Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

[Fixo] Aborto

Iniciado por elizangela em 27/04/2011 · 953 mensagens · página 17 de 20

martin_2#801
Em primeiro lugar, considero altamente ofensivo comparar fetos 
anencéfalos aos judeus. Que história é essa? Judeus são seres humanos, 
como quaisquer outros. Já esses fetos não possuem nada que remeta ao que
chamamos de humano.

puta que o pariu!!!!
que lixo!

os bebes devem morrer pq não são seres humanos????
é exatamente assim que hitler pensava a cerca dos judeus.



lllljulian#802
Que cara burro,eugenia no sentido de melhoramento da raça, não permitindo nenhum ser humano deficiente ou equivalente.
lllljulian#803
-- IMPORTANTE --

_A única saída para as entidades contra o aborto reverterem a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) – que autorizou o aborto de fetos anencéfalos – é apelar ao Congresso Nacional pela anulação da nova regra.

http://www.dcomercio.com.br/index.php/politica/sub-m…rter-decisao
fortunatta#804
Meu sangue ferve!(2)

O SENHOR Deus, a quem a vingança pertence, ó Deus, a quem a vingança pertence, mostra-te resplandecente.
Exalta-te, tu, que és juiz da terra; dá a paga aos soberbos.
Até quando os ímpios, SENHOR, até quando os ímpios saltarão de prazer?
Até quando proferirão, e falarão coisas duras, e se gloriarão todos os que praticam a iniqüidade?
Reduzem a pedaços o teu povo, ó SENHOR, e afligem a tua herança.

Matam a viúva e o estrangeiro, e ao órfão tiram a vida.
Contudo dizem: O SENHOR não o verá; nem para isso atenderá o Deus de Jacó.
Atendei, ó brutais dentre o povo; e vós, loucos, quando sereis sábios?
Aquele que fez o ouvido não ouvirá? E o que formou o olho, não verá?
Aquele que argüi os gentios não castigará? E o que ensina ao homem o conhecimento, não saberá?
O SENHOR conhece os pensamentos do homem, que são vaidade.
Gostou?
[imagem do Orkut] Citar
[url]/Main#Profile?uid=1563006078960634370[/url]
[url]/Main#Profile?uid=1563006078960634370[/url] - 01:48
Bem-aventurado é o homem a quem tu castigas, ó SENHOR, e a quem ensinas a tua lei;
Para lhe dares descanso dos dias maus, até que se abra a cova para o ímpio.
Pois o SENHOR não rejeitará o seu povo, nem desamparará a sua herança.
Mas o juízo voltará à retidão, e segui-lo-ão todos os retos de coração.

Quem será por mim contra os malfeitores? Quem se porá por mim contra os que praticam a iniqüidade?
Se o SENHOR não tivera ido em meu auxílio, a minha alma quase que teria ficado no silêncio.
Quando eu disse: O meu pé vacila; a tua benignidade, SENHOR, me susteve.
Na multidão dos meus pensamentos dentro de mim, as tuas consolações recrearam a minha alma.
Porventura o trono de iniqüidade te acompanha, o qual forja o mal por uma lei?
Eles se ajuntam contra a alma do justo, e condenam o sangue inocente.

Mas o SENHOR é a minha defesa; e o meu Deus é a rocha do meu refúgio.
E trará sobre eles a sua própria iniqüidade; e os destruirá na sua própria malícia; o SENHOR nosso Deus os destruirá.

Salmos 94:1-23
william_2#805
Preciso falar alguma coisa? (2)

Vídeo do YouTube

GOSTO DOS VIDEOS DESTE CARA, SÃO BEM HUMORADO!

MAS QUANDO COMEÇA A FALAR DE POLITICA E COISAS QUE NÃO ENTENDEM CAGAM PELA BOCA!!!!
lllljulian#806
Obs: O que eu disse lá em cima é referido ao liberalóide do Constantino,ok.
ayrton#807
Matéria de março de 2011:
ayrton#808
17/03/2011
.
O aborto está fora de controle em Cuba
.

Uma reportagem da cadeia inglesa BBC evidenciou os excessos aos que chega a prática do http://www.acidigital.com/vida/aborto/index.html
despenalizado em Cuba, onde este procedimento se converteu em uma
alternativa recorrente aos métodos anticoncepcionais e sua freqüência
está causando sérios problemas de saúde às mulheres cubanas.
.
(...)
.
A Pesquisa Nacional de Fecundidade realizada 2009 pelo Escritório
Nacional de Estatística (ONE), sustenta que "a alta prevalência destes
eventos em Cuba levou especialistas a afirmarem que os cubanos na
atualidade estão utilizando estes procedimentos como métodos
anticoncepcionais, quer dizer, como alternativa ao não uso -ou ao uso
incorreto- dos diferentes métodos".
.
(...)"
.
http://www.acidigital.com/noticia.php?id=21363
erio#809
O STF teve acesso a verdade, mas negaram a verdade!

Vídeo do YouTube
http://www.youtube.com/watch?v=Xpv0rbwTzW0&feature=youtu.be
martin_2#810
denner#811
Parabéns aos cristãos autênticos!

Vídeo do YouTube

Lamentável os "Guardiães da Constituição" terem-na rasgado mais uma vez!
ayrton#812
ayrton#813

20/04/2012

.

Dupla de filósofos defende aborto de recém-nascidos

.

http://opiniaoenoticia.com.br/vida/saude/dupla-de-fi…em-nascidos/

joabe#814
Assine uma http://www.peticoesonline.com/peticao/representacao-…m-aborto/371" 
solicitando oferta de denúncia contra juízes que autorizam aborto

http://www.providaanapolis.org.br/
lordacton#815
"Finalmente a inteligência venceu nessa porra de país!"

Eis uma "inteligência" vitoriosa...

-

Vídeo do YouTube
http://www.youtube.com/watch?v=AKujw5IGbuA&feature=youtu.be
rafael_2#816
O vídeo acima mostra que basicamente um abortista é um psicopata amoral ou, na melhor das hipóteses, um boçal incurável. O cara comemora uma decisão pró-aborto da mesma forma que um torcedor comemora um gol do seu time numa final de campeonato. A liberação da destruição de um feto é motivo de alegria, de comemoração, mostrando um tipo de personalidade sádica, que quando é autorizado a matar dá pulos de alegria. Lembra um personagem do filme "alta ansiedade" de Mel Brooks: Um assassino profissional quase tem orgasmos quando recebe sinal verde para matar.

A bola de banha acima não leva em conta que o Estado passa a ter um poder divino, decidindo que vida tem proteção e qual não tem. A liberação do aborto, longe de ser uma "conquista de direitos" é, ao contrário, a extinção do mais precioso deles, assim como é o surgimento de um novo tipo de Estado, aquele que passa a ser o senhor da humanidade alheia, concedendo-a ou negando-a de acordo com construções subjetivas de onze ministros que se colocam acima da própria natureza, mudando magicamente a posição ocupada pelo feto dentro do real. Será vida humana o que eles quiserem que seja, a humanidade é uma "construção" e o valor da vida é uma "concessão" sujeita às condições que eles colocarem.  Um poder monstruoso foi dado ao Estado e comemorar como "vitória da inteligência" mostra que a vida intelectual no Brasil já é um cadáver putrefato.
tlio#817
"Bola de banha." IAUHIUAIUHAIUHAIUHAIUHAIUHIUAHIUAHIUAHIUAHIUAHIUAHIUAHIUAHIUAHIUHAIUHIUAHIUAHAIUH
valter#818
"Pensar em aborto após o nascimento do bebê parece uma ideia no mínimo confusa"

PQP!!!!! Idéia confusa???? Isso aí é eufemismo elevado às raias do intolerável. Assifudê com confuso, é uma idéia psicopata, abjeta, sórdida, indefensável, pra ser polido ao falar. Aí o cara que escreve sobre isso me vem com confusa......
srgio_4#819
Eu aposto que a maioria desses "ateus" vloggers/militantes só são contra o aborto só por birra dos religiosos. O Sujeito não é capaz de compreender que ser contra o aborto não tem nada a ver com religião ou muito menos Estado laico. O Discurso dele é tão furado, tão bizonho que a tarefa de refuta-lo é entediante demais. É impressionante como esses ateus militantes não tem a menor noção do que é Estado Laico.
rodrigo_21#820
Esses ateus militantes dizem que o fato da vida humana começar na fecundação é uma visão meramente religiosa e não científica, mas eles nem sabem que a ciência tão adorada por eles ainda não possui uma resposta definitiva sobre o início da vida humana e hipótese da vida humana começar na fecundação não está descartada. Ao invés de darem benefício à dúvida, optam pela arbitrariedade já que é conveniente fazer pesquisas com células-tronco embrionárias, descartar embriões em tratamentos para engravidar, utilizar a pílula do dia seguinte e agora legalizar o aborto.
rafael_2#821
Um
ovócito secundário é fertilizado por um espermatozóide. Resultado: um
embrião que começa a crescer e se tornar cada vez mais complexo por conta própria,
até chegar a um ponto onde o nascimento ocorre. Um indivíduo inédito
surge, cresce e nasce, tendo ponto de partida a fecundação e apenas a
fecundação.

Pergunto: que fenômeno de origem externa atinge o
embrião, que lhe confira uma natureza que ele já não tinha no momento da
fecundação? Que fenômeno de origem externa lhe comanda o
desenvolvimento em tamanho e complexidade? Que fenômeno de origem
externa lhe acrescenta as informações necessárias para que ele se siga
se desenvolvendo?

Resposta: Nenhum. Se o embrião vai sozinho se
desenvolvendo até o nascimento, sendo que toda informação necessária ao
seu crescimento ele já traz em seu próprio ser, não há alternativa
alguma senão reconhecer que o ponto de partida de um indivíduo novo é a
fecundação. Alguns insistirão na falácia de que “sem sistema nervoso
formado não há vida”, esquecendo que é o embrião que constrói o sistema
nervoso e não o contrário, construção que jamais ocorreria se não
houvesse vida permitindo o avanço da formação do feto. A vida, sendo
condição sine qua non do desenvolvimento do embrião, existe em ato desde a fecundação.
josfaccin#822
Galera o bom é fazer uma campanha pra negativar este gordo ridículo!! Eu já negativei.
fortunatta#823
Negativado...
ayrton#824
fortunatta#825
Médicos sem Fronteras e a prática do aborto .
 

    ● Médicos sin Fronteras reconoce practicar abortos en países donde está prohibido

El Congreso Mundial de Familias, que tendrá lugar en Madrid del 25 al 27 de mayo y que cuenta con las ponencias de los líderes pro vida y pro familia más importantes del mundo, no permitirá que la ONG médicos sin fronteras participe en las jornadas.

Según informó http://gaceta.es/ hace unos meses, la propia organización no gubernamental reconoce practicar abortos en países donde está prohibido, ya que cuenta entre sus actividades con un completo plan de “salud sexual y reproductiva” que desarrolla en “contextos humanitarios”, y que incluye asistencia para “prevenir muertes, enfermedades y discapacidades relacionadas con embarazos no deseados”, tal y como se desprende de su propia información oficial.

El Congreso Mundial de Familias veta a esta organización, que en España recibe aportaciones económicas de medio millón de ciudadanos bienintencionados que creen que su apoyo económico sirve para salvar vidas, mientras se saltan a la torera el juramento hipocrático.

El Congreso Mundial de Familias Madrid 2012 ha lanzado además una campaña de denuncia de MSF, para la cual recaba la colaboración ciudadana a través de mensajes de correo electrónico.
fortunatta#826
Vale lembrar , que esta Organizaçao recebe milhoes em doaçoes por todo mundo.
fortunatta#827
Planned Parenthood lidera el negocio de los abortos
La crisis del imperio abortista

Sem dinheiro Público as clínicas abortistas entram em crise . Maravilha !!!!!!!!!!!

    12 MAY 2012 | G. SÁNCHEZ DE LA NIETA

    El negocio del aborto en EEUU sufre un importante revés después de que varios estados hayan prohibido dotar a sus clínicas de subvenciones públicas.

Pese al indiscutible apoyo de la administración Obama, el negocio del aborto en EEUU -liderado por la multinacional Planned Parenthood- sufre un importante revés después de que varios estados hayan establecido una normativa que prohíbe dotar a sus clínicas de subvenciones públicas.

Indiana fue el primer estado en cortar el grifo a Planned Parenthood, tras la ley que firmó el gobernador republicano Mitch Daniels por la que se eliminaba la financiación pública a esta poderosa organización. Después, se unieron Kansas, Minessota, Carolina del Norte, Texas, Arizona... “Con la aprobación de esta medida me coloco al lado de los estadounidenses que se oponen al uso de los fondos de los contribuyentes para que se realicen abortos”, dijo recientemente Jan Brewer, la gobernadora de Arizona, el último estado en aplicar esta normativa. En Texas, el centro de Planned Parenthood, donde no se abortaba pero sí se remitía a otros abortorios, cerró el año pasado por falta de negocio desde que dejó de recibir fondos públicos.

Canadá también ha ido experimentando un recorte progresivo de subvenciones gubernamentales a la Canadian Federation for Sexual Heath (hasta 2006, denominada Planned Parenthood) hasta alcanzar el 99%, según una investigación del diario Interim. Mientras que en 2005, la Federación recibió 1.143.358 dólares en subvenciones federales, en 2009, el total de ayudas llegó a ser de tan solo 9.381 dólares.

Durante años, la mayor proovedora de abortos en EEUU ha sido un motivo central del debate entre los legisladores. Los republicanos del Congreso llevan más de 30 años intentando quitarle fondos a la organización. “Muchos dicen que hemos visto más progresos en los últimos diez años que en los 30 anteriores, a pesar de Obama, el presidente más abortista de su historia”, dice Lila Rose, fundadora de la organización Live Action.

Los grupos provida han sido testigos en los últimos tiempos de importantes éxitos políticos. En 2011 se batió el record de leyes estatales que ponían límite al aborto, desde que la mujer viera una ecografía antes de abortar (una medida exigida en más de 20 estados), periodos de espera, publicación del nombre de médicos que practiquen abortos, hasta retirar estas subvenciones públicas. Por primera vez, 15 Estados contaban con una Cámara legislativa y un gobernador que rechazaba el aborto.
Por otra parte, se destaparon varios casos de complicidad con abusos sexuales en algunos centros de la multinacional abortista.

Una de la mayores polémicas vino cuando la principal organización benéfica de lucha contra el cáncer de mama en Estados Unidos, Susan Komen for the Cure -responsable de la internacionalización del símbolo del lazo rosa- anunciara la retirada del apoyo financiero a 19 de las 83 afiliadas de la Planned Parenthood. Lo hizo después de que el Congreso abriera, el pasado mes de septiembre, una investigación a la organizacion para determinar si utilizaba fondos públicos para financiar abortos. Finalmente, Komen no aguantó la avalancha de críticas y acusaciones y no puso fin a las ayudas.

Las cifras anuales de la Federación Americana de Planificación Famliar reflejan que en 2010 recibieron 487,4 millones de dólares del Gobierno, lo que supone un ingreso de 1,3 millones de dólares cada día. La distribución actual de sus ingresos revela que más del 46,5% de los fondos que reciben vienen del Gobierno. Los informes de Planned Parenthood revelan que el 91% de los servicios que ofrecen estas clínicas son abortos y que en total acumulan 5.649.058 abortos desde 1970, cuando realizó el primer aborto.
charles#828
Vídeo do YouTube Demais, vale a pena assinar o podcast dos caras: 
http://prolifepodcast.net/
hllio#829
Para esfregar na cara dos abortistas:

RESEARCH ARTICLE

Women's Education Level, Maternal Health Facilities, Abortion Legislation and Maternal Deaths: A Natural Experiment in Chile from 1957 to 2007


Conclusion

Increasing education level appears to favourably impact the downward trend in the MMR, modulating other key factors such as access and utilization of maternal health facilities, changes in women's reproductive behaviour and improvements of the sanitary system. Consequently, different MDGs can act synergistically to improve maternal health. The reduction in the MMR is not related to the legal status of abortion.

http://www.plosone.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%…pone.0036613

hllio#830

Legalização do aborto não diminui a mortalidade materna

15/05/2012 — Celso Galli Coimbra

__

A Revista científica http://www.plosone.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%…pone.0036613 publicou artigo que analisa a questão da mortalidade materna no Chile, demonstrando que a legalização permissiva do aborto não diminui esta ocorrência fatal, como é sempre invocado em favor da legalização do aborto.  Apontou como causa desta mortalidade o nível educacional das mulheres e dificuldades de atendimento médico.  Portanto, quando um Governo quer impor a legalização do aborto, ele está é querendo deixar de investir em saúde e educação em seu território.  E no caso do Brasil, está liberando esse dinheiro público para corrupção crescente e investimentos em saúde, educação, infra-estruturas em países estrangeiros, como o foi feito nos últimos governos, por exemplo, em Cuba e na Palestina sem licença do Congresso Nacional.

“Finally, prohibition of abortion in Chile did not influence the downward trend in the maternal mortality ratio. Thus, the legal status of abortion does not appear to be related to overall rates of maternal mortality.“

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/05/15/l…ade-materna/

uir_orkut#831
Presidente da Planned Parenthood apóia Obama

Vídeo do YouTube
rafael_2#832
A comissão de juristas que está fazendo de tudo para liberar o aborto no Brasil é mesma que quer quadruplicar a pena pelo crime de maus-tratos a animais.

Já estamos assim:

Destruir um ovo de tartaruga: crime;
Destruir um embrião humano para pesquisas: liberado;
Abortar um feto humano: futuramente será liberado;
maltratar um animal: pena de até quatro anos de prisão.

Um cachorro passa a ter mais proteção jurídica que um feto em gestação. Nada mal, hein?

http://oglobo.globo.com/pais/comissao-quer-quadrupli…mais-5021456
rodrigo_21#833
A justificativa dessa gente é que um animal sente dor, é sensciente, já um feto até determinado mês de gestação não sente nada, mas e daí? Um zigoto humano por mais que pareça ser apenas uma simples célula tem mais valor que qualquer animal.
fortunatta#834
Congreso Mundial de las Familias
'El aborto logra lo que no consigue el Ku-Klux-Klan', denuncia la sobrina de Luther King
   
    "Desde la década de 1960 el aborto ha exterminado a 14 millones de niños negros en Estados Unidos, un tercio de la población negra actual", dijo la activista provida.

La segunda jornada del Congreso Mundial de las Familias, que se celebra este fin de semana en Madrid, abordó las amenazas a la vida y la familia en el ámbito internacional y contó con interesantes testimonios como el de la sobrina de Martin Luter King. Los ponentes describieron la alarmante situación mundial tras la legislación generalizada del aborto y alentaron a los políticos a promover normas que custodien la dignidad de la persona y el derecho a la vida.

El impactante discurso de Alveda C. King se centró en el daño que ha causado en las familias afro-americanas la difusión de la "cultura de la muerte", promovidas por Planned Parenthood. "El aborto no ha puesto fin a los problemas que enfrentan los afro-americanos sino que ha llevado a la destrucción física, emocional y espiritual, a la desesperación y la desesperanza". De esta forma, ha señalado que "el aborto legal ha hecho en EEUU lo que el Ku-Klux-Klan no logró ni soñar alcanzar: el exterminio desde 1962 de 14 millones de niños afroamericanos, un tercio de la población negra actual”.

"Tras dos abortos, llegué a creerme las mentiras que me contaron sobre que aquello que crecía en mi vientre no era un bebé sino un trozo de carne sin vida"

La activista provida explicó que la cultura de la muerte se basa en las mismas mentiras que sustentaban la segregación y discriminación racial en Estados Unidos, que llevaban a valorar unas vidas y despreciar otras. Alveda C. King describió la falacia que subyace en la llamada "cultura de la muerte" que intenta ocultar la realidad: “Antes y ahora la cultura de la muerte intenta que sus víctimas no sean visibles. Hasta que no se lograron proteger y difundir las primeras fotos de violencia racial en Estados Unidos, se negaba lo que estaba ocurriendo; Ahora, vemos como los promotores del aborto se cierran en banda, por ejemplo, a que se muestren ecografías a la mujer embarazada antes de abortar. Como ocurrió con la cuestión racial".

De esta forma, advírtió de que "América no rechazará el aborto hasta que lo vea. La industria de la muerte lo sabe y por eso trata de ocultar la trágica e inhumana realidad del aborto, escondiendo su negocio sin escrúpulos de forma farisea con un lenguaje mentiroso y manipulador que habla de los derechos humanos y de la salud de la mujer”. Con su testimonio, concluyó que "el aborto hace daño al bebé, a la mujer, a las naciones, y mata el futuro”. “También yo, tras dos abortos, llegué a creerme las mentiras que me contaron sobre que aquello que crecía en mi vientre no era un bebé sino un trozo de carne sin vida; o que el aborto vendría a paliar la violencia o el sufrimiento de los niños: pero yo nunca he visto un niño no deseado que luego deseara haber sido abortado", explicó.

En su intervención sobre la situación global del aborto, Nicolás Jouve, catedrático de Genética de la Universidad de Alcalá y presidente de Cívica, expuso el preocupante panorama mundial que ha dejado la legalización del aborto hasta constituirse como un derecho. Actualmente, casi dos tercios de la población mundial vive en países cuya legislación permite el aborto, y lo han convertido incluso en un dercho de la mujer, como ha ocurrido en España. Por el contrario, solo un pequeño grupo de países que apenas abarcan un 3% de la población mundial prohíben el aborto sin excepción.

“¿Qué mueve a los legisladores a atentar contra lo que hasta hace pocas décadas era un principio universal y básico, el del respeto y la protección de la vida humana desde la fecundación?" cuestionó Jouvé. El catedrático de Alcalá explicó los dos motivos, ambos falsos, que llevan a los Estados a establecer el aborto como un derecho: el socio-económico, ya que “se recurre al control del crecimiento de la población para paliar las dificultades de abastecimiento de los recursos necesarios para la alimentación y el bienestar de una población”. Ante este problema, Jouve señaló que “la ONU debería ocuparse antes de una mejor distribución de los alimentos en el mundo, que de promover la limitación de las bocas a alimentar a costa de traicionar sus propios principios de defensa de la vida humana".

El segundo factor es el ideológico, por el que los gobernantes consideran que la liberación de la mujer está ligada al derecho de la maternidad libremente decidida, que implica que “las mujeres puedan tomar la decisión inicial sobre su embarazo y que esa decisión, consciente y responsable, sea respetada, incluso anteponiéndola al derecho a la vida del concebido no nacido”. La ONU emitió el verano pasado un informe del Consejo de los Derechos Humanos por el que se vinculaba el aborto con el derecho al más alto nivel de salud física y mental. "¿Es esto favorecer la salud física y mental o lo que paradójicamente se llama sociedad del bienestar? Hay constancia estadística y científica de que la segunda víctima de un acto tan cruel y violento contra la vida de un indefenso, como lo es el aborto, es la propia mujer que lo consiente", planteó Jouvé.

Por su parte, Gordon Macdonald defendió “el valor de la persona al final de la vida”. “Detrás de la eutanasia o del llamado suicidio asistido no está más que la ideología que carga contra los valores y el deseo de controlar la propia muerte nacido del miedo al sufrimiento, a ser una carga o a perder la propia autonomía”.

En la última intervención, Jaroslaw Szymczak abordó en el problema de la denunciando la manipulación y la destrucción de embriones a través de la fecundación in vitro (FIV). Señaló que “la infertilidad es un factor de sufrimiento en la pareja, pero hay alternativas éticas, como la naproteconología, que desde la ciencia ofrecen resultados; con la FIV, quien entra con un problema de fertilidad sale con él. No se soluciona. Debemos primar a la persona sobre la cosa; al ·ser” sobre el “tener”; a la misericordia sobre la justicia, y a la ética sobre la tecnología”.
jeferson_3#835
Fonte ?

valter#836
'El aborto logra lo que no consigue el Ku-Klux-Klan', denuncia la sobrina de Luther King




Perfeito!!!

ayrton#837
O dia em que o Espiritismo meteu um gol de placa.
.
Todos sabem que eu sou católico, mas penso que esse vídeo do deputado Luiz Bassuma, expulso do PT por ser contra o aborto, é uma verdadeira aula. Além disso, serve para que nós, cristãos de todas as correntes, aprendamos a respeitar (sem necessidade de concordar com tudo)  um pouco mais outras religiões:
.
Vídeo do YouTube
http://youtu.be/WUvGS_HhO3M
srgio_4#838
"Belos" argumentos pró aborto...

Vídeo do YouTube
clodoveualves#839
já está acontecedo!

http://www.midiasemmascara.org/artigos/aborto/13113-…-brasil.html

Comentário do leitos:
"
http://www.midiasemmascara.org/artigos/aborto/13113-…omment-66315Tomás de Aquino01-06-2012 19:50
Um desses monstros é o ministro Gilson Dipp do STJ, uma pessoa horrorosa. Vi na TV uma entrevista dele, vejam até onde está indo tudo isso...

ConJur — Os senhores propõem mudanças em relação ao aborto?

Dipp — Aumentamos a possibilidade do aborto legal. Hoje é permitido o aborto apenas em caso de estupro e grave risco de vida da mãe. Substituídos grave risco de vida da mãe por grave risco à saúde, o que amplia as hipóteses. E permitimos a interrupção da gravidez de fetos anencéfalos mesmo antes da decisão do Supremo.

ConJur — Ampliadas quanto? Além destas que o senhor citou, há outras hipóteses?

Dipp — Pela
proposta, será permitido o aborto não só de fetos anencéfalos, mas de
todo feto portador de graves e irreversíveis anomalias atestadas com
segurança por laudos médicos
fundamentados, evidentemente. (O "evidentemente" foi cômico).

ConJur — Condições financeiras?

Dipp — Não só financeiras. Principalmente condição psicológica, atestada por médicos, psiquiatras e psicólogos. (ohh raça que me dá nojo a cada semana que passa...)"
clodoveualves#840
AGORA SERIA EXCELENTE COBRAR DA CNBB E DOS PADRES CHAPA BRANCA ESTA MERDA: NÃO GARANTIRAM QUE NÃO IA PASSAR O ABORTO E QUE TUDO NÃO PASSAVA DE DIFAMAÇÃO DA CAMPANHA PÊ-ÉSSE-DÊBISTA? NÃO GARANTIRAM QUE A DILMA ERA PRÓ-VIDA? NÃO GARANTIRAM QUE ERA PARANÓIA DE SETORES REACIONÁRIOS DA IGREJA CATÓLICA?

E AÍ???

DE UMA COISA EU ESTOU CERTO: NENHUMA DESSAS MORTES ESTÁ NAS MINHAS COSTAS. NÃO POSSO DIZER O MESMO DESTES SENHORES.
gabriel_10#841
antnio_4#842
Governo estuda adotar medidas de redução de danos para aborto ilegal

O Ministério da Saúde estuda a adoção de uma política de redução de danos e riscos para o aborto ilegal, informa reportagem de Johanna Nublat, publicada na Folha desta quarta-feira (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

Trata-se de orientar o sistema de saúde a acolher a mulher decidida a fazer o aborto clandestino e dar a ela informação sobre riscos à saúde e métodos existentes.

A ideia é polêmica porque pode envolver a indicação de métodos abortivos considerados mais seguros que outros, como o uso de misoprostol -princípio ativo do remédio estomacal Cytotec, amplamente usado em abortos, apesar de ter venda restrita.


A ideia ainda está em fase de discussão interna, dentro de uma política maior de planejamento reprodutivo e combate à mortalidade materna.

O modelo foi adotado pelo governo do Uruguai em 2004, como resposta ao alto número de mortes maternas decorrentes do aborto inseguro.

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1100945-gover…ilegal.shtml
fortunatta#843
Por Reinaldo Azevedo
Ministério da Saúde estuda forma oblíqua de legalizar e patrocinar o aborto. E o faz às escondidas, contra a vontade da sociedade. Dilma precisa saber que democracias não podem ter agenda secreta

Caras e caros, lancem este texto na rede e façam o debate. O Ministério da Saúde discute uma proposta verdadeiramente asquerosa na sua sanha para tentar legalizar o aborto por vias oblíquas. E Eleonora Menicucci, aquela, está no meio…

Se eu tivesse de escolher uma metáfora para a chamada política de redução de danos para os dependentes químicos, por exemplo, seria esta: “Vá lá e flerte com o demônio; você certamente conseguirá domá-lo”. A dita-cuja é considerada uma alternativa moderna e mais humana a um conjunto de ações contra as drogas, que vai da repressão a tráfico e  consumo ao tratamento médico propriamente dito. A “redução de danos” consiste em considerar o mal inevitável e em oferecer, então, condições mais seguras para experimentá-lo. ONGs que lidam com esse conceito, com o patrocínio do poder público, já distribuíram a viciados, por exemplo, kits com seringas para substâncias injetáveis e cachimbinhos para o consumo de crack. Na minha república, estariam todos na cadeia por incitação ao consumo de drogas. Por aqui, estão escrevendo artigos em jornais e integram programas públicos que lidam com viciados… Pois é! Agora, o conceito de “redução de danos”, de flerte supostamente civilizado com o mal, chegou ao aborto.

O Ministério da Saúde, acreditem os senhores, estuda uma forma de organizar na rede pública um atendimento pré-aborto, que se destinaria a orientar a mulher que quer interromper a gravidez sobre os melhores métodos para fazê-lo, preparando-a para a coisa e já agendando o atendimento pós-procedimento.

Dado que o aborto é crime fora das agora três exceções — estupro, risco de morte da mãe e feto com diagnóstico de anencefalia —, o Ministério da Saúde, segundo entendi, está querendo se estruturar para fornecer a expertise necessária à prática de um crime. Como o hospital público não pode fazer o aborto puramente eletivo, estaria atuando como o pré-atendimento dos açougueiros clandestinos de almas. A alternativa, segundo se entende de reportagem de Johanna Nublat na Folha de hoje, é a rede pública de saúde se transformar numa central de distribuição de um remédio abortivo. Leiam trechos. Volto em seguida.
*
O Ministério da Saúde estuda a adoção de uma política de redução de danos e riscos para o aborto ilegal. Trata-se de orientar o sistema de saúde a acolher a mulher decidida a fazer o aborto clandestino e dar a ela informação sobre riscos à saúde e métodos existentes. A ideia é polêmica porque pode envolver a indicação de métodos abortivos considerados mais seguros que outros, como o uso de misoprostol - princípio ativo do remédio estomacal Cytotec, amplamente usado em abortos, apesar de ter venda restrita.

“Como essa discussão é nova para nós, não fechamos o que seria um rol de orientação. Queremos estabelecer, até do ponto de vista ético, qual é o limite para orientar as equipes”, diz o secretário de Atenção à Saúde do ministério, Helvécio Magalhães. A ideia ainda está em fase de discussão interna, dentro de uma política maior de planejamento reprodutivo e combate à mortalidade materna. O modelo foi adotado pelo governo do Uruguai em 2004, como resposta ao alto número de mortes maternas decorrentes do aborto inseguro.

Tratada com cautela, a proposta foi abordada pela ministra Eleonora Menicucci (Mulheres), na semana passada, em um seminário sobre mortes maternas. Em 2011, morreram de janeiro a setembro 1.038 mulheres no parto e na gestação, número considerado alto. Em 2005, o governo estimava em 1 milhão os abortos induzidos anualmente, mas não há cruzamento com os óbitos. Menicucci e Magalhães dizem, por outro lado, que está mantida a posição de governo de não mexer na legislação que criminaliza o aborto. “Já temos a ideia de que isso não é crime, o crime é o ato em si”, diz o secretário.


fortunatta#844
Os terroristas do abortismo resolveram aposentar um dos números falaciosos (as 200 mil mortes, que nunca ocorreram), mas mantiveram o outro — os supostos 1 milhão de abortos provocados.

Agenda oculta

Vai mal o governo também nessa questão. Não gosto de agendas ocultas. Elas fraudam a democracia. Dilma era favorável à legalização do aborto. Disse isso mais de uma vez. Declarou ter mudado de opinião quando se fez candidata. A máquina de propaganda petista tentou operar o milagre de criminalizar — um escândalo moral!!! — quem dizia a verdade sobre a opinião do partido e da então candidata. O Tribunal Superior Eleitoral cometeu a vergonha de pôr a Polícia Federal no encalço de católicos que distribuíram panfletos sobre o tema, numa agressão arreganhada à liberdade de expressão.

Eleita, Dilma nomeou para o Ministério das Mulheres uma abortista fanática e aborteira confessa e mantém o tema como agenda permanente do governo, embora escolha sempre um caminho oblíquo.

O debate não é vergonhoso só por causa do mérito: o assassinato; o debate não é vergonhoso só por causa do estelionato eleitoral: Dilma disse que não daria curso a essa questão; o debate não é vergonhoso só por causa da covardia política: tenta-se a legalização da prática por vias tortas. O debate também é vergonhoso porque o atendimento à saúde no Brasil é um descalabro. Impor essa agenda a um serviço que larga os miseráveis em macas pelos corredores, em hospitais e postos de atendimento que são verdadeiros pardieiros, é um desses luxos a que só o fanatismo ideológico se consente.

E tudo por quê? Porque os “progressistas” não abrem mão de legalizar os assassinatos virtuosos. Numa democracia convencional — isto é, saudável —, a oposição tomaria a palavra nesta quarta no Congresso e obrigaria o governo a se explicar. A nossa vai ficar em silêncio porque não considera que este seja um tema relevante. A vanguarda da morte está assanhada. Cadê a vanguarda da vida? Se o governo quer legalizar o aborto, que tenha a coragem de fazer o debate às claras.
rafael_2#845
O Ministério
da Saúde, acreditem os senhores, estuda uma forma de organizar na rede
pública um atendimento pré-aborto, que se destinaria a orientar a mulher
que quer interromper a gravidez sobre os melhores métodos para fazê-lo,

preparando-a para a coisa e já agendando o atendimento
pós-procedimento.

Trata-se do mais desavergonhado e criminoso suporte para provocar um aborto. É como, apesar de ser tipificado como crime, um cidadão entrar numa delegacia de polícia e ser orientado sobre "os melhores métodos" de se praticar um homicídio.

Como o Ministério Público Federal está ocupadíssimo procurando por "homofóbicos" ´pela internet e canais de televisão, não tem tempo para ver que o governo está dando diretrizes para o cometimento de um crime.

lllljulian#846

A redução de danos – que o governo federal pensa em aplicar a
gestantes dispostas a realizar abortos clandestinos – é, na verdade, uma
rendição: desiste-se de apontar o caminho correto para mostrar às
pessoas como se degradar “com responsabilidade”

O Ministério da Saúde está estudando a adoção de uma política de
redução de danos para mulheres que decidirem fazer um aborto
clandestino, segundo reportagem publicada ontem pelo jornal Folha de
S.Paulo. De acordo com as próprias fontes do ministério, o modelo ainda
está em avaliação, mas consistiria em oferecer à gestante informação
sobre os riscos à saúde decorrentes do aborto clandestino e os métodos
existentes para a eliminação do feto. A ideia é mais uma manobra para,
por vias tortas, implantar uma legalização de fato (ainda que não de
direito) do aborto no Brasil.

Continua no link:http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/conteudo.phtm…aborto-livre

fortunatta#847
Aceptación de los abortos por razón de sexo
    09 JUN 2012 | Rosa Cuervas-Mons

    Lo dijo la portavoz de Derecho a Vivir -la doctora Gádor Joya- cuando el Gobierno Zapatero presentó la nueva ley del aborto (2010): “Ahora se podrá acabar con la vida de un no nacido por cualquier motivo. Porque sea niña en vez de niño, por ejemplo”.

Abril de 2012. Poco después de que la internacional Planned Parenthood -primera proveedora de abortos en Estados Unidos y en lugares poco desarrollados de África, India o América Latina-
asegurara condenar el aborto selectivo de niñas y subrayara que la discriminación por género es contraria a todo lo que su organización defiende y a todo aquello por lo que trabaja... poco después, la última campaña de cámara oculta de la organización provida Live Action demostró que, una vez más, los sucesores de Margaret Sanger -precursora del feminismo y fundadora de Planned Parenthood- MENTÍAN.
fortunatta#848
Disfrazada para no despertar sospechas, la fundadora de Live Action, Lila Rose, se acerca hasta
el 26 de Bleecker Street, en Nueva York, donde Planned Parenthood tiene uno de sus centros. A
su encuentro sale la trabajadora social Randi Coun, y Rose comienza su -falsa pero convincente-
exposición.
-Tengo una niña. Queremos tener otro hijo y, bueno, me he quedado embarazada, pero resulta que
todo apunta a que es una niña, otra niña. Cuando lo supimos, pensamos... En fin, no es exactamente lo que estamos buscando ahora... ¿Hasta qué fecha hacen abortos aquí?-Hasta las 24 semanas.
-Entiendo. ¿Y sabe en qué semana se sabe el sexo del bebé?
-Depende de qué test realice. Hay uno genético, que se realiza entre las 11 y las 13 semanas, y otro
que se realiza a las 16.
-Ajá. ¿Y son definitivos?
-Son definitivos.
-¿Podría entonces hacerme el test antes de concertar cita para el aborto? Así me aseguro. No quiero abortar y que luego sea niño... Eso sería horrible, qué duro, no puedo imaginarlo.
-Sí, sí, claro, imagino. Y, bueno, si resulta que es una niña y tú decides que quieres acabar con el
embarazo... Bueno, es tu decisión. En Planned Parenthood pensamos que no nos corresponde a
nosotros juzgar si el motivo para poner fin al embarazo es bueno o no.
-De acuerdo. ¿Podría pedir hora ya para el aborto? Estamos casi seguros de que será otra niña, la
verdad, y así ya lo tengo en mi agenda. Si, por suerte, descubriéramos que es un niño, llamaría para
cancelarlo.
-Bien, pues el viernes, 27, a las ocho y media de la mañana. ¿De acuerdo?-Perfecto. Ojalá tenga que cancelarlo porque sea un niño.
En menos de cinco minutos la sede neoyorquina del centro que protege a la mujer ha concertado
una cita para acabar con la vida de una niña no nacida solo por el hecho de ser niña. No fue la única.
Horas después, esta vez en el centro de Planned Parenthood en Austin, Tejas, la escena se repite,
con la consejera de la clínica, Rebecca, como cómplice del asesinato indiscriminado de niñas.
-He leído en el papel que quieres abortar si es una niña. El plan, entonces, es seguir con el embarazo hasta saberlo, ¿no?
-Sí, ese es más o menos el plan, sí.
-De acuerdo. El aborto te cubre hasta la semana 23, más o menos cinco meses. Y entonces ya te
habrán dicho qué sexo tiene el bebé.
-Cuando vaya a hacerme la ecografía, no debería decir que si es una niña pienso abortar, ¿no?
-No digas nada. Hay médicos que incluso dicen a las mujeres que más allá de las 16 semanas no se
puede abortar, lo cual no es verdad, pero, bueno, ya sabes, ellos dicen eso porque el cerebro está ya muy desarrollado... Bueno, en realidad está todo desarrollado ya, y por eso dicen que no se puede abortar.
-Y si aborto, ¿podré quedarme embarazada de nuevo pronto?
-Claro, no te preocupes. Yo aborté dos veces y tengo cuatro hijos.
-De acuerdo, pues muchísimas gracias. Y gracias por la comprensión.
-No, de nada.
-Estaba preocupada por si me juzgaban por abortar por el sexo del bebé y bueno...
fortunatta#849
-¡Oh, no! ¡En absoluto! Simplemente intento ayudar lo más posible. Hay gente ahí fuera con la que es mejor no ser tan explícita, porque juzgarán lo que haces, sí. Pero al final lo importante es que tú tienes la familia que quieres.
-Eso, mi niño y mi niña.
-¡Exacto! Es cuestión de seguir y probar de nuevo.
-Muchas gracias. Pues iré a hacerme la ecografía y, si es niña, vendré por aquí de nuevo.
-Perfecto. ¡Y espero que tengas a tu niño!
¿Feminismo?Dos de dos. Nadie parece poner obstáculos, ni siquiera cuestionar que se acabe con la vida de un no nacido por no tener el sexo que su madre quiere. Estas dos supuestas niñas a las que Planned Parenthood estaba dispuesta a matar nunca existieron, es verdad. Pero sí lo hicieron otras muchas, más de cien millones según las estimaciones más optimistas y hasta el doble según las más recientes. El aborto selectivo por razón de sexo existe, pero parecía ser una práctica exclusiva de países menos desarrollados, donde mantener a una niña implica pagar una dote en el futuro y donde los varones son imprescindibles para ayudar con las tareas del hogar.

La cámara oculta de Planned Parenthood demuestra que, también en el moderno Estados Unidos,nada menos que en el cosmopolita Nueva York, el feminismo cierra la boca cuando la mujer a la que hay que defender espera indefensa en el vientre de su madre.

¿Sabía usted que...?- La ratio natural de nacimientos es de 105 niños por cada 100 niñas nacidas.
- Según los últimos censos, 35 países -sobre todo en Asia- tienen ratios distorsionadas de más de 106 niños por cada 100 niñas nacidas.
- En Estados Unidos, las familias indias, chinas y coreanas presentan ratios de 117 niños por cada 100 niñas en el segundo hijo y de 151 niños por cada 100 niñas en el tercero, cuando los hijos anteriores son niñas.
- Un estudio realizado en 2010 con 65 mujeres asiáticas embarazadas en Estados Unidos reveló
que el 40 por ciento de ellas había abortado antes a una niña y que el 89 de las que resultaron estar embarazadas de niñas acabó abortando a su hija.
- En 1973 Planned Parenthood otorgó su Premio Margaret Sanger al investigador Christopher
Tietze, que definió la selección de sexo como la clave para invertir el crecimiento poblacional.
- En 2010 The Economist publicó un reportaje -Gendercide. The war on baby girls. (Genocidio por sexo. La guerra contra las niñas), en el que aseguraba que el aborto selectivo está presente en todo el mundo.
fortunatta#850

‹ Voltar para a lista de tópicos