Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

Partidos banidos das eleições

Iniciado por constantor em 19/01/2009 · 173 mensagens · página 2 de 4

luciana_3#51
Cabe a vc discutir com o Nachmanides, que alem de dizer o contrario tb considerava uma obrigacao religiosa.

Com Maimonides, que depois de ser expulso da Espanha pelos muculmanos viveu em Israel.

Yossef Karo, que depois de sair da Espanha foi viver em Tsfat.

Vai ser um trabalho dificil o seu, sabendo que esses tres sao as maiores autoridades rabinicas pos-Talmud.

Soh uma duvida: Quantos *****bergs, ****vitchs sao necessarios para contradizer os rabinos citados?
luciana_3#52
Fazer como o Andre Luiz faz ao definir o sionismo como uma "ideologia secular, progressista e de matizes socialistas" nao deixa de ser desonesto tb quando faz parecer que esse eh o unico tipo de sionismo existente.

Acho que os rabinos que citei concordam comigo.

"Halevi was also a pragmatist who wrote serious treatises on the theme that became the foundation of modern Zionism -- rather than languish in exile, he stressed, the Jews themselves must take the first step and the Messiah would come later. Faithful to his enjoinder, Halevi left his thriving family and career as physician, and set out from Spain in the twelfth century on what was then the hazardous journey to Palestine.

Halevi was warned by friends and compatriots when he broke journey in Egypt, according to his German biographies. But after resting, he resisted their attempts to dissuade him from continuing: "In Egypt, Providence showed itself in a hurry as it were; it settled down permanently in the Holy Land only," Halevi wrote. His German biographer likened Goethe's Faust to Halevi's "highest moment"-"when he first set eyes on the Holy City, as it came into his view between the mountains." Halevi "wanted to walk barefooted over the heap of ruins that had once been the Temple." According to traditional history, he had barely arrived at the gates of Jerusalem and was kissing the stones of hallowed land, when he was slain by an Arab tribesman.[43] "
constantor#53
Luciana,

Desonestidade é confundir o conceito de redenção de Israel de séculos passados com a ideologia laica, nacionalista e progressista (além de dominada pela corrente socialista) chamada de sionismo.

O judaísmo conserva a esperança de que um dia todo o povo judaico disperso "regressará" ao que chama "a Terra/País de Israel", onde se reunirá e viverá como nação, observando rigorosa e integralmente a Lei divina. A nação judaica será assim "inteiramente liberta da servidão" das outras nações. A "redenção de Israel" transbordará, estendendo-se a todos os seres humanos e ao mundo inteiro. Tudo isso será obra de Deus, não do povo. Com efeito, a tradição religiosa vê na dispersão (diáspora) ou no exílio (termo mais corrente, embora historicamente inadequado) o castigo divino pelos pecados do povo, ao qual por conseguinte só o próprio Deus pode pôr fim. Durante muitos séculos a utopia da "redenção de Israel" não transbordou do âmbito religioso, que é a sua matriz. Deu origem a peregrinações e a imigrações individuais ou de pequenos grupos que não modificaram o estatuto político da Palestina nem a sua composição étnica, a qual, apesar das numerosas mudanças políticas e religioso-culturais, parece ter permanecido relativamente estável desde fins do II milênio a. C. até fins do II milênio da era cristã.

A situação começou a mudar no século XIX. No contexto do triunfo das ideologias nacionalistas e da idéia do estado nacional, surgiu entre os judeus laicos da Europa central e oriental um movimento nacionalista secular cujo objetivo era a criação de um estado dos judeus, sendo este considerado como o único meio de assegurar a identidade e a sobrevivência da nação judaica, assim como de lhe garantir um lugar ao sol entre as demais nações.
constantor#54
Para os seus partidários, o dito estado tomou de certo modo, sob uma forma secularizada, o lugar que a utopia da "redenção de Israel" ocupa na tradição religiosa. Contrariamente à reunião de "Israel" da utopia religiosa, o estado projetado pelos nacionalistas judeus não tinha necessariamente a Palestina por cenário. Com efeito, o seu principal promotor, Teodoro Herzl (Benjamin Ze'ev, 1860-1904)3, encarou a possibilidade de o criar na Argentina. Falou-se também de Chipre, da África oriental e do Congo. Diga-se de passagem que a liberdade na escolha do futuro "território nacional" de que deram mostras os nacionalistas judaicos se explica pelo fato de se viver então na Europa no apogeu do sonho colonialista. Consideravam-se colonizáveis todos os territórios situados fora da Europa. Colonizá-los era tido por uma obra benemérita, pois era "civilizá-los".

(...)

Para a maioria esmagadora dos rabinos da Europa central e oriental que se encontraram confrontados com ele, o projeto dos sionistas de criar o estado dos judeus, apoiando-se para isso nos seus próprios meios políticos, diplomáticos e econômicos, era a negação da esperança na "redenção de Israel" por iniciativa e obra exclusivas de Deus. Por isso, condenaram o sionismo como uma manifestação de orgulho, o pecado por excelência. O partido Agudat Israel (União/Associação de Israel) fundado em Kattowitz (Silésia, Polônia) em 1912, Encarnou essa posição. O dito partido propunha-se reunir todos os judeus fiéis à Lei para se oporem ao nacionalismo sionista considerado como uma ameaça mortal para o "autêntico judaísmo". No entanto, na década de 1930, o Agudat Israel mitigou, por pragmatismo, a sua oposição ao sionismo, aceitando que a Palestina se tornasse o refúgio para os judeus europeus perseguidos. Em 1948 reconheceu de fato as instituições do Estado de Israel. Participou em todas as eleições legislativas israelitas 6 e em vários governos. No entanto, algumas facções minoritárias não aceitaram a mudança de orientação.
constantor#55
Além de persistirem na negação da legitimidade religiosa do Estado de Israel e na recusa de qualquer colaboração com ele, tornaram-se críticos acérrimos da sua política. Entre os pequenos grupos representantes dessa tendência, o dos Neturei Karta (Guardiães da Cidade) é atualmente o mais conhecido.

Uma minoria entre os judeus religiosos da Europa central e oriental aceitou bastante cedo colaborar com os sionistas. Um dos primeiros expoentes desta posição foi o rabino Isaac Jacob Reines (1839-1915), nascido em Karolin, na Bielorússia. (...)
constantor#56
constantor#57
The rabbinical authorities had led the Jewish communities of the world for nearly 2,000 years. The rise of Zionism was a distinct threat to their authority and their teachings. Moreover, the prominence of secular Jews in the movement and the emphasis on settlement in Palestine meant that the center of Judaism would move away from the Yeshiva seminaries and the synagogue. Zionism was supposed to be forcing the hand of Providence and to be contrary to the teachings of Orthodox Judaism in regard to the coming of the Messiah and the providential work of God in bringing about the restoration. Apparently, these views were held only among the Ashkenazy Jews of Western Europe. At no no time did Sephardic Jewish leaders proclaim themselves opposed to Zionism or settlement in Palestine.

In Russia the extreme Orthodox synagogue, organized an active opposition which had for its center the Poltava rabbi Akiva Rabinowitz and the magazine "HaPeles" in Wilna around 1902. Even before that, Orthodox Jews expressed their opposition to Zionism, strangely enough on the grounds of universalism in some cases. Dr. Moriz Güdemann, chief rabbi of Vienna, in his "National-Judenthum" (Leipzig and Vienna, 1897) wrote that since the dispersion Israel has been a purely religious community, a leader of peoples. He maintained that its historical task has consisted in opposing the idea of nationalism; and that if Judaism should reawaken in its adherents the endeavor again to become a nation, it would be committing suicide. According to Güdemann, the vocation of Israel lies in the spiritual impress that it has been able to put upon humanity and in its endeavor to further the Messianic time which shall conciliate nations to one another. He held that Judaism has acclimatized itself everywhere; that Zion is only a symbol of its own and mankind's future; that in this sense the word is used in the prayer-book of the Synagogue, and that true Zionism can not be separated from the future of humanity.
constantor#58
The ultra orthodox Agudat Yisrael was officially neutral toward Zionism. In practice, it was anti-Zionist. Its members testified against the formation of a Jewish state to UN emissaries. Once the state was formed however, Agudat Yisrael has been quite happy to participate i the government and to accept government subsidies for its schools and Yeshivot. The Neturei Karta (Jews against Zionism) group became far more violently opposed to Zionism. At least a part of this fanatical opposition to Zionism was due to the opposition of Zionists to the Halukah (charity distribution) of ultraorthodox Jews in the land of Israel and to the nonproductive way of life it entails.
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_________
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[http://www.zionism-israel.com/his/orthodox_judaism_history.htm]
priscila#59
André, eu canso de escutar o memíssimo discurso: "eu não sou anti-semita, sou anti-sionista." E aí vem a enumeração dos fatos da catástrofe humanitária em Gaza e todo o resto, "justificando" o ódio ao judeu - e o ódio ao americano, que PESA. O americano, o sionista cretino.

Tão tá bom.

Me diz uma coisa, que eu continuo sem entender - onde é que vocês estavam, ou melhor, ESTÃO, quando os cristãos são massacrados no Oriente Médio? Na ordem das prioridades, aí a catástrofe humanitária é mixa, é aceitável? E olha que eu estou me refindo a casos de perseguição pura e simples, matança mesmo - não consequências de alguma ação militar, justificada ou não!
Cadê vocês, que eu nunca ouvi nem li uma palavrinha que fosse pra falar disso, criticar a perseguição islâmica a seus próprios irmãos cristãos no oriente médio? É um silêncio ENSURDECEDOR, meu caro! Todo mundo MUDO, e de cara virada para o outro lado, fingindo que não está vendo! Não dão, essa é que é a verdade, a MÍNIMA BOLA!

Essa história de motivos humanitários, como você há de convir, não vai me convencer, não tem força como argumento - porque quando o caso é outro, as maiores barbaridades não são nem mencionadas, e ninguém faz cara de horrorizado - ninguém faz cara nenhuma, aliás! É como se simplesmente não tivesse acontecido nada!

O sionismo parece ser uma preocupação MONSTRO: já o terrorismo islâmico, que persegue, assassina e explode milhares, aí póóóóóde, como aquela paródia de uma nutricionista obesa que aconselha bombas calóricas aos seus clientes!
priscila#60
- É, pois é - eu leio os posts e a argumentação e cada vez estou mais convencida que ninguém "tem nada contra os judeus": desde que, evidentemente, eles não ocupem nenhum lugar no espaço, ou fiquem quietinhos dentro dos fornos crematórios.

É dose!
lus_orkut#61
Me diz uma coisa, que eu continuo sem entender - onde é que vocês estavam, ou melhor, ESTÃO, quando os cristãos são massacrados no Oriente Médio? Na ordem das prioridades, aí a catástrofe humanitária é mixa, é aceitável? E olha que eu estou me refindo a casos de perseguição pura e simples, matança mesmo - não consequências de alguma ação militar, justificada ou não!
Cadê vocês, que eu nunca ouvi nem li uma palavrinha que fosse pra falar disso, criticar a perseguição islâmica a seus próprios irmãos cristãos no oriente médio? É um silêncio ENSURDECEDOR, meu caro! Todo mundo MUDO, e de cara virada para o outro lado, fingindo que não está vendo! Não dão, essa é que é a verdade, a MÍNIMA BOLA!


Eu também gostaria de saber.
Estou tão cheio da patrulha anal quanto da patrulha pseudo-religiosa nesta comunidade. Já vou advertindo, antes que venham chorar no meu scrapbook: estou fazendo uma limpa aqui. Os coerentes ficam. Os trollers rodam.
luciana_3#62
As palavras de Yehuda haLevy no livro Kuzari e o mandamento codificado por Nachmanides sao bem claros. Ao que parece eles tambem se confundem quando falam da redencao e afirmam que a terra deve ser reconquistada pra que ela ocorra, e nao o contrario.

Se vc quiser eu posso trazer mais alguns rabinos medievais e modernos que consideravam o retorno a Israel uma condicao para a redencao. Mas eh obvio que o seu texto ciscado as pressas e os mesmos rabinos europeus que a sua turma usa pra descaracterizar a relacao que os judeus tem com aquela terra agora sao fontes mais confiaveis que algumas das maiores autoridades rabinicas orientais.
Falando nisso, vc pode trazer algum movimento (sefardita ou mizrahi, tanto faz) que era contra o sionismo? Mesmo pq, excluindo o fator religioso, sao eles que tem direito aquela terra, nao eh?

"Desonestidade é confundir o conceito de redenção de Israel de séculos passados com a ideologia laica, nacionalista e progressista (além de dominada pela corrente socialista) chamada de sionismo"

Eu nao confundi em momento algum, tanto que fiz questao de chamar sua atencao para que diferenciasse os 2, coisa que vc se recusa a fazer... por motivos obvios pra qualquer um.

Mas ja que pra vc o sionismo se resume a uma "ideologia laica, nacionalista e progressista (além de dominada pela corrente socialista)", eu peco que vc me explique onde entram os movimentos Mizrahi (1902) e Hapoel Hamizrahi (1922) - que hoje em dia formam o Mafdal, o Religious National Party - e onde ficam os rabinos Kook, Alkalay, Kalisher, Neriah e Gutmacher? (todos sionistas pre-Israel)
luciana_3#63
Voce pode me explicar o que vem a ser um "dati leumi"? Se ele eh sionista mas eh contra a ideologia do Herzl... o que ele eh? Em que seu movimento eh baseado?

Ja que vc diz que a maioria dos judeus religiosos da Europa eram anti-sionistas, vc pode me mostrar como cada um dos maiores grupos ultra-ortodoxos considerados anti-sionistas encaravam a ideia e mostrar o que mudou depois da criacao do Estado? Tirando uma ou outra chassidut, nenhum desses grupos eh anti-sionista da forma como vc ou o texto fazem parecer.

Se vc quiser, pode comecar com os haredim nao-hassidicos da lituania. Pq eles colocam a bandeira de Israel no alto da mais prestigiada yeshiva haredi no dia da independencia? Pq seu lider lidava diretamente com Ben Gurion na epoca da formacao do Estado?

Ah, antes que eu me esqueca... Vc tem uma mania estranha de contestar afirmacoes que nunca foram feitas. Se for responder, responde soh o que eu perguntei e nao o que vc acha que eu perguntei, ok?
danny#64
E falando em perguntas...
Até agora Pedro não foi respondido, parece que Uri.., digo, André Luiz fingiu que não viu ou não viu mesmo, ou fez de conta que as perguntas feitas em que ele não consegue encontrar argumentos relevantes, quase todas, "não tem importancia".

Tambem espero pelas respostas.
constantor#65
Danny,

Como você adivinhou que sou o Uriel?!

Luciana,

Os textos que postei deixam claro a diferença entre a idéia de redenção messiânica de Israel nos séculos anteriores e o sionismo, bem como a oposição que a maioria esmagadora dos rabinos asquenazis fizeram a este movimento nacionalista, secular e contemporâneo. Tirar do contexto frases de rabinos de séculos antes da emergência do sionismo não vão adiantar muito para contra-argumentar ao que postei.
constantor#66
Maria,

e quem seria imune a qualquer viés ideológico?
adermir#67
Priscilla, você matou a pau.
constantor#68
Sim, Maria, concordo. Mas no terreno político, lidar com ideologias é inescapável, nem que seja para instrumentalizá-las. Isso não retira confiabilidade do relato do jornalista.
constantor#69
Priscila,

André, eu canso de escutar o memíssimo discurso: "eu não sou anti-semita, sou anti-sionista." E aí vem a enumeração dos fatos da catástrofe humanitária em Gaza e todo o resto, "justificando" o ódio ao judeu - e o ódio ao americano, que PESA. O americano, o sionista cretino.

Tão tá bom.

Me diz uma coisa, que eu continuo sem entender - onde é que vocês estavam, ou melhor, ESTÃO, quando os cristãos são massacrados no Oriente Médio? Na ordem das prioridades, aí a catástrofe humanitária é mixa, é aceitável? E olha que eu estou me refindo a casos de perseguição pura e simples, matança mesmo - não consequências de alguma ação militar, justificada ou não!


1) Já postei tópicos aqui de judeus anti-sionistas. E há também judeus americanos anti-sionistas.

2) Que lógica é essa de que o supostos massacre de cristãos no Oriente Médio justifica o massacre de palestinos? E repito, Priscila: os árabes cristãos também são majoritariamente anti-sionistas. Esta questão não tem a ver com "cristianismo X outras religiões". Tem a ver com árabes (cristãos, muçulmanos ou outra religião qualquer) X sionistas (não necessariamente judeus).

O restante é tergiversação.
adermir#70
o restante é tergiversação

Não é não. É apenas a demonstração da assimetria no trato das questões.
constantor#71
...
Eu também gostaria de saber.
Estou tão cheio da patrulha anal quanto da patrulha pseudo-religiosa nesta comunidade. Já vou advertindo, antes que venham chorar no meu scrapbook: estou fazendo uma limpa aqui. Os coerentes ficam. Os trollers rodam.

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[http://web.israelinsider.com/Articles/Diplomacy/1793.htm]
constantor#72
Christian Denominations Vote for Divestment from Israel
Presbyterian Church - July, 2004 the Presbyerian Church became the first Christian denomination in the U.S. to vote to divest from companies that do business in or with Israel. Their resolution would divest from those companies that receive $1 million or more in profit per year from investments in Israel or have invested $1 million or more in Israel.

On August 6, 2005 the Presbyterian Church voted to initiate their divestment against the following companies: Caterpillar, Motorola, ITT Industries and United Technologies, accusing these companies of selling helicopters, cellphones, night vision equipment and other items which Israel uses to enforce its occupation.

World Council of Churches - On February 21, 2005 the World Council of Churches based in Geneva, Switzerland urged its members worldwide to imploy economic measures, such as divestment, to oppose Israel's occupation of Palestinian territory.

United Methodist Church - On June 11, 2005 the United Methodist Church voted to divest from companies which profit in a significant way from Israel's occupation of Palestinian territories.

Anglican Church - On June 24, 2005 the Anglican consultative council voted unanimously to urge their member churches to consider disinvesting from companies involved in Israel's occupation of Palestinian lands.

July 2005 - the Anglican Church of Kenya voted to join the main denomination in divesting from Israel.

February 6, 2006 - the Anglican Church of England's synod with the support of the archbishop of Canterbury voted to support the Episcopal Church in Jerusalem and divest from companies profiting from Israel's illegal occupation of Palestine.

United Church of Christ - July 6, 2005 the General Synot of the United Church of Christ (Congregational Church) approved the following resolution: "...to divest from those companies that refuse to change their practices of gain from the perpetuation of violence, including the (Israeli) Occupation."
constantor#73
constantor#74
Iran's IRNA news agency reports that "a prominent Christian leader in Palestine has warned of the dangers to Christianity posed by those 'who bear Christian names and have Zionist hearts,' a reference to Jewish-financed Christian Zionist groups." Fr. Atallah Hanna, official spokesman of the Orthodox Church in Jerusalem, described Christian Zionist groups as being "not really Christian" and "only serving the Zionist regime that is illegally occupying Arab land." Speaking to reporters in Jerusalem, Hanna asserted that the Orthodox Church "doesn't recognize these groups which are foreign bodies to Church of Christ and which have an office in al-Qods known as the Zionist Christian embassy."

He claimed that "these suspicion-arousing groups have nothing to do with the Orthodox Church, the Catholic and Anglican churches...Hanna warned that world Zionism was making strenuous efforts to penetrate Christianity in order to corrode true Christianity 'which rejects the Zionist theology and Zionism's crooked interpretation of the Bible.'"
constantor#75
constantor#76
Palestinian Christians have expressed outrage at the secret sale of Arab properties in occupied Jerusalem and Bethlehem by the Greek Orthodox Church to Zionists. Some have branded the head of the church, Patriarch Irineos Skopelitis, as "Judas" who had sold the land of their ancestors for "thirty pieces of silver". The deal was brought to light by an article in the Israeli newspaper Maariv, extracts from which are reproduced below.

Hundreds of Palestinian Christians demonstrated in Jerusalem on Sunday 20 March in protest against the secret sale of Arab properties in Jerusalem and Bethlehem by the Greek Orthodox Church to Zionists.
constantor#77
priscila#78
A minha pergunta não foi essa, André.
A minha pergunta é simples, direta, linear e quase bruta: ONDE É QUE VOCÊ ESTAVA nas inúmeras instâncias em que o terrorismo islâmico massacrou os seus irmãos cristãos no oriente médio - que não abriu a sua boca pra dizer nada a respeito, e nem falou de catástrofe humanitária como está falando agora? Em outras palavras - POR QUE não abriu a boca, não falou em catástrofe humanitária NENHUMA e não disse uma palavra?

Não havendo dito NADA a respeito desses INÚMEROS MASSACRES, a sua indignação de agora fica mandrake, não lhe parece? Phony-balloney, como a certidão de nascimento de Baraque. Pura retórica, oca, vazia. Arranje OUTRO argumento, porque a catástrofe humanitária você não pode usar, já que não usou nunca quando os massacrados eram os seus irmãos cristãos, demonstrando que isso não é nem um pouco importante pra você: começou a ser, convenientemente, AGORA, ontem.

E vai dar um certo trabalho vender a sinceridade dessa idéia, André. É óbvio.
Troque o argumento, porque esse não convence ninguém.
constantor#79
The Presbyterian Church has done it again, showing its solidarity with the Hizbullah. The Presbyterian Church has led the way in divestment efforts against Israel, because it insists that the Israeli occupation is immoral. The Presbyterian Church insists that it is not anti-Semitic, but maintains a mission to convert Jews.

Professing to liberal and progressive values, Presbyterian Church USA officials have met at least twice with leaders of the Hizbullah. The first such meeting apparently took place in 2004. Hizbullah, which means "Party of God" is financed by Iran and supports Syrian and Iranian interests in Lebanon. The "progressive" and "pacifistic" leanings of Hizbullah can be surmised from past actions and statements. Some examples are given below:
constantor#80
constantor#81
...

ONDE É QUE VOCÊ ESTAVA nas inúmeras instâncias em que o terrorismo islâmico massacrou os seus irmãos cristãos no oriente médio - que não abriu a sua boca pra dizer nada a respeito, e nem falou de catástrofe humanitária como está falando agora?

Desculpe se pergunto, mas que massacre exatamente?

Estou, junto com grande parte dos meus irmãos de fé, denunciando o massacre sionista aos árabes. Erro em me juntar a eles?
priscila#82
Quanto ao resto da argumentação, não se preocupe: eu leio tudo.

E não pense que vai me ver defendendo a Fundação Rockefeller ou a Fundação Guggenheim. Eu sei perfeitamente que essa gente financia o terrorismo todas as vezes que lhes interessa: e quem faz o jogo deles não sou eu, não, meu caro: são vocês. Eu fico vendo os caras - até cultos, bem informados, o que torna mais imperdoável a coisa - defendendo o Hamas contra Israel marvado, e estrebuchando de raiva das supra-citadas organizações: sem saber que estão fazendo precisamente o que elas esperam que eles façam, e investiram anos na estratégia adequada pra conseguir isso. Investiram tempo, e investiram FORTUNAS!

Vocês caem em qualquer arapuca. Por mim, pode ir lá se juntar à Jihad crente que está "ajudando a causa palestina". Eu assisto, abanando a cabeça diante de tanta burrice. Tem mais nada pra fazer, não.
constantor#83
Priscila, volto mais tarde.

Mas gostaria que me respondesse duas perguntas:

1) Diz-se que ao defender a sociedade norte-americana, não necessariamente se protege as ONGs e grupos como os que você citou e que a usam como base para o projeto global da Nova Ordem Mundial. Mas porque então denunciar o sionismo significa apoiar o terrorismo, associação que você vem fazendo insistentemente?

2) Eu me equivoco em me unir aos meus irmãos de fé para denunciar o sionismo? Qual a coerência em eu fazer ouvidos moucos ao fato de que a maior parte dos árabes cristãos condenam o expansionismo e a colonização sionista?
constantor#84
outra pergunta:

De onde veio o financiamento para os sionistas e que ideologias informavam o movimento? Nãoo seria uma burrice sem tamanho, a pretexto de conservadorismo, apoiar um movimento progressista dominado na maior parte de sua história por socialistas e que não sairia do papel sem uma bela ajuda soviética na década de 1940?
priscila#85
Sem a menor sombra de dúvida. Você está ajudando a um movimento muitíssimo MAIOR, cujo objetivo final parece lhe escapar completamente. Um peão manipulado por instituições poderosas, que há um século planejam dominar e VÃO DOMINAR o ocidente.

Vão dominar de um jeito facílimo de entender, mas as pessoas, a maioria delas, mesmo os melhores, simplesmente não consegue enxergar as coisas de um modo amplo. Analisam pedacinhos, pequenas iscas miseráveis que são colocadas no seu caminho precisamente para isso. Eu lamento. O Cristianismo não só tinha como TEM um lugar a ocupar - e certamente TODAS AS PROVIDÊNCIAS FORAM TOMADAS para que, de modo algum, esse Cristianismo OCUPASSE mesmo este lugar que lhe pertence, que constituiria a única possibilidade de resistência, o único inimigo respeitável que essa caterva teria que enfrentar, e que TEME!

E aí, meu caro, é interessante que se ocupe o cristão naquela atividade tão historicamente congênere, com a qual é fundamental que ele continue a ter "afinidade": a atividade de odiar "O JUDEU". E depois que o Islam dê conta deles, no domingo depois do sábado. Com a vantagem de que a culpa será DO JUDEU!

Mole, meu caro amigo. Mole.
É só ter fé na MONUMENTAL estupidez humana.
priscila#86
O papel do Cristianismo NÃO PODE, NUNCA, ser diferente de OCUPAR O SEU LUGAR LEGÍTIMO.

Cabe aos cristãos defender os cristãos, fortalecer sua fé cristã, identificar quem solapa ou persegue essa fé cristã. Isso é BÁSICO, meu amigo. Isso é FUNDAMENTAL.

Você não tem nada que sair se metendo em mais nada, além de manter essa excruciantemente necessária POSIÇÃO CRISTÃ. Só isso - e eu estou falando mais sério do que JAMAIS falei nesse orkut que tanto me diverte e me faz companhia - teria salvo a civilização do ocidente cristão.

Se o Cristianismo, unido, tivesse continuado cristão até a raiz de sua mais funda convicção, não pactuando, não aceitando compromises fajutos, não fazendo o jogo de ninguém. Eu critico a sua omissão quanto a seus irmãos de fé perseguidos: eu critico como uma posição moral indefensável - e critico também como uma imbecilidade estratégica ENORME! Você imagina que é utilíssimo na defesa da "causa palestina", que é sua "obrigação"fazer isso - e está ENGANADO, meu caro! Isso é o que convenceram você a fazer, com a dupla utilidade de defender mesmo o terrorismo e - e esta é a sua PRINCIPAL UTILIDADE - de enfraquecer a posição do Cristianismo no mundo.

Sim, ele, aquele que você deixou pra trás e não denunciou as catástrofes humanitárias que foram cometidas contra ele. Tá entendendo, meu caro?
priscila#87
Eu considero que o post anterior responde a todas as suas perguntas: não é papel do Cristianismo ir pra lá e pra cá manipulado politicamente, meu amigo. Inventaram pra você que é, mas nunca foi. O papel do cristão é SER CRISTÃO e defender o paradigma cristão.

O muçulmano, com uma religião que jamais atingiu o grau de BONDADE, de sublimidade, do Cristianismo - simplesmente fez isso. Brutalmente , e eu não estou sugerindo a você que o imite na brutalidade, é claro: estou apenas demonstrando o quanto esse SER QUEM É importa.

Teríamos mantido o lugar que é nosso, meu amigo: podem dizer o que quiserem - teríamos! E o perdemos. Perdemos pra qualquer zé mané de meia tigela, fomos manipulados por interesses alheios, deixamos a herança cristã escapar pelos dedos. É só o pessoal manipular a sua fezinha fraquinha, e zupt - lá vai o cristão defender quem O MATA, ESFOLA, E PERSEGUE, depois da lavagem cerebral (mesmo mixa, caramba, isso é que é pior! Mesmo de quinta!).

Eu lamento, amigo.

Nao estou repetindo ninguém. Eu simplesmente VEJO.
priscila#88
Em resumo, porque eu preciso sair:

VOCÊ FOI ATACAR E DEFENDER UMA PORÇÃO DE COISAS, MEU CARO. Uma empreitada, eu sei.

VOCÊ SÓ NÃO PERCEBE que, nessa empreitada, acabou ESQUECENDO DE ATACAR O SEU INIMIGO, E DEFENDER A SUA FÉ.

E era isso, meu amigo - era precisamente ISSO, e continua sendo precisamente ISSO - o que os seus inimigos QUEREM.
constantor#89
...
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Infelizmente, minha cara Priscila, passaste longe de responder a qualquer um das minhas perguntas.
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Primeiro, eu estou do lado de judeus ao denunciar o sionismo: [Judeus contra assassinato] e [Discurso do rabino Moishe Arye Friedman];
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Segundo, eu estou do lado de árabes cristãos ao denunciar o sionismo: [http://www.cdn-friends-icej.ca/notreal.html] ; [[http://www.redress.btinternet.co.uk/orthodox.htm].
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Terceiro, eu continuo atacando os inimigos da minha fé ao me contrapor ao sionismo:
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As the decade of the 1920s progressed, the hysteria abated. Labor relations stabilized as the overall economic picture improved. The anarchist bombings ceased. The U.S. Senate rejected Wilsonian internationalism in the form of the Versailles peace treaty thus allowing Americans to slip back into a more comfortable, if temporary, isolationism. And in Europe, socialism seemed more and more restricted to the young Soviet Union, and thus less of an immediate threat to America. Nonetheless, like a body once sensitized to an allergen, the U.S. and its people would from then on remain reactive to any perceived threat of socialism/communism. Restrictive immigration laws would be passed in part to isolate the country from alien radicals. Even domestically bred reformist ideologies would be suspect and subject to "red baiting." And the body politic would suffer periodic relapses of fear, representing a lingering obsessive state of mind, an idee fixe, expressing itself in such cold war episodes as McCarthyism.
Under the circumstances any socialist oriented movements, especially those with origins in Eastern Europe, should have come in for condemnation. And indeed, as America's abiding fear and loathing of the Soviet Union indicates, they usually did.
That is all except one.
constantor#90
There was, in fact, a socialist movement of this period that not only escaped America's hypersensitivity but was actually assisted. Paradoxically, in the long run it ended up finding its staunchest ally in capitalist America. That movement was Zionism as it manifested itself in Palestine.

....On a nongovernmental level, throughout this decade American Jews and others in sympathy with the Zionist movement donated millions of dollars to organizations set up to funnel funds to The World Zionist Organization (WZO) and its projects in Palestine.(9) All of this was done in the prevailing antisocialist atmosphere described above.(10) Yet simultaneously, in Palestine, Zionism was evolving in a manifestly socialist direction. How was this unlikely alliance possible?

THE PALESTINIAN ZIONISTS AND SOCIALISM

There can be no doubt that Zionism in Palestine from the 1920s onward was increasingly dominated by socialists. As Walter Laqueur tells us: "Labor Zionism emerged as [the movement's] strongest political force. Its growth and the impact of its ideas were of decisive importance, for it shaped the character of the Zionist movement and subsequently the state of Israel. . . ." Moreover, in the 1920s the Zionist socialists, or "Labor Zionists" were "powerfully attracted by Russian Socialism and its leaders."

(...)

Did American Zionist leaders, if not the individual donors, know the socialist nature of many of the projects they subsidized? There can be little doubt that they did. As Brandeis' position testifies, the issue of such support was openly debated in the WZO and American Zionists took part in that debate.

(...)
constantor#91
constantor#92
Eu estou sendo contrário à origem do terrorismo ao ser anti-sionista.

(...)Não havia nenhuma razão de ordem material que permitisse aos sionistas fazer prevalecer a sua vontade. (...)Como é que isto pôde acontecer?

A resposta reside em mais uma contribuição judaica que ajudou a modelar o mundo moderno: o uso científico do terror para quebrar a vontade de governantes liberais.


(Paul Johnson, "Uma história dos judeus")

Sim, porque a origem de Israel deve muito a terroristas que, além de não serem punidos, chegaram a ser governantes de seu país.

E ainda não vou tocar de maneira detalhada no ponto, esquecido por muitos, de que Israel financiou o Hamas quando lhe aprouve.
constantor#93
Estou sendo a favor do mais elementar conceito de Justiça ao ser anti-sionista, pois a própria historiografia israelense vem mostrando que Israel não existiria sem a limpeza étnica que expulsou os árabes da Palestina.
.
[Entrevista com o historiador Benny Morris]
constantor#94
...

Mas te pergunto, minha cara:

Qual foi o financiamento do sionismo, e porque apoiar um movimento progressista, colonialista, dominado na maior parte de sua história por socialistas e que jamais teria alcançado o seu objetivo de construir um Estado étnico sem a ajuda militar soviética?
priscila#95
Meu prezado amnigo, eu não estou aconselhando você a apoiar movimento nenhum - eu estou, justamente fazendo O CONTRÁRIO! Quem quer apoiar movimentos, e movimentos terroristas, é você!

Sua intenção, meu amigo, pode ser puríssima: e eu não conheço NADA dela! Mas, para todos os efeitos que interessam, a única coisa que você faz é ENFRAQUECER, como querem os seus mais ferozes inimigos, a posição do Cristianismo no mundo, como força viva e verdadeira!

O Uriel já passou no meu scrapbook para dizer que eu "sacrifiquei a minha decência no altar do americanismo"- por não estar defendendo, como supostamente seria decente, os terroristas do Hamas! Fala sério! ! E isso que eu tinha acabado de comentar que sinceramente vejo os EUA numa sinuca danada, prestes a se esboroar como o último baluarte do ocidente, depois que Baraque acabar sua tarefa! Baraque que foi posto lá pelos próprios americanos, cacilda!

E você, com um ar inocentíssimo, me pergunta lá em cima - "que massacres?", como se nunca deles tivesse ouvido falar! !

Meu caro, eu poderia citar o Líbano, eu poderia citar o Egito, eu poderia citar o Paquistão, eu poderia citar a Síria - e eu poderia dar um berro no seu ouvido de SUDÃO, que tal? Em matéria de catástrofe humanitária, amigo, é um prato CHEIO!

O Olavo tem razão, isso é SURREAL, em primeiro lugar. Uma espécie de "mundo dos espelhos", e espelhos distorcidos, ainda por cima. Para uma leitora de Borges, that strikes a chord.
Enfim, meu amigo - eu já disse que você não vai me ver defender Rockefeller ou Guggenheim e quejandos, nem sejam quais forem os mentores transglobalistas que puxam as rédeas desta baiuca aqui.
A conspiração internacional que já têm três quartos do mundo em suas garras não vai agradecer a MIM pela colaboração, pode ter certeza: vai agradecer a VOCÊS, por terem ficado tão imbecilmente entretidos em debater quem ELES eram e de onde vinham - que se esqueceram de quem VOCÊS são, e de onde vêm... .
priscila#96
Meu caro amigo, estamos TODOS dentro de uma guerra, que não acontece só onde e quando explodem as bombas! A maioria de nós não é de guerreiros - nós somos o BUTIM, prezado amigo! Nossa vida, tal como a conhecemos, depende profundamente de qual será o resultado dessa guerra, que possivelmente transmutará essa vida em coisa completamente DIVERSA - e ninguém está enxergando nada disso.

E VOCÊ, EU, TODOS NÓS AQUI PRESENTES, não temos quem nos represente, veja só. Que chato, né não? Ou você supõe que o Islam te representa, meu caro André? ! Don't make me laugh.
Os metaglobalistas também não nos representam, é óbvio. Comunistas muito menos.

Mas os CRISTÃOS, meu prezado amigo, cadê os cristãos?

Um dia alguém, quando ouvir esta pergunta, vai responder, com cara de espanto: "Ué! Sumiram... Que estranho! Estavam aqui agora mesmo, ajudando o Hamas... "
constantor#97
Priscila,

Minha cara, mas não é você quem está apoiando o movimento e o Estado que, segundo Paul Johnson, inventou o terrorismo como arma científica pra pressionar governos liberais, que teve terroristas como governantes e que financiou o Hamas quando lhe aprouve, que era dominado por socialistas e ajudado militarmente pela União Soviética? O seu apoio ao sionismo implica que você contemporize com tudo isto. Ou então, estranho o fato de você não levantar a sua voz contra o movimento a estas cousas ligado.

Eu não disse que não ocorreram ou ocorrem massacres de cristãos, embora não tenham sido nunca tão grandes quanto os promovidos por países e ideologias que alguns dizem ser o último bastião do "Ocidente". Eu perguntei qual massacre você quer que eu denuncie especificamente, ao mesmo tempo que perguntei (e não obtive resposta) do porque não seria meritório me unir aos meus irmãos de fé árabes contra o expansionismo sionista.

Também não vejo porque um cristão deveria fechar os olhos para uma limpeza étnica cometida contra árabes (não importa se muçulmanos, cristãos ou outros) só porque elas ocorrem também com cristãos em outras paragens.

É o mesmo falso dilema de sempre: Ou se apóia o Sionismo ou o Hamas; ou se apóia os EUA ou o socialismo globalista; ou se denuncia a limpeza étnica sionista ou se defende o cristianismo.

Não passam de falácias da bifurcação, minha cara.

Você quer saber onde estãos os cristãos no "Ocidente", minha amiga? Ou foram mortos pelas revoluções progressistas de uma época da qual o sionismo é mais um filho, ou foram convertidos, por este mesmo "Ocidente", em iluministas e liberais que confundiam sua doutrina religiosa com algum conservadorismo como o anglo-saxão.

Os poucos cristãos que escaparam desse funesto destino estão onde sempre estiveram: defendendo o verdadeiro Ocidente contra um adversário que, para melhor enganar, cria espantalhos como o do "fundamentalismo islâmico".
priscila#98
Você não está do lado de judeu nenhum, meu amigo. Você está, no máximo, tolerando um específico Judaismo, e mesmo assim isso não serve pra nada, do ponto de vista do Estado de Israel. Se por acaso TODOS os judeus do Estado de Israel praticassem o Judaísmo correto, sua posição seria OUTRA? Pelo menos veja que a sua defesa do Hamas, confundida com a "causa palestina" é, para você, mais importante do que a defesa de qualquer judeu. O Judaísmo não faria a menor diferença, não está em jogo, não interessa.

Aliás, a propósito: os wahabitas são todos muçulmaníssimos, pelo visto. Shiitas, sunitas, todos. Aí não tem falso e nem verdadeiro, não? Eu acho isso interessantíssimo, também - fazem uma questão danada de "separar os judeus", mas não fazem a menor questão de "separar os muçulmanos". Na hora do vamo ver, trata-se do Islam. Que essa visão seja a islâmica, eu até concordo. Que seja a SUA, não.

Amigo, você está do lado do terrorismo. E contra o Estado de Israel. Suas razões conduziram a isso. O que interessa que você saiba é quais são essas razões, as verdadeiras, que te movem. Aconselho você a refletir sobre elas, como surgiram, por que surgiram, quais são as consequências delas, essas coisas todas. Trata-se de um entendimento crucial.
priscila#99
Meu caro André - a história do Estado de Israel é confusa, trágica, e remonta a tempos ancestrais. Ao reino da Judéia e ao reino de Israel, talvez - época do rei David, e de seu filho Schlomo, aquele que levantou um templo em Jerusalém!... !

O fato é que procurou-se resolver de alguma forma o problema - e não foi, venhamos e convenhamos, como se tivesse sido decidido por forças internacionais que os judeus passariam a ocupar o estado do Ceará ou as colinas da Escócia, né não? Que é o que me dá a impressão, quando vocês falam! Uma terra "dos outros", uma terra "ilegítima", uma terra "alheia". Eu recuso tamanho absurdo!

Os palestinos têm uma causa - mas a causa deles tornou-se INSOLÚVEL, no preciso momento em que, primeiro como parte integrante e depois como parte PRINCIPAL, foi incluída NELA, DENTRO DELA, a completa exterminação de Israel como Estado e dos judeus como povo! E ainda por cima entregou-se a "causa", coitada, assim deformada, ao TERROR ISLÂMICO, pra que ele resolvesse.

E aí, meu amigo, complicou.
priscila#100
A eliminação dos cristãos dentro do modelo que você menciona, de submissão a um paradigma que não é o deles, (idéia com a qual eu concordo) não é culpa de ninguém senão deles mesmos, que não defenderam o Cristianismo dos seus inimigos.

Que é exatamente a mesma coisa que estão fazendo agora, quando apoiam os terroristas.

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