HABEMUS PAPAM !!! - III
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Daniel,
Não entendo por que o Olavo ainda se preocupa com o avanço da esquerdalha, deveria ter mais confiança em Deus e deixar isso pra lá.
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Priscila,
rezo pelo papa para que ele seja firme na fé. Mas, são as coisas que ele já fez, depois do Conclave que me preocupam. A questão nem é a falsa ou verdadeira humildade do homem, nem o pouco zelo litúrgico que ele tenha demonstrado, mas os sinais da dita colegialidade que me parece estar sendo bastante avançada, o que representaria uma possível desimportancia ao papel do papa, sinal de unidade e cabeça da Igreja.
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Querem ferir a cabeça visível da Igreja?
[url]/Main#Profile?uid=13668279279484328571[/url]:Rafael Daher, perdão, viajei e somente agora estou retornando.
Francisco se recusa a ter um estilo papal
Parece como se o Papa Francisco negasse um pouco sua nova condição de líder de 1,200 milhões de católicos em todo o mundo. Ou talvez ele esteja mudando a idéia popular do que significa ser pontífice, mantendo o estilo simples que ele tinha quando era arcebispo de Buenos Aires, de uma forma que poderia ter amplas repercussões para a Igreja.
O mundo já viu como Francisco deixou de lado muitas das tradições do papado, recusando-se a usar a capa vermelha que Benedito XVI usava para ocasiões oficiais e portando no pescoço um simples crucifixo de metal prateado que usava como bispo.
Na quinta-feira, sua crença de que o trabalho do papa é servir aos mais humildes ficará clara ao lavar os pés de uma dezena de presos que estão em um centro de detenção juvenil em Roma. Outros pontífices lavaram os pés dos sacerdotes, em uma das basílicas mais adornadas de Roma para marcar o ritual de Quinta-feira Santa.
Diz a tradição que neste dia, Cristo lavou os pés dos seus discípulos, antes de sua crucificação.
Ações como estas, embora tenhamos apenas duas semanas de papado, são um aparente esforço de Francisco para desmistificar o cargo de Sumo Pontífice.
Ao contrário de seus antecessores, ele não assina como "Papa Francisco" no final da correspondência oficial e apenas escreve "Francisco".
Para aqueles mais próximos, ele continua sendo Jorge Mario Bergoglio, e esta semana a rádio estatal italiana transmitiu uma mensagem de voz para um amigo para lhe desejar feliz aniversário. "É Bergoglio", disse o Papa na mensagem.
Inclusive, em seu primeiro dia, Francisco não se reconheceu como papa.
Ao falar ante a loggia da Basílica de São Pedro, após sua eleição em 13 de março, Francisco disse às dezenas de milhares de pessoas reunidas ali que a tarefa dos cardeais no conclave foi "dar um bispo a Roma".
Um bispo de Roma é o título que ele mais tem dito desde então, não vigário de Cristo, ou qualquer um dos títulos oficiais.
"Parte disso é apenas sua personalidade, ele nunca gostou da pompa e circunstância", disse John Allen Jr., um colunista do National Catholic Reporter.
Fonte: AP
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Nivaldo Cordeiro ,volta e meia em,nivaldocordeiro 27 Mar
A crise na Igreja é mais que evidente. Um papa renunciou, outro entra sem saber bem se é papa ou frade franciscano. Crise de autoridade
[url]/Main#Profile?uid=13668279279484328571[/url]:Perfeito!
Eu estou de falando do Papa e não de padres brancos da África. Eles estão lá cumprindo seu papel, sua missão. Coisa que Francisco também deveria cumprir como Papa.
Como que ele pode realizar a liturgia desta Quinta-feira Santa, em uma desonrosa prisão? Nosso Senhor lavou os pés de seus apóstolos como um sinal externo dos efeitos purificativos do Batismo que teria a perfeita eficácia no dia de Pentecostes, por isto ele diz: "Vós estais limpos, mas não todos", porque sabia que um deles iria rejeitar a Graça, e o entregaria. Evidente, portanto, que o Mandato não deve ser feito senão com batizados, sendo absolutamente excluidos os não batizados.
Outra coisa: a primeira Missa e Comunhão não foi realizada em qualquer lugar, mas no melhor aposento de uma família honrada e nobre, que como não omite em apontar o Evangelho, estava no alto, e "composto", ou seja, no melhor e mais ricamente adornado possível. Aparentemente, Nosso Senhor não era tão "humilde" e "simples", como Bergoglio-Francisco, que realizou a Missa em um lugar vergonhoso, sem qualquer solenidade, esquecendo-se do essencial, que é a instituição da Missa e o sacerdócio, em favor de um rito horrivel e deformado em sua celebração, e mais ainda em seu significado; lavando os pés de pessoas que não são nem mesmo batizadas, e muito menos conhecem o significado da purificação.
No caso dos muçulmanos então, é inconcebível. Tal ato servirá para aumentar ainda mais o desprezo que já sentem pelo pervertido e decadente Ocidente pós-cristão. Para eles, este ato equivale a uma completa rendição do cristianismo ante seus piores inimigos.
O ato do Bispo Francisco não se ajusta ao Evangelho. Jesus lavou os pés de seus apóstolos e não os de qualquer um. O representante de Cristo não deve rebaixar-se ao extremo. Se Francisco quer humilhar-se que se flagele em privado.
Sim, eu CONCLUO: o Papado revolucionário de Francisco é a plena aplicação do Concílio Vaticano II e seu triunfo final. Sua liturgia franciscana de hoje, na prisão, deixa claro que ele vai criar um cisma dentro da Igreja Católica.
Mais uma vez, precisamente numa Quinta-Feira Santa, Nosso Senhor foi traído.
[url]/Main#Profile?uid=4975331285573906397[/url]:Nã-nã-nim-nã-não!!!
Se não precisa pedir permissão para ninguém, então todo o resto ao redor dessa frase é blá blá blá blá e blá inútil próprio dos trash-trads.
E os cristãos TEM de dialogar com os mulçumanos, sobretudo na situação que estão no oriente médio.
Ou será que alguém imagina que se a Igreja começar a acusar o Islã vai ajudar na situação das ilhas cristãs num oceano islamita?!
Fazendo uma analogia imperfeita é como seu filhos estivesse de joelhos, com uma arma apontada na cabeça, rodeado pela caterva do PCC e você amarrado assistindo tudo isso começasse a insultar a mãe do traficante e falar os maiores impropérios. Não vai ajudar muito. A analogia é imperfeita pois os mulçumanos não são criminosos, mas o estado de sujeição é parecido.
Sabe porque Judeu, Católico e Muçulmano se dão bem no Brasil? Porque eles DIALOGAM.
[url]/Main#Profile?uid=4975331285573906397[/url]:Novamente: veja o que Santo Tomás falou do Islã. Se Santo Tomás não representar a doutrina da Igreja Católica sobre os "diálogos inter-religiosos", eu não sei o que mais possa representar.
Se é pra tentar provar que o outro está errado, é melhorar não falar mesmo.
Mas o diálogo inter-religioso não é nessa dimensão de baixo nível não. O diálogo inter-religioso é numa esfera muito elevada e deve ser pautado na fraternidade como filhos de Deus e no respeito. Quando o Papa Bento XVI visitou a Turquia e a Mesquita Azul, havia um mal estar antecedente por uma fala do próprio Papa sobre o Islã, na qual ele tanto foi mal interpretado quanto não se expressou com clareza suficiente. Pois bem, a aproximação e o diálogo, mitigaram essa polêmica e até mesmo abriram uma linha de diálogo entre o Islã na Turquia e o Catolicismo. O que é essa linha de diálogo? É o relacionamento numa base respeitosa e fraterna entre os teólogos de cada religião que passam a - academicamente - dialogar.
Um exemplo.
Qual a visão da felicidade segundo o Islã? E segundo o Catolicismo? Quais os pontos em comum?
Qual o papel da família na realização do plano de Deus segundo o Judaísmo? E no Islã? E no Catolicismo? E no Budismo?
No que consiste a salvação?
E por aí vai.
Religião se discute sim e elas tem de dialogar sim. É importantíssimo isso. Mas a base em que isso deve ser feito é muito elevada, não é na baixeza idiota dos trash-trads do tipo: "você é um herético, minha religião é a única correta e a sua é uma heresia do Satã". Ou como se fazia no passado aqui no Sul onde um pastor Luterano e um padre Católico chegavam ao cúmulo de atravessar a rua para não se cumprimentar.
Foi com base nessas idiotices que a esquerda ganhou espaço para desconstruir a própria religião.
[url]/Main#Profile?uid=4975331285573906397[/url]:Já te linkaram aqui, mas, como você ignorou, volto a fazê-lo:
Se não precisa pedir permissão para ninguém, então todo o resto ao redor dessa frase é blá blá blá blá e blá inútil próprio dos trash-trads.
E os cristãos TEM de dialogar com os mulçumanos, sobretudo na situação que estão no oriente médio.
Ou será que alguém imagina que se a Igreja começar a acusar o Islã vai ajudar na situação das ilhas cristãs num oceano islamita?!
Fazendo uma analogia imperfeita é como seu filhos estivesse de joelhos, com uma arma apontada na cabeça, rodeado pela caterva do PCC e você amarrado assistindo tudo isso começasse a insultar a mãe do traficante e falar os maiores impropérios. Não vai ajudar muito. A analogia é imperfeita pois os mulçumanos não são criminosos, mas o estado de sujeição é parecido.
Sabe porque Judeu, Católico e Muçulmano se dão bem no Brasil? Porque eles DIALOGAM.
"Que São Francisco é esse apresentado na TV pela Lux Vide do catolicíssimo Ettore Bernabei? Quando o relato tocou na tecla das Cruzadas, aquilo que sabemos dos relatos da época foi revirado ao contrário como se fosse uma fritada.
[url]/Main#Profile?uid=12679152432500916834[/url]:1º O nome do Papa é simplesmente Francisco. A numeração começará a ser utilizada quando e se algum outro Papa escolher este nome.
Calem vossas bocas'antes de criticar Papa Francisco Primeiro, "o sábio"
Viena – Com sua aparência gentil e profundos olhos azuis, o reverendo Helmut Schüller nem de longe parece desobediente em pessoa. Ele tem a presença calma e segura dos melhores padres paroquiais quer esteja de hábito ou, como em uma tarde recente, usando roupas comuns.
Porém, como um dos organizadores de um grupo com mais de 400 sacerdotes e diáconos que, em 2011, lançou o "Apelo à Desobediência", Schüller, 60 anos, granjeou a reputação de ser um dos principais rebeldes dentro da igreja austríaca. E isso não é um pequeno feito nesta pequena nação alpina, talvez o país mais indisciplinado no mundo católico, um laboratório de ideias liberais e tentativas de reforma.
Entre os setes pontos do Apelo, o grupo disse que "aproveitaria toda oportunidade para falar publicamente a respeito da admissão de mulheres e pessoas casadas no sacerdócio". O grupo foi censurado pelo papa Bento XVI durante sermão no ano passado e Schüller perdeu oficialmente o título honorífico de "monsenhor" poucos meses mais tarde.
Porém, ao contrário de muitos padres que se viram em discordância profunda com o Vaticano, ele prefere continuar trabalhando como sacerdote. Antes vigário-geral da arquidiocese de Viena, Schüller agora trabalha como padre paroquial comum em Probstdorf, a cerca de meia hora de carro da catedral de Santo Estevão, na cidade velha de Viena.
Segundo Schüller, a Iniciativa dos Pregadores começou com um grupo pequeno de padres conversando sobre os problemas enfrentados nas paróquias, a falta de sucessores para assumir seus lugares e a fusão de congregações em resposta ao número declinante de padres e paroquianos.
Ele quase parecia fatigado quando o assunto passou a ser o fim do celibato obrigatório, como se a imprensa sempre quisesse falar sobre sexo quando assuntos menos chocantes, como liturgia, ecumenismo e a concessão de permissão para leigos pregarem nas paróquias sem padres suficientes, eram igualmente prementes.
"A igreja está fundamentada na congregação. Não se pode reduzir o fiel a um consumidor que recebe um serviço", disse o padre.
Fonte: http://nytsyn.br.msn.com/estilodevida/com-novo-papa-…belde#page=1
[url]/Main#Profile?uid=13503374250472808363[/url]:Igualmente é verdade que ANTES estávamos falando de indícios e evidências que deixavam claro que era somente questão de tempo até um FATO como este surgisse. Não vi NINGUÉM criticar o Papa por algo que de fato ele havia feito, o que estávamos falando era sobre aquilo que ele NÃO ESTAVA FAZENDO, que era assumir seu posto de Papa.
Clodoveu, meu caro amigo - pela primeira vez você e os tradicionalistas TÊM um fundamento para a sua crítica.
Eu admito que têm. Mas com igual honestidade eu lhe digo que ANTES não tinham. Só agora é que surgiu um dado que de fato PODE ser visto como merecedor de crítica - mas não ANTES.
De modo que aquilo que foi dito permanece CORRETO: não é possível antecipar uma crítica através de dados inconsistentes - a MESMA crítica que se torna obrigatória diante de fatos consistentes. Os motivos alegados imediatamente quando este Papa foi eleito não era justos, não eram nem mesmo BONS, pra começo de conversa.
Este lava-pés TEVE uma importância simbológica com certeza aflitiva... Meu caro, "andar nos calcanhares da Verdade", como dizia meu querido avô, é tarefa complicada, muito difícil. É, como eu já disse, tentar andar no fio da navalha.
ESTE é um ponto que certamente deve ser objeto de discussão, e até de ALARME: mas NÃO os que estavam sendo alegados antes.
[url]/Main#Profile?uid=13503374250472808363[/url]:Por exemplo, estava mais que claro que dado o ecumenismo de Sua Santidade, era apenas questão de tempo até Francisco vilipendiar as coisas da Igreja em favor de outras religiões.
A situação inteira, a rigor, é inaudita, inusitada - a começar pela renúncia de Bento XVI...
Não sei se valeria a pena botar lenha nessa fogueira, porque - a cada vez que me ocorre fazer isso - eu me lembro do "não tema, isto TEM que acontecer". E aí eu me detenho. Se TEM que acontecer, então ACONTECERÁ!
Não se trata, enfim, de fazer com que "não aconteça"- trata-se de NÃO TEMER. É uma ordem diferente.
É o que me parece mais conforme "a prudência das serpentes e a mansidão das pombas."
[url]/Main#Profile?uid=13503374250472808363[/url]:Mas o ASSUNTO que estamos tratando aqui é este Papa, não a Crise da Igreja.
Não, meu caro: porque a quantidade de indícios que existe não aponta para este Papa, mas para algo terrivelmente MAIOR.
Se for para verificar indícios, eles são EXTREMOS, e vêm lá de trás, alcançando TODOS os papas que vieram depois do malfadado Concílio... Ou do malfadado TEMPO em que este Concílio aconteceu, melhor dizendo. Porque o Concílio não é senão uma manifestação de algo muitíssimo maior - e não se LIMITA a si mesmo, nem é a causa de tudo: ele é meramente um pedaço da sombra de algo muito mais complicado...
Então, meu caro amigo, é ISSO, essa "coisa" que estende a sua sombra sobre nós, que nós não devemos temer. Eu não lhe digo que seja "errado" observar e criticar, de modo algum. Mas cuidado para não PERDER O FOCO.
à Associated Press que se em uma “grandiosa celebração solene” seria lógico lavar os pés só a homens, porque se comemora a Última Ceia de Jesus com Seus apóstolos, “em uma comunidade pequena e única, composta também por mulheres”, como o a do Casal del Marmo, seria “inoportuno” excluir as mulheres, “à luz do simples objetivo de comunicar uma mensagem de amor a todos em um grupo sem refinados especialistas em normativas litúrgicas”.
O padre Lombardi está dizendo que o que aconteceu nesta Semana Santa foi uma exceção. Então, a menos que você seja o Papa e vá celebrar a Missa da Ceia do Senhor em um cárcere para menores infratores, continue lavando os pés de doze homens, como é a tradição litúrgica da Igreja. E deixem a mídia e os progressistas em seu entusiasmo pueril."
O papa tem o direito de fazer uma exceção. O que vocês estão vendo é paranoia - "nossa, o papa francisco lavou pés de mulheres, é o fim do mundo". E parem de fingir que o CV II não é válido e útil - O que não é útil é a distorção dele, feita por esquerdinhas que distorcem tudo de qualquer maneira.
[url]/Main#Profile?uid=13503374250472808363[/url]:Eu sei, Priscila. O problema é que tenho de acompanhar muitas coisas que estão ocorrendo ao mesmo tempo: os atos do Papa Francisco, a crise na FSSPX, as negociações de Dom Fellay com Roma, a pesquisa pelo passado de Cardeal Bergoglio, a influência e o histórico de Cardeal Ratzinger e do atual "papa Emérito" Bento XVI, e isto só para ficar no mais importante, sem falar da RCC, da TL, do relativismo modernista e outras aberrações, tudo referente à Igreja.
Clodoveu, amigo: o seu ponto-de-vista será sempre bem-vindo. Não tema! A humilde Leoa SEGUE o seu Mestre, e se alegra em segui-Lo!E Ele disse "não tenha medo; isto tem que acontecer."
O Mestre é o MESMO, portanto o que você e os tradicionalistas têm a dizer será muito bem aceito, e nunca eu deixaria - como moderadora daqui - que estas vozes fossem caladas injustamente.
FALEM: nós estamos, TODOS, empenhados em seguir a VERDADE!
Que é só UMA, UNA - mas é um bocado complicado enxergá-la DIREITO. A culpa é nossa, amigo: das nossas limitações. Que Deus nos ajude a todos, amém.
[url]/Main#Profile?uid=2307316296621950622[/url]:Eu também não vi o Papa sustentando que ele era http://humilde.vi/ a midia declarando isto apenas.
Rafael Daher, perdão, viajei e somente agora estou retornando.
Sobre suas respostas, em primeiro lugar: em momento algum eu sustentei ser EU humilde, não compreendo como isto possa entrar em questão. Em segundo lugar, lendo o que acima foi dito, como aplicar o famoso "Esqueça Enéas e aceite Pio"?
Um amigo acaba de me avisar via FB que o Papa lavou os pés de duas muçulmanas e de vários outros rapazes islâmicos. Ainda estou atrás da notícia. Mas a questão que fica em aberto é a seguinte: Pode o Vigário de Cristo se ajoelhas diante de falsas religiões?
É aquela história: enquanto ele se apresenta ao mundo como "humilde", ele cospe, pisa e sapateia em cima da Igreja. Isto não é humildade. Isto pode ser tudo, menos humildade.
[url]/Main#Profile?uid=10276942462024535763[/url]:Pesquise por Bergoglio.
Eu também não vi o Papa sustentando que ele era http://humilde.vi/ a midia declarando isto apenas.
[url]/Main#Profile?uid=13503374250472808363[/url]:Cara Priscila,
Exato! NADA, até então, merecia crítica, ou sequer debate. Eu concordo com o autor do artigo!
Agora há, de fato, um ato simbólico que saiu dos conformes - se este ato é criticável? Mas sem dúvida que pode ser criticado, e ter interpretações.
Não nego isso!
Os tais indícios anteriores, Clodoveu, eu honestamente não vi. Mas FATOS eu consigo ver. Se os indícios se transformam em DADOS, é outra coisa. Aliás, como eu disse, FATOS e DADOS há MUITOS - mas não sobre o Papa Francisco, e sim sobre uma situação gravíssima que vem se arrastando há mais de meio século.
"Em recente entrevista ao Jornal Folha de SP, o Arcebispo Emérito de São Paulo, Dom Claudio Hummes, declarou que o Papa Francisco, segue a linha certamente da Teologia da Libertação.
Eis a pergunta feita pelo jornalista da Folha SP:
Fala-se muito que a herança da Teologia da Libertação para a igreja na América Latina é o discurso em favor dos pobres. No caso do Papa Francisco, qual é a relação dele com esse movimento?
E a resposta de Dom Claudio Hummes:
"Basta olhar como ele foi arcebispo em Buenos Aires e o documento de Aparecida, que diz tudo isso. Ele está nessa linha, certamente. Se a gente quer descobrir qual é a linha dele de pastoral social, de relação com os pobres, nós vamos encontrá-lo lá, sim. A Teologia da Libertação foi uma fase histórica que, obviamente, tem essa questão da consciência que temos dos pobres e da necessidade de sermos solidários em termos construtivos da justiça social. Tudo isso a Teologia da Libertação também reforçou".
Na mesma entrevista, deu uma declaração um tanto polêmica dizendo que" "a igreja não funciona mais"."Boff gostou do fato de o pontífice ser jesuíta, porque "um jesuíta tem uma cabeça bem formada" que pode agir frente à cúria e renovar a igreja após os escândalos em que esteve envolvida.
Em troca, "com o povo tem que ser franciscano: simples, pobre", afirmou o teólogo, que lembrou as palavras do Papa na Quinta-feira Santa quando disse aos sacerdotes que tinham que ser pastores com cheiro de ovelha.
Para Boff, os padres "não precisam ficar na paróquia, nem na sacristia, nem no altar", e sim com o povo.
"Então, ele deu sinais de que será outro Papa. Eu imagino a consciência pesada de muitos cardeais e bispos que vivem em palácios, cercados de riqueza", concluiu.
O Le Figaro, que tem acompanhado com especial os primeiros passos de Bergoglio como Papa antecipa, antecipa "quatro revoluções" que poderiam ocorrer sob seu pontificado.
A primeira semana, foi bem: a "nova atitude" do Papa foi "compreensível". Esse foi, de acordo com o jornal francês, o comentário no Vaticano.
"A segunda semana, muitos julgaram que (Bergoglio) não poderia continuar assim, que ele deveria começar a "fazer Papa" (fare il Papa) como se diz em Roma. Isto é, exercer o "ofício de Papa", deixando de lado seus gostos e escolhas pessoais. Mas esta terceira semana também confirmou o espírito livre o caráter e a determinação deste homem. (...) Quer mudar o sistema. As coisas estão ficando sérias, portanto, e vão até o verão (junho). Enquanto o mundo segue sob o encantamento, o Vaticano está em estado de choque , diz o diário, que, em seguida, analisa como as coisas podem mudar na Igreja sob o novo pontificado.
1. AUTORIDADE PAPAL
A relutância de Bergoglio em usar a palavra Papa diz muito de sua concepção de papado. Ele insiste em apresentar-se como "O Bispo de Roma", como um construtor de pontes na periferia. Ele o faz pelo "os outros”, por aqueles que "não acreditam "ou que professam outras religiões. "Você poderia dizer: o Papa Bento XVI foi um Papa de dentro da Igreja Católica, Francisco quer ir para o lado fora", conclui o diário.
Mas, diz o Le Figaro, essa preocupação pastoral não é o problema, pelo contrário, é o que esperam aqueles que o elegeram. O que desperta perguntas é sua forma inovadora de exercer a autoridade papal. Ele não se coloca acima, mas entre os seus irmãos bispos, como o primeiro entre eles, mas com um sentido de serviço. "O de cima deve servir", ele disse aos menores delinquentes que visitou na prisão em Roma, na Quinta-feira Santa.
Alguns já estão prevendo uma "dessacralização" da função, disse o Le Figaro. No entanto, é um pouco cedo para saber como realmente Bergoglio exercerá a autoridade. Os depoimentos não falam de falta de firmeza, precisamente. A flexibilidade nas formas de agir, não necessariamente implica um fundo de fraqueza.
2. LITURGIA
O Francisco não é um "litúrgico", ao contrário de seu antecessor, que o era. "Ele já demostrou sua forma interior despojada de celebrar a missa, e que não está confortável com certa pompa do Vaticano", disse o jornal. Bento dedicou parte de seu pontificado para corrigir alguns excessos litúrgicos que consierava como uma "simplificação e desacralização" que, no final, tocavam a própria substância da fé. Mas parece que Francisco, que tem a mesma profundidade do homem de Deus que seu antecessor, não o seguirá por essa via litúrgica.
3. 3.CONCÍLIO VATICANO II
Considerando as posições prévias do cardeal Jorge Bergoglio e sua rede de amigos, parece que a cultura do novo Papa é fortemente inspirada pelo "espírito do Concílio", entendido comouma "abertura da Igreja ao mundo." Para o Le Figaro, Bergoglio "não é um teólogo de renome, mas um pastor sem igual (que) não deve se complicar com as sutilezas da letra e do espírito do Concílio Vaticano II, mas sim, dedicar-se concretamente a fim de- trazer as ovelhas ao redil, trabalhando principalmente nas periferias da Igreja e não na sacristia. " "E posando um olhar de latinoamericano, decididamente otimista sobre o mundo, como ele é", diz a nota.
Mas há um aspecto no qual este pontificado pode marcar ponto ao contrário, uma ruptura com a interpretação clássica do Concílio. A grande novidade é a tentativa de Bergoglio de "descomplicar" a Igreja Católica ao fazer o anúncio de Cristo, um tema tabu por 40 anos nas fileiras eclesiásticas. "Tabu porque o Concílio Vaticano II (1962-1965) rompeu voluntariamente com uma teologia de expansão que foi muitas vezes entendida como proselitismo e, portanto, proibido." diz Le Figaro.
Somente os movimentos tradicionalistas conservaram essa forma de proceder. Então, na década de 1980, mas com um estilo muito diferente, também o fizeram as novas comunidades, tipo carismática, que praticam uma "evangelização direta" na rua. Tanto Paulo VI e João Paulo II e Bento XVI, incentivaram este tipo de prática, mas a lógica interna das paróquias, das Conferências Episcopais e seminários haviam ficado formatada por uma interpretação do concílio que impedia qualquer proselitismo. Estava mal visto evangelizar, em nome de uma teoria de fermento na massa, isto é, de que o cristão, quanto mais invisível, mais influía.
Na verdade, o resultado foi que a Igreja Católica perdeu terreno para outras denominações mais "agressivas" na transmissão de sua mensagem. Ainda no sínodo sobre "Nova Evangelização", realizado em Roma em outubro de 2012, essas teorias anti-proselitistas foram impostas e todas eram iniciativas do tipo carismático ficaram de lado.
Agora, o jornal observa, é claro que Jorge Bergoglio tem uma abordagem diferente: "Sem fazer grandes discursos, mas pelo exemplo e sem qualquer complexo, o novo Papa (...) está despertando nas suas homilias acesas a toda Igreja, para sacerdotes e leigos, envolvendo cada um de maneira muito direta ", como quandoos exorta a" sair "das igrejas para" levar o Evangelho "para as ruas.
4.GOVERNO DA IGREJA
Há uma incerteza no Vaticano, não SOBRE a qualidade da pessoa do novo Papa, nem sobre seu carisma, mas sobre as decisões concretas que ele tomará. As duras palavras do Padre Raniero Cantalamessa, pregador da Casa Pontifícia oficial, na sexta-feira, na Basílica de São Pedro, em frente ao Papa e à Cúria todo, foram significativas. Citando Kafka, ele exortou a Igreja a não se tornar " em castelo complicado", afirmou que "o excesso de burocracia, os resíduos das cerimoniais, das leis e controvérsias passadas "são "impedimentos" que dificultam a transmissão da mensagem. "“Chega um momento, disse ele, em que temos de ter a coragem de derrubar os muros dos salões” para restaurar ao “ edifício a simplicidade e linearidade de suas origens."
E sua sentença final, diz Le Figaro, atingiu como um raio: "É a missão que um dia um homem estava orando diante do crucifixo de São Damião, em Assis:". “Vai, Francisco, repara a minha casa'"
"Um sábio ...", conclui o jornal.
http://www.lefigaro.fr/mon-figaro/2013/03/31/10001-2…-vatican.php
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Quem precisa de sinais?
[url]/Main#Profile?uid=13668279279484328571[/url]:Na verdade, eu perguntaria: quem precisa de MAIS?
FRANCISCO: QUATRO REVOLUÇÕES QUE VÃO RENOVAR O VATICANO As diferenças entre seu papado e de seu antecessor são muitas. Quais são as mudanças que radicais que se avizinham
O Le Figaro, que tem acompanhado com especial os primeiros passos de Bergoglio como Papa antecipa, antecipa "quatro revoluções" que poderiam ocorrer sob seu pontificado.
A primeira semana, foi bem: a "nova atitude" do Papa foi "compreensível". Esse foi, de acordo com o jornal francês, o comentário no Vaticano.
"A segunda semana, muitos julgaram que (Bergoglio) não poderia continuar assim, que ele deveria começar a "fazer Papa" (fare il Papa) como se diz em Roma. Isto é, exercer o "ofício de Papa", deixando de lado seus gostos e escolhas pessoais. Mas esta terceira semana também confirmou o espírito livre o caráter e a determinação deste homem. (...) Quer mudar o sistema. As coisas estão ficando sérias, portanto, e vão até o verão (junho). Enquanto o mundo segue sob o encantamento, o Vaticano está em estado de choque , diz o diário, que, em seguida, analisa como as coisas podem mudar na Igreja sob o novo pontificado.
1. AUTORIDADE PAPAL
A relutância de Bergoglio em usar a palavra Papa diz muito de sua concepção de papado. Ele insiste em apresentar-se como "O Bispo de Roma", como um construtor de pontes na periferia. Ele o faz pelo "os outros”, por aqueles que "não acreditam "ou que professam outras religiões. "Você poderia dizer: o Papa Bento XVI foi um Papa de dentro da Igreja Católica, Francisco quer ir para o lado fora", conclui o diário.
Mas, diz o Le Figaro, essa preocupação pastoral não é o problema, pelo contrário, é o que esperam aqueles que o elegeram. O que desperta perguntas é sua forma inovadora de exercer a autoridade papal. Ele não se coloca acima, mas entre os seus irmãos bispos, como o primeiro entre eles, mas com um sentido de serviço. "O de cima deve servir", ele disse aos menores delinquentes que visitou na prisão em Roma, na Quinta-feira Santa.
Alguns já estão prevendo uma "dessacralização" da função, disse o Le Figaro. No entanto, é um pouco cedo para saber como realmente Bergoglio exercerá a autoridade. Os depoimentos não falam de falta de firmeza, precisamente. A flexibilidade nas formas de agir, não necessariamente implica um fundo de fraqueza.
2. LITURGIA
O Francisco não é um "litúrgico", ao contrário de seu antecessor, que o era. "Ele já demostrou sua forma interior despojada de celebrar a missa, e que não está confortável com certa pompa do Vaticano", disse o jornal. Bento dedicou parte de seu pontificado para corrigir alguns excessos litúrgicos que consierava como uma "simplificação e desacralização" que, no final, tocavam a própria substância da fé. Mas parece que Francisco, que tem a mesma profundidade do homem de Deus que seu antecessor, não o seguirá por essa via litúrgica.
3. 3.CONCÍLIO VATICANO II
Considerando as posições prévias do cardeal Jorge Bergoglio e sua rede de amigos, parece que a cultura do novo Papa é fortemente inspirada pelo "espírito do Concílio", entendido comouma "abertura da Igreja ao mundo." Para o Le Figaro, Bergoglio "não é um teólogo de renome, mas um pastor sem igual (que) não deve se complicar com as sutilezas da letra e do espírito do Concílio Vaticano II, mas sim, dedicar-se concretamente a fim de- trazer as ovelhas ao redil, trabalhando principalmente nas periferias da Igreja e não na sacristia. " "E posando um olhar de latinoamericano, decididamente otimista sobre o mundo, como ele é", diz a nota.
Mas há um aspecto no qual este pontificado pode marcar ponto ao contrário, uma ruptura com a interpretação clássica do Concílio. A grande novidade é a tentativa de Bergoglio de "descomplicar" a Igreja Católica ao fazer o anúncio de Cristo, um tema tabu por 40 anos nas fileiras eclesiásticas. "Tabu porque o Concílio Vaticano II (1962-1965) rompeu voluntariamente com uma teologia de expansão que foi muitas vezes entendida como proselitismo e, portanto, proibido." diz Le Figaro.
Somente os movimentos tradicionalistas conservaram essa forma de proceder. Então, na década de 1980, mas com um estilo muito diferente, também o fizeram as novas comunidades, tipo carismática, que praticam uma "evangelização direta" na rua. Tanto Paulo VI e João Paulo II e Bento XVI, incentivaram este tipo de prática, mas a lógica interna das paróquias, das Conferências Episcopais e seminários haviam ficado formatada por uma interpretação do concílio que impedia qualquer proselitismo. Estava mal visto evangelizar, em nome de uma teoria de fermento na massa, isto é, de que o cristão, quanto mais invisível, mais influía.
Na verdade, o resultado foi que a Igreja Católica perdeu terreno para outras denominações mais "agressivas" na transmissão de sua mensagem. Ainda no sínodo sobre "Nova Evangelização", realizado em Roma em outubro de 2012, essas teorias anti-proselitistas foram impostas e todas eram iniciativas do tipo carismático ficaram de lado.
Agora, o jornal observa, é claro que Jorge Bergoglio tem uma abordagem diferente: "Sem fazer grandes discursos, mas pelo exemplo e sem qualquer complexo, o novo Papa (...) está despertando nas suas homilias acesas a toda Igreja, para sacerdotes e leigos, envolvendo cada um de maneira muito direta ", como quandoos exorta a" sair "das igrejas para" levar o Evangelho "para as ruas.
4.GOVERNO DA IGREJA
Há uma incerteza no Vaticano, não SOBRE a qualidade da pessoa do novo Papa, nem sobre seu carisma, mas sobre as decisões concretas que ele tomará. As duras palavras do Padre Raniero Cantalamessa, pregador da Casa Pontifícia oficial, na sexta-feira, na Basílica de São Pedro, em frente ao Papa e à Cúria todo, foram significativas. Citando Kafka, ele exortou a Igreja a não se tornar " em castelo complicado", afirmou que "o excesso de burocracia, os resíduos das cerimoniais, das leis e controvérsias passadas "são "impedimentos" que dificultam a transmissão da mensagem. "“Chega um momento, disse ele, em que temos de ter a coragem de derrubar os muros dos salões” para restaurar ao “ edifício a simplicidade e linearidade de suas origens."
E sua sentença final, diz Le Figaro, atingiu como um raio: "É a missão que um dia um homem estava orando diante do crucifixo de São Damião, em Assis:". “Vai, Francisco, repara a minha casa'"
"Um sábio ...", conclui o jornal.
http://www.lefigaro.fr/mon-figaro/2013/03/31/10001-2…-vatican.php
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Quem precisa de sinais?
Obs: a tradução ficou terrível. Mas é que estou de saída. rs
OFF: bom que tenhas voltado da tua viagem, meu caro. A coisa aqui tá foda! rs


