Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

''Pela Total Liberalização de Todas as Drogas''.

Iniciado por vtor em 23/05/2011 · 279 mensagens · página 3 de 6

gabriel_10#101
Nessa lógica libertária vou andar só peladão e sujaço, não estou invadindo a propriedade privada de ninguém e todos são livres para me olharem ou não (inclusive crianças e vovozinhas cardíacas). Valores morais e leis têm nada haver um com outro...
vtor#102
/\ Pior que a lógica é por aí mesmo.
vtor#103
Infelizmente vejo que o liberalismo, tal como se apresenta, não é nem de longe a solução. Talvez até mesmo seja mais um dos infindos problemas - só que camuflado com um sorriso colgate.
eric_2#104
libertários/anarquistas essa comunidade não é pra vcs
filipe#105
Essa comunidade é pra quem adimira o Olavo ou então pra quem baba, que é o caso de vocês. Eu o adimiro muito, reconheço que é um dos poucos que escapam aqui no Brasil, mas discordo completamente em questões como essas.
manoel_2#106
Anotado.
rafael_2#107
O alcool é a droga que mais mata. só ver os acidentes no transito diariamente com motoristas bebados

Bem, então o fato do álcool ser legalizado não diminuiu os danos sociais. Pelo contrário: legalizar uma droga, qualquer droga, em nome de um hipotético benefício geral, acaba por gerar aumento de seu potencial danoso. Pede-se a legalização das drogas em nome de um suposto benefício social, mas paradoxalmente costuma-se citar o álcool como a droga que mais mata, lembrando que sua venda é legal. O raciocínio é contraditório, pois advoga-se a legalização como algo vantajoso, ressaltando ao mesmo tempo que a droga que mais mata é de venda legal.
rafael_2#108
O Dr. Ronaldo Laranjeira tem excelentes artigos sobre o tema das drogas e as consequências previsíveis de sua legalização:

O argumento é que a proibição total causa mais dano do que a legalização total. A grande fraqueza desse tipo de raciocínio é que não leva em consideração que a legalização produz maior oferta e, portanto, expõe um número maior de pessoas ao consumo e a suas complicações. Esses defensores enfatizam em demasia o comportamento individual e não consideram o nível agregado do dano. Por exemplo, se legalizássemos completamente a maconha, uma das possibilidades seria maior consumo global da droga e, possivelmente, maior consumo na população mais jovem, pois é isto que ocorre com o álcool e o cigarro. Portanto, com a legalização, teríamos talvez menor número de crimes violentos, mas a população mais jovem teria maiores complicações na escola e até poderia aumentar um tipo de criminalidade menos violenta por parte dos usuários a fim de conseguirem dinheiro para consumo.

http://www.uniad.org.br/index.php?option=com_content…os&Itemid=93
gabriel_10#109
eric_2#110
Só que a guerra contra as drogas é um fracasso total! só sendo muito burro pra nao perceber isso...



Seguindo sua premissa devemos abandonar a guerra contra a violencia que mata 50 mil brasileiros por ano.
Devemos tambem abandonar a luta contra a cristianofobia que mata 200 mil cristãos por ano, certo?

Devemos descriminalizar estes crimes e propor tratamento para estas pessoas, certo?
É cada porcaria que tenho que ler aqui que sinceramente me dá náuseas!!!!!
gabriel_10#111
Já é o segundo a repetir essa frase feita e mentirosa.
rafael_2#112
O Dr. Ronaldo tem diversos vídeos onde ele lembra as consequências da legalização das drogas.

http://www.uniad.org.br/index.php?option=com_content…os&Itemid=97
vtor#113
Rafael
O alcool é a droga que mais mata. só ver os acidentes no transito diariamente com motoristas bebados

Bem, então o fato do álcool ser legalizado não diminuiu os danos sociais. Pelo contrário: legalizar uma droga, qualquer droga, em nome de um hipotético benefício geral, acaba por gerar aumento de seu potencial danoso. Pede-se a legalização das drogas em nome de um suposto benefício social, mas paradoxalmente costuma-se citar o álcool como a droga que mais mata, lembrando que sua venda é legal. O raciocínio é contraditório, pois advoga-se a legalização como algo vantajoso, ressaltando ao mesmo tempo que a droga que mais mata é de venda legal.

(2)

Excelente explanação.
vinni#114
"Esse pessoal Olavette":
[url]/Main#CommMsgs?cmm=46986745&tid=5610435239539271705[/url]
hugo_4#115
o mundo tem que acabar... estou perdendo a esperança na humanidade. Hoje em dia, inverter valores é algo normal e defendido por muitos falsos intelectuais e se você se posicionar contra, é taxado de antiquadro, ignorante e por aí vai. Hoje, defender os bons valores está cada vez mais difícil. Vamos lá palhaços, hipócritas, falsos intelectuais, liberem logo a maconha idiotas, vamos! acabem com a família, acabem com nosso jovens, acabem com futuro da nação, imbecis. Drogas, morrerei contra.
hugo_4#116
vtor#117
Ao menos tomei ciência de um erro meu ( com o link). Em meu primeiro post, de fato, falei que o texto apoiava o consumo. Equívoco! Não o apoia diretamente, eu errei. O troço é que tinha feito um tópico e o orkut simplesmente o deletou. Para não perder o fio da meada, escrevi outro, rapidamente.
Tirando essa ressalva, aqueles ''misseanos'' não passam de anarquistas maquiados que estão cavando suas valas.
vtor#118
vtor#119
/\

Outro post lançado novamente pelo IMB via facebook.
vtor#120
Há coisas que cabe a economia, há outras que não - essa é uma delas.
Está na hora de puxar as rédeas da liberdade pregada pelos liberais. Ela é um suicídio a longo prazo.
Não se deve deixar que doutrinas econômicas assumam as responsabilidades de regimes políticos. Não se deve trocar moral, valores, por "liberdade".
priscila#121
...este grande artigo, do qual extraio um pequeno trecho:

"O argumento de que a liberdade econômica traz consigo todas as demais liberdades é aí usado como pretexto para produzir o resultado oposto: suprimir todas as liberdades exceto uma. Concomitantemente, essas mesmas forças globalistas dão apoio bilionário a todas as organizações esquerdistas e revolucionárias do mundo, para jogá-las contra os Estados nacionais, daí resultando que muitos adeptos do livre mercado, imaginando-se embora homens da “direita”, acabem se juntando à rebelião esquerdista contra os tradicionalismos morais e culturais, que para uns são obstáculos à revolução, para outros, entraves ao livre mercado. Unidos pelo apego a velhos estereótipos deslocados da situação presente, ambos não percebem que, em sua luta contra o Estado nacional, que uns odeiam como reacionário e os outros como intervencionista, só contribuem para que, sobre as ruínas de tantos Leviatãs menores, se erga o Grande Leviatã do Estado mundial."

Olavo de Carvalho, em "A liberdade como serva da tirania".

*****

http://www.olavodecarvalho.org/semana/090525dc.html
vinni#122
Saulo,

Em todo lugar há esse tipo de imbecil. Ainda mais no orkut. Mas mesmo ali naquela comunidade há quem defenda o professor, e o Mises Institute é composto por muitas pessoas, de muitos lugares diferentes: é natural que haja ideias ali que nem os próprios membros compartilham indiscutivelmente. É um ótimo lugar pra aprender, mas, como qualquer outro, requer atenção.

O rapaz na comunidade do Mises parece sugerir que falamos "amém" para tudo que vem do professor, como se isso fosse algo ruim, ao passo que quer que digamos "amém" para tudo que vem do Mises, como se nisso não houvesse problema.

Não passa de um perdido! 😄
paty#123
"O tráfico de outras coisas (armas, cocaína, craque, etc.) continuará existindo. No final das contas, os únicos beneficiados serão aqueles maconheiros que preferirem comprar uma maconha de marca no bar da esquina do que dos traficantes que fatalmente teriam um produto mais barato" (2)
gabriel_10#124
Boa entrevista que o brother postou do Dr. Ronaldo.
eric_2#125
A liberdade de um individuo deve ser limitada até o momento que a própria atinge outras pessoas, como dirigir embriagado por ex. generalizar as pessoas sem definir quem é usuario e viciado é errado..

Entendem pq os libertários/anarquistas são os idiotas úteis dos marxistas?
Moderação por favor chutem a bunda destes caras, eles são marxistas sem o saber!!!!
vtor#126
Esse trecho do texto que a Priscila colocou me arrepiou. O Olavo sempre acerta! Acho que talvez haja alguma ciência mesmo em astrologia ...rsrs

Excelente colocação aí do Vinni: "O rapaz na comunidade do Mises parece sugerir que falamos "amém" para tudo que vem do professor, como se isso fosse algo ruim, ao passo que quer que digamos "amém" para tudo que vem do Mises, como se nisso não houvesse problema."
rafael_2#127
Só acredito que vcs estão enganados nesse paralelo legalização x expansão do consumo.

Por que?

Se o produto antes proibido passa a ser vendido legalmente, por que iria vender menos ou em igual quantidade após esta legalização, se o acesso será imensamente facilitado, sendo que de sua posse e consumo não poderá resultar qualquer sanção jurídica a ninguém?

Quanto ao álcool, pode-se argumentar que é mais nocivo que a maconha, mas não vejo vantagem alguma em acrescentar à lista de substâncias nocivas permitidas pelo Direito mais uma. Não vejo sentido em dizer que se a droga X é mais nociva que a Y, sendo que X é lícita e Y é ilícita, concluir que Y deva igualmente ser liberada, ja que isto é simplesmente aumentar o rol de drogas lícitas e nocivas.

É encontrar uma justificativa para disseminar mais um malefício - embora possa ser considerado por muitos de menor monta - simplesmente porque já se permite outro.

E outro ponto: liberar a maconha será um presente para o tráfico: a movimentação financeira da venda lícita de maconha será utilizada não somente para lavar dinheiro da venda das outras drogas, como estas - as que permaneceram ilícitas - terão mais uma fonte de custeio vinda da parte legalizada. Os grandes traficantes passarão a ter CNPJ, só isso.
rafael_2#128
O blog do Reinaldo Azevedo está comentando a reportagem de ontem do Fantástico, formatada de maneira a mostrar doze pessoas favoráveis à liberação da maconha (entre médicos, políticos e o Paulo Coelho - sim, este magnânimo guia dos povos) e apenas um médico contra, a saber, Ronaldo Laranjeira.

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/
riscardo#129
12 contra 1 e ainda sim o resultado da enquete deu uma vitória apertada aos favoráveis à legalização da maconha.
zelouzous#130
"Outra questão muito semelhante é a das armas, que também são objeto de tráfico. Todos aqui são a favor da facilitação na aquisição de armas por "cidadãos de bem". Mas será que todo tipo de arma deveria ser liberado? Será que as lojas deveriam oferecer a seus clientes metralhadoras e bazucas? Será que se alguém tiver dinheiro suficiente deverá também ter o direito de comprar uma ogiva nuclear, quem sabe para colocar na mesinha de centro da sala? Veja que uma ogiva nuclear não causa nenhum mal aos vizinhos, a menos que o sujeito resolva explodir a bomba."
OU SEJA, QUEM É A FAVOR DE LEGALIZAÇÃO DE DROGA TEM MAIS É QUE FUMAR UMA PIROCA E INJETAR UMA ROLA NO TOBA.
alexandre_13#131
É impossivel combater o uso de drogas, o álcool tb foi proibido no passado.
gabriel_7#132
Sejamos francos, a questão toda é tratada com desdém desde o início.
“A guerra às drogas falhou”. Em qual país, cara pálida? Há uma guerra contra o tráfico no Brasil? Nunca houve! As leis foram alteradas, descriminalizou-se o consumo, e com isso a divisão de trabalho do tráfico se adaptou ao novo método.
Vejam que ninguém que defende a legalização tem culhões de dizer “eu fumo um do bom”. Escondendo o interesse pessoal, eles vestem a carapuça de um moralismo inverso, ou seja, criticando quem é contra o uso da droga e que, pelas implicações negativas do uso de entorpecentes, opõe-se à legalização.

É ilógico usar os argumentos utilitários. É óbvio que a legalização ampliará o espectro do uso, e, portanto, os gastos sociais em saúde no caso. Aqui, cabe uma análise diferencial. O libertário que defende este argumento, mesmo sendo contrário ao sistema de saúde público, criará uma ampliação deste, ou, em outra possibilidade, a implosão do sistema no longo prazo. É mais ou menos a prática “de direita” da estratégia Cloward & Piven. Sabemos que, além de gastos em saúde, uma parcela dos usuários, também no longo prazo, entrará nas fileiras do seguro social. Quem sabe o governo não fideliza tal público com uma Bolsa Drogas?

Haverá diminuição do tráfico ilegal? Sabendo que o custo das drogas será aumentado no mercado legal, é lógico dizer que, se antes o trafico ilegal visava um público amplo e de maioria mais rico, com a tal “legalização”, o traficante “old school” vai dirigir o seu negócio especialmente para os pobres. Que crack que nada, a oferta será ampliada aos flagelados pela sorte econômica.

Falar sobre a Inglaterra vitoriana e o uso do ópio sem lembrar-se de como a Coroa estuprou a China impondo o vício sobre o país é uma amostra do nível do debate.
gabriel_10#133
Ponto final.
paulo_16#134
paulo_16#135
Vejam a lista de entrevistados:
Fernando H. Cardoso
Jimmy Carter
Bill Clinton
Gael Garcia Bernal
Paulo Coelho
Drauzio Varella
ferandrade#136
vtor#137
Olhem essa aqui também:

http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=115

PQP!
ayrton#138
"02 Jun 2011

Líderes mundiales defienden regular el consumo de marihuana

Personalidades mundiales defendieron en Nueva York la posibilidad de regular el consumo de marihuana y descriminalizar el uso de otras sustancias como alternativa a las políticas de prohibición que han llevado al "fracaso total" de la lucha global contra las drogas.

"Seamos más constructivos. La lucha contra las drogas es un fracaso. Busquemos maneras más inteligentes de luchar contra ellas", afirmó el expresidente de Brasil Fernando Enrique Cardoso durante la presentación de un informe de la Comisión Global de Políticas sobre Drogas con nuevas recomendaciones para afrontar las drogas.

(...)

Por su parte, el expresidente colombiano César Gaviria aclaró que no proponen "legalizar" las drogas sino políticas de "regulación", y sólo en el caso de la marihuana.

"Tampoco estamos diciendo que los países tengan necesariamente que regular la marihuana, pero sí que tengan el derecho a hacerlo", subrayó.

"La legalización implica que las drogas no hacen daño, y todos coincidimos en que son dañinas. El tema es cómo enfrentar el problema de forma más eficaz", añadió.

(...)"

http://www.elespectador.com/noticias/elmundo/articul…de-marihuana
carlos_9#139
As desgraças de uma nação!

Consequentemente os deleites, satisfações, poderes ilimitados, perpetuidade nos altos cargos, impunidades e fortunas incalculáveis dos "Insetos Larápios".

Detentores de mandatos, togas, altas patentes, distintivos, jalecos, microfones e grandes empresas nefastas.

Nossa Terra Brasilis é um lamentável e explícito exemplo disto!

Se gritar imbecis e idiotas expressivo percentual prontamente de joelhos, irão atender aos chamados.

Com isto breve veremos gravados numa enorme lápide vermelha "Aqui Jaz Pindorama" (1500 a 2014).

Felicidades e muita saúde a todos!!!
marcelo_6#140
Gosto do Instituto, mas infelizmente eles parecem ser algo como um comunismo marxista ao contrário.
priscila#141
Este é um dos principais objetivos da NWO: a produção de drogas é fortemente cartelizada, SURGIU fortemente cartelizada - assim como a sua distribuição. Apenas o "varejo"é pulverizado; o RESTO do processo SEMPRE ESTEVE na mão de poucos.

Portanto, o argumento que esses imbecis usam, o de comparar com o fim da Lei Seca nos EUA, é de uma idiotice monumental: bebidas alcoólicas são produzidas há milênios por incontáveis grupos em incontáveis lugares.

A legalização das drogas, seja qual for o eufemismo usado pela propaganda - como "descriminalização", um termo parvo if there ever was one, e de um cinismo ÍMPAR - NÃO VAI "desmantelar", EVIDENTEMENTE, os cartéis da produção e distribuição no atacado: afetará apenas, SE afetar, o varejo: o drogado vai comprar a droga talvez não mais do traficantezinho da favela do Urubu, subordinado ao Nem, por exemplo; vai comprar do Fulano das Quantas, subordinado ao filho de um petralha qualquer. Ou seja, para o produtor ou o grande distribuidor, isto traz APENAS melhora, mais conforto e muito mais grana para financiar o projeto do consórcio novordista.

Mas não há UM débil-mental que consiga entender uma coisa TÃO ÓBVIA: todos, sem exceção, repetem a leseira de que "o tráfico vai acabar". Como se isto interessasse. As FARC, os laboratórios chineses que produzem drogas sintéticas, os cartéis da produção de heroína do Afeganistão - enfim, TODA a rede de PRODUÇÃO e distribuição de TODAS as drogas estão batendo palmas e antecipando o aumento dos lucros: para eles, quanto mais vendedores e mais facilidades houver para o usuário, melhor: o que interessa é VENDER!

O negócio se torna zilionário exatamente por MANTER o monopólio da PRODUÇÃO e DISTRIBUIÇÃO, e pulverizar o VAREJO: compra-se Coca-Cola em qualquer biboca do mundo, mas SÓ A COLA-COLA GLOBAL SOFT DRINKS & BEVERAGE PRODUCTS PRODUZ A BAGAÇA, ora! Pouco importa quem a VENDA, para os produtores: quanto MAIS gente for, MELHOR!
priscila#142
Quem realmente INTERESSA, neste processo todo, é precisamente o PRODUTOR, porque é ELE que recebe a grana e a repassa para o financiamento de "n" objetivos do consórcio - as FARC, por exemplo, financiam todas as campanhas políticas de membros do FSP, e deram grana a Chavez como deram à petralhada.

O financiamento do terrorismo islâmico é feito com dinheiro da produção de drogas; a fabricação das drogas sintéticas enriquece a China; como é possível que as pessoas sejam tão ANTAS que pensem que legalizar a venda vai "melhorar" alguma coisa, CARÁLEO?!!!!! Só se for para os produtores, claro: para eles, vai melhorar e MUITO.

Ganha o consórcio, ganha a NWO, através de suas "organizações subsidiárias": das quais sempre se soube que Fernandenrique, o farsante "POSEUR", sempre foi um insigne MEMBRO.

E, com certeza, ganha no Brasil a petralhada e seus "cumpanhêros", para os quais sem a menor sombra de dúvida passarão as "concessões" que o Estado brasileiro há tempos entrega nas mãos da bandidagem favelada - e passará a entregar à bandidagem brasiliense. Lógico!

Grande "diferença"... 😄!
vtor#143
Uma upada aqui para que a verdade fique à mostra!

Fiquei perplexo com a postagem acima. Agora surge a dúvida: será que o Mises era também "tão liberal" assim?
rafael_2#144
A coisa tá ficando escancarada.

http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2011/06/13/campu…24678006.asp

Aliás, interessantíssima esta observação:

Para ele, a melhor saída para o dependente da droga - inclusive para fins medicinais - é cultivá-lo em casa.

Utilizando-se desta mesma lógica, a melhor saída para um dependente de cocaína é fazer uma refinaria em casa.
vtor#145
Putz, e eu não soube disso. Vou divulgar entre a oposição daqui.
rafael_21#146
bruno_15#147
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1013
.
Será que essa gente não consegue pensar em outra coisa a não ser em drogas? Olhem os comentários do artigo. Pérolas do tipo:

"Só que falar exclusivamente de fisiologia, sem levar em conta a realidade econômica do mercado das drogas, também é uma atitude pueril. No mínimo, não há fisiologia que desafie leis econômicas."

A economia suprema dos libertários supera até a medicina.
andr_10#148
"Será que essa gente não consegue pensar em outra coisa a não ser em drogas?"
.
Conseguem.
.
Há dois fatores que movem os liberais em sua incansável busca pela liberdade. Além da liberdade de fumar um beck, há a liberdade de dar bunda. Enfim, as liberdades de enfiarem cousas cilindricas tanto no início quanto no fim do trato digestório. E só.
bruno_15#149
O que são os narcóticos perto dos artigos droguistas do IMB? [...]
priscila#150
Aldous Huxley, a quem eu já citei aqui muitas vezes, afirmava que chegaria um tempo em que as sociedades seriam campos de concentração "indolores", nos quais as pessoas se comprazeriam em permanecer, tendo perdido toda a sua liberdade.

O "ticket de entrada" para estes campos de concentração são as DROGAS. A NWO está meramente fazendo uma mega-propaganda de distribuição desses tickets.

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