Por que Martinho Lutero retirou sete livros da Bíblia?
P q Martinho Lutero retirou 7 livros da Bíblia?
Não sei se foi exatamente Lutero, mas sei que os protestantes discutiram por muito tempo o caráter inspirado de vários livros veterotestamentários, como Tobias, Judite e os 2 livros dos Macabeus. Ao fim, entenderam que não eram inspirados e os excluíram de seu cânon.
A verdadeira pergunta deve ser Pq a Igreja católica colocou os 7 livros na Bíblia?
Por que a Igreja católica colocou os 7 livros na Bíblia?? [2]
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Não custa nunca lembrar que foi a Igreja Católica quem fixou o cânon, logo todos os livros da Bíblia foram "postos" lá pela Igreja Católica... A autoridade do próprio cânon, da Sagrada Escritura toda, portanto, deriva da Tradição da autoridade de Cristo aos apóstolos, cuja comunidade se funda em Pedro e é liderada por seus sucessores.
Ai meus sais...
os protestantes decidiram usar o canon feito pelos Judeus em Jamnia em 90d.c (canon este que era justamente uma tentativa de evitar as pregações Cristãs!!!), após Jesus Cristo ter dado toda a autoridade a sua Igreja e apóstolos...
ou seja
os judeus não possuiam mais autoridade nenhuma nessa época e os protestantes fizeram isso justamente para protestarem...
em relação a inspiração dos deuterocanonicos há centenas de provas no NT que os apostolos se referiram a eles inclusive Jesus cristo...
ou seja
os judeus não possuiam mais autoridade nenhuma nessa época e os protestantes fizeram isso justamente para protestarem...
em relação a inspiração dos deuterocanonicos há centenas de provas no NT que os apostolos se referiram a eles inclusive Jesus cristo...
pedro primeiro nasceu a Igreja depois definiram os escritos e quais eram os inspirados...
no século III existiam muitos evangelhos apocrifos e onde na biblia está escrito quais livros devem compo-la?
no século III existiam muitos evangelhos apocrifos e onde na biblia está escrito quais livros devem compo-la?
a autoridade da Igreja não veio da Bíblia veio dos apóstolos....
quem decidiu quais livros eram inspirados ou não foi a Igreja, os protestantes nada decidiram apenas adotaram o canon Judeu dos q negaram Jesus...
quem decidiu quais livros eram inspirados ou não foi a Igreja, os protestantes nada decidiram apenas adotaram o canon Judeu dos q negaram Jesus...
De uma apostila de teologia de seminário evangélico
"COMO OS APÓCRIFOS FORAM APROVADOS
A Igreja Romana aprovou os apócrifos em 8 de Abril de 1546 como meio de combater a Reforma protestante. Nessa época os protestantes combatiam violentamente as doutrinas romanistas do purgatório, oração pelos mortos, salvação pelas obras, etc. Os romanistas viam nos apócrifos base para tais doutrinas, e apelaram para eles aprovando-os como canônicos.
Houve prós e contras dentro dessa própria igreja, como também depois. Nesse tempo os jesuítas exerciam muita influência no clero. Os debates sobre os apócrifos motivaram ataques dos dominicanos contra os franciscanos. O biblista católico John L. Mackenzie em seu "Dicionário Bíblico" sob o verbete, Cânone, comenta que no Concílio de Trento houve várias "controvérsias notadamente candentes" sobre a aprovação dos apócrifos. Mas o cardeal Pallavacini, em sua "História Eclesiástica" declara mais nitidamente que em pleno Concílio, 40 bispos dos 49 presentes travaram luta corporal, agarrado às barbas e batinas uns dos outros... Foi nesse ambiente "ESPIRITUAL", que os apócrifos foram aprovados. A primeira edição da Bíblia católico-romana com os apócrifos deu-se em 1592, com autorização do papa Clemente VIII.
Os Reformadores protestantes publicaram a Bíblia com os apócrifos, colocando-os entre o Antigo e Novo Testamentos, não como livros inspirados, mas bons para a leitura e de valor literário histórico. Isto continuou até 1629. A famosa versão inglesa King James (Versão do Rei Tiago) de 1611 ainda os trouxe. Porém, após 1629 as igrejas reformadas excluíram totalmente os apócrifos das suas edições da Bíblia, e, "induziram a Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, sob pressão do puritanismo escocês, a declarar que não editaria Bíblias que tivessem os apócrifos, e de não colaborar com outras sociedades que incluíssem esses livros em suas edições."
"COMO OS APÓCRIFOS FORAM APROVADOS
A Igreja Romana aprovou os apócrifos em 8 de Abril de 1546 como meio de combater a Reforma protestante. Nessa época os protestantes combatiam violentamente as doutrinas romanistas do purgatório, oração pelos mortos, salvação pelas obras, etc. Os romanistas viam nos apócrifos base para tais doutrinas, e apelaram para eles aprovando-os como canônicos.
Houve prós e contras dentro dessa própria igreja, como também depois. Nesse tempo os jesuítas exerciam muita influência no clero. Os debates sobre os apócrifos motivaram ataques dos dominicanos contra os franciscanos. O biblista católico John L. Mackenzie em seu "Dicionário Bíblico" sob o verbete, Cânone, comenta que no Concílio de Trento houve várias "controvérsias notadamente candentes" sobre a aprovação dos apócrifos. Mas o cardeal Pallavacini, em sua "História Eclesiástica" declara mais nitidamente que em pleno Concílio, 40 bispos dos 49 presentes travaram luta corporal, agarrado às barbas e batinas uns dos outros... Foi nesse ambiente "ESPIRITUAL", que os apócrifos foram aprovados. A primeira edição da Bíblia católico-romana com os apócrifos deu-se em 1592, com autorização do papa Clemente VIII.
Os Reformadores protestantes publicaram a Bíblia com os apócrifos, colocando-os entre o Antigo e Novo Testamentos, não como livros inspirados, mas bons para a leitura e de valor literário histórico. Isto continuou até 1629. A famosa versão inglesa King James (Versão do Rei Tiago) de 1611 ainda os trouxe. Porém, após 1629 as igrejas reformadas excluíram totalmente os apócrifos das suas edições da Bíblia, e, "induziram a Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, sob pressão do puritanismo escocês, a declarar que não editaria Bíblias que tivessem os apócrifos, e de não colaborar com outras sociedades que incluíssem esses livros em suas edições."
Melhor assim, tendo em vista evitar confusão entre o povo simples, que nem sempre sabe discernir entre um livro canônico e um apócrifo e também pelo fato do que aconteceu com a Vulgata! Melhor editá-los separadamente.
o link da apostila, pra baixar (formato Word), está no 4shared:
http://www.4shared.com/file/98721529/ef02cb49/Catolicismo_I.html
http://www.4shared.com/file/98721529/ef02cb49/Catolicismo_I.html
A Igreja Romana aprovou os apócrifos em 8 de Abril de 1546 como meio de combater a Reforma protestante. Nessa época os protestantes combatiam violentamente as doutrinas romanistas do purgatório, oração pelos mortos, salvação pelas obras, etc. Os romanistas viam nos apócrifos base para tais doutrinas, e apelaram para eles aprovando-os como canônicos.
O pilantra que escreveu uma mentira deslavada dessa não ficou nem vermelho??
O pilantra que escreveu uma mentira deslavada dessa não ficou nem vermelho??
mais, a inserção de livros do antigo testamento no cânon pode ser compreendida com uma intromissão em assuntos do judaísmo
Quando eu acho que vcs se superaram, conseguem me surpreender com uma bobagem MAIOR ainda... 🙂
Quando eu acho que vcs se superaram, conseguem me surpreender com uma bobagem MAIOR ainda... 🙂
só podia vir essa mentira do lado dos rebelados!
CONTRA FACTUM, NON EST ARGUMENTUM !
A VERDADE DOCUMENTAL:
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Eu poderia expor aqui todos os argumentos já usados contra essa calúnia, no entanto, como diz o ditado “uma imagem vale mais que mil palavras”.
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A Igreja adicionou os deteurocanônicos ao cânon bíblico no de 1546?
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Apresento-vos então caros hereges, imagens do manuscrito Codex Sinaiticus, que é simplesmente o exemplar mais antigo da bíblia datado do Séc. IV, com uma surpresa nada agradável para vocês.
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O link abaixo mostra páginas do LIVRO DE MACABEUS que malandramente os protestantes acusam ter sido um dos livros adicionados no Concílio de Trento:
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http://www.codexsinaiticus.org/en/manuscript.aspx?book=12
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E se de uma olhada encontrará ainda outros livros como o de Tobias!
CONTRA FACTUM, NON EST ARGUMENTUM !
A VERDADE DOCUMENTAL:
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Eu poderia expor aqui todos os argumentos já usados contra essa calúnia, no entanto, como diz o ditado “uma imagem vale mais que mil palavras”.
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A Igreja adicionou os deteurocanônicos ao cânon bíblico no de 1546?
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Apresento-vos então caros hereges, imagens do manuscrito Codex Sinaiticus, que é simplesmente o exemplar mais antigo da bíblia datado do Séc. IV, com uma surpresa nada agradável para vocês.
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O link abaixo mostra páginas do LIVRO DE MACABEUS que malandramente os protestantes acusam ter sido um dos livros adicionados no Concílio de Trento:
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http://www.codexsinaiticus.org/en/manuscript.aspx?book=12
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E se de uma olhada encontrará ainda outros livros como o de Tobias!
os judeus de jamnia só tiraram a canonicidade dos deuterocanonicos em 90d.c
e eu pergunto eles tinham mais autoridade religiosa q jesus e sua Igreja nesta data?
pq eles negaram Jesus então?
pq os protestantes não negam jesus também?
e eu pergunto eles tinham mais autoridade religiosa q jesus e sua Igreja nesta data?
pq eles negaram Jesus então?
pq os protestantes não negam jesus também?
ja ouvi falar q existem livros deuterocanonicos escritos em hebraico nos manuscritos de Quruman.... mas não vou colocar esta questão q eu não conheço aqui
só o documento q eu apresentei do Codex sinaiticus do século IV já desmascara a mentira dos hereges...
querem seguir os apostolos e primeiros cristãos ou os Judeus doutores da lei?
só o documento q eu apresentei do Codex sinaiticus do século IV já desmascara a mentira dos hereges...
querem seguir os apostolos e primeiros cristãos ou os Judeus doutores da lei?
Jesus instituiu uma Igreja...
e não uma biblia!
e não uma biblia!
Boa Miguel!
espero não precisar postar aqui as evidencias biblicas dos deuterocanonicos no NT...
espero não precisar postar aqui as evidencias biblicas dos deuterocanonicos no NT...
meu amigo interprete a biblia como bem entender...
as heresias são assim...
fiquei indignado ao ver a mentira dos rebelados para justificar sua falta de fé, é só ver o o documento q eu postei ´q é muito mais antigo q lutero...
assunto encerrado para mim!
as heresias são assim...
fiquei indignado ao ver a mentira dos rebelados para justificar sua falta de fé, é só ver o o documento q eu postei ´q é muito mais antigo q lutero...
assunto encerrado para mim!
eu não possuo autoridade nenhuma p interpretar a Bíblia quem disse isso é herege só o magistério em comunhão com toda a Igreja pode interpretar a sagrada escritura...
aliás a sola scriptura aliada com o livre exame da biblia é tão contraditório q hoje no brasil existem mais de 56000 denominações ditas cristãs cada uma com sua verdade até Igreja evangélica gay...
aliás a sola scriptura aliada com o livre exame da biblia é tão contraditório q hoje no brasil existem mais de 56000 denominações ditas cristãs cada uma com sua verdade até Igreja evangélica gay...
filhos de Lutero logicamente... e do livre exame a maior heresia de todos os tempos....
dizem q antes de Lutero morrer ele tinha se arrependido!
dizem q antes de Lutero morrer ele tinha se arrependido!
Lutero não retirou, somente não aceitou o argumento da Igreja Católica, que diz que ela determinou o cânon bíblico nos Concílios de Hipona (393 A.D.) e Cartago (397 A.D.), O que é um EXAGERO, pois os Concílios de Cartago e Hipona não estabeleceram o cânon à Igreja como um todo. Até mesmo "A Nova Enciclopédia Católica" em inglês assegura o fato de que o Cânon não esteve oficialmente estabelecido à Igreja Ocidental até o Concílio de Trento no século XVI e que até mesmo uma autoridade tal como Gregório - o Grande, que posteriormente veio a ser papa havia rejeitado os Apócrifos como canônicos. Lutero sabia disso, pois ele mesmo era um monge da Igreja Católica na ocasião!
então prove Luis qual pap Gregorio foi herege
além do mais vc viu o link q eu postei lá atras?
as evidencias dos deuterocanonicos são tao imensas q vou ter q postar aqui...
além do mais vc viu o link q eu postei lá atras?
as evidencias dos deuterocanonicos são tao imensas q vou ter q postar aqui...
No ano de 397, o III Concílio de Cartago (no canon 36, parágrafo 47, segundo o Denzinger – Enchiridion Symbolorum), declara o cânon da Bíblia cristã com todos os livros que os protestantes arrancariam MAIS TARDE e diriam malandramente hoje, terem sido incluídos pela Igreja em 1546.
Confirmando a má fé protestante, já escrevia Santo Agostinho, no ano 397:
"... O cânon inteiro da Bíblia é o seguinte: os cinco livros de Moisés, ou seja, Gênese, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio,... Tobias, Éster e Judite, e os dois livros de Macabeus,... Para dois livros, Sabedoria e Eclesiástico, é designado Salomão como autor, mas nossa provável opinião é que foram escritos por Jesus, o filho de Sirac,... Baruque,..." (Santo Agostinho, Sobre a Doutrina Cristã, livro 2, cap. 8, 13 ano 397).
Confirmando a má fé protestante, já escrevia Santo Agostinho, no ano 397:
"... O cânon inteiro da Bíblia é o seguinte: os cinco livros de Moisés, ou seja, Gênese, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio,... Tobias, Éster e Judite, e os dois livros de Macabeus,... Para dois livros, Sabedoria e Eclesiástico, é designado Salomão como autor, mas nossa provável opinião é que foram escritos por Jesus, o filho de Sirac,... Baruque,..." (Santo Agostinho, Sobre a Doutrina Cristã, livro 2, cap. 8, 13 ano 397).
Provar?
Não tenho que provar nada, cada um acredita no que quiser...
Hipona e Cartago foram concílios locais que não tiveram autoridade ecumênica. Em adição, podemos dizer que mesmo aqueles dois Concílios contradizem o Concílio de Trento em um ponto importante. Primeiramente, Hipona e Cartago declara que 1 Esdras e 2 Esdras são canônicos. Eles estão referindo aqui à versão Septuaginta de 1 e 2 Esdras. Nesta versão 1 Esdras é uma adição apócrifa a Esdras enquanto 2 Esdras é a versão Judaica de Esdras-Neemias do cânon Judaico. O Concílio de Trento, entretanto declara que 1 Esdras é realmente o Esdras do cânon Judaico e 2 Esdras é Neemias do cânon Judaico. Trento omite a versão da Septuaginta de 1 Esdras.
Contradição?
rsrsrs
Não tenho que provar nada, cada um acredita no que quiser...
Hipona e Cartago foram concílios locais que não tiveram autoridade ecumênica. Em adição, podemos dizer que mesmo aqueles dois Concílios contradizem o Concílio de Trento em um ponto importante. Primeiramente, Hipona e Cartago declara que 1 Esdras e 2 Esdras são canônicos. Eles estão referindo aqui à versão Septuaginta de 1 e 2 Esdras. Nesta versão 1 Esdras é uma adição apócrifa a Esdras enquanto 2 Esdras é a versão Judaica de Esdras-Neemias do cânon Judaico. O Concílio de Trento, entretanto declara que 1 Esdras é realmente o Esdras do cânon Judaico e 2 Esdras é Neemias do cânon Judaico. Trento omite a versão da Septuaginta de 1 Esdras.
Contradição?
rsrsrs
"além do mais vc viu o link q eu postei lá atras?"
Vi, provar a existência não equivale a provar se o documento era considerado apócrifo ou não...
Posso ter uma série de documentos em casa, mas o simples fato de tê-los, não significa que tenham valor...
Vi, provar a existência não equivale a provar se o documento era considerado apócrifo ou não...
Posso ter uma série de documentos em casa, mas o simples fato de tê-los, não significa que tenham valor...
Santo Atanásio deixa bem claro que a divisão do livro de Esdras e Neemias (inexistente no texto hebraico e no grego) já existia em sua época:
"There are, then, of the Old Testament, twenty-two books in number; for, as I have heard, it is handed down that this is the number of the letters among the Hebrews; their respective order and names being as follows. The first is Genesis, then Exodus, next Leviticus, after that Numbers, and then Deuteronomy. Following these there is Joshua, the son of Nun, then Judges, then Ruth. And again, after these four books of Kings, the first and second being reckoned as one book, and so likewise the third and fourth as one book. And again, the first and second of the Chronicles are reckoned as one book. Again Ezra, the first and second are similarly one book. After these there is the book of Psalms, then the Proverbs, next Ecclesiastes, and the Song of Songs. Job follows, then the Prophets, the twelve being reckoned as one book. Then Isaiah, one book, then Jeremiah with Baruch, Lamentations, and the epistle, one book; afterwards, Ezekiel and Daniel, each one book. Thus far constitutes the Old Testament. " (Letter XXXIX, 4)
Fonte: http://www.newadvent.org/fathers/2806039.htm
"There are, then, of the Old Testament, twenty-two books in number; for, as I have heard, it is handed down that this is the number of the letters among the Hebrews; their respective order and names being as follows. The first is Genesis, then Exodus, next Leviticus, after that Numbers, and then Deuteronomy. Following these there is Joshua, the son of Nun, then Judges, then Ruth. And again, after these four books of Kings, the first and second being reckoned as one book, and so likewise the third and fourth as one book. And again, the first and second of the Chronicles are reckoned as one book. Again Ezra, the first and second are similarly one book. After these there is the book of Psalms, then the Proverbs, next Ecclesiastes, and the Song of Songs. Job follows, then the Prophets, the twelve being reckoned as one book. Then Isaiah, one book, then Jeremiah with Baruch, Lamentations, and the epistle, one book; afterwards, Ezekiel and Daniel, each one book. Thus far constitutes the Old Testament. " (Letter XXXIX, 4)
Fonte: http://www.newadvent.org/fathers/2806039.htm
Esta é a lista dos Concílio de Hipona e de Cartago:
"Cânon 36 - Parece-nos bom que, fora das Escrituras canônicas, nada deva ser lido na Igreja sob o nome 'Divinas Escrituras'. E as Escrituras canônicas são as seguintes: Gênese, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, quatro livros dos Reinos, dois livros dos Paralipômenos, Jó, Saltério de Davi, cinco livros de Salomão, doze livros dos Profetas, Isaías, Jeremias, Daniel, Ezequiel, Tobias, Judite, Ester, dois livros de Esdras e dois [livros] dos Macabeus. E do Novo Testamento: quatro livros dos Evangelhos, um [livro de] Atos dos Apóstolos, treze epístolas de Paulo, uma do mesmo aos Hebreus, duas de Pedro, três de João, uma de Tiago, uma de Judas e o Apocalipse de João. Sobre a confirmação deste cânon se consultará a Igreja do outro lado do mar. É também permitida a leitura das Paixões dos mártires na celebração de seus respectivos aniversários" (Concílio de Hipona, 08.Out.393).
"Cânon 36 - Parece-nos bom que, fora das Escrituras canônicas, nada deva ser lido na Igreja sob o nome 'Divinas Escrituras'. E as Escrituras canônicas são as seguintes: Gênese, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, quatro livros dos Reinos, dois livros dos Paralipômenos, Jó, Saltério de Davi, cinco livros de Salomão, doze livros dos Profetas, Isaías, Jeremias, Daniel, Ezequiel, Tobias, Judite, Ester, dois livros de Esdras e dois [livros] dos Macabeus. E do Novo Testamento: quatro livros dos Evangelhos, um [livro de] Atos dos Apóstolos, treze epístolas de Paulo, uma do mesmo aos Hebreus, duas de Pedro, três de João, uma de Tiago, uma de Judas e o Apocalipse de João. Sobre a confirmação deste cânon se consultará a Igreja do outro lado do mar. É também permitida a leitura das Paixões dos mártires na celebração de seus respectivos aniversários" (Concílio de Hipona, 08.Out.393).
"Parece-nos bom que, fora das Escrituras canônicas, nada deva ser lido na Igreja sob o nome 'Divinas Escrituras'. E as Escrituras canônicas são as seguintes: Gênese, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, quatro livros dos Reinos, dois livros dos Paralipômenos, Jó, Saltério de Davi, cinco livros de Salomão, doze livros dos Profetas, Isaías, Jeremias, Daniel, Ezequiel, Tobias, Judite, Ester, dois livros de Esdras e dois [livros] dos Macabeus. E do Novo Testamento: quatro livros dos Evangelhos, um [livro de] Atos dos Apóstolos, treze epístolas de Paulo, uma do mesmo aos Hebreus, duas de Pedro, três de João, uma de Tiago, uma de Judas e o Apocalipse de João. Isto se fará saber também ao nosso santo irmão e sacerdote, Bonifácio, bispo da cidade de Roma, ou a outros bispos daquela região, para que este cânon seja confirmado, pois foi isto que recebemos dos Padres como lícito para ler na Igreja" (Concílio de Cartago III (397) e Concílio de Cartago IV (419)).
(continua)
(continua)
Santo Atanásio morreu em 373. Portanto, fica claro aos leitores que a divisão de Esdras em dois livros (Esdras e Neemias, ou, de acordo com a Vulgata, 1 e 2 Esdras) já existia no tempo em que foi realizado o concílio de Cartago, e que esse concílio aprovou uma lista idêntica à aprovada pelo Concílio de Trento, com todos os livros que compõem hoje os 73 livros da Bíblia Católica.
- “VC esta ERRADO!”
Ui ui, gritou por que?
Estou errado mesmo? 😮
Não vai me queimar hein?
_______________________________________________________________
- “Santo Atanásio deixa bem claro que a divisão do livro de Esdras e Neemias (inexistente no texto hebraico e no grego) já existia em sua época:”
Santo Atanásio defendia a instituição que ele fazia parte, o que ele diz não conta.
Seria a mesma coisa que ser levado pelas pseudo-verdades de alguns reducionistas, que confundem protestantismo com Igreja Universal e sua teologia iso-pentecostal.
Esse tal de Atanásio não foi aquele mesmo que negou a divindade de Cristo, a qual teve sua evidencia ao homem pela concepção do Espírito Santo?
Você citou também a lista dos Concílio de Hipona e de Cartago. Então pergunto:
Se a igreja Católica Romana definiu o cânon em 397, por que então a iniciativa foi de dois Sínodos africanos: Hipona e Cartago e não de Roma?
Ui ui, gritou por que?
Estou errado mesmo? 😮
Não vai me queimar hein?
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- “Santo Atanásio deixa bem claro que a divisão do livro de Esdras e Neemias (inexistente no texto hebraico e no grego) já existia em sua época:”
Santo Atanásio defendia a instituição que ele fazia parte, o que ele diz não conta.
Seria a mesma coisa que ser levado pelas pseudo-verdades de alguns reducionistas, que confundem protestantismo com Igreja Universal e sua teologia iso-pentecostal.
Esse tal de Atanásio não foi aquele mesmo que negou a divindade de Cristo, a qual teve sua evidencia ao homem pela concepção do Espírito Santo?
Você citou também a lista dos Concílio de Hipona e de Cartago. Então pergunto:
Se a igreja Católica Romana definiu o cânon em 397, por que então a iniciativa foi de dois Sínodos africanos: Hipona e Cartago e não de Roma?
Pois é... que legal... 56,000 denominações que se dizem cristãs e cada uma dizendo que é a única certa?
De onde você tirou que cada denominação cristã diz que somente ela é a certa?
De onde você tirou que cada denominação cristã diz que somente ela é a certa?
O Papa Gelásio I definiu os livros canônicos no "Decreto Gelasiano",bem mais antigo que o Concílio de Trento,que só reafirmou o que já era seguido à milênio na Igreja.
Aqui o texto do Decreto,do papa Gelásio I que foi papa no final do século V:
http://escrituras.tripod.com/Textos/Gelasiano.htm
http://escrituras.tripod.com/Textos/Gelasiano.htm
O Canon passou por uma definição já no Concílio reguional de Hipona (393) e mais tarde tal definição foi confirmada por outros Concílios. O que Hipona fez e que foi confirmada por Concílios ecumênicos (no sentido original desta palavra) mais tarde, foi só uma explicitação de algo que já era regra de ortodoxia. Antes de Hipona, no Concílio de Roma, sob a autoridade do Papa Dâmaso I, o cânon já tinha passado por uma confirmação (menos explícita que em Hipona, mas completamente clara).
sobre o decereto Gelasiano do suposto papa Gelásio [492-496]
se gundo me consta é um documento falso e mesmo assim
"o capítulo II, que traz a lista completa dos livros que integram o Antigo e Novo Testamento. Repare-se que os livros deuterocanônicos (chamados de "apócrifos" pelos protestantes e, por este motivo, excluídos de suas Bíblia) encontram-se integrados ao cânon sagrado, fazendo eco, talvez (caso considere-se este decreto posterior ao papa Dâmaso), às decisões tomadas pelos concílios regionais de Cartago e Hipona" FONTE: http://www.veritatis.com.br/article/3655
sobre o decereto Gelasiano do suposto papa Gelásio [492-496]
se gundo me consta é um documento falso e mesmo assim
"o capítulo II, que traz a lista completa dos livros que integram o Antigo e Novo Testamento. Repare-se que os livros deuterocanônicos (chamados de "apócrifos" pelos protestantes e, por este motivo, excluídos de suas Bíblia) encontram-se integrados ao cânon sagrado, fazendo eco, talvez (caso considere-se este decreto posterior ao papa Dâmaso), às decisões tomadas pelos concílios regionais de Cartago e Hipona" FONTE: http://www.veritatis.com.br/article/3655
e o testemunho dos padres tb há referencias principalmente do Santo Atanásio que morreu em 373 é um testemunho irrefutável!
cer qual livro da bíblia era inspirado ou não..
aproveitem e votem
DIVORCIO ONLINE BANALIZA O CASAMENTO?
http://www.estadao.com.br/pages/enquetes/default.htm?id_enquete=489
aproveitem e votem
DIVORCIO ONLINE BANALIZA O CASAMENTO?
http://www.estadao.com.br/pages/enquetes/default.htm?id_enquete=489
também tirou Jesus de vários versículos e inseriu em outros.
Adoro essa (falta de) lógica de alguns católicos. Os livros escolhidos são autoritários porque a igreja diz que são, mas a autoridade da Igreja para definir isso está definida pelos próprios livros.
Não sei se tu és quem eu acho que tu és. Se fores, estivemos do mesmo lado aqui em muitos debates, e eu sempre admirei e respeitei os teus argumentos e a tua inteligência. Então, por muito que eu possa ter me expressado mal, eu apelo a ela.
Até onde eu entendo, os católicos não crêem que a autoridade da Igreja para definir o cânon não venha da Bíblia. Quem acha isso são appunto os protestantes. a autoridade da Igreja deriva, isso sim, da Tradição. Eu tenho confiança (Fé) nos ensinamentos dos católicos que me antecederam, que confiam no ensinamento dos seus predecessores e professores, que, de geração em geração, em uma linha ininterrupta, confia na autoridade dos Apóstolos, que confiaram na autoridade e nas promessas de Cristo. A isso se dá o nome de Tradição. Várias pessoas, nesse período, fixaram por escrito "fotografias" mais (julgadas canônicas) ou menos fiéis (apócrifas) desses ensinamentos. E a régua para medir essa fidelidade e, portanto, se se tratava ou não de registros inspirados é o cotejo com a Tradição, segundo os canais determinados por essa Autoridade, ela mesma derivada da Tradição. Resumindo: a confiança nos leva a acatar a tradição, e a tradição afere e atesta a canonicidade dos textos. Toda autoridade deriva dessa passagem (tradição) de ensinamentos de geração em geração, inclusive a dos textos.
Que alguém não confie, é uma outra discussão. Mas o fato histórico é que isso que temos aí definido como Cânon foi definido por sua compatibilidade com a Tradição.
Não sei se tu és quem eu acho que tu és. Se fores, estivemos do mesmo lado aqui em muitos debates, e eu sempre admirei e respeitei os teus argumentos e a tua inteligência. Então, por muito que eu possa ter me expressado mal, eu apelo a ela.
Até onde eu entendo, os católicos não crêem que a autoridade da Igreja para definir o cânon não venha da Bíblia. Quem acha isso são appunto os protestantes. a autoridade da Igreja deriva, isso sim, da Tradição. Eu tenho confiança (Fé) nos ensinamentos dos católicos que me antecederam, que confiam no ensinamento dos seus predecessores e professores, que, de geração em geração, em uma linha ininterrupta, confia na autoridade dos Apóstolos, que confiaram na autoridade e nas promessas de Cristo. A isso se dá o nome de Tradição. Várias pessoas, nesse período, fixaram por escrito "fotografias" mais (julgadas canônicas) ou menos fiéis (apócrifas) desses ensinamentos. E a régua para medir essa fidelidade e, portanto, se se tratava ou não de registros inspirados é o cotejo com a Tradição, segundo os canais determinados por essa Autoridade, ela mesma derivada da Tradição. Resumindo: a confiança nos leva a acatar a tradição, e a tradição afere e atesta a canonicidade dos textos. Toda autoridade deriva dessa passagem (tradição) de ensinamentos de geração em geração, inclusive a dos textos.
Que alguém não confie, é uma outra discussão. Mas o fato histórico é que isso que temos aí definido como Cânon foi definido por sua compatibilidade com a Tradição.
"[O]s católicos não crêem que a autoridade da Igreja para definir o cânon não venha da Bíblia."
O segundo "não" não deveria estar ali... O que eu quis dizer, naturalmente, foi: "os católicos não crêem que a autoridade da Igreja para definir o cânon venha da Bíblia."
No mais, perfeito, Luiz Fernando.
O segundo "não" não deveria estar ali... O que eu quis dizer, naturalmente, foi: "os católicos não crêem que a autoridade da Igreja para definir o cânon venha da Bíblia."
No mais, perfeito, Luiz Fernando.
Tem um argumento do pastor John Piper acerca dos deuterocanônicos que aborda um ângulo interessante do problema: que elementos a própria Bíblia nos fornece em prol de uma defesa da Bíblia sem os 7 livros? A conclusão a que ele chega é que há indícios de que o próprio Jesus favoreceria a não inclusão dos deuterocanônicos na Bíblia. Eu não pretendo substituir o pastor Piper, assim deixo o link:
http://www.desiringgod.org/ResourceLibrary/MediaPlayer/2287/Video/
Ab,
Tiago
http://www.desiringgod.org/ResourceLibrary/MediaPlayer/2287/Video/
Ab,
Tiago
O mais significativo é que o próprio Senhor Jesus declarou (Lc 11:51) a extensão dos livros canônicos do Antigo Testamento ao ascusar os escribas de serem culpados dos assassinatos de todos os profetas que Deus enviara, desde Abel até Zacarias. A morte de Abel é registrada em genêsis; a morte de Zacarias encontra-se em 2 Crônicas 24:20-21, que é uma porção do último livro da Bíblia Hebraica (ao invés de Malaquias, como nas Bíblias em português). Jesus estava afirmando que a culpa dos judeus estava registrada do começo ao fim das Escrituras Hebraicas. Ele EXCLUIU todos os apócrifos, os quais já existiam naquela época.
quais livros da biblia?
[A tradição] é amparada por figuras criadas e textos preservados[...]
Aí é que está: de novo, a tradição não se ampara nos textos (mas na confiança, que, como eu disse, é compreensível que alguém não tenha). Poderia nunca ter havido cânon nenhum, texto nenhum, como de fato não houve por um bom tempo. Os textos é que se amparam na tradição. Não haveria o Evangelho de São Lucas, por exemplo, se um (ou mais) dos doze não tivesse "transmitido" a "tradição" a São Lucas. E não haveria um cânon se não houvesse um grupo de pessoas para determinar esse cânon. E o que reunia esse grupo era precisamente a confiança na veracidade de certos fatos, não o registro desses fatos em texto.
Se nunca tivesse havido Evangelhos, ou Novo Testamento, teria ainda assim havido a Igreja. Se nunca tivesse havido a Igreja, nunca teria podido haver versões fixas e autorizadas de texto nenhum.
Aí é que está: de novo, a tradição não se ampara nos textos (mas na confiança, que, como eu disse, é compreensível que alguém não tenha). Poderia nunca ter havido cânon nenhum, texto nenhum, como de fato não houve por um bom tempo. Os textos é que se amparam na tradição. Não haveria o Evangelho de São Lucas, por exemplo, se um (ou mais) dos doze não tivesse "transmitido" a "tradição" a São Lucas. E não haveria um cânon se não houvesse um grupo de pessoas para determinar esse cânon. E o que reunia esse grupo era precisamente a confiança na veracidade de certos fatos, não o registro desses fatos em texto.
Se nunca tivesse havido Evangelhos, ou Novo Testamento, teria ainda assim havido a Igreja. Se nunca tivesse havido a Igreja, nunca teria podido haver versões fixas e autorizadas de texto nenhum.
O meu ponto é que, se tu me contas uma história que eu não presenciei, e eu acredito em ti, o conteúdo da história pode até estar errado, mas o processo pelo qual eu vim a conhecê-lo não é, em si, ilógico. E, como nós já discutimos à exaustão uma vez (e foge a este tópico), toda História, antes de mais nada, é uma história, um conto, uma narrativa, contada por alguém. As razões pelas quais alguém confia em algumas outras pessoas e nas histórias que elas contam também já foi discutida. Tu não consideras a história digna de crédito, paciência. Mas, de novo, não é intrinsecamente ilógico acreditar-se no conteúdo de uma narrativa por confiar no narrador. Na verdade, é o que todo mundo faz na maior parte do tempo, ao confiar nos livros, nos professores, nas fontes &c..
Outra pergunta: por que os evangélicos acham que podem interpretar a Bíblia livremente? Por acaso acham que Deus "não tava muito ligado" no que é certo quando inspirou as escrituras?
Não entendi o não tava muito ligado. Pode refrasear a pergunta. Eu quero entender seu ponto de vista.
Eu sou evangélico e acredito somente na Bíblia.
Não entendi o não tava muito ligado. Pode refrasear a pergunta. Eu quero entender seu ponto de vista.
Eu sou evangélico e acredito somente na Bíblia.
Antes que vocês se matem, me digam uma coisa: o que que há de tão "revolucionário" nesses livros, para serem defendidos (ou refutados) tão arduamente????
Se há contradições, se elas são relavantes, se além de irrelevantes são insanáveis, é outro debate, que nós já fizemos. Eu entendo que não, tu entendes que sim. A forma, a logicidade do raciocínio, não depende das particularidades do "mérito" do argumento. Quando um cristão acredita no relato de que Jesus disse "tu és Pedra", faz a mesma coisa que faz um judeu (ou ele mesmo) ao acreditar na abertura do Mar Vermelho, ou um mussulmano ao acreditar que Maomé fez o que quer que se diga que ele tenha feito, ou que um historiador laico cientificista ao acreditar que Cesar disse "a sorte está lançada". Pode ser materialmente errado, inverossímil, qualquer coisa, mas não é ilógico.
Mas o meu ponto principal, aqui, é que "a autoridade da Igreja para definir" a canonicidade dos livros não depende dos "próprios livros".
Não espero que tu concordes com o fundo da questão; como disse naquele tópico longo, está além das minhas forças. Mas espero ter conseguido explicar isso...
No mais, um abraço e boa noite! 🙂
Mas o meu ponto principal, aqui, é que "a autoridade da Igreja para definir" a canonicidade dos livros não depende dos "próprios livros".
Não espero que tu concordes com o fundo da questão; como disse naquele tópico longo, está além das minhas forças. Mas espero ter conseguido explicar isso...
No mais, um abraço e boa noite! 🙂
Esse argumento da Pedra = Pedro é bem forçado.