Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

Homossexualidade reduz mais anos de vida que hábit

Iniciado por gbschmitt em 29/01/2009 · 225 mensagens · página 2 de 5

gilberto#51
Há uns dias atrás,passando pela comunidade do Richard Dawkins,vi um tópico falando horrores do Cristianismo,comprei a briga e me meti na conversa.Tive que debater com uns cinco ateus diferentes,argumentando e tentando mostrar que o que els diziam não era verdade.
Em determinada altura do debate eu disse que era gay,eles todos foram unânimes em me ridicularizar,dizendo que eu estava defendendo o maior algós dos homossexuais,ou seja,O Cristianismo.
Você a acha que eu faço da homossexualidade uma bandeira,a razão da minha vida?
Acha que eu vejo a realidade atravéz de "lentes gays"?
Sou gay mas não faço disso a razão da minha vida,muito menos me faço de http://xn--vtima-zsa.se/ eu me sujeito a discutir um assunto tão íntimo como esse com pessoas como vocês,não é por ativismo,e sim por não suportar ver pessoas falando coisas sobre as quais elas não entendem nada,como os ateus que se colocam a falar mal de um assunto do qual tudo o que eles tem é uma visão caricata e preconceituosa.
albertoleopoldo#52
Não, Pedro. Você tratava da questão da "tolerância", da "empatia" e da "caridade cristã", e foi nesse contexto que eu coloquei meu comentário.

Os familiares de um alcoólatra, por exemplo, não o estarão tratando com solicitude se agirem com tolerância em relação ao seu vício. Além do mais, este mesmo vício não atinge somente o adicto em álcool, mas decididamente afeta a vida de todos em torno dele. Um suposto "direito" a continuar enchendo a cara não pode passar por cima de seus deveres para com as pessoas que o cercam, para com a sociedade a quem deve o serviço do exercício de suas capacidades, e até mesmo para consigo próprio (sempre lembrando que o suicídio é um crime tanto pela lei natural quanto pela lei positiva).

Por isso houve tempo em que havia, de fato e não somente de direito, punição estipulada para bebedeira e vadiagem. Os "direitos" do indivíduo, sejam eles quais forem, não estão acima dos seus deveres, não pode existir nenhum direito que impeça o indivíduo de desempenhar o seu dever.

Ademais, você fala em "rótulos", mas abusa de estereótipos: para mostrar a um indivíduo que a sua linha de conduta é perniciosa e destrutiva, e inclusive estabelecer condições que a dificultem e determinem punições, não é preciso tratá-lo como "inferior" ou "sub-humano". Pelo contrário, é justamente por considerá-lo um sujeito responsável e ciente que tais medidas se podem estabelecer.
albertoleopoldo#53
"Eu não costumo levar a sério ninguém que diga isso, porque considero religião uma mera burocracia, principalmente o cristianismo paulino que tornou-se um mero comércio com Deus para muitos que adoram arrogar-se cristãos. "

Vê, Pedro? Você também tem limites bem claros na sua "tolerância" e defesa da não estereotipação.
albertoleopoldo#54
Não, Pedro, eu não julgo que o único problema seja o ativismo gay. A própria tolerância para com o homossexualismo é um problema, posto que este é, por si, um sério problema de saúde pública (inclusive mental) e para a ordem social (como, por exemplo, o são as drogas).
albertoleopoldo#55
Da mesma forma como um indivíduo pode refrear suas tendências ao adultério, à agressão etc., justamente por se tratarem de condutas irregulares e destrutivas, por que somente no caso do homossexualismo ele teria que se permitir dar vazão a seus impulsos (sendo estes, aliás, intrinsecamente desordenados)?

Claro, se é absolutamente incapaz de fazê-lo, então o seu distúrbio psiquiátrico é consideravelmente mais grave (e sua culpabilidade, por conseguinte, reduzida).
gilberto#56
Comparar um homossexual com um adúltero,um alcoólatra ou um glutão só mostra que o seu entendimento sobre o que seja homossexualidade é totalmente superficial.

Primeiramente é preciso entender que sob a designação de "homossexual" existe uma gama enorme de inclinações e comportamentos sexuais.Desde homens que se sentem "femininos",ou mulheres que se sentem "masculinas",ou seja que têm uma personalidade diferente de seu gênero,até os que apesar de se sentirem muito confortáveis com o seu gênero,sentem atração sexual por pessoas do mesmo sexo.

A sexualidade no ser humano é algo que permeia quase toda a sua essência,não se compara a alcoolismo,nem adultério (embora esteja ligado à sexualidade),nem a qualquer "vício".Isso é um reducionismo idiota e cruel,que dá o direito de qualquer um julgar a intimidade dos outros sem levar em consideração todos os aspéctos psicológicos e existenciais do indivíduo.
peregrino#57
"Você a acha que eu faço da homossexualidade uma bandeira,a razão da minha vida?
Acha que eu vejo a realidade através de "lentes gays"?
Sou gay mas não faço disso a razão da minha vida,muito menos me faço de vítima."

Gilberto. Considero o homossexualismo um comportamento obviamente anormal, uma vez que o ser humano não foi construído funcionalmente para isto, conforme demonstram as reportagens deste tópico.

A tentativa da ideologia do gênero de eliminar qualquer vinculação entre a parte física, orgânica, fisiológica da sexualidade e a sua parte mental, alegando que esta última pode se contrapor a primeira e até mesmo elimina-la por completo sem que isto ocasione danos, é de uma deformação de conceitos absurda, e só pode ser imposta a uma sociedade através de uma ditadura.

Meu maior cisma não é nem tanto com o que os gays fazem na cama, algo que me provoca apenas repulsa física - se você me permite; por instinto eu não gosto de cenas homossexuais, pelo menos não as masculinas, e quanto as femininas apenas em certos casos, mas mesmo nestes procuro não julgar o bom do mau apenas por minha libido. Mas como estava dizendo. Meu maior cisma é muito mais com o que os gays fazem com as palavras e conceitos do que com o que fazem na cama. Uma vez que corpos são bens basicamente individuais, enquanto que palavras e conceitos são bens difusos, ou seja, pertencem a todos.

Dessa forma procuro travar apenas a chamada guerra cultural, não procuro intervir na vida de nenhum gay, caso a vida deste não interfira na comunidade e na cultura. Ou seja, na minha vida.
peregrino#58
Creia; eu não saio à rua para jogar pedra em gays, e nem mesmo para tentar "salvar" gays. Mas se um gay quer ser ajudado, acho que é um direito/obrigação ajuda-lo a deixar o homossexualismo, e se quer ficar no homossexualismo, não digo que isto seja um direito natural dele, uma vez que não considero a existência de direitos naturais a auto-degradação, mas sim algo que a sociedade pode tolerar até o ponto em que os danos desta ação fiquem restrito ao próprio individuo.

Sobre o seu comentário, acho que você começou se fazendo de vitima sim. Mas se de fato você toma o homossexualismo como uma coisa intima, então não me meto na sua vida. Embora seja muito difícil afirmar algo assim, porque os seres humanos quer queiram ou não estão todos interligados, então como dizer? “Eu não me meto em sua vida”. Em verdade isto não é possível. Mas se você realmente pensa assim, eu digo: bom, é melhor do que ficar querendo cercear o pensamento alheio. Perceba, eu estou falando em cercear, e não em julgar. Quanto a julgar o pensamento alheio eu sou totalmente favorável.

A verdade é que o movimento GLS tem tomado atitudes tão estapafúrdias que fica difícil para os “simpatizantes” continuarem a seguir tal movimento. Os verdadeiros objetivos do movimento gay lentamente começam a aparecer. Este não luta por “respeito’ ou “direitos”, mas pela completa alteração da razão e da lógica humanas.

Eu gostaria apenas que você como gay, fizesse o mesmo exercício, e afirmasse que considera a oposição ao homossexualismo e a ideologia gay algo aceitável. Que aceitasse na internet e na vida real pessoas que simplesmente consideram o homossexualismo uma anormalidade total e se opõem a que ela seja elevada a condição de normalidade, e mesmo de sacralidade, como vem sendo feito.
peregrino#59
Pedro, compreendo.
gilberto#60
Você fala em degradação.Sabe o que eu considero degradação?

Pra mim degradação são esses carinhas super"machos" que saem por aí transando com meio mundo,engravidando a empregada,a vizinha,a prima ,etc e depois fogem da responsabilidade .

São essas vadiazinhas que saem por aí dando a "buceta" pra qualquer um e depois correm pras clínicas clandestinas fazer aborto e assassinar os próprios filhos.

São esses velhos pervertidos que deixam a mulher em casa e vão pra rua procurar menininhas de 13,14 anos.

O fato de uma pessoa só se sentir realizada sexualmente com alguém do mesmo sexo por si só não sinônimo de degradação,assim como a sexualidade hétero não é sinônimo de dignidade.
nildo#61
[url]/Main#CommMsgs.aspx?cmm=51279&tid=5300727858326587721&start=1[/url]
albertoleopoldo#62
Pedro,

A minha resposta tomou essa direção porque você mencionava certa atitude de "empatia" em relação ao indivíduo homossexual, e por isso eu pus o foco no aspecto da moral individual, na maneira como alguém pode lidar com semelhante situação. Depois, talvez algo temerariamente (sem a devida delimitação dos âmbitos), eu estendi minhas considerações ao campo dos "direitos e deveres".

Em relação à "confusão" de que você fala (e já falava naquele tópico do topless), eu já dei minha resposta por lá:

Não há qualquer contradição em que a ordem moral seja defendida tanto pelo Estado quanto pela família (há, contudo, uma certa confusão semântica entre "defender" e "proteger", que não são termos sinônimos - e a proteção de um bem jurídico é uma atribuição do Estado legitimamente constituído). Isto é, a menos que se admita a priori um conflito essencial entre Estado e família. Um tal conflito pode dar-se contingentemente, mas justamente aí o Estado estaria violando uma de suas atribuições fundamentais, a saber a proteção da família como celula mater da sociedade e de seus valores como alicerces da ordem social. E então o problema nem se colocaria, já que estamos falando de atribuições legítimas do Estado, e não de um poder arbitrário que se põe em contradição com a justiça. E aí, claro, caberia à família a função de bastião de resistência contra a opressão estatal.
albertoleopoldo#63
Também escrevi naquele contexto:

Uma política de fomento e preservação de uma ordem moral sadia não é uma questão de "imposição do bem" nem muito menos de "proibição do erro", mas simplesmente o resultado do reconhecimento da moralidade pública como bem jurídico a ser protegido. Não se propõe punir uma moça que exiba os seios "porque isso é errado", mas porque afeta a moralidade pública, porque atenta contra a ordem social. Da mesma forma que se proíbe o consumo de álcool ao volante não porque seja uma atitude essencialmente imoral, mas porque põe em risco a vida dos cidadãos, que é um bem tutelado pela lei. Acontece, como eu disse, que tomar a integridade física dos cidadãos como bem único a ser protegido é um exercício de arbitrariedade (mesmo ignorando os riscos efetivos que a permissividade dos costumes, pornografia, prostituição oferecem à integridade física e à vida dos indivíduos).

E aqui caberia acrescentar o homossexualismo à lista.

Ademais, eu não me referi à repressão como medida aceitável ou desejável em todos os casos. Em todo o caso, há uma diferença sensível entre uma atitude de intolerância a uma prática e uma atitude de intolerância ao indivíduo que indulge nela. A "tolerância" a que me referia no caso do alcoólatra era a da omissão cúmplice ou mesmo da facilitação. A repressão aparece como alternativa viável no caso em que a ordem pública (ou mesmo, para esse efeito, a estrutura familiar) aparece nitidamente violada e se torna, de alguma maneira, premente protegê-la.

É claro que se fosse uma decisão concernente unicamente ao indivíduo e que afete exclusivamente a sua vida, seria um problema somente para a sua consciência individual. Mas não é o caso aqui. Aqui quem trata a questão em termos de ideais é você: é claro que o melhor seria sempre sentar para uma conversa serena e convencer o sujeito de que aquilo que ele está fazendo não é legal. Mas muitas vezes as conseqüências das ações passam por cima do zêlo pedagógico, e medidas mais duras precisam ser tomadas.
albertoleopoldo#64
Quanto à sua alegação de que somente por escrúpulo religioso é que o sujeito poderia ser levado a ver algum mal na homossexualidade é completamente improcedente. O próprio tema do tópico aponta os efeitos destruidores desse gênero de conduta. Mas cabe considerar alguns pontos:

1. A homossexualidade era tratada como enfermidade mental por praticamente todos os catálogos de doenças até a sua remoção da lista da associação americana de Psiquiatria, em 1973, ocasião em que não se apresentou nenhum estudo científico conclusivo a respeito do tópico, sendo que a dita eliminação se deu por via de votação. Nenhum estudo conclusivo de apresentou de lá para cá para corroborar essa posição. Pelo contrário, verifica-se sempre a íntima associação da conduta homossexual a uma série de quadros patológicos, tais como depressão, abuso de narcóticos, propensão ao suicídio etc. Até mesmo os defensores da homossexualidade o reconhecem, embora atribuam a culpa de tal correspondência ao ranço "homofóbico" das sociedades. Mas não somente não conseguem demonstrá-lo apresentando índices menores de tais ocorrências em sociedades mais tolerantes comparativamente às menos tolerantes, como, conforme eu tinha dito, seria preciso demonstrar a necessidade de buscar adaptar a sociedade aos indivíduos ao invés de buscar reajustar estes àquela (o desajuste em si, ainda que não se caracterize como psicopatologia, é flagrante).

2. A prática homossexual é um dos principais vetores de transmissão de doenças infecciosas tais como a Aids e, seja de maneira relacionada à sua caracterização como transtorno psiquiátrico ou não, propende os indivíduos que a ela aderem a um estilo de vida perigoso e insalubre. Trata-se, ademais, de um tipo de prática em que, por definição, não se indulge sozinho.
albertoleopoldo#65
3. A questão da "tolerância" ou "intolerância" à homossexualidade, tal como é costumeiramente debatida, sempre passa pela questão da visibilidade de uma tal linha de conduta. As reivindicações de "tolerância" sempre insistem em que o fenômeno da homossexualidade deve ser enxergado pela sociedade como moralmente neutro ou até benéfico (dado que "homossexuais têm o direito a ser felizes da forma como melhor entendam") desse gênero de práticas (e nem estou falando aqui dos casos mais graves como da equiparação da conduta homossexual com o casamento heterossexual - que engendra o próprio fundamento da sociedade e de todo valor social). Ou seja: trata-se de impor à sociedade um certo quadro de valores que contraria frontalmente aquele sobre o qual ela se assenta. Ter-se-ia, mais uma vez, que demonstrar a superioridade de um quadro de valores sobre o outro, sem deixar de tomar em consideração, por exemplo, os pontos 1 e 2. É a propagação, a publicidade e principalmente a defesa e a promoção do homossexualismo o que tenho por principal problema a ser combatido.
albertoleopoldo#66
4. Eu não sei até onde vão os seus "registros de milênios de história", mas o fato é que, ao longo da história humana, grupos "sexualmente tolerantes" são a exceção, e não a regra. Não faltam, também, registros de, nas mais variadas formas da civilização, era comum tomar-se a dissolução dos costumes relativos à sexualidade (e a difusão da homossexualidade é apontada muitas vezes a título de ponto culminante) como índice da degradação geral daquela sociedade. Embora não houvesse algo tão forte como a condenação judaica e cristã dessas práticas como abominação e pecado grave, quase sempre a indulgência nela é apontada como "vergonhosa" e constrangedora. Tal se dava inclusivamente nas antigas Grécia e Roma. As vidas dos doze Césares, de Suetônio, em que se dava proeminência à devassidão sexual dos imperadores, era claramente um catálogo de escândalos. Entre os gregos, era bastante comum o registro da efeminação e da pederastia como vícios, e uma das motivações que atiraram os romanos contra a civilização helênica em decadência, foi justamente a corrupção de costumes cristalizada por exemplo em mitos como o de Ganimedes. O Renascimento também foi uma época em que a conduta homossexual "tornou-se moda", e foi um período da mais conspícua dissolução moral. Em outras sociedades (orientais, por exemplo), encontra-se uma certa tolerância à pederastia associada à mais crua misoginia.
albertoleopoldo#67
5. Suas considerações caricaturais sobre o Cristianismo e esse discurso perfumado para ensinar aos cristãos o verdadeiro sentido da caridade dificilmente é digno de comentário. Baste que se diga que os cristãos cremos que o Verbo fez-se carne não para construir uma certa ordem social, mas para tirar o pecado do mundo. É claro que a (proposta de) edificação de uma civilização do Amor não é um dos efeitos menos notáveis de Sua doutrina. Mas o amor cristão não é um mero amor de tolerância. É um amor de exigência e correção. E ninguém aqui está dizendo que os homossexuais são "inferiores". É claro que há pecados muito mais graves que o homossexualismo, e nenhum cristão observante está livre deles (eu, por exemplo, conhecendo minha própria canalhice, não me arriscaria a chamá-los "canalhas"). Todo o caso que se faz acerca da homossexualidade deve-se à tentativa de erigi-la em virtude, ou pelo menos em ato "moralmente neutro".
albertoleopoldo#68
Clodoveu,

Ninguém está condenando os homossexuais. Só Deus é senhor do Juízo, e os Seus modos nos são misteriosos. Os católicos (pois só creio poder falar pela minha religião), contudo, contam com uma guia segura neste mundo que lhes aponta os bons caminhos e previne sobre os maus, a Igreja, que é pastora e mãe. Por isso considero instrutivo reproduzir aqui o trecho do Catecismo que trata dessa questão (destaques meus):

2357 A homossexualidade designa as relações entre homens ou mulheres, que experimentam uma atracção sexual exclusiva ou predominante para pessoas do mesmo sexo. Tem-se revestido de formas muito variadas, através dos séculos e das culturas. A sua génese psíquica continua em grande parte por explicar. Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves (103) a Tradição sempre declarou que «os actos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados» (104). São contrários à lei natural, fecham o acto sexual ao dom da vida, não procedem duma verdadeira complementaridade afectiva sexual, não podem, em caso algum, ser aprovados.

2358. Um número considerável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente radicadas. Esta propensão, objectivamente desordenada, constitui, para a maior parte deles, uma provação. Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar na sua vida a vontade de Deus e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar devido à sua condição.

2359. As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes do autodomínio, educadoras da liberdade interior, e, às vezes, pelo apoio duma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem aproximar-se, gradual e resolutamente, da perfeição cristã.
albertoleopoldo#69
É interessante, aliás, o caso de Oscar Wilde, mencionado aqui. Ao que me consta, ao fim da vida converteu-se ao catolicismo e morreu com os sacramentos.
albertoleopoldo#70
Gilberto,

"Pra mim degradação são esses carinhas super"machos" que saem por aí transando com meio mundo,engravidando a empregada,a vizinha,a prima ,etc e depois fogem da responsabilidade ."

Concordo integralmente. Em certo sentido, a promiscuidade heterossexual é mais grave que a homossexual, dado que apresenta conseqüências mais graves (e é talvez a principal razão para a proliferação do aborto).

Mais: não se pode, seguramente, ignorar que a homossexualidade reveste diversos matizes e envolve de maneira dramática a totalidade da psique do indivíduo. Por isso mesmo, devemos considerar diversos graus de culpabilidade, e pensar cuidadosamente na saúde mental dessas pessoas. Mas na maior parte dos casos, a culpa não é excluída.
albertoleopoldo#71
Escrevi uma vez num tópico sobre drogas:

O usuário também está rompendo o pacto legal, cometendo uma infração. O usuário também é responsável por suas escolhas, e embora com o progresso do vício ele possa vir a ter o seu discernimento embotado, é plenamente responsável pelo seu consumo inicial. O usuário sustenta o tráfico e possui, em geral, plena consciência disso.

Da mesma maneira que se argumenta em favor do usuário de drogas se poderia argumentar em favor do traficante. "Estava ocioso, sem perspectivas, resolveu entrar no mundo do crime. Uma vez lá dentro, criou para si um regime de vínculos e dependências tal que não consegue, por sua livre vontade, subtrair-se a ele".

É claro que há circunstâncias que podem atenuar a culpa até o limite de eliminá-la, que dizem respeito principalmente às condições iniciais que impeliram o indivíduo ao vício. O mesmo se verifica aqui. A dificuldade em estabelecer essas fronteiras no caso da homossexualidade é o mais cogente argumento contra a sua criminalização. E eu concordo: a questão é delicada. Mas não creio que baste para justificar a priori a condenação de toda possibilidade de repressão, especialmente quando se o fenômeno alcança grande difusão e visibilidade, pondo em risco a estabilidade social. Em todo o caso, os maiores culpados serão sempre os promotores e os defensores da prática, e não propriamente os perpertradores.

Eu até gosto de colocar desse modo: um heterossexual que defende o homossexualismo é culpado de falta mais grave do que o próprio homossexual (que age, ademais, segundo uma inclinação "orgânica").

Isso não isenta o homossexual (no caso geral) de culpa. Nem essa constatação equivale ao princípio "Para todo x e para todo y, se x é heterossexual e y é homossexual, x é melhor (ou "mais puro" ou qualquer coisa semelhante) do que y".
nildo#72
olha la oke disseram:

"Paul Cameron foi chutado da APA, acusado de distorcer os resultados de outros pesquisadores, além de publicar uma pesquisa tão cheia de problemas que ninguém na área científica levava a sério"
albertoleopoldo#73
É um fenômeno no mínimo curioso essa tendência recente de dissociar moral e sexualidade. E até mesmo moral religiosa e sexualidade. Como se a sexualidade não tivesse importância para as decisões relevantes do indivíduo, ou como nada tivesse a ver com família e filhos (ou como se família e filhos fossem fator menos importante do que a fruição de prazer - ao ponto de que uma forma adotada pelo indivíduo para este último objetivo chegue a ser vista como condicionante sobre aqueles dois itens).

Assim como é curioso o fenômeno de dissociação entre lei e moral.

Mas muitas tendências concorrem para os mesmos fins...
albertoleopoldo#74
Nildo,

Não sei se ele de fato distorceu alguma coisa ou foi chutado por alguma decisão proselitista.

Mas não é preciso ir muito adiante da "evidência anedótica" para se perceber que a conduta homossexual expõe o indivíduo a riscos de saúde mais sérios do que as condutas heterossexuais (mesmo promíscuas).

Nesse ponto, eu assino embaixo do comentário de Priscila.
albertoleopoldo#75
Ressalva: esses estudos que apontam para a inexistência da relação HIV-Aids eu não considero muito dignos de crédito.
albertoleopoldo#76
E aliás, o problema não é só o nível de promiscuidade, mas certamente também a natureza dessa promiscuidade (para não falar de outros fatores, especialmente psicológicos, que concorrem para formar o quadro independentemente da promiscuidade). Mas enfim, já falei sobre isso.

Gosto de me alongar, explorar desdobramentos analíticos, contrastes, comparações, para evitar mal-entendidos (embora reconheça: aparentemente com pouco sucesso).
orkut_7#77
Gilberto porque vocês (homossexuais) morrem tão cedo?. Proposta do Tópico, seja pela vida promíscua ou assasinados pelos próprios parceiros? Heterossexual não mata homossexual, tanto é que muitos dizem: "Quantos mais veados tiverem melhor, pois mais mulher sobra para mim". Ou ainda, um heterossexual costuma ter tara por lésbicas, de preferência duas ao mesmo tempo. Essa comunidade é essencialmente conservadora e aqui ninguém vai querer fazer mal nenhum para você, mas a tua "turma"...

Esse tópico cresceu bastante depois de ontem quando eu ia fazer uma proposta: Transformar ele em uma enquete para saber qual o mais veado, se o Gilberto ou o João. O caríssimo Leopoldo fornece a vaselina e, o nosso também mui caro Roberto Cavalcanti, tem um ataque cardíaco enquanto assiste tudo. [ironic mode on, portanto não me encham o saco]
gilberto#78
Gosto de me alongar...

Quase não dá pra perceber!
gilberto#79
Gilberto porque vocês (homossexuais) morrem tão cedo?. Proposta do Tópico, seja pela vida promíscua ou assasinados pelos próprios parceiros?

Quanto a parte que me toca,não sou nem um pouco promíscuo.Sabe qual foi a última vez que fiz sexo?Há mais de um ano! rsrsrs

De uma forma geral,talvez essa tendência de os homossexuais viverem menos esteja ligada à marginalização da categoria.

Para os homossexuais,sobretudo os efeminados tudo e mais difícil,desde arranjar emprego até ter amigos.
orkut_7#80
O Movimento Gay é insano e vai deixar todos os homossexuais malucos, já afirmaram que Jesus era no "mínimo" gay e que aquele cara que encontraram congelado por 5 000 anos também era veado, pois foi encontrado sêmen no seu ânus. O sêmen estava lá porque quando foram arrancar o sujeito do gelo danificaram o corpo dele e seu próprio sêmen dele foi para no reto. O que o Gilberto tem que fazer é cuidar da vida dele e não dar ouvidos aos críticos ou apoiadores/incentivadores de sua condição homossexual. Pior que ser veado é ser militante do Movimento Gay (que não são propriamente homossexuais, tal como a M Suplicy), isso é imperdoável. Vá em paz meu filho, cuidado com as companhias e reze bastante.
orkut_7#81
Quanto a parte que me toca, não sou nem um pouco promíscuo. Sabe qual foi a última vez que fiz sexo? Há mais de um ano!

Abstinência. Isso mesmo, serve tanto para homos quanto para héteros. Você tem méritos dignos de um cristão.
silvana#82
"De uma forma geral,talvez essa tendência de os homossexuais viverem menos esteja ligada à marginalização da categoria."

Por favor né... você não para de se vitimizar. Por isso que eu penso que todo gay é um ativista em potencial, pronto a tornar o mundo o mais gay possível pra que possa fazer das suas a vontade. Desculpa mas é minha opinião. Não quero mal a gay nenhum, não faço mal nem humilho lésbicas que tinham no meu curso (serviço social) mas não suporto vitimização.
orkut_7#83
De uma maneira geral todos os vícios e promiscuidades levam a uma expectativa de vida menor, isso vai desde o hábito do fumo ao homossexualismo, porém existe graus de danos em cada um ou combinações potencialmente fatais, tal como beber cacaçha diariamente e fumar mata-ratos, o incide de cancer bucal sobe bastante. Um homossexual pode ter hábitos saudavéis, apesar de dar o c* e não morrer jovem necessariamente. O problema aqui, ainda assim é mais moral do que de saúde pública, como disse o Roberto. O Movimento Gay quer o oba-oba e os homossexuais (que eles dizem defender) é que são as verdadeiras vítimas dessa política.
priscila#84
A estatística teria que levar em conta não apenas o homossexualismo, mas um conjunto de fatores ligados a ele. Por exemplo: o que baixa a imunidade é a promiscuidade e fatores ligados a ela, não a condição da homossexualidade em si, sozinha. A imunidade vai baixar se o cara for homossexual ou heterossexual - mas se ele for homossexual as chances de que seja promíscuo são monumentalmente MAIORES. Em dois grupos aleatoriamente escolhidos de 100 homossexuais e 100 heterossexuais, o grupo de homossexuais terá, em conjunto, uma taxa de promiscuidade - um número de parceiros diferentes - incomensuravelmente maior. Digam o que disserem. A variação de parceiros é quase mandatória entre os homossexuais. E outro exemplo, igualmente estatístico: o uso de drogas é maior entre indivíduos promíscuos - sejam homossexuais ou heterossexuais. Como a promiscuidade entre homossexuais é maior, o consumo de drogas é igualmente e proporcionalmente maior, também.
A taxa de promiscuidade entre homossexuais é tão alta que o único outro grupo humano comparável é o das prostitutas - as profissionais, as que realmente se dedicam ao ofício. E a queda na imunidade e o consumo de drogas são igualmente altos entre elas. O que ajuda as prostitutas é que elas são pelo menos parcialmente monitoradas pela saúde pública. Os homossexuais, não. Sua promiscuidade é uma questão privada, o governo ou o que seja não se mete nisso. O fato é que a AIDS já faz tempo que passou a ser entendida não como uma virose - que pode inclusive ter uma importância muito pequena no desenvolvimento da síndrome - mas como um conjunto de práticas que, somadas, levam a esse desenvolvimento. A AIDS aumenta entre grupos de heterossexuais justamente por isso - pelo aumento da taxa de promiscuidade/drogas nesses grupos, todo mundo sabe disso. Camisinha só não resolve coisa nenhuma. Pode dar camisinha pra todo mundo e obrigar a usar que a AIDS não acaba - acaba quando acabar a promiscuidade e o uso de drogas associado a ela, que levam qualquer imunidade pro beleléu.
marcos_14#85
Marcos> Gilberto, se você afirma ser indiferente em termos de atração sexual à uma mulher, você afirma a incapacidade de se relacionar sexualmente com ela.

Marcos> Ou seja, você se declara incapaz de naturalmente se reproduzir como um ser humano.

Marcos> Não vai admitir isto?

Gilberto> Sim,mas isso faz de mim um ser humano inútil?


É claro que não te faz um ser humano inútil. Não é este o ponto que quero chegar.

O ponto é: você próprio então vai contra a corrente da militância gayzista, que afirma que o homossexualismo é mera "opção sexual". Você admite possuir uma privação de uma potência necessária à subsistência da espécie. Em outras palavras, você afirma que, pelo menos no seu caso, o homossexualismo é uma deficiência, uma anormalidade do teu organismo.

Acho muito curioso a sua postura. Eu diria que é inédita nas minhas observações.

Parabéns por evitar o sexo. Que Deus te abençoe.
albertoleopoldo#86
Pedro,

O ponto principal das nossas discordâncias é que partimos de princípios diferentes. Você, por exemplo, julga "idealista" qualquer tentativa de se fundamentar uma moral objetiva que vá além de certos critérios contratualistas e utilitaristas (e algo seria "lícito" até o momento em que violasse o consentimento de outrem). Eu particularmente considero esse critério extremamente arbitrário e, embora talvez logicamente inatacável, largamente inaceitável em suas conseqüências. Talvez você pense similarmente em relação às minhas posições, mas ainda assim tenta atacá-las desde o ponto de vista dos seus próprios princípios, tarefa, de fato, ingrata e pouco fértil (pode identificar algumas incoerências no meu discurso, mas as minhas correções seriam na linha dos meus princípios, e você não chegaria mesmo muito longe. Claro que poderíamos discutir esses princípios, mas não é este o tópico para isso, creio.

Só perceba uma coisa: ao longo de todo o tópico (no que concerne à nossa discussão), via de regra, eu tenho feito as afirmações controversas e você as tem tentado refutar, de modo que a maior parte das minhas postagens são tentativas de resposta às suas críticas. Portanto, é natural que eu me estenda mais, como natural seria você me apontar os erros pontualmente. Mas se sua paciência se esgotou, deixe pra lá.

Sua leitura do Cristianismo permanece caricatural, e suas especulações sobre "o realmente defendido por Jesus" são só mais um sintoma disso. Em todo o caso, o mandamento do amor ao próximo está indissoluvelmente subordinado ao mandamento do amor a Deus, e a verdadeira expressão do amor cristão mostra-se no empenho de conduzir o irmão ao Céu (daí a necessidade de pregar o Evangelho dos telhados, e a toda criatura), e não em "apoiar a sua busca de satisfação onde lhe aprouver". Cristo é um Mestre afável, mas também severo (e qualquer leitura superficial do Evangelho o mostra claramente).
albertoleopoldo#87
Mas sobre a sua leitura das estatísticas, creio que algumas coisas podem ser ditas:

1. O fumante não homossexual não está protegido somente contra os danos atribuíveis ao tabaco, como também não o está em princípio contra outras causas de morte (por exemplo, doenças infecciosas e violência) que não se associam ao homossexualismo, de modo que, se ainda assim a idade média de falecimento é menor entre os homossexuais, deve-se atribuir a fatores relacionados ao homossexualismo, ou pelo menos a alguma forma de homossexualismo (e a convergência de resultados - o autor da pesquisa fala sobre o mesmo padrão nos EUA - parece excluir a interferência de fatores alienígenas). Se o índice de homicídios por discriminação atingisse uma fatia considerável das mortes violentas de homossexuais, teríamos aí um fator extrínseco ao homossexualismo afetando o resultado, mas o fato é que essa taxa é ínfima em comparação com as mortes de homossexuais por homossexuais ou em razão de outros hábitos mais freqüentemente associados à homossexualidade do que à heterossexualidade, como o envolvimento com drogas. Portanto a conclusão de que há algo no comportamento homossexual que expõe os indivíduos que o praticam em riscos maiores do que os tabagistas que não o fazem é perfeitamente lícita.

2. O estudo abrange uma amostra de homossexuais que se encontram no grupo mais associado a uma certa "estabilidade" e de que comumente se espera um índice mais reduzido de promiscuidade: os homossexuais que vivem em união civil.

3. Não creio que alguém realmente pretenda que a prática homossexual em si é responsável pela diferença obtida na pesquisa (é até concebível que tenha alguma influência orgânica danosa, mas certamente não é a causa da disparidade encontrada). Como diz Priscila: há que se levar em conta certos fatores ligados ao homossexualismo. E estes não se restringem à promiscuidade e ao consumo de drogas: há uma série de quadros psicologicamente mórbidos associados aos hábitos homossexuais.
albertoleopoldo#88
É certamente possível encontrar homossexuais ("de fato" e não meramente de propensão) com hábitos de vida saudáveis. Um homossexual alarmado pelos riscos a que está exposta uma boa parcela do grupo pode, inclusive, tornar-se obcecado por cuidados de saúde (o que, aliás, é coerente com a tendência narcisista comumente associada à condição). Trata-se da exceção que confirma a regra. Em todo o caso, um homossexual saudável e emocionalmente estável é certamente atípico. Outra vez: os defensores do homossexualismo sem dúvida o reconhecem, embora de novo o atribuam "à sociedade".
albertoleopoldo#89
O homossexualismo é um problema psíquico (e moral, como colocou Roberto). Ele pode estar associado a uma certa disfunção orgânica, mas é certo que não depende exclusivamente dela. O problema está em que falar de uma "disfunção mental" é tanto mais difícil, desde que não se concebe com clareza qual seria sua "função". Há um texto bastante interessante postado num antigo tópico da comunidade a esse respeito: A homossexualidade � uma desordem psiqui�trica?.
albertoleopoldo#90
Correção.

Onde se lê: "O fumante não homossexual não está protegido somente contra (...)"

Leia-se: "O fumante não homossexual não somente não está protegido contra (...)"
priscila#91
Eu não li tudo, mas vocês estão discutindo "fumantes homossexuais" e "fumantes heterossexuais"? !

Se for, não dá pra fazer um desconto pra pagamento a vista - como um amigo meu que já morreu pedia, quando a discussão era muito enrolada - não?

Só um palpite, mas eu desconfio muito que assim não se vai discutir nem o fumo e nem o homossexualismo.
albertoleopoldo#92
Eu que me enrolei, Priscila. A comparação é entre heterossexuais casados e homossexuais "casados".

Os fumantes são mencionados à parte.

De qualquer modo, o contraste estabelecido se mantém.
peregrino#93
"""в૯ทđ૯૨
O Movimento Gay é insano e vai deixar todos os homossexuais malucos, já afirmaram que Jesus era no "mínimo" gay e que aquele cara que encontraram congelado por 5 000 anos também era veado, pois foi encontrado sêmen no seu ânus. O sêmen estava lá porque quando foram arrancar o sujeito do gelo danificaram o corpo dele e seu próprio sêmen dele foi para no reto. O que o Gilberto tem que fazer é cuidar da vida dele e não dar ouvidos aos críticos ou apoiadores/incentivadores de sua condição homossexual. Pior que ser veado é ser militante do Movimento Gay (que não são propriamente homossexuais, tal como a M Suplicy), isso é imperdoável. Vá em paz meu filho, cuidado com as companhias e reze bastante."""

Eu que o diga, faz uns 2 anos teve uma discussão em uma comunidade com um cara postanto um texto em que ele jurava que o Tinarossauro Rex era gay.

Juro, não tô brincando.

Para o movimento gay todo é gay. Todos os vultos ou entidades históricas tem que ser gays. Para o gayzismo o homossexualismo tem porque tem que ser uma constante humana perfeitamente natural e saldável, reprimida por uma sociedade "burra e cruel" que não consegue perceber o quanto o homossexualismo é lindo.

No Levitício por exemplo, eles acertaram em dizer para não comer porco, para não comer ostras, para não trepar com a mãe, não trepar com o pai, não trepar com um cachorro ou um bode, mas na hora de do sexo anal, eles erraram. Eita gente cega o povo daquele tempo! (modo irônico on)

Me impressiono quando vejo os gays afirmando que a proibição do Levitício ao homossexualismo é meramente cultural, mas ao mesmo tempo nao os vejo afirmando que a proibição a pratica de incesto com a mãe, que aparece no versiculo logo abaixo, não é ela também meramente cultural.

Porque essa seleção de pontos a serem atacados? Entendo que é porque ainda não existe força política para criar o termo "incestofóbico". Primeiro é necessário a consolidação do termo "homofóbico" para que em um segundo momento possam aparecer os outros.
priscila#94
Oh, eu suponho que, do ponto de vista clínico e meramente da avaliação de riscos, os dois pares, se igualmente ESTÁVEIS, no sentido de monógamos, teriam a mesma avaliação. Mas os homossexuais estáveis são uma exceção, são realmente raríssimos. A esmagadora maioria não adota esse comportamento. Mesmo os chamados "casados" não obrigatoriamente têm um único parceiro, continuam a ter inúmeros, consentidamente.

A percepção das pessoas a esse respeito é completamente equivocada.
priscila#95
O gayzismo é um movimento destrutivista como inúmeros outros. Como o racismo, por exemplo. Gayzismo É exatamente um tipo de racismo, claro. Uma "estratificação" hierárquica que identifica uma específica "casta" como "superior", e quem não pertence a ela como "inferior".

É assim que a banda toca. A "casta" é usada para um específico objetivo, e estimulada enquanto servir pra ele. Quando não servir mais, porque o objetivo já foi atingido, se livram dela, de uma tacada só.
priscila#96
Eu já cansei de dizer que não quero nem saber quem é que está dando o fiofó até explodir, palavra de honra. Vou lá querer saber disso? Nem me passa pela cabeça!

O problema é o proselitismo, o aliciamento, a manipulação óbvia, a imposição de "modelos". Se o cara ocupa as vinte quatro horas do dia enrabando e sendo enrabado lá no canto dele, eu não tou nem aí, quero saber disso, não. !
albertoleopoldo#97
Eu discordo, Priscila. Aliás, se você percebe que a conduta homossexual propende o indivíduo à promiscuidade de maneira particularmente acentuada, concorda em que esse tipo de comportamento é caracteristicamente irregular, anormal, então, assumindo que a homossexualidade não se identifica à propensão à promiscuidade mas a produz, não deveria se espantar com o fato de que produz igualmente outros efeitos de desordem, seja orgânica, seja psíquica. E aliás os relatórios dos pesquisadores sempre apontam para a ligação constante da prática homossexual com diversas espécies de quadros psicopatológicos. Poderia ser que esses quadros surjam em vista de um certo desajustamento do indivíduo com o meio circunstante, mas essa mesma atribuição é feita a muitas outras síndromes constantes dos catálogos de enfermidades mentais. O indivíduo nessa situação tende a determinados comportamentos mórbidos, dos quais a promiscuidade é só um exemplo mais notável.

Por isso eu julgo muito mais grave (moralmente falando) do que a prática da homossexualidade (de vez que na maioria dos casos será gerada pela exposição a circunstâncias anormais) a sua defesa, e mais ainda sua promoção. Já é um absurdo criminoso pretender tornar a prática homossexual uma conduta regular, normal, uma "maneira de se buscar a felicidade como todas as outras", sem alertar as pessoas dos grandes riscos e problemas envolvidos. Em vista disso, chega a ser surreal a tentativa de equiparar esse tipo de conduta ao matrimônio como fonte de direitos como o de constituir família e adotar crianças, ou de lhe assegurar pela força da lei a total imunidade a críticas.
albertoleopoldo#98
Sim, Andarilho... Em relação ao incesto: pode não estar correntemente muito na moda, mas vez por outra os defensores dão o ar de sua graça. Dia desses um casal apareceu um casal de irmãos alemães que viviam maritalmente defendendo a causa. "Como é consentido, não há problema algum".

Interessante é que os militantes da causa dos pedófilos acusam o movimento homossexual de traição pela "concessão" que fizeram em aceitar como meta somente a redução da chamada "idade de consentimento". Afinal, não é uma arbitrariedade dos adultos definirem um limite entre o que é um "consentimento consciente" e o que não é?

Pouco a pouco, as distinções comuns da moralidade vão sendo dissolvidas. Desde há uns anos a moral já não pode se intrometer na vida sexual, hoje não pode meter o bedelho nas "escolhas reprodutivas", amanhã não poderá tomar como parâmetro "a idade da razão". Por outro lado, aqui e ali se fala do ser humano como a desgraça do planeta. Outro dia, ouvi no Jornal Nacional o comentário de que os rinocerontes do Quênia, coitados, vinham sofrendo o risco de extinguir-se devido ao crescimento populacional das cidades próximas. Ninguém mais consegue enxergar um certo método nessa loucura toda?

Alguma figura eminente da Igreja, não lembro quem (talvez o Papa João Paulo II ou D. Estêvão Bettencourt) falava que às três negações "clássicas" (a da Igreja pelo protestantismo, a de Cristo pelo iluminismo teísta e a de Deus pelo bolchevismo) vinha em nossos dias somar-se (como um novo passo na cadeia dedutiva) uma quarta: a negação do homem.

Eu considero esse tipo de mentalidade gayzista, abortista, ambientalista e relativista pós-moderna o sintoma de um mal muito maior do que o comunismo conseguiu ser.
gilberto#99
Ué... os gays cristãos usam como argumento exatamente o mesmo usado pelos cristãos para desprezar tantas outras leis, que com Jesus aquilo não tem a mesma importância...

Na mosca Pedro!!!

Pode-se ler os evangélios todos,que não se encontra nenhuma menção de Jesus à homossexualidade,aliás,se a homossexualidade fosse essa coisa tão demoníaca e degradante quanto muitos pintam,creio que Jesus seria o primeiro a meter o dedo na ferida e escancarar o problema.

Por outro lado,Jesus fala claramente contra o DIVÓRCIO e de modo geral a Igreja Católica e as outras denominações são muitíssimo mais condescendentes com o divórcio do que com a homossexualidade.Já ouvi católicos fervorosíssimos minimizando a questão do divórcio,achando argumentos e motivos práticos pra se abrir brechas nesse mandamento de Jesus.Agora,esses mesmos católicos fervorosíssimos quando a questão é homossexualidade são completamente intransigentes,e não admitem argumentação.

Não é nada difícil se entender o porquê.

É que a partir de um certo momento da vida,lá pelo começo da adolescência,a condição sexual da pessoa fica claramente definida,e depois disso não há mais perigo de alguém "virar" homossexual,daí é fácil demonizar a homossexualidade,afinal não há mais riscos de se acabar virando um gay.

Já na questão do divórcio,ninguém está livre de se casar com um pessoa,se desiludir e querer desfazer o casamento,por isso,apesar da desaprovação explicita de Jesus ao divórcio,sempre dão um jeito de criar uma "brechinha",ou uma "porta de emergência",caso o barco do casamento comece a afundar.

Seria o DIVÓRCIO menos grave que a homossexualidade?
gilberto#100
* evangelhos

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