Sim, mas as mulheres islâmicas são OBRIGADAS a usar MUITA ROUPA.
No ocidente NINGUÉM as OBRIGA a usar fio dental ou ir vestida com ponche na praia , por exemplo. Esta é uma opção pessoal.
😄! - Gostaria de lembrar que o contrário também eventualmente seria tão idiota quanto, na minha opinião. Mas suponho que caberiam alguns argumentos sobre os efeitos involuntários da pouca-roupice, etc.
Eu os consideraria, é claro - não há como negá-los... Por menos que faça diferença para moi, admito que possa fazer para os outros. E eu suponho que não nos vestimos exatamente para nos defender do frio, e sim por outros motivos. Bom, enfim.
Monsieur multa burcas, então. Semana que vem multará os tradicionais hábitos religiosos cristãos, talvez. Eu considero uma "providência" altamente idiota, se alguém quer saber.
Says who, amigo? Não é assim! Há MUITAS muçulmanas que QUEREM usar o véu!
Eu não me meto nisso, eu não posso e nem quero me meter nisso! Não "me ofende" em rigorosamente NADA, o uso do véu ou da burka! Por que seria "ofensivo"?
...e mais, nenhum cristão,na verdadeira acepção do termo, apedrejaria uma mulher que estivesse usando fio dental.
Nosso Deus não nos deu procuração para castigar nossos semlhantes por algo que ELE desaprova. Quem aplica ou não a sanção é ELE e se achar coveniente.
Bom, Bender, eu também espero que ninguém se converta ao Cristianismo pra se livrar do raio da roupa, sinceramente - e sim pelos motivos CERTOS! 😄!
Eu só penso que se trata de uma tradição absolutamente não-ofensiva, assim como um padre ou uma freira vestidos com seus hábitos também não deveriam ser "ofensivos" para ninguém! E na verdade eu suponho que a maioria das pessoas religiosas pensa como eu, e entende isto como uma agressão não ao Islam, exatamente - mas sim a TODA a SIMBOLOGIA RELIGIOSA, de TODAS as religiões!
Parte do Islam eu tenho a certeza de que pensa como eu penso, e o reverso também é verdadeiro, parte dos cristãos NÃO pensa assim! E quem ganha terreno com esta NÃO-PERCEPÇÃO é o ateísmo, é claro, que persegue não a esta ou àquela religião, e sim a todas.
Não tem nada de "o inimigo do meu inimigo é meu amigo" nesse meu pensamento - eu não defendo nem acato a máxima, muito pelo contrário: eu simplesmente acho IMPOSSÍVEL não ver a realidade! E a realidade é esta, mesmo - hoje a burka, amanhã os hábitos, depois os kipas, etc, etc, etc. Até que só fiquem as bagaças new-agistas dos lesadinhos fazendo o papel de "religião", porque essas são tão idiotas que até ajudam ao contexto novordista.
Concordo Priscila e minha proposta radical às mulheres muçulmanas para que se convertam para poderem andarem "peladas" foi exagerada, na mesma medida que alguém venha dizer que elas são obrigadas a usarem véu pelos maridos, não é assim, elas usam pela tradição religiosa. Não vejo nisso um grande prejuízo para liberdade delas ou que esse costume seja ofensivo aos cidadão ocidentais.
Sim, sem dúvida, Dorian! Eu suponho que se andasse todo mundo pelado viveríamos dentro de um freak-show, mas eu não apedrejaria ninguém - embora certamente tirasse os óculos ou as lentes, sem os quais não enxergo um palmo na frente do nariz, graças a Deus! 😄! Suponho que seria um bocado dantesco o espetáculo.
" não é assim, elas usam pela tradição religiosa. Não vejo nisso um grande prejuízo para liberdade delas ou que esse costume seja ofensivo aos cidadão ocidentais.:"
Sim, mas se não usar leva pedrada na cabeça! Onde está a liberdade ?
Cristãos usam roupas decentes, não por mêdo de castigos físicos e sim por que já internalizaram um sentimento do que agrada ou desagrada a Deus.Sendo assim, sentem-se constrangidos em mostrar determinadas partes do corpo. Mas este constrangimento advém de seu interior e não de uma ameça externa.
Acho que esta é a diferença fundamental entre as duas religiões. Isto se aplica a muitas outras proibições fundamentas no Corào.
...vocês já leram isto? "Me lembro de uma conferência brilhante que o filósofo espanhol Julian Marías fez no Brasil, na época em que a junta militar havia instituído a pena de morte. Durante a conferência lhe perguntaram se era a favor ou contra a pena de morte e ele disse: "sou contra por um simples motivo: não sei o que é a morte e não tenho o direito de condenar um sujeito a uma coisa que eu não sei o que é; sei o que é prisão, trabalhos forçados, mas morte, eu não sei o que é e esses senhores também não." Então, na hora em que o indivíduo emite este julgamento, coloca-se não apenas acima da discussão pública, mas quase que infinitamente acima dela, porque a discussão pública é feita em termos de posições relativas, de posições que podem ter sua validade maior ou menor numa ou noutra situação. Mas, de repente, chega o filósofo e diz algo que independe de toda a discussão. No meio das relatividades, ele entra com o absoluto. O absoluto é este: não sei o que é morte e vocês também não sabem, e ponto final. Nenhum de nós morreu para contar como é. Isto é o senso da medida. Em certos momentos, portanto, a consciência pode se colocar infinitamente acima das questões públicas e encará-las desde uma medida superior que lhe permite um julgamento justo."
Eu ando relendo algumas palestras do Olavo e encontrei esta menção, que realmente me tocou pela simplicidade e pela excelência!
"Eu sei o que é morte sim. O homicida, o latrocida, o estuprador e o pedófilo deixam de respirar e portanto de conviver entre os seres humanos.
Sou favorável a pena de morte aos moldes dos EUA. Com a seriedade que o assunto é tratado lá.
Agora se me perguntarem: E no Brasil? Aí já não teria tanta certeza assim. Esse país não tem nem sequer um grama da seriedade que é necessária para isso, bem como não tem os recursos tecnológicos e financeiros que demanda um processo desses"
Mas e se ao contrário, a morte for uma libertação ou um benefício? Ao apenar com a morte, não estaríamos penalizando o criminoso e sim concedendo-lhe a liberdade.
A propósito da palestra do prof. Olavo, fica claro o refinamento e a superioridade do pensamento Ocidental. Nào há como fugir desta verdade.
Ou dá para comparar com o modo de raciocinar do Islã, por exemplo?
Em PoA, no Bairro Rubem Berta, um garoto de 10 anos foi assassinado com 34, repito, 34 facadas. Os assassinos queriam roubar, provavelmente para trocar o produto do roubo por drogas. Pena máxima para o maior de idade 30 anos de cadeia, o outro é menor de idade, a pena máxima me parece que é 3 anos.
Um deles (o menor) foi justiçado por populares. Não tem jeito, tem gente que não merece viver, mesmo que nós não saibamos o que é a morte ou o que nos esperava depois de morrer, a sociedade tem que ter o direito de eliminar indivíduos que cometem certos crimes, tanto para se livrar do criminoso, quanto para se fazer justiça.
" A pena de morte resolve o problema da criminalidade? Ao que o policial respondeu: - Não, claro que não. Só nos da a certeza de que aquela pessoa não causará mais problemas. "
Qual é a função da pena? Claro que é retribuir o mal praticado ao agente e nào simplesmente afastá-lo do convívio social.
Logo, o raciocínio que vc relatou acima,pode retirar o caráter punitivo da sanção, já que não se sabe se a morte é castigo ou prêmio. Então, melhor seria, por via das dúvidas, condená-lo à prisão perpétua.
A proposta era discutir a pena de morte sob a ótica filosófica e não usando o mesmo raciocínio dos cronistas policiais.
Se eu fosse me deixar levar pela paixão, também usaria os mesmos argumentos seus, com certeza.
Só acho que não é este o caso.
É, mas temos que nos cuidar para não se afastar muito da realidade e, lembrando o que disse OdeC em certa ocasião, a Filosofia pode ser algo potencialmente perigoso, muitos dos malefícios humanos sairam de cabeças filosóficas "iluminadas", o marxismo por exemplo.
Mas a questão da pena de morte não é resolver a criminalidade - isto é utilitarismo. O que a pena de morte faz - no caso do homicida - é restabelecer a igualdade violada. Se o homicida não morre em virtude do crime cometido, não tem jeito: instalou-se a injustiça por força da desigualdade da situação
É preciso dar a cada um o que é seu: se o cara mata, tem que morrer. É justo e preserva a igualdade.
O único problema na pena de morte é a hipótese do erro judiciário. Mas isso, acredito, pode ser resolvido protelando-se a execução da pena por 10 ou 15 anos.
A Priscila sugeriu uma discussão sobre a palestra do Prof. Olavo, a qual dentre outras coisas toca na questão da pena de morte e a sua eficácia, levando-se em conta que nenhum de nós morreu e voltou para dizer se morrer é um castigo ou um prêmio.
O tema me pareceu bastante interessante do ponto de vista filosófico, mas vejo pelos posts que ninguém está disposto a discutir a questão sob a ótica filosófica.
Sendo assim, encerro minha participação neste quase debate sobre o tema proposto.
O comentário do Olavo é excelente! Certa vez pensei a mesma coisa quando eu estava conversando corriquiramente sobre a pena de morte. Quando o sujeito é morto, em que condição ele está? Se está? E onde? Não se sabe. Se condena para aquilo que é uma enorme interrogação, e que temos ideias vagas e simbólicas pelas revelações que Deus nos apresentou.
Mas estar lá, como se pode estar numa cadeia, é complicado. Diria impossível. E quem teve a experiência pós-morte não "viveu" lá para saber como é.
Ademais, há um ponto ainda mais delicado: a justiça humana é falível. A divina (leia-se: a condição pós-morte) é perfeita. Bater o martelo para condernar alguém à morte poderia ser enormemente frustrante se soubéssemos o que acontece "do lado de lá".
Como saber se há simbiose entre a justiça dos homens e a divina? Complicado...
Eu achei a citação e o comentário do Olavo profundamente tocantes, sim!
Mas eu, Priscila Garcia, sou uma defensora da Lei do Talião! Eu sou A FAVOR da pena de morte, quero muito me aperfeiçoar e deixar talvez de ser. Mas AINDA não cheguei lá. Este foi o primeiro argumento que me tocou, preciso deixar isso CLARO! Deus me livre de qualquer traço de hipocrisia!
Matou um inocente, eu quero a MORTE do assassino, e se não tiver ninguém pra executar a pena, eu me PROPONHO!
Mas o argumento realmente me TOCOU, foi isso o que eu quis dizer. Agora virá um tempo de pensar muito no assunto.
Diante da dúvida insondável em relação a morte, vejo como melhor alternativa para que haja a efetiva retribuição( punição) pelo crime cometido, a PRISÃO PERPÉTUA.
Lembro, a propósito, que não se trata de preservar qualquer tipo de "direito humano" do sentenciado, mas sim de se aplicar a única sanção da qual temos a CERTEZA que inflinge ao condenado uma REAL PUNIÇÃO ( dentro de nosso limitado entendimento, até mesmo da REALIDADE ).
"O único problema na pena de morte é a hipótese do erro judiciário. Mas isso, acredito, pode ser resolvido protelando-se a execução da pena por 10 ou 15 anos. "
Ledo engano, por exemplo, a última pena de morte aplicada aqui no Brasil, nos tempos do império, mostrou-se fruto de um erro judiciário que demorou cerca de 30 anos para aparecer e isso ocorreu pois um dos executores confessou tudo ao padre... e creio que hoje não haveria um padre para se confessar ou vontade para se confessar para um padre coisa tão grave; ou se houvesse confissão, tal ato não causaria mossa à máquina estatal ou á imprensa, ao contrário do que ocorreu no tempo do império.(vide história do município de Macaé-RJ para mais detalhes)
Há erros judiciários que não se esclarecem senão com atrasos de 40, 50 anos...quando se esclarecem.
P.S:
E não, ninguém sabe o que é morte aqui exceto por constatações fenomênicas exteriores, razas. O exposto no texto do Olavo também se encontra, de modo similar, no segundo volume de filosofia do Direito de Miguel Reale. Ambos os filósofos pensam a mesma coisa e estão com toda razão, creio.
Obs. Favor não me julgarem politicamente correto, somente acho que há formas mais civilizadas de se apenar alguém e de se alcançar a justiça sem retribuir um mal com outro (dois negativos nunca dão um positivo, como já sustentava Grotius). Esse tipo de pensamento proto penológico já deveria ter deixado de existir há muito, pois é a síntese do barbarismo.
É interessante Valter, se você demonstra um pingo de discordância com essa gente eles logo partem para a ofensa e para a ironia...O mesmo que ocorreu aqui com o mouro.
" Quando um psicopata desses mata um pai e família sem a menor necessidade durante um assalto, por puro "prazer" e certeza de impunidade, é justo que a família destruída ainda pague a manutenção desse monstro pelo resto da vida? "
Se é para ser justo, tenho que concordar que o ideal seria a prisão perpétua, onde o sentenciado trabalharia dentro da prisão para pagar por sua própria manutenção.
Estamos tratando de um sistema ideal e não real.
Para mim este que expus seria o ideal.
E no Brasil, a tendência esquerdista é colocar na rua os bandidos e prender os homens de bem. Isso é o mundo real. Infelizmente.
Falou em lei do talião, ele aparece, todo entusiasmado!
Mas a priscila tem a humildade para não querer ser a dona da verdade e conforme postou, sentiu-se tocada pelo tema e concedeu a sí um tempo para reflexão.
Sim, é verdade, eu luto contra isso há anos: e pela primeira vez, repito, um comentário me tocou o coração. Talvez eu consiga esta desejada superação de um limite pessoal.
Tenho certeza de que seria um monumental passo em direção ao Cristo.
E leoa não tem juba, meu caro. Mas pode se ajoelhar, se quiser, que eu aceito a homenagem.
Acho que todos nós, pelo menos uma vêz na vida, já passou por situações ou tomou conhecimento de determinados fatos, que desperaram o desejo de retribuir na mesma medida, pricipalmente quando envolvem pessoas próximas a nós.
A diferença entre elaborar uma vingança dessa dimensão ou de fato consumar o ato, é o que nos diferencia dos bárbaros.
Quero acreditar que a Priscila jamais seria capaz disso, pois já declarou que não se sente confortável com este tipo de sentimento.
Entretanto, o entusiasmo demonstrado pelo Omar....Bom, nós já sabemos o que ele entende por justiça.
Obrigado por me lembrar e, aproveitando, vai chamar de jegue aquela vaca que te pariu, ou melhor, que jogou o feto fora e criou a placenta!!! Filho da puta!!!
Vejo que o sr. além de inútil para essa comunidade também tem uma boca suja. Então, írei para a minha praia onde apreciarei as belezas das moças "avançadinhas" do Ocidente, na praia de Ipanema.
Depois, se eu tiver algum tempo, por pura caridade cristã, voltarei para debater e, provavelmente, humilhar o senhor, com a sua própria ignorância e incoerência.
PS: quando estiver rezando, virado para Meca, essas minhas palvras ecoarão na sua cabeça oca: beijo da bunda
À toda ação existe uma reação!!! Ou acreditou que eu aceitaria, pura e simplesmente, o fato de ter sido xingado de jegue??? Uma no cravo, outra na ferradura!!! Beijo na bunda??? Me parece que surge mais um que se sente provocado por alguma de minhas qualidades: tamanho da cimitarra, por exemplo??? Pois é, enquanto você vai à praia apreciar as "curvas femininas" eu, de vez em quando, faço o mesmo, só que em outro lugar. Aos Domingos, nas missas, em uma igreja perto da minha casa, as "católicas" se apresentam de maneira tão "singela e pura" ao Criador!!! Chego às vezes a pensar que estou no Paraíso, na época de Adão e Eva!!!
Pobre Dorian,
Que belíssimo exemplo de obviedade, forma o exórdio da tua explicação: “acho que todos nós...”. Nada mais natural, afinal, o que corre nas veias dos seres humanos é sangue e não água de batata. Perceba que aqui tratamos de situações distintas, quem falou que pena de morte é uma vingança elaborada? É uma pena prevista em lei, aprovada e julgada pelo homem e, com ampla e irrestrita possibilidade de defesa ao condenado. Nenhum prisioneiro que se encontra no corredor da morte, foi julgado há algumas semanas. Estão lá há anos e, durante estes anos, suas defesas continuam sendo apresentadas. Tua fleuma não te deixará ir a lugar algum. Que bom que todos já sabem qual é o meu conceito de justiça, pelo menos é o que ordenou e insinuou o grande mestre Dorian, quem sabe assim, os escárnios e os comentários boçais se tornem mais equilibrados. No entanto, para aqueles que ainda carregam qualquer dúvida sobre a minha definição de justiça, nunca é demais apresentá-la:
- A tua liberdade termina onde começa a minha, nem um milímetro a mais ou a menos;
- Não importa em qual das faces me bata, se for sem razão, prepare-se para uma retaliação de igual ou maior proporção (assim ensinou Maquiavel);
- Antes ser um soldado de Allah, do que um cordeiro de Deus;
- Direitos humanos para humanos direitos, pois quem tem condescendência para com os facínoras, estupradores, assassinos e traficantes anui voluntariamente com seus atos, logo, se iguala a estas bestas-feras;
- Bandido bom é bandido morto, por isso, sou totalmente a favor da pena de morte. E se isso me transforma em um bárbaro, então, bárbaro sou. Violência não se combate com filosofia, violência gratuita, injustificada e torpe se combate com violência eficaz e inteligente. Não pense que me regozijo ou me entusiasmo com a pena de morte, afinal, por mais canalha que possa ser o maldito, ainda é ou, parecer ser, uma criatura de Deus. A sociedade é como uma árvore, para que os bons frutos possam continuar brotando, os podres devem ser extirpados.