http://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=156…001645618213
Poucas vezes senti tanto nojo discutindo aborto!
Nunca havia visto uma argumentação tão monstruosa.
Legislação que permite aborto deve rediscutida para evitar casos clandestinos
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Um estudo publicado na revista médica The Lancet contraria o
argumento de que leis severas contra o aborto reduzem a disseminação da
prática.
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Analisando dados de 1995 a 2008, o levantamento do instituto
americano Guttmacher mostra que as mais altas taxas de abortos estão
justamente em regiões com legislação restritiva.
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Na América Latina, que tem relativamente o mais alto número de
abortos em todo o mundo, a maioria dos países proíbe a prática, apontou o
estudo Aborto Induzido: Incidência e Tendências Globais.
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Em 2008, uma média de 32 entre 1.000 mulheres (entre 15 e 44 anos)
fizeram aborto na região. No mesmo ano, a taxa da África foi de 29
mulheres.
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Em contrapartida, na Europa Ocidental - onde a legislação é mais permissiva -, esse número caiu para 12.
Perigo
Apesar de mostrar que a quantidade de abortos, após um período de
queda, se estabilizou, o estudo destaca que a prática realizada de
maneira insegura vem crescendo.
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Em 2008, uma média de 28 mulheres em cada 1.000 fizeram aborto - uma
queda em relação a 1995, quando essa taxa era de 35 mulheres.
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Mas o número de gestações interrompidas com práticas que apresentam
riscos às mulheres cresceu entre os dois períodos analisados, de 44% em
1995 para 49% em 2008, como destaca a pesquisa.
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- Abortos feitos de acordo com as recomendações médicas têm um baixo
risco de complicações. No entanto, os que são realizados sem essa
preocupação provocam altas taxas de mortalidade materna em todo o mundo.
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O estudo chama atenção especialmente para regiões onde os abortos são realizados apresentando mais perigos para a mulher.
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Na África, essa taxa chega a 97% do total de abortos. O continente é
seguido pela América Latina (95%), Ásia (40%), Oceania (15%), Europa
(9%) e América do Norte (menos que 0,5%).
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América Latina
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Entre as recomendações relativas à América Latina feitas pelo
Instituto Guttmacher, que é parceiro da OMS (Organização Mundial da
Saúde), estão um maior investimento em programas de conscientização
sobre métodos contraceptivos.
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- Também é necessário aprimorar e expandir o tratamento no pós-aborto
para reduzir os altos índices de mortalidade que resultam de abortos
feitos de maneira insegura.
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O estudo também sugere um maior acesso a sistemas de planejamento familiar nas regiões mais remotas.
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- A base da legislação que permite abortos deve ser ampliada, para
reduzir a necessidade das mulheres de recorrer a abortos clandestinos.
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http://noticias.r7.com/saude/noticias/leis-contra-o-…0120119.html
Private clinics that carry out
abortions for profit are to get the go-ahead to promote their services
with TV and radio adverts.
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Advertising
watchdogs will trigger a storm of controversy by announcing the
decision on Monday after years of argument, the Mail can disclose.
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Pro-life
campaigners reacted with fury, saying the move would trivialise human
life by putting the choice to have a termination on a par with buying
washing-up liquid or cereal.
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NORWICH, U.K., January 23, 2012 (http://www.lifesitenews.com/)
– In remarks that critics have said are disturbingly reminiscent of
Aldous Huxley’s famous dystopian novel “Brave New World,” a UK ethicist
has argued that since pregnancy causes “natural inequality” between the
sexes, women must be liberated from the “burdens and risks of pregnancy”
through the use of “ectogenesis”, or artificial wombs.
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“Pregnancy is a condition that causes pain and suffering, and that
affects only women. The fact that men do not have to go through
pregnancy to have a genetically related child, whereas women do, is a
natural inequality,” writes Dr. Anna Smajdor in an article that recently
appeared in the Cambridge Quarterly of Healthcare Ethics.
(...)
Ela vai substituir Iriny Lopes, que vai disputar a Prefeitura de Vitória.
Eleonora é pró-reitora da Universidade Federal de São Paulo e militante
de esquerda na década de 60. Ela conviveu com a presidente durante o
regime militar.
A nova ministra também foi vice-presidente da União Estadual dos Estudantes de Minas Gerais e da diretoria da UNE.
Ela foi presa em julho de 1971 e esteve com Dilma no presídio Tiradentes, que abrigava prisioneiras políticas do regime militar.
Em nota divulgada ontem, a Secretaria de Comunicação da Presidência
afirma que Dilma deseja "sucesso" a Eleonora em suas novas funções na
secretaria "que tem contribuído para melhorar a vida das brasileiras".
http://www1.folha.uol.com.br/poder/1044935-nova-mini…aborto.shtml
Recebi numa lista fechada:
Todos sabemos que há grupos empenhados em legalizar o aborto no nosso país. Os planos, que estavam em gestação, começaram a ser colocados em prática.
Os passos concretos para essa modificação legislativa já começaram. Veja bem. O Senado Federal instituiu uma comissão de juristas para a elaboração de projeto para a reforma do Código Penal. Essa comissão já concluiu a parte relativa aos crimes contra vida. Três modificações importantes merecem nossa atenção, atuação e orações:
1) para a gestante, o aborto normal terá a pena reduzida para seis meses a dois anos. Isso significa que será crime sujeito ao juizado especial criminal, ao lado de outros como lesão corporal, desacato, ameaça etc;
2) não estará mais previsto como crime praticar aborto com o consentimento a gestante (quem ajuda a gestante poderá até ser punido, mas com base em teorias de concurso de crime, pois o tipo penal será suprimido); e
3) mais importante (é o modo como acharam para legalizar o aborto, com um argumento muito sórdido): o aborto não será punido se, até a 12ª semana, por vontade da gestante, um médico atestar que ela não possui condições de arcar com a maternidade. É isso mesmo que acabei de dizer. Não ter condições psicológicas de arcar com a maternidade, atestada essa condição por um médico qualquer, será razão suficiente para cometer o aborto.
Estou escrevendo a vocês porque haverá uma audiência publica no dia 24.02 próximo agora, no Tribunal de Justiça de São Paulo, sobre essa parte da modificação, e o ideal é que mandássemos muita gente para se manifestar lá, de preferencia alguns bons juristas cristãos.
A notícia pode ser vista em
http://noticias.pgr.mpf.gov.br/noticias/noticias-do-…codigo-penal
Além de ser a pura e simples legalização do aborto, o projeto contém uma falha jurídica muito grave, que é a de prever a morte de A por
deficiência psicológica de B.
Possivelmente há membros dessa comissão que foram voto vencido (minha
esperança assim recomenda pensar) e certamente eles precisarão de
apoio para engrossar a voz.
Peço que divulguem esta mensagem! Mobilizemos-nos.
Que Deus nos abençoe.
Baranga! Essa é do tipo que não suporta a si mesma.
Não
dá! Esta senhora foi muito além do razoável. Andou revelando por aí,
sem que lhe tenha sido perguntado, que tem uma filha lésbica, que ela
própria se relacionou com homens e mulheres etc. Parece padecer de
egolatria; gosta de fazer praça de seu estilo de vida; acha que suas
práticas pessoais compõem uma categoria de pensamento. É a Val Marchiori
da esquerda. Está pronta para a capa de “Caras - Versão Vermelha”. Se
eu fosse avançar na alegoria, teria de escrever que a banheira e a taça
de champanhe de uma celebridade comunista estariam necessariamente
cheias de sangue. “Ah, esse Reinaldo! Olhem que agressividade!” Sei.
Suave é comparar o feto a uma infecção.
Eu
estou pouco me lixando para a vida privada de Dona Eleonora e de sua
família. Não tenho nada com isso. Eu não assisto ao ‘Mulheres Ricas” e
também não me interesso por “Mulheres Loucas”. O que eu sei é o
seguinte: é próprio das tiranias desumanizar o homem para que possam eliminá-lo em nome de uma causa.
Assim procederam todos os fascismos, especialmente a sua versão
nazista. Assim procedeu o comunismo. A diferença é que os
fascistas costumam se esconder porque, intimamente, sabem-se partidários
do horror, da truculência e da morte. Os comunistas recalcitrantes, ao
contrário, sentem orgulho em revelar a sua condição. O fascista, um
asqueroso, transforma a morte num instrumento de luta pelo poder; o
comunista, outro asqueroso, transforma a morte num instrumento de
progresso social.
Não, Dona Eleonora!
O feto não é um mosquito!
A vida é mais do que uma infecção!
Se e quando não for, então um partido vai definir quem é progressista o
bastante para viver e quem não é colaborativo o bastante para morrer
Mais uma vagabunda com cara de feminista pra lutar contra a MORAL e os BONS COSTUM.
Essas pessoas tem intimidade exacerbada com o CAPETA, podes crer.
Este cara é frei mesmo ???????