"Corpos musculosos"? Que eufemismo significativo. "Corpo musculoso" não reporta nada, tampouco descreve a imagem. São nus eróticos.
Notável, também, que a imprensa repercute o número de participantes tal qual informado pela organização do evento. Na passeata de Malafaia, o número que valia para nossos estimados jornaleiros era o informado pela polícia militar, sempre qualificado com adjetivos de imprecisão.
Usar imagens gays caracterizados como Santos Católicos nos cartazes e embalagens de camisinha!!! Ultraje ao culto e a fé!!!
Onde esse pessoal quer chegar ?????
Até que ponto vamos aguentar calados ou imobilizados ???
ESTUPIDEZ! Lideranças do sindicalismo gay partem para o confronto com os católicos e levam à avenida “santos” em situações “homoeróticas”. Que a Igreja Católica tenha a coragem de enfrentar a imprensa e reaja à altura!
Sempre tenho dito que, o que cada um faz entre quatro paredes não diz respeito a mais ninguém, o direito de uns deve mesmo terminar onde começam os do próximo, sendo assim não somos contra atos individuais, seja eles quais forem, exceto quando tais atos extrapolam a vida privada sendo inclusive convertidos a novos dogmas morais impostos até mesmo como "incriticaveis".
Exemplo Clássico disso é a parada Gay, evento esse que nunca se tratou de uma luta por direitos mas sim do maior evento de "putaria" a ceu aberto do mundo, o problema desse evento reside não somente na questão moral, mas também nos custos que isso provoca para os cofres públicos;
Esse ano ano a Prefeitura liberou 1 milhão de Reais em verbas que obviamente devem ser somados aos gastos com segurança, limpeza, fiscalização e reformas que um evento desses gera.
E como vai a Saúde, segurança e educação?
Falta verba para tudo, mas nunca falta para financiar subversão, o mais triste de tudo é sabermos que somos ROUBADOS em tudo através de impostos, para FINANCIAREM isso tudo!
Myrian Rios dispara: "Eu tenho direito de não querer um homossexual como meu empregado"
Ex-atriz e atualmente deputada estadual, Myrian Rios causou polêmica na internet depois da divulgação de um vídeo em que ela se manifesta no plenário da (Alerj (Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro) a respeito da homossexualidade. A veterana chegou inclusive a relacioná-la a uma eventual prática de pedofilia durante seu discurso.
“Não sou preconceituosa e não discrimino. Só que eu tenho que ter o direito de não querer um homossexual como meu empregado, eventualmente”, disparou. “Por exemplo, digamos que eu tenha duas meninas em casa e a minha babá é lésbica. Se a minha orientação sexual for contrária e eu quiser demiti-la, eu não posso. O direito que a babá tem de querer ser lésbica, é o mesmo que eu tenho de não querer ela na minha casa. São os mesmos direitos. Eu vou ter que manter a babá em casa e sabe Deus até se ela não vai cometer pedofilia contra elas, e eu não vou poder fazer nada”, emendou.
“Se eu contrato um motorista homossexual, e ele tentar, de uma maneira ou outra, bolinar meu filho, eu não posso demiti-lo. Eu quero a lei para demitir sim, para mostrar que minha orientação sexual é outra”, comentou. “Eu queria que meus filhos crescessem pensando em namorar uma menina para perpetuar a espécie”, completou ela, ao se manifestar contra a PEC 23/2007, que visa acrescentar a orientação sexual no rol das vedações à discriminação da Constituição do estado do Rio de Janeiro.
Casal pediu conversão de união estável em casamento civil.
Segundo Associação ABGLT, este é o primeiro casamento do tipo no país.
A Justiça de São Paulo autorizou nesta segunda-feira (27) o primeiro casamento civil gay do Brasil. De acordo o Tribunal de Justiça (TJ) do estado, o juiz da 2ª Vara da Família e das Sucessões de Jacareí, Fernando Henrique Pinto, homologou a conversão da união estável entre o cabeleireiro Sérgio Kauffman Sousa e o comerciante Luiz André Moresi em casamento entre duas pessoas do mesmo sexo. Segundo o TJ e a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT), não havia casamento civil homoafetivo no país.
Com a decisão, os dois se tornaram oficialmente casados e passarão a usar o mesmo sobrenome Sousa Moresi. “É uma felicidade imensa. Ainda estou tentando compreender esse momento histórico. A ficha precisa cair que esse é um momento que vai ficar na história. A gente luta por tantos anos e quando acontece, a gente entra em êxtase. É por isso que eu divido e dedico essa vitória a todos os militantes”, contou ao G1, Luiz André. http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/06/justic…y-em-sp.html
O Olavo antecipou essa estratégia.
Se não dá pela via normal do legislativo, eles atalham e vão pelo judiciario, mesmo sendo inconstitucional.
Lembrei agora do TO de 28/05/07 quando Olavo falava sobre a lei lá da Califórnia que informava que os livros didáticos não poderiam mais trazer as palavras pai e mãe, mas componente 1 e componente 2 (isso mesmo!). É questão de tempo para isso chegar aqui no Brasil.
No mesmo TO Olavo diz: "isso é um psicose, tudo isso configura o maior crime que já se fez contra a inteligência humana, eles querem nos reduzir a bichinhos, bichinhos que querem se disciplinar segundo a fantasia do seu dono, eu quero que meu cachorro seja verde, vai lá e pinta o cachorro de verde, é o que eles querem fazer com agente"
"Todas essas propostas destroem a inteligência jurídica, ao ponto que o sistema jurídico inteiro para de funcionar, é uma proposta que quando jogada dentro do sistema jurídico, é como se fosse uma vírus de computador, ele corrói tudo, ele bagunça tudo, ele modifica a interpretação de TODAS as leis, ele modifica o sentido de todas as palavras, e pior, quem inventou isso, quem invento essa leia, sabe disso...
Essa leia, é uma arma, é aquilo que Antônio Gramsci chamava de agressão molecular, agressão molecular é você ir corroendo os edifícios da sociedade a partir da destruição dos vários elementos da sua cultura separadamente, mas de vez em quando você faz uma ataque geral e isso é um ataque geral!"
O silêncio dos representantes da Igreja Católica no Brasil sobre o vilipêndio de que foram alvos alguns ícones do catolicismo na Parada Gay já é constrangedor. O curioso é que a Igreja costuma se manifestar com impressionante rapidez em matérias que dizem respeito ao poder secular, como eleições, ficha limpa, reforma agrária etc. Seria bom ter maior presteza quando símbolos da própria religião estão sob ataque. Os evangélicos, nesse particular, são exemplares. Reagem com muito mais energia.
Fiquei extremamente decepcionada com as duas últimas postagens dele sobre o assunto. O primeiro foi até tolo (trouxe até comportamento animal) e rendeu muita pancada nos comentários, mas o segundo ("Ok, cedo à provocação!") me pareceu até desonesto.
Além de não fazer o que se propõe, ele abusa na argumentação (praticamente acusando os leitores - “segregação, campos de reeducação”) e no fim ainda rola aquela equivalência moral básica igualando os que discordaram ao movimento gay.
Muitas pessoas não tem a dimensão do que seja gayzismo ou o movimento gay e do que isto pode levar.
Escutam-se frases do tipo: "deixa eles serem felizes", "isto não muda em nada minha vida", "união civil de homossexuais não vai acabar com o casamento tradicional", etc.
A união civil de homossexuais é apenas o primeiro passo para a destruição da sociedade ocidental.
Estão abandonando tudo que durante milênios foi o sustentáculo de todas as civilizações humanas por uma falsa igualdade altamente destrutiva.
Querem subverter toda uma ordem natural das coisas, deixando milhões na insegurança de não saber mais o que é certo ou errado.
Gerações futuras seguirão sem rumo e sem saber o que seja masculinidade ou feminilidade, ou seja, não terão mais como referência suas características físicas, hormonais e fisiológicas como definidor de sua sexualidade.
Muitos navegarão sem rumo entre a heterossexualidade e a homossexualidade, nesta confusão buscarão a fuga nos vícios como as drogas para tentar sair deste vazio de insegurança e incertezas, autodestruindo-se a si mesmos dentro do turbilhão criado pela Nova Ordem Mundial.
Pra quem deseja ter filhos pensem bem. O futuro vai ser triste, estão mergulhando a humanidade no maior caos. Isso tudo tem tido apoio de pessoas que a sociedade identifica como populares. Entendam que isso não é lei brasileira. E sim uma determinação internacional. Por isso se vê opiniões de direita e esquerda parecidas.
A mídia está empenhada nessa luta. Existe muita gente que é contra na mídia, mas não pode falar. A orquestração é fazer parecer que todos estão aceitando! Estamos vivendo a era da desinformação.
Qualquer pessoa pode procurar a polícia ou o Ministério Público dando ciência da ocorrência de um crime, no caso, o crime tipificado no artigo 208 do Código Penal. Aconselho que seja procurado diretamente o Ministério Público.
Será preciso levar as reportagens de jornal ou internet, mostrando as imagens que vilipendiaram os santos católicos, além de uma petição onde é preciso deixar claro que você está noticiando não a mera manifestação do pensamento por parte de um grupo, mas a intenção óbvia de escarnecer símbolos religosos, de chocar, de ofender. Pessoas posando como santos em posições eróticas é uma das mais graves ofensas ao sentimento de sagrado.
Por fim, quem leva uma notícia-crime deve obrigatoriamente se identificar, devendo constar toda a qualificação (incluindo endereço) na petição.
Este casamento autorizado por um juiz realmente era esperado. O acórdão do STF ao reconhecer a união estável "homoafetiva" (palavra extremamente inadequada, como já foi dito antes) garantiu que todos os direitos decorrentes da união estável deveriam igualmente ser reconhecidos aos homossexuais.
Lê-se no voto de Celso de Mello:
Concluo o meu voto, Senhor Presidente. E, ao fazê-lo, julgo procedente a presente ação constitucional, para, com efeito vinculante, declarar a obrigatoriedade do reconhecimento, como entidade familiar, da união entre pessoas do mesmo sexo, desde que atendidos os mesmos requisitos exigidos para a constituição da união estável entre homem e mulher, além de também reconhecer, com idêntica eficácia vinculante, que os mesmos direitos e deveres dos companheiros nas uniões estáveis estendem-se aos companheiros na
união entre pessoas do mesmo sexo.
Ora, quem vive em união estável tem o direito de convertê-la em casamento. Logo, num raciocínio simples, se o STF reconheceu a união estável entre pessoas do mesmo sexo, mesmo sem dizer uma palavra acabou autorizando o casamento homossexual. Isto, é claro, passando por cima do Congresso.
Mas o STF criou um problema: a ADIN proposta versava sobre o artigo 1.723 do Código Civil, que trata de união estável. Portanto, nenhum outro artigo do Código Civil nem de qualquer outra lei teve sua constitucionalidade arguida no Supremo. O artigo do Código Civil que trata do casamento é o 1.514, que diz
Art. 1.514. O casamento se realiza no momento em que o homem e a mulher manifestam, perante o juiz, a sua vontade de estabelecer vínculo conjugal, e o juiz os declara casados.
Este artigo está em plena vigência, e diz que casamento é entre homem e mulher. O STF não declarou sua inconstitucionalidade, porque julgou apenas o artigo 1.723. Ora, temos um julgamento de uma ADIN que diz que a união estável deve ter seus efeitos reconhecidos para os homossexuais (e um dos efeitos é a conversão em casamento) e uma lei (que não foi objeto da ADIN e portanto mantém plena vigência e eficácia) dizendo que casamento é entre homem e mulher.
Portanto, ficamos com o seguinte aranzel: Qualquer um que se opuser à validade deste casamento homossexual poderá invocar o artigo 1.514 do Código Civil, ao passo que quem quiser argumentar pela validade bastará invocar o julgamento que permitiu a união estável homossexual.