), but rather objects to the formation of a secular state (Medinat Israel) that pre-empts religious requirements that would or could lead to the format of a new religious kingdom of Israel (Malchut Israel). "
Boa noite.
Many 19th century and early 20th century Orthodox Jews objected to Zionism because they rejected secular and atheist attempts to build a secular and socialist Jewish state in Palestine. Orthodox Jews in this group did not reject the right of Jews to move to Palestine and reconstitute a Jewish nation within its borders, but instead hoped that if any such state were to be created, it would follow to some extent Jewish law and tradition, and that its leaders would be religious Jews. Other Orthodox Jews of that time objected to any creation of a Jewish state in Palestine before the arrival of the Jewish Messiah, though they accepted the right of individual Jews to move to Palestine."
"In other words, religious opposition to the State of Israel is different from political opposition in that it does not deny the territorial claim of the Jewish people (Am Israel) to the Land of Israel (Eretz Israel), but rather objects to the formation of a secular state (Medinat Israel) that pre-empts religious requirements that would or could lead to the format of a new religious kingdom of Israel (Malchut Israel). "
Boa noite.
...
Many 19th century and early 20th century Orthodox Jews objected to Zionism because they rejected secular and atheist attempts to build a secular and socialist Jewish state in Palestine.
E sou eu quem tenho preguiça de ler...
Se era pra concordar comigo, Luciana, não era preciso tanto auê.
Many 19th century and early 20th century Orthodox Jews objected to Zionism because they rejected secular and atheist attempts to build a secular and socialist Jewish state in Palestine.
E sou eu quem tenho preguiça de ler...
Se era pra concordar comigo, Luciana, não era preciso tanto auê.
Maria,
Na verdade, boa parte deles pensava que o retorno a Sião deveria ser também uma intervenção divina e messiânica.
Mas isto não muda o ponto: a maior parte dos judeus ortodoxos antes de 1920 (ou até um pouco depois) era, efetivamente, contrário ao sionismo. Aliás, nunca é demais lembrar que em suas origens o sionismo não pensava ser necessário que o Estado Judeu fosse no Oriente Médio. Houve quem pensasse em África, e até mesmo na Argentina.
Na verdade, boa parte deles pensava que o retorno a Sião deveria ser também uma intervenção divina e messiânica.
Mas isto não muda o ponto: a maior parte dos judeus ortodoxos antes de 1920 (ou até um pouco depois) era, efetivamente, contrário ao sionismo. Aliás, nunca é demais lembrar que em suas origens o sionismo não pensava ser necessário que o Estado Judeu fosse no Oriente Médio. Houve quem pensasse em África, e até mesmo na Argentina.
Continua lendo.
"...Orthodox Jews in this group did not reject the right of Jews to move to Palestine and reconstitute a Jewish nation within its borders, but instead hoped that if any such state were to be created, it would follow to some extent Jewish law and tradition, and that its leaders would be religious Jews."[b/]
Depois dessa eu perdi ate a vontade. Agora eh serio... boa noite, pateta.
"...Orthodox Jews in this group did not reject the right of Jews to move to Palestine and reconstitute a Jewish nation within its borders, but instead hoped that if any such state were to be created, it would follow to some extent Jewish law and tradition, and that its leaders would be religious Jews."[b/]
Depois dessa eu perdi ate a vontade. Agora eh serio... boa noite, pateta.
Luciana,
Na verdade, minha cara, a desonestidade aqui é toda sua. A alegação que fiz e que você contestou foi "Os judeus ortodoxos até a década de 1920 eram contrários ao Estado de Israel e chegavam a considerar o sionismo como o maior dos pecados. Retorno a Sião, só com o Messias."
Nela já estava dito que os rabinos sonhavam com Sião. Mas não sonhavam de qualquer jeito. Efetivamente, não sonhavam como os sionistas vieram a sonhar. E por isto se opunham ao movimento.
Se você não contesta a minha frase, mas antes dá mil voltas pra concordar com ela, deve ser algum sinal, pra mim estranho, de "esperteza". Diante de tal "esperteza" retórica, de repente é até melhor ser pateta.
Na verdade, minha cara, a desonestidade aqui é toda sua. A alegação que fiz e que você contestou foi "Os judeus ortodoxos até a década de 1920 eram contrários ao Estado de Israel e chegavam a considerar o sionismo como o maior dos pecados. Retorno a Sião, só com o Messias."
Nela já estava dito que os rabinos sonhavam com Sião. Mas não sonhavam de qualquer jeito. Efetivamente, não sonhavam como os sionistas vieram a sonhar. E por isto se opunham ao movimento.
Se você não contesta a minha frase, mas antes dá mil voltas pra concordar com ela, deve ser algum sinal, pra mim estranho, de "esperteza". Diante de tal "esperteza" retórica, de repente é até melhor ser pateta.
Aliás, além da fonte da Luciana deixar claro que os judeus religiosos eram contrários a qualquer movimento secular que fundasse um Estado secular em Sião, que consideravam essa tentativa mesma anti-judaica, ressalto também a única frase da fonte que Luciana decidiu não colocar em negrito:
Other Orthodox Jews of that time objected to any creation of a Jewish state in Palestine before the arrival of the Jewish Messiah, though they accepted the right of individual Jews to move to Palestine.
Ou seja, é óbvia a concordância com as minhas fontes.
O resto é erística "ixperta".
Other Orthodox Jews of that time objected to any creation of a Jewish state in Palestine before the arrival of the Jewish Messiah, though they accepted the right of individual Jews to move to Palestine.
Ou seja, é óbvia a concordância com as minhas fontes.
O resto é erística "ixperta".
"Andre Luiz,
A que ortodoxos vc se refere? Aos do neturei karta, que eram financiados pelo Arafat?"
"Os judeus ortodoxos até a década de 1920 eram contrários ao Estado de Israel e chegavam a considerar o sionismo como o maior dos pecados. Retorno a Sião, só com o Messias."
Depois que eu mostrei que o que vc defendia nao estava certo:
"Mas isto não muda o ponto: a maior parte dos judeus ortodoxos antes de 1920 (ou até um pouco depois) era, efetivamente, contrário ao sionismo."
Muda totalmente. A oposicao ao Estado pelo motivo que vc da nao eh defendido pela maior parte dos ultra-ortodoxos. Na pratica a diferenca tb eh grande: Os grupos que se opoem ao sionismo da forma radical como vc afirma sequer reconhecem o direito de um estado existir antes do Messias, enquanto os que eu trouxe "relate to medinat Yisrael solely as a political entity", mas nao negam o direito de existencia do Estado de Israel, embora neguem que esse seja a realizacao das profecias biblicas.
Eu te peco desculpas por destacar a parte do texto que prova o meu ponto. Desonestidade sem tamanho.
O que nao esta em negrito nao contradiz o que digo, apenas deixa clara a situacao, dividindo os haredim da forma que eu falei e como vc negava que acontecia.
A que ortodoxos vc se refere? Aos do neturei karta, que eram financiados pelo Arafat?"
"Os judeus ortodoxos até a década de 1920 eram contrários ao Estado de Israel e chegavam a considerar o sionismo como o maior dos pecados. Retorno a Sião, só com o Messias."
Depois que eu mostrei que o que vc defendia nao estava certo:
"Mas isto não muda o ponto: a maior parte dos judeus ortodoxos antes de 1920 (ou até um pouco depois) era, efetivamente, contrário ao sionismo."
Muda totalmente. A oposicao ao Estado pelo motivo que vc da nao eh defendido pela maior parte dos ultra-ortodoxos. Na pratica a diferenca tb eh grande: Os grupos que se opoem ao sionismo da forma radical como vc afirma sequer reconhecem o direito de um estado existir antes do Messias, enquanto os que eu trouxe "relate to medinat Yisrael solely as a political entity", mas nao negam o direito de existencia do Estado de Israel, embora neguem que esse seja a realizacao das profecias biblicas.
Eu te peco desculpas por destacar a parte do texto que prova o meu ponto. Desonestidade sem tamanho.
O que nao esta em negrito nao contradiz o que digo, apenas deixa clara a situacao, dividindo os haredim da forma que eu falei e como vc negava que acontecia.
Lembrando o que vc defendeu aqui:
'Os judeus ortodoxos até a década de 1920 eram contrários ao Estado de Israel e chegavam a considerar o sionismo como o maior dos pecados. Retorno a Sião, só com o Messias"
O sionismo eh apenas uma "ideologia secular, progressista e de matizes socialistas"
O sionismo oriental, de onde o religioso atual tira suas bases eh uma invencao minha, que por desonestidade tento "confundir o conceito de redenção de Israel de séculos passados com a ideologia laica, nacionalista e progressista"
O sionismo religioso - que tira suas bases do oriental (invencao minha) - nao existe, e o texto que eu postei que explica a diferenca basica entre sionismo religioso e os haredim "é apenas uma justificação a posteriori da mudança de posição depois depois ocorrida entre alguns movimentos judeus ortodoxos."
____________________________________
"Aliás, nunca é demais lembrar que em suas origens o sionismo não pensava ser necessário que o Estado Judeu fosse no Oriente Médio. Houve quem pensasse em África, e até mesmo na Argentina."
MITO
“Os sionistas poderiam ter escolhido
outro país que não a Palestina”.
FATO
No fim do século XIX, o surgimento do anti-semitismo religioso e racista
levou ao ressurgimento de pogroms (matança de judeus) na Rússia e Europa
Oriental, destruindo promessas de igualdade e tolerância. Isso estimulou a
imigração judaica da Europa para a Palestina. Na ocasião, muitos judeus
chegaram à Palestina, vindos do Iêmen, do Marrocos, do Iraque e da Turquia.
Esses desconheciam as idéias sionistas de Theodor Herzl26a e nem sabiam dos
pogroms europeus, mas estavam motivados pelo sonho secular do “regresso a
Sion” e pelo medo da intolerância. Quando souberam que os portões da Palestina
estavam abertos, enfrentaram as dificuldades da viagem e foram para Israel.
O ideal sionista de um retorno a Israel tem profundas raízes religiosas. Muitas
orações judaicas falam de Jerusalém, de Sion e da Terra de Israel.
'Os judeus ortodoxos até a década de 1920 eram contrários ao Estado de Israel e chegavam a considerar o sionismo como o maior dos pecados. Retorno a Sião, só com o Messias"
O sionismo eh apenas uma "ideologia secular, progressista e de matizes socialistas"
O sionismo oriental, de onde o religioso atual tira suas bases eh uma invencao minha, que por desonestidade tento "confundir o conceito de redenção de Israel de séculos passados com a ideologia laica, nacionalista e progressista"
O sionismo religioso - que tira suas bases do oriental (invencao minha) - nao existe, e o texto que eu postei que explica a diferenca basica entre sionismo religioso e os haredim "é apenas uma justificação a posteriori da mudança de posição depois depois ocorrida entre alguns movimentos judeus ortodoxos."
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"Aliás, nunca é demais lembrar que em suas origens o sionismo não pensava ser necessário que o Estado Judeu fosse no Oriente Médio. Houve quem pensasse em África, e até mesmo na Argentina."
MITO
“Os sionistas poderiam ter escolhido
outro país que não a Palestina”.
FATO
No fim do século XIX, o surgimento do anti-semitismo religioso e racista
levou ao ressurgimento de pogroms (matança de judeus) na Rússia e Europa
Oriental, destruindo promessas de igualdade e tolerância. Isso estimulou a
imigração judaica da Europa para a Palestina. Na ocasião, muitos judeus
chegaram à Palestina, vindos do Iêmen, do Marrocos, do Iraque e da Turquia.
Esses desconheciam as idéias sionistas de Theodor Herzl26a e nem sabiam dos
pogroms europeus, mas estavam motivados pelo sonho secular do “regresso a
Sion” e pelo medo da intolerância. Quando souberam que os portões da Palestina
estavam abertos, enfrentaram as dificuldades da viagem e foram para Israel.
O ideal sionista de um retorno a Israel tem profundas raízes religiosas. Muitas
orações judaicas falam de Jerusalém, de Sion e da Terra de Israel.
O preceito
de não esquecer Jerusalém, local do Templo, é um princípio fundamental do
judaísmo. O idioma hebraico, a Torá, as leis do Talmud, o calendário judaico,
e todos os feriados e festivais judaicos se originaram em Israel e giram em
torno das estações e condições climáticas. Os judeus rezam em direção a
Jerusalém e recitam as palavras “ano que vem em Jerusalém” a cada Pessach
(Páscoa judaica). A religião, cultura e história judaicas deixam claro que
uma nação judaica só pode ser construída na Terra de Israel.
Em 1897, líderes judeus organizaram formalmente o movimento político
sionista, que defendia a restauração do lar nacional judaico na Palestina,
onde os judeus poderiam encontrar refúgio e autodeterminação e trabalhar
pelo renascimento de sua civilização e cultura.
MITO
“O próprio Herzl propôs um Estado judeu
em Uganda como alternativa à Palestina”.
FATO
Theodor Herzl buscou o apoio das grandes potências à criação de uma pátria
judaica. Foi à Grã-Bretanha e reuniu-se com o ministro das Colônias, Joseph
Chamberlain, e outros membros do governo. Inicialmente, os ingleses
concordaram que os judeus se estabelecessem na África Oriental.
No VI Congresso Sionista, realizado na Basiléia, na Suíça, em 26 de agosto
de 1903, Herzl propôs que Uganda, então território britânico, servisse de
refúgio temporário de emergência para os judeus da Rússia que estavam
em perigo iminente. Embora Herzl tenha deixado claro que esse programa
não afetaria a meta última do sionismo – uma entidade judaica na Terra de
Israel – a proposta provocou muita celeuma no Congresso e quase causou
uma cisão no movimento sionista. Constituiu-se, então, a Organização
Territorialista Judaica (JTO – Jewish Territorialist Organization), fruto da
unificação de diversos grupos que apoiavam as propostas de Herzl sobre
Uganda entre 1903 e 1905. O chamado Programa de Uganda, que nunca
contou com muito apoio, foi formalmente rejeitado pelo VII Congresso
Sionista, em 1905.
de não esquecer Jerusalém, local do Templo, é um princípio fundamental do
judaísmo. O idioma hebraico, a Torá, as leis do Talmud, o calendário judaico,
e todos os feriados e festivais judaicos se originaram em Israel e giram em
torno das estações e condições climáticas. Os judeus rezam em direção a
Jerusalém e recitam as palavras “ano que vem em Jerusalém” a cada Pessach
(Páscoa judaica). A religião, cultura e história judaicas deixam claro que
uma nação judaica só pode ser construída na Terra de Israel.
Em 1897, líderes judeus organizaram formalmente o movimento político
sionista, que defendia a restauração do lar nacional judaico na Palestina,
onde os judeus poderiam encontrar refúgio e autodeterminação e trabalhar
pelo renascimento de sua civilização e cultura.
MITO
“O próprio Herzl propôs um Estado judeu
em Uganda como alternativa à Palestina”.
FATO
Theodor Herzl buscou o apoio das grandes potências à criação de uma pátria
judaica. Foi à Grã-Bretanha e reuniu-se com o ministro das Colônias, Joseph
Chamberlain, e outros membros do governo. Inicialmente, os ingleses
concordaram que os judeus se estabelecessem na África Oriental.
No VI Congresso Sionista, realizado na Basiléia, na Suíça, em 26 de agosto
de 1903, Herzl propôs que Uganda, então território britânico, servisse de
refúgio temporário de emergência para os judeus da Rússia que estavam
em perigo iminente. Embora Herzl tenha deixado claro que esse programa
não afetaria a meta última do sionismo – uma entidade judaica na Terra de
Israel – a proposta provocou muita celeuma no Congresso e quase causou
uma cisão no movimento sionista. Constituiu-se, então, a Organização
Territorialista Judaica (JTO – Jewish Territorialist Organization), fruto da
unificação de diversos grupos que apoiavam as propostas de Herzl sobre
Uganda entre 1903 e 1905. O chamado Programa de Uganda, que nunca
contou com muito apoio, foi formalmente rejeitado pelo VII Congresso
Sionista, em 1905.
"Muda totalmente. A oposicao ao Estado pelo motivo que vc da nao eh defendido pela maior parte dos ultra-ortodoxos. Na pratica a diferenca tb eh grande: Os grupos que se opoem ao sionismo da forma radical como vc afirma sequer reconhecem o direito de um estado existir antes do Messias, enquanto os que eu trouxe "relate to medinat Yisrael solely as a political entity", mas nao negam o direito de existencia do Estado de Israel, embora neguem que esse seja a realizacao das profecias biblicas."
Luciana,
O seu ponto não foi provado em lugar algum. Simplesmente porque você não tem ponto. Leia o que você digitou: A oposicao ao Estado pelo motivo que vc da nao eh defendido pela maior parte dos ultra-ortodoxos.
Bobagem. Na frase da qual você discordou, não deixei de forma explícita nenhum motivo pelo qual os rabinos ortodoxos seriam, antes de 1920, contrários ao sionismo. Apenas disse que, pra eles, retorno a Sião só com o Messias.
Depois de todas estas voltas, tudo o que você conseguiu foi demonstrar o meu ponto: os rabinos ortodoxos, seja porque motivo for, eram contrários, majoritariamente, ao sionismo antes da década de 1920. E, para boa parte deles, retorno a Sião, somente com o Messias.
C.Q.D.
E é óbvio que a minha afirmação de que os rabinos ortodoxos eram majoritariamente contrários ao sionismo antes de 1920 não implica que eu concorde com todos os motivos deles. (embora concorde com alguns.) Existem mil motivos pelos quais se pode ser anti-sionista. Os deles e os meus.
O resto é trollagem.
O seu ponto não foi provado em lugar algum. Simplesmente porque você não tem ponto. Leia o que você digitou: A oposicao ao Estado pelo motivo que vc da nao eh defendido pela maior parte dos ultra-ortodoxos.
Bobagem. Na frase da qual você discordou, não deixei de forma explícita nenhum motivo pelo qual os rabinos ortodoxos seriam, antes de 1920, contrários ao sionismo. Apenas disse que, pra eles, retorno a Sião só com o Messias.
Depois de todas estas voltas, tudo o que você conseguiu foi demonstrar o meu ponto: os rabinos ortodoxos, seja porque motivo for, eram contrários, majoritariamente, ao sionismo antes da década de 1920. E, para boa parte deles, retorno a Sião, somente com o Messias.
C.Q.D.
E é óbvio que a minha afirmação de que os rabinos ortodoxos eram majoritariamente contrários ao sionismo antes de 1920 não implica que eu concorde com todos os motivos deles. (embora concorde com alguns.) Existem mil motivos pelos quais se pode ser anti-sionista. Os deles e os meus.
O resto é trollagem.
Leia de novo sobre a diferenca entre "medinat Israel" e "Eretz Israel" e depois a gente conversa.
Negar "medinat Israel" como Israel biblico, mas ainda assim reconhecer seu direito a existencia e aceita-la como uma entidade politica significa o que?
Luciana, a essa altura, você tem mais é que se ajudar, minha cara.
In other words, religious opposition to the State of Israel is different from political opposition in that it does not deny the territorial claim of the Jewish people (Am Israel) to the Land of Israel (Eretz Israel), but rather objects to the formation of a secular state (Medinat Israel) that pre-empts religious requirements that would or could lead to the format of a new religious kingdom of Israel (Malchut Israel).
Sim, e daí?
No que isto nega que os rabinos ortodoxos, apesar de sonharem com a redenção de Israel, eram majoritariamente contrários ao sionismo até, pelo menos, 1920? No que nega as minhas afirmações e as minhas fontes. Nada, não é?
CQD
In other words, religious opposition to the State of Israel is different from political opposition in that it does not deny the territorial claim of the Jewish people (Am Israel) to the Land of Israel (Eretz Israel), but rather objects to the formation of a secular state (Medinat Israel) that pre-empts religious requirements that would or could lead to the format of a new religious kingdom of Israel (Malchut Israel).
Sim, e daí?
No que isto nega que os rabinos ortodoxos, apesar de sonharem com a redenção de Israel, eram majoritariamente contrários ao sionismo até, pelo menos, 1920? No que nega as minhas afirmações e as minhas fontes. Nada, não é?
CQD
De resto, só me resta repetir: E é óbvio que a minha afirmação de que os rabinos ortodoxos eram majoritariamente contrários ao sionismo antes de 1920 não implica que eu concorde com todos os motivos deles. (embora concorde com alguns.) Existem mil motivos pelos quais se pode ser anti-sionista. Os deles e os meus.
E vê se para de trollar o tópico, Luciana.
E vê se para de trollar o tópico, Luciana.
Apesar da ma-fe de tipos como o Andre Luiz, Uriel e Roberto ser bastante conhecida, alguns ainda acreditam nas acusacoes que eles fazem e nas "informacoes" que trazem. Nessa hora eu fico na duvida se eh melhor ignorar e deixar todo esse lixo passar por verdade ou responder as besteiras sabendo que com certeza tudo o que eu disser depois vai ser deformado e usado em uma outra caricatura do judaismo.
E os sionistas se deram a mão.
...
Exatamente, nos damos as mãos...
Mas tem gente que acha estranho que anti-sionistas se dêem as mãos quando o assunto é Israel. Como eu disse, é difícil encontrar um sionista que não seja fanático.
Exatamente, nos damos as mãos...
Mas tem gente que acha estranho que anti-sionistas se dêem as mãos quando o assunto é Israel. Como eu disse, é difícil encontrar um sionista que não seja fanático.
Se não é altruísta dar as mãos a outrem para divulgar uma mentira, então largue da mão da Luciana, sionista.
Pedro,
Com essa sua pilha fraca, você sequer me faz bocejar. Vai tentanto aí me indispor com a moderação. Quem sabe assim você não fica livre das notícias de limpeza étnica, de transformação de Gaza em um eco do gueto de Varsóvia, do uso de bombas de fósforo por Israel, do financiamento que Israel deu ao Hamas, dos terroristas que mais tarde governaram o Estado sionista, de massacres da IDF etc. que tanto parecem te incomodar?
Com essa sua pilha fraca, você sequer me faz bocejar. Vai tentanto aí me indispor com a moderação. Quem sabe assim você não fica livre das notícias de limpeza étnica, de transformação de Gaza em um eco do gueto de Varsóvia, do uso de bombas de fósforo por Israel, do financiamento que Israel deu ao Hamas, dos terroristas que mais tarde governaram o Estado sionista, de massacres da IDF etc. que tanto parecem te incomodar?
O mundo eu não sei. Mas em Gaza e Cisjordânia sabemos o que ocorre.