Catholics denounce Rockefeller Foundation’s push to depenalize abortion in Uruguay Matthew Hoffman, Latin America Correspondent
December 5, 2011 (http://lifesitenews.com/) - Foreign organizations with an abortionist agenda are pressuring South American countries to legalize the deadly practice, Catholic Church representatives told the government in recent Senate hearings on the topic.
The Senate is considering a bill to eliminate criminal penalties for abortions in the country, a legislative initiate inspired by the population control agenda of the Rockefeller Foundation and other wealthy foundations, the senators were told.
A representative of the Family and Life Ministry of the Uruguayan Episcopal Conference told the Senate Public Health committee that “these days, very few people are ignorant of the existence of international interests in favor of imposing abortion on countries.”
“There are international foundations behind these pressures like the Rockefeller Foundation, the Ford Foundation, the MacArthur Foundation, and many more (...) who see world population growth as a security problem,” said Gabriela López, secretary of the episcopal conference.
Similar initiatives are being introduced in legislatures across the region, noted Lopez.
“Today it is Uruguay’s turn. Sadly, this type of bill is not a local initiative of some legislators but rather one of the strategies promoted internationally by institutions that seek to deceive the people and the legislators, and induce them to approve one thing thinking they are approving another,” Lopez said.
“The true objective of these strategies is not the promotion of women. Adhering to these programs means subjecting ourselves to foreign interests that are increasingly well-known by everyone, and that, in the medium run, only serve to weaken the popular base itself,” she added.
The bill under consideration would eliminate all penalties for abortions during the first 12 weeks of pregnancy, while continuing to legally prohibit it. The measure is generally supported by the socialist Broad Front, which currently dominates Uruguayan politics, and opposed by the more conservative Red Party.
See related documents:
* LifeSiteNews most downloaded document of all time: The Inherent Racism of Population Control
* Steve Jalsevac talk presented in Mexico this year: Understanding The Crucial International Dimensions of the war against Life and Family
* Special LSN page on NSSM, declassified Henry Kissinger document for President Richard Nixon
Porque diabos um bando de velhas que já não mais poderam engravidar resolvem aderir a esse tipo de movimento assassino ?!
Puts, o pior de tudo é que o argumento central dessa corja toda é o de que a mulher tem o direito de decidir "de acordo com as suas crenças"; o proximo passo vai ser o que !? Tacar fogo nos filhos e dizer que aquilo "faz parte das crenças" por elas cultuadas ?
O argumento de "decidir de acordo com as crenças" mostra o tipo de pessoa com a qual discutimos o aborto. Para quem adota esta linha de raciocínio, um feto humano vivo somente será vivo ou humano de acordo com um sistema de "crenças". A natureza ontológica, a realidade que coloca o outro dentro de uma existência humana fica afastada, porque o outro é humano a depender do que você acredita. Assim, a humanidade alheia deixa de ser um dado ontológico para ser uma concessão graciosa de um terceiro. Sim, isto é mentalidade revolucionária, porque é uma deformação profunda da percepção do real.
O outro é humano na medida em que assim eles assim decidem. Isto é dar a si mesmo um poder divino, onde o ser alheio é por mim determinado. Quem pensa assim tem um patologia descomunal na capacidade de percepção, porque não reconhece no outro alguém que comunga com ele de uma mesma natureza, de uma mesma posição na totalidade do real. Isto mostra que debate com abortista é uma total perda de tempo e de energia.
Abortistas não se rendem a fatos e menos ainda a argumentos, já que suas mentes não lidam com fatos concretos, mas somente com um sistema de crenças que não precisa ter qualquer contato com o real.
Nós temos que persistir debatendo com esse pessoal e continuar a tentar fazer com que mudem de opinião a respeito do aborto gente
É bem verdade que existe muita gente dissimulada que é capaz de distorcer todo o tipo de argumento usado por nós, de inventar mais x argumentos a favor do aborto ect., mas também existem muitas pessoas que estão nessa por mera ignorância mesmo. Gente com um intelecto não muito desenvolvido que vê essas propagandas bonitinhas e coloridas -- irônico que as propagandas sobre um tema tão obscuro sejam ao mesmo tempo tão coloridas e dotadas de "vida" -- e que acaba absorvendo a opinião dos outros por algum tipo de osmose espiritual.
Por isso é importante que quando nós encontremos essa gente por aí pregando o abortismo, o lulismo, feminismo, dilmismo e a putaqueparioismo toda; tentemos mudar suas opiniões e crenças.
Não é difícil e material não falta pra quem está nessa "viagem" de carona. O que não da é pra querer fazer os próprios motoristas mudarem de sentido, né ?
Eu mesmo a uns anos atrás dizia: "o aborto deve ser legalizado apenas em casos de estupro e de bebês sem o cérebro"
Hoje eu vejo o absurdo que é esse tipo de argumento. Por mais horrível que possa parecer "proibir" uma mulher estuprada de tirar um filho que ela nunca pediu ou se quer se sujeitou ao risco de ter por livre e espontânea vontade, é muito mais horrível tirar o direito a vida de uma criança que não pediu para ser filho de um criminoso.
-13. -Entonces, necesito que tus padres firmen un impreso para autorizar el aborto.
-Pero no quiero que ellos sepan nada; si se enteran, querrán saber
quién es el padre y todas esas cosas, y él tendría serios problemas. -Ok, entiendo. No quiero saber cuántos años tiene él, ¿de acuerdo?
Con esta última frase, la enfermera de Planned Parenthood viola la ley
del estado de Indiana que tipifica como delito grave las relaciones
sexuales con menores de 16 años y que subraya que cualquiera que conozca
la existencia de una relación sexual con un menor de 14 años tiene que
poner los hechos en conocimiento de las autoridades “de forma
inmediata”.
-¿Cómo dice?
-Que no quiero saber su edad; ¿de acuerdo?
-Bueno, pero él... bueno, no actúa mal, no es raro ni nada. Él se
comporta como alguien más joven y yo como alguien mayor, así que lo
nuestro funciona, está bien. Él ahora tiene 31 años.
Al escuchar la edad del supuesto novio, la enfermera se lleva las manos
a la cabeza y recuerda a la joven que, en Indiana, todo aquel que
conozca la existencia de una relación sexual con un menor de 14 años
debe contactar con Protección de Menores. Pero continúa...
Abortion decriminalization passes in Uruguay Senate
Thaddeus Baklinski Tue Jan 03 16:34 EST Abortion
MONTEVIDEO, January 3, 2012 (http://lifesitenews.com/) - Uruguay’s senate passed a bill in late December, by a vote of 17 to 14, that eliminates all penalties for abortions during the first 12 weeks of pregnancy.
The bill now goes to the lower house, the Chamber of Deputies, where it is expected to be debated in March.
Under the existing law, abortion is penalized in the nation’s criminal code in all cases, although judges have the discretion of reducing or eliminating penalties under certain circumstances such as rape or when the mother’s life is at risk.
Apesar da derrota inicial, há alguma chance de modificar o terrível cenário que se desenha.
Essa primeira derrota no senado é de algum modo alentadora. O movimento pró-aborto esperava uma vitória bem mais tranquila do que os 17 votos contra 14 no resultado final.
O projeto agora segue para o Câmara dos Deputados, que debaterá e votará o projeto de lei em março. Até lá há tempo para campanhas contra (e também a favor) do projeto.
Espero que Deus abençoe o povo uruguaio e que esse projeto não seja aprovando pelos deputados daquele país. Lembro ainda aos senhores que a atual lei uruguaia penaliza o aborto em TODOS os casos.
Facebook se desculpa por apagar publicação sobre aborto
A rede informou que removeu por engano o conteúdo da entidade a favor do aborto por considerar que a postagem feria o estatuto do site.
O Facebook se desculpou após ter removido a publicação de uma entidade sem fins lucrativos que apoia o direito do aborto na Holanda, chamada Women on Web. A postagem ensinava como fazer um aborto seguro, de acordo com informações do portal norte-americano Mashable.
A funcionária da entidade Rebecca Gomperts publicou a mensagem original, em 30/12, na página de fãs da Women on Web e mais tarde compartilhou uma captura de tela de uma mensagem do Facebook dizendo que a postagem havia sido removida porque ele feria o Estatuto de Direitos e Responsabilidade do site.
Depois de dois dias, o Facebook enviou uma mensagem para Rebecca se desculpando e afirmando que não haveria objeção caso a internauta quisesse postar o conteúdo novamente na rede social. “Nossa equipe avalia centenas de milhares de denúncias todas as semanas e, como é de se esperar, ocasionalmente, nós erramos e removemos conteúdos que não deveríamos”.
A Organização Mundial de Saúde faz sanções às instruções, que prescrevem misoprostol (um remédio para úlcera) e mifepristona para interromper uma gravidez no primeiro mandato.
No Facebook, a Women on Web agradeceu o apoio dos internautas que espalharam a notícia na rede social.
Unborn child just a ‘parasite’? Cutting edge science shows fetal cells heal mother for life
.
January 4, 2012 (http://www.lifesitenews.com/)
– A standard pro-abortion argument hinges on the premise that a baby
inside his mom’s womb attacks her bodily integrity. The developing baby
is seen in this light as an intruder, a parasite, a threat to the
woman’s autonomy. From this perspective the pregnant woman is viewed as
being occupied. The only way she can continue to exercise her interest
in bodily integrity, the argument goes, is to be liberated through the
termination and expulsion of the invader.
.
But science paints a vastly different picture about the actual
relationship between a baby in utero and his or her mother, showing
that, far from being a parasite, the unborn child can help heal his
mother for the rest of her life, as beneficial cells from the child pass
into the mother’s body during pregnancy
"Podemos fazer nesse domingo uma analogia entre o Rei Herodes e as pessoas que praticam aborto: a criança os tira do trono e ameaça seus reinados. Toda criança na realidade destrona alguém, quando temos um filho somos chamados a deixar de lado o nosso egoísmo, nós deixamos de ser donos de nós mesmos e passamos a servir."
Pe. Paulo Ricardo - 72º Testemunho de Fé – Solenidade da Epifania do Senhor
Queria alertar-los de que o método de fertilização in vitro causa, durante o processo de fecundação até a implantação do embrião no útero da mãe -- e posteriormente, até o nascimento do bebê -- diversos abortos, varios deles planejados e LEGALIZADOS, com a desculpa que a própria mãe, que se submeteu ao processo, está em uma gravidez de risco.
Não achei um tópico discutindo o tema e acho que esse é o que se aproxima mais do problema em discussão.
Acho que já está na hora da sociedade começar a discutir esse tema que vem se tornando cada vez mais comum no nosso dia a dia; toooodo mundo acha isso uma coisa super normal e não imaginam as coisas terriveis que acontecem por trás de uma propagando enganosa que promete realizar o sonho de toda mulher.
Então é isso, não vejo muito postagens sobre o assunto aqui, também nunca vi um movimento CONTRA a inseminação artificial; gostaria que mais pessoas compartilhassem suas opiniões e informações a respeito do tema.
ROMA, quarta-feira, 11 de janeiro de 2012 (http://www.zenit.org/) - O relatório final do Ministério italiano da Saúde sobre a Lei 194 do ano de 2009, a legislação sobre o aborto, relata que naquele ano quase 117 mil crianças não puderam ver a luz, enquanto 568.857 nasceram vivas. No entanto, tem havido um declínio na quantidade de abortos no país. Em 2008 foram 121.301 contra os 116.933 de 2009 (4.368 a menos, ou queda de 3,6%). Desde 1982, ano do triste recorde de abortos na Itália, com 234.801 casos, a queda é de mais de 50%.
Os dados também revelam que as trabalhadoras são a categoria que mais faz uso do aborto. A Lombardia (com quase 10 milhões de habitantes) é a região onde mais se aborta (19.700 casos, com queda de 4,2% em relação a 2008). As regiões mais virtuosas são a do Valle d'Aosta (217 casos, queda de 9,6%) e a da Basilicata, com um declínio de quase 10% (700 casos), enquanto a tendência contrária aparece apenas em Molise, com 634 casos, ou um aumento de 5,7% diante de 2008.
Outros países estão muito piores, no entanto. A Itália tem os números de aborto mais baixos dentre os países europeus: a quantidade de abortos por 1.000 mulheres com idade entre 15 e 44 anos (a faixa etária europeia) é de 10,3% na Itália, muito menos do que na Rússia (40,3), na Romênia (31,3), na Suécia (21,3), na Inglaterra (17,5), na França (17,4) e na Espanha (11,8). A Itália perde apenas para a Bélgica (9,6), para a Holanda (8,7) e para a Alemanha (7). Finalmente, um último dado: 45,5% das mulheres italianas que fizeram abortos não tinham filhos ainda.
Outros países estão muito piores, no entanto. A Itália tem os números de aborto mais baixos dentre os países europeus: a quantidade de abortos por 1.000 mulheres com idade entre 15 e 44 anos (a faixa etária europeia) é de 10,3% na Itália, muito menos do que na Rússia (40,3), na Romênia (31,3), na Suécia (21,3), na Inglaterra (17,5), na França (17,4) e na Espanha (11,8). A Itália perde apenas para a Bélgica (9,6), para a Holanda (8,7) e para a Alemanha (7). Finalmente, um último dado: 45,5% das mulheres italianas que fizeram abortos não tinham filhos ainda.
Os números me assustam, seja os 10,3% da Itália ou seja até mesmo os 7% das mulheres alemãs. Agora, os números da Rússia são amedrontantes, são satânicos: 40,3% de abortos por ano. Isso quer dizer que para cada 1000 gestações que se iniciam, 403 abortam!
Primeiro país a legalizar o aborto, agora a Rússia tem uma lei, promulgada pelo presidente Dmitri Medvedev, que aumenta as restrições para os anúncios publicitários dos médicos, clínicas e hospitais que praticam a “interrupção da gravidez”. O novo diploma legal contém emendas à Lei da Publicidade e obriga os produtores dos anúncios a reservar pelo menos 10% do texto publicitário ao registro da advertência de que a interrupção da gravidez pode provocar consequências danosas à saúde da mulher.
A nova lei proíbe a afirmação de que o procedimento é seguro. Vamos repetir: a Rússia, o primeiro país abortistinha do mundo, acaba de dizer, por força de lei, que está proibido espalhar a mentira de que o aborto é um procedimento seguro.
Nova lei faz restrições à publicidade de médicos e clínicas que praticam a interrupção da gravidez
Entrou em vigor na Rússia a lei promulgada pelo Presidente Dmitri Medvedev que aumenta as restrições para os anúncios publicitários dos médicos, clínicas e hospitais que praticam a interrupção da gravidez. O novo diploma legal contém emendas à Lei da Publicidade e obriga os produtores dos anúncios a reservar pelo menos 10% do texto publicitário ao registro da advertência de que a interrupção da gravidez pode provocar consequências danosas à saúde da mulher.
A nova lei proíbe a afirmação de que o procedimento é seguro, e sugere que a interrupção da gravidez só deva ser praticada em condições extremas como, por exemplo, riscos constatados durante a gestação e ausência de cérebro (anencefalia) no feto, e se a gravidez for resultado de violência sofrida pela mulher.
Um dos autores da lei, o Deputado Victor Zvagelski, diz que ela é muito necessária porque dados estatísticos dão conta de que a Rússia é o primeiro país do mundo em número de abortos.
Médicos sem Fronteiras realizam abortos em países onde este é ilegal
A organização internacional Médicos sem Fronteiras (MSF) admitiu que realiza abortos em países onde esta prática é ilegal, além de contar com um "completo plano" de saúde sexual e reprodutiva.
Rafinha Bastos, do programa CQC, foi condenado pela 18ª Vara Cível de São Paulo em ação de dano moral. O humorista terá que pagar dez salários-mínimos à cantora Wanessa Camargo, dez ao marido desta e dez ao filho recém-nascido do casal. Quando o processo foi iniciado, o bebê ainda se encontrava no útero materno e foi parte legítima na ação como autor.
Não é incomum que nascituros (bebês ainda no útero) sejam aceitos no Direito como autores, mostrando que a lei o considera como sujeitos de direitos. Até hoje alguns doutrinadores entendem que os direitos do nascituro são uma "expectativa" e que dependem do nascimento com vida, mas o fato é que aquele tem direitos atuais, passíveis de proteção imediata e integral.
Quando algum abortista vier com a mentira jurídica de que o nascituro não tem direitos porque ainda não nasceu, mostre que a própria lei consagra uma série de direitos ao bebê no útero, até mesmo o de ser autor em ações cíveis. E que tais direitos não são uma mera "expectativa", mas algo que tem caráter atual, contemporâneo à ação.
A lei brasileira não dá ao nascituro o direito de ser autor em ação alguma, pois não o considera como tendo personalidade jurídica. Diz o nosso código civil:
. "Art. 2o A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com
vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro."
.
Mas, em contrário ao nosso código civil, está o pacto de São José da Costa Rica, que têm força de norma constitucional, onde é dito:
. "2. Para efeitos desta Convenção, pessoa é todo ser humano.
.
[...]
.
Artigo 3º - Direito ao reconhecimento da personalidade jurídica
Toda pessoa tem direito ao reconhecimento de sua personalidade
jurídica.
Artigo 4º - Direito à vida
1. Toda pessoa tem o direito de que se respeite sua vida. Esse direito
deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser
privado da vida arbitrariamente.
[url]/Main#Profile?uid=804085099025949696[/url]:
A lei brasileira não dá ao nascituro o direito de ser autor em ação alguma, pois não o considera como tendo personalidade jurídica. Diz o nosso código civil:
. "Art. 2o A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com
vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro."
.
Mas, em contrário ao nosso código civil, está o pacto de São José da Costa Rica, que têm força de norma constitucional, onde é dito:
. "2. Para efeitos desta Convenção, pessoa é todo ser humano.
.
[...]
.
Artigo 3º - Direito ao reconhecimento da personalidade jurídica
Toda pessoa tem direito ao reconhecimento de sua personalidade
jurídica.
Artigo 4º - Direito à vida
1. Toda pessoa tem o direito de que se respeite sua vida. Esse direito
deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser
privado da vida arbitrariamente.
Exato! Infelizmente o governonão levaisso a sério e permite a vende de pílulas do dia seguinte e a colocação de DIU
A lei brasileira não dá ao nascituro o direito de ser autor em ação
alguma, pois não o considera como tendo personalidade jurídica. Diz o
nosso código civil:
André, se a lei brasileira não dar ao nascituro o direito de ser autor em ação alguma, então ajude o Rafinha Bastos a fazer o recurso para diminuir o valor da idenização em dez salários-mínimos. Você pode alegar no recurso que o nascituro não podia figura no polo ativo da ação, pois "a lei brasileira não dá ao nascituro o direito de ser autor em ação alguma". Não podendo demandar ninguém, é ilícita a condenação do Rafinha Bastos a pagar indenização ao filho do casal, pois este não podia ser autor.
A propósito, aproveite para avisar a todos os Tribunais de Justiça, todos os Tribunais Federais e ao STJ que o nascituro não pode ser ação, pois os desembargadores e ministros dos tribunais superiores estão pensando que ele pode. Igualmente, não esqueça de avisar aos doutrinadores de Direito privado, pois pessoas como Maria Helena Diniz estão escrevendo comentários ao Código Civil, este mesmo que você cita, dizendo que o nascituro pode figurar como autor em ações como: alimentos; a uma adequada assistência pré-natal; a um curador que zele pelos seus interesses em caso de capacidade de seus genitores; a receber herança; a ser contemplado por doação; a ser reconhecido como herdeiro.
Sabe o motivo? o parágrafo que você cita diz que a personalidade civil começa com o nascimento, mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro. A lei põe a concepção como ponto de partida para salvaguardar direitos, daí advindo a diferença entre personalidade jurídica material e formal.
EMENTA: INVESTIGACAO DE PATERNIDADE. NASCITURO. CAPACIDADE PARA SER
PARTE. AO NASCITURO ASSISTE, NO PLANO DO DIREITO PROCESSUAL, CAPACIDADE
PARA SER PARTE, COMO AUTOR OU COMO REU.
O nascituro também tem direito aos danos morais pela morte do pai, mas a circunstância de não tê-lo conhecido em vida tem
influência na fixação do quantum. (STJ, Recurso Especial nº 399028)
Se você ler de novo o que eu escrevi, vai ver que eu estou falando que embora o código civil não considere o nascituro como personalidade jurídica, o Pacto de Jão José da Costa Rica diz o contrário sendo o nosso código civil, em seu artigo 2º, inconstitucional.
E eu sinceramente não entendo direito o que quer dizer o nosso código civil quando dá direitos a alguém que não é personalidade jurídica. Se fossemos apenas por ele, penso eu, o caso deveria ser análogo ao que existe em relação ao direito dos mortos pois, que eu saiba, morto não é personalidade jurídica, mas têm direitos. E eu realmente ficaria muito assustado se visse um morto sendo o autor de uma ação por aí...
Court Strikes Judge’s Ruling That Schizophrenic Woman Must Have an Abortion & Be Sterilized
.
BOSTON (The Blaze/AP) — A Massachusetts court on Tuesday overturned a
ruling by a judge who ordered a mentally ill woman to undergo an
abortion against her wishes and be sterilized.
.
The Massachusetts Appeals Court said the woman, who has schizophrenia
and bipolar disorder, had described herself as “very Catholic” and made
it clear she did not want an abortion.
...
The judge reasoned that if Moe were competent, she would opt for an
abortion to benefit from medication that otherwise could not be given to
her because of its effects on the fetus.
. http://www.theblaze.com/stories/court-strikes-judges…-sterilized/
Meu prezado amigo, eu li o que você escreveu. Você disse que a lei brasileira não dá ao nascituro o direito de ser autor em ação alguma. Mas a lei dá, e lei anterior ao Pacto de São José da Costa Rica, pois mesmo o Código Civil de 1916 tinha idêntica redação em seu artigo 4º, razão pela qual várias ações judiciais tiveram como autor o nascituro.
O que ocorre é que existem duas formas de personalidade: material e formal. O nascituro tem personalidade formal, isto é, a lei expressa e literalmente lhe confere direitos a partir da concepção.
A maioria da doutrina civilista brasileira parte do pressuposto – atualmente visto por muitos como errôneo – de que só se pode falar em personalidade jurídica tout court a partir do nascimento. Ocorre que se fosse assim, o artigo 2º do Código Civil seria um completo nonsense, pois se de um lado prevê que o início da personalidade civil se dá com o nascimento com vida, por outro diz que os direitos do nascituro estão a salvo desde a concepção. Como conciliar as duas partes? Como o nascimento pode ser o ponto de partida para personalidade jurídica, se a própria lei diz que a concepção deve ser o ponto inicial da proteção dos direitos? Ou uma coisa ou outra.
Se a proteção é desde a concepção, então não pode ser somente a partir do nascimento. E se a lei fala em proteção de direitos a partir da concepção, então forçosamente a partir deste ponto se deve vislumbrar a existência de uma pessoa, pois não existe coisa, não existe não-pessoa que seja titular de direitos.
Se tem direitos, é pessoa.
Alguns dos direitos do nascituro só podem ser exercidos enquanto ele tem esta condição, isto é, pessoa em estágio de vida intra-uterina, como por exemplo o direito a alimentos e à assistência pré-natal. Isto sem falar na proibição do aborto. Tais direitos só fazem sentido se se referirem ao nascituro enquanto tal, jamais depois de nascido. Faria algum sentido falar em proibir o aborto depois do nascimento?
A doutrina civilista atual tem uma compreensão mais ampla do que venha a ser personalidade jurídica, dividindo esta em material e formal. A personalidade material surgiria com o nascimento com vida, abrigando especialmente direitos obrigacionais e patrimoniais, que estariam em estado potencia
(em estado potencial). A personalidade formal diz respeito a outro campo muito mais amplo, diz respeito aos direitos de personalidade, ou seja, aqueles direitos que são inerentes à simples condição humana. Os direitos de personalidade surgem do ser humano enquanto humano, nada mais. Não é necessário preencher condição alguma, como o nascimento, para ser considerado titular de tais direitos. Tais são o direito à vida, à honra, à integridade.
Estes direitos são inatos; como dizia Miguel Reale, a pessoa é o valor-fonte de todos os demais valores, sendo o principal fundamento do ordenamento jurídico. Assim, tais direitos se referem a uma categoria ontológica diferenciada, se referem ao homem enquanto tal, não enquanto nascido ou não nascido, capaz ou incapaz, livre ou preso. São igualmente irrenunciáveis e imprescritíveis, como prevê o artigo 11 do Código Civil de 2002 porque se ligam à condição humana. Se é humano, é titular de tal categoria de direito por um imperativo ético.
Assim, novas concepções em Direito Civil já diferenciavam personalidade material de formal, sendo esta última a personalidade que surge pelo simples fato de ser humano. Portanto, para tal corrente, que me parece a mais correta , o nascituro é pessoa pelo singelo fato de pertencer à espécie humana.
Igualmente me parece que é inegável que o Código Civil de 2002 adotou a corrente concepcionalista: a concepção é o ponto de partida para considerar a existência de uma pessoa.
[url]/Main#Profile?uid=1895801070207932090[/url]:
Ai ai ai meu deus do céu, agora estão querendo IMPOR o aborto.
Está ficando uma coisa desumana já, isso não pode ser considerado normal... Se eu vejo alguém falar uma bobagem dessas na minha frente... :Y
O ABORTO já é desumano e quer queriam ou não, quando se usa o falso argumento de que a vida ainda não começou, isso em si mesmo já é uma imposição. Portanto, dizer que estão querendo impor o aborto é eufemismo.