Só lembrando que sábado, do sabbath hebraico, é uma corruptela do seu significado original: "dia de descanso". Indicava a obrigatoriedade de um dia de descanso e dedicação ao senhor , em cada sete dias.
É essa a lógica do mandamento, um dia de descanso em cada sete. Dessa forma, para mim, que sou cristão, o domingo é o meu "Sabbath".
A intenção por parte dos primeiros cristãos em eleger o primeiro dia da semana (domingo) como dia de descanso (sabbath) se dá por razões de marketing, buscando dissociar a nova fé das tradições judaicas, e assim minar os interesses dos judaizantes, que no primeiro século buscavam dar ao cristianismo a faceta apenas de mais uma facção reformista do judaísmo tradicional, ao invés de uma religião de alcance universal, voltada também aos gentios.,
Isso tudo, deve ser somado ao fato de a ressurreição do senhor ter se dado no domingo. Por isso tudo, o apóstolo Paulo, já no século primeiro, conclamava a ceia do senhor aos domingos.
Quer o retorno ao sábado e nega a trindade;
Ora meu caro vá discutir com Jesus pois foi ele quem disse que ra Deus como Pai e o Espírito - a escritura está cheia dessas paasagens...
E quanto as datas pagãs foram simplesmente cristianizadas;se vc entendesse alguma coisa da história do cristianismo primitivo saberia que a liturgia da Igreja esta toda ela referenciada na continuidade com o judaismo em bora com conotações cristãs;todo o ritual da ceia eucarística afunda raízes no rito judaico da ceia pascal , etc.E a única Igreja que conserva a originalidade da ceia eucarísitca é a Católica.
Sugiro que leia o mistério da santa missa na sagrada escritura de Scott Hann doutror em teologia ex calvinista convertido ao catolicismo depois de estudar a fundo a escritura.
Em Roma foi refutada facilmente desviaram o assunto para outro lado , caindo na apologética rasteira contra a Igreja ...o protestantismo no Brasil é uma piada de mal gosto que reúne as mentes mais insanas...
"Basta pegar as tradições judaicas, olhar os ritos que foram incluídos, sem que houvesse ordem de Cristo expressa ou referenciada (como, por exemplo, a tradição da "comunhão")."
Quando voltares, poderias esclarecer esse ponto? Eu não entendi de que "comunhão" falas. Não é da eucaristia, certo?
Cristo não escreveu a Bíblia, nem a ditou para ninguém. Cristo fundou uma Igreja, que é um organismo vivo, e que está em pleno intercâmbio com a humanidade.
A Igreja ensina que a Revelação da fá verdadeira, dada por Deus à Sua Igreja, é assimétrica, incompleta, e que no decorrer da história, segundo a vontade Dele, e de acordo com os seus incognoscíveis desígnios, vai sendo PAULATINAMENTE revelada ao mundo. Isso se chama Economia da Salvação.
Dessa forma, à medida que a humanidade estiver pronta, vão-lhe sendo revelados novos e novos mistérios atrtavés dos homens de Deus.
Por isso, por exemplo, SOMENTE na década de 50, a Igreja proclamou o dogma da Assunção Mariana.
Por isso também, no AT havia poucas menções à Santíssima Trindade, provavelmente porque àquela altura, os homens não estavam preparados para receber esse ensinamento; como me parece, até hoje, alguns ainda não estão.
Percebi que os ateus e espíritas sempre recaem em um mesmo erro fatal e crucial: negam a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo. É um direito. Muitas religiões o fazem, mas eles insistem em pregar que a não-divindade de Cristo é bíblica, o que é um absurdo. Retiram do contexto alguns versículos e os interpretam de modo duvidoso. Redigi este pequeno artigo, não para convencer ninguém a ser cristão, mas para PROVAR que quem segue a bíblia tem que crer ABSOLUTAMENTE na divindade de Nosso Senhor.
A divindade de Cristo é fundamental e lógica. Se Cristo não fosse Deus, seu sacrifício por si só não teria méritos para redimir a humanidade inteira. Teria sido o sacrifício em vão de um só homem. Quando negam a humanidade de Cristo, precisam colocar automaticamente o homem como o seu próprio salvador, divinizam o ser humano, e conseqüentemente destronam a Deus, tiram Deus de sua majestade, que é o que deseja o demônio. Portanto que não crê no mistério da encarnação de Deus, não é Cristão, mas sim um serviçal de satanás.
Vamos à bíblia:
No gênesis, cap 1, Deus fala:
Gen 1, 3 “Exista a luz” ; Gen 1, 7 “faça-se o firmamento”
Gen 1,14 “sejam feitos luzeiros”. Sempre uma ordem emitida por UMA pessoa. Porque Deus é um. Porém , em Gen 1,26 disse Deus “FAÇAMOS o homem à NOSSA imagem e semelhança”. Somente na hora da criação da espécie humana Deus se utilizou do plural, indicando CLARAMENTE a existência de mais de uma pessoa em um Deus, que é a imagem e semelhança do homem. Porque Cristo, que é Deus, já existia, ANTES da criação do mundo, e o homem é a sua imagem e semelhança, física inclusive. Por isso aqui, Deus se utiliza do plural. Façamos, remete então à Santíssima Trindade, que é eterna e incriada.
Continuando, em Êxodo 3,13-16 Deus conversa com Moisés: “Moisés disse a Deus: eis que eu irei a Israel e direi: o Deus de vossos pais me enviou. Se eles me perguntarem:qual o seu nome, que devo responder? Deus disse a Moisés: Eu Sou Aquele que Sou. E assim me anunciará: Aquele que é me enviou”
Passando diretamente para o novo testamento, o diálogo de Jesus com os fariseus no templo, relatado no evangelho de São João:
“Em verdade, em verdade vos digo que, se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a morte (...) Perguntaram-lhe os fariseus: Porventura és tu maior do que nosso pai Abraão, que morreu? Também os profetas morreram; quem pretendes tu ser? (...) Jesus disselhes: Abraão, vosso pai, exultou por ver o meu dia; viu-o, e alegrou-se.Disseram-lhe, pois, os judeus: Ainda não tens cinqüenta anos, e viste Abraão?Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, EU SOU. Então pegaram em pedras para lhe atirarem”.
Há aqui uma conexão direta com Moisés e o trecho do Êxodo destacado acima. Quando Cristo diz que Abraão viu o Seu dia e alegrou-se, quis dizer que, àquela altura, Abraão já havia experimentado a salvação de Cristo e tinha se alegrado. Cristo confessa publicamente que é Deus, por isso os fariseus pegaram em pedras para atirar em Cristo porque sabiam que aquela era uma confissão da divindade de Nosso Senhor, e eles não admitiam isso, agiam do mesmo modo que os espíritas hoje, que como os fariseus também pegam pedras para atirar em Cristo.
Vejamos ainda a introdução do Evangeho de S. João:
“No princípio existia o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus; Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada foi feito (...) E o Verbo se fez carne e habitou entre nós.”
Impossível não enxergar aí uma confissão da divindade de Nosso Senhor, que se fez carne e habitou entre nós.
“Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “A paz esteja convosco”. 27Depois disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel”. 28Tomé respondeu: “SENHOR MEU E DEUS MEU!” 29Jesus lhe disse: “Acreditaste, porque Me viste? Bem-aventurados os que creram sem me terem visto!”
“Senhor meu e Deus meu” aqui mais do que nunca S. Tomé chama a Cristo de Deus. Essa é a primeira e mais simples confissãode fé. S.Tomé, diretamente, sem rodeios chama Cristo de Deus e não foi repreendido por isso. Cristo, ao contrário, conclama como bem-aventurados os que crêem nisso sem o terem visto.
Como negar então a divindade de Cristo na Bíblia? Inequivocamente, só por influência do demônio.
Essa aqui também é muito boa, e é encotnrada no AT, Gn 18, 1-10 :
"... o Senhor apareceu a Abraão junto ao carvalho de Mambré, quando ele estava sentado à entrada de sua tenda no maisor calor do dia. Levantando os olhos Abraão viu TRÊS HOMENS de pé, perto dele. Assim que os viu, correu ao seu encontro e prostrou-se por terra. E disse: Meu Senhor, se ganhei a tua amizade, pesso-te que não prossigas viagem sem parar junto a mim, Abraão, teu servo."
Claramente, TRES HOMENS, são uma pre-figura da santíssima trindade, veladamente revelada.
Gostaria que você me explicasse as seguintes datas, que são pilares da guarda do domingo:
1) Jesus morreu na Sexta-feira santa, e ressuscitou três dias depois. Se contar os dias, verá que não poderia ser no Domingo de Páscoa, como manda a tradição, mas numa segunda-feira.
2) 8 dias após a ressureição de Cristo, ele se encontrou com os apóstolos. Segundo a Igreja, também em um Domingo. Segundo a lógica que eu apresentei, isto seria numa terça-feira.
3) 40 dias após a ressureição, Jesus ascendeu aos céus. Segundo a Igreja, em outro domingo. Pelas contas até aqui apresentadas, seria num Sábado.
Quanto aos primeiros documentos da Igreja, lembro que sua "publicação" não se deu nas datas alegadas, mas foram feitas por Eusébio de Cesaréia, na mesma época do Concílio de Nicéia, sob o governo do já diversas vezes citado Constantino I.
Considerando que o método científico não era utilizado, o que me garante que tais documentos de Eusébio não são meros instrumentos para reforçar a condição de Constantino?
Cristo não ressucitou três dias depois de morto, Cristo ressucitou AO SEU TERCEIRO DIA DE MORTO.
Significa que ele permaneceu morto por tres dias inclusive. Ou seja, permaneceu morto por tres dias, a contar do dia em que foi crucificado, e ao dia em que ressucitou. Citando explícitamente, permaneceu morto na sexta, sábado e domingo, ou seja permaneceu morto nestes tres dias.
Igualmente, apareceu aos apóstolos ao oitavo dia, e ascendeu ao quadragésimo dia.
Tudo domingo.
Sem querer parecer babaca, devo argumentar que, em dois mil anos de história, a Igreja de Cristo produziu algumas das mentes mais brilhantes em toda a história humana, além de ter plasmado o alicerce em que se fundamentou a constituição de nossa civilização, com bastante êxito, diga-se en pasant.
Em todo esse período as escrituras foram debatidas intensamente à luz da tradição que estava, e ainda está, se formando. Não posso crer que você ache que este tipo de questão (me permite ?) simplória, já não tenha sido levantada e derrubada há muito tempo, de forma que uma instituição do porte da Igreja, e que tivesse sido alicerçada em um sistema de mentiras tão simplórias, e tão auto evidentemente cotraditórias, deveria ter sido há muito tempo varrida da história sem deixar vestígio algum.
Acho que o folclore criado em torno de Mitra, paganismo, templários, ... e demais associações conspiratórias, bem como literatura do porte de Dan Brown, não deveria servir para fundamentar a fé (ou falta dela) de ninguém. É muito triste ver que as pessoas atacam a Igreja de Cristo pra vender livro e diversão imbecil.
Ao invés de Código Da Vinci, recomendo fortemente a Patrística, e mais ainda a Didaquê.
Eu não estou preocupado com livros baseados em "teorias da conspiração".
Li o "Código da Vinci" na época de maior sucesso dele, mas não achei nada de mais. Achei mais parecido com roteiro de filme do que com literatura propriamente dita.
Não tenho paciência pra chover no molhado. No entanto vou tentar ser mais didático, pela esperança que tenho de sua inteligência se iluminar, seu coração se aquecer, e sua alma ser salva.
Morreu na sexta, e permaneceu morto por três dias:
sexta-feira - um dia morto
sábado - dois dias morto
domingo - três dias morto.
Ressucitou ao terceiro dia - domingo. No início do domingo ele estava morto. ao fim do domingo ele já estava ressurreto.
domingo - um dia ressureto
segunda - dois dias ressurreto
terça - três dias ressurreto
quarta - quatro dias ressurreto
quinta -cinco dias ressurreto
sexta - seis dias ressurreto
sábado - sete dias ressurreto
domingo - oito dias ressurreto - dia da sua aparição.
Então ele apareceu realmente ao oitavo dia de sua ressurreição, o que dá domingo.
Preciso repetir o processo para os quarenta dias posteriores ?
Chegamos a conclusão de que Domingo é realmente o dia do senhor ?
JESUS INSTITUI A SAGRADA EUCARISTIA
Depois da refeição, Jesus tomou o pão, deu graças, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: "Tomai e comei. Isto é o meu Corpo que é dado por vós".
Da mesma forma, tomou o cálice, deu graças e o entregou aos discípulos, dizendo: "Tomai e bebei todos vós. Isto é o meu Sangue, o Sangue da nova e eterna aliança que será derramado por vós e por todos os homens para a remissão dos pecados. Fazei isto em memória de mim".
Jesus cumpriu assim a promessa que fizera, quando disse: "Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. O pão que vos darei é a minha própria carne para a vida do mundo. A minha carne é verdadeira comida e o meu sangue é verdadeira bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue está em mim e eu nele."
Laharl, qual a dúvida de que esta é a ordem expressa?
Isso é dito em TODAS as missas, todos os dias, em todo o mundo.
O imperativo é o modo verbal que expressa uma ordem, um pedido, uma recomendação.
Conjugação do verbo "fazer", modo imperativo afirmativo:
1ª p. singular: -
2ª p. singular: fase
3ª p. singular: faça
1ª p. plural: façamos
2ª p. plural: fazei
3ª p. plural: façam
Jesus dá a ordem:"FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM."
Conclusão: compreendendo-se corretamente o português, entende-se a ordem de Cristo. Ele cumpriu o que prometera, possibilitando-nos atender à condição que havia revelado.
"Conclusão: compreendendo-se corretamente o português, entende-se a ordem de Cristo. Ele cumpriu o que prometera, possibilitando-nos atender à condição que havia revelado."
O que você não entendeu é o seguinte:
É ÓBVIO que a frase está no imperativo.
O que eu quis dizer é que a ordem não necessariamente implicaria em fazer o ritual periodicamente, mas apenas naquela vez.
A ordem, no plural, refere-se aos apóstolos, e não a humanidade, por este ponto de vista.
"Não necessariamente implicaria em fazer o ritual periodicamente, mas apenas naquela vez."
Jesus estava ali, presente em meio a eles, mas mesmo assim pedia um gesto em honra à sua MEMÓRIA?!
Por acaso no teu último aniversário, quando os familiares estavam reunidos contigo ao redor da mesa, eles disseram "vamos cantar o Parabéns em memória do Laharl!"?
Bom, é claro que não faz sentido.
O mais estranho é pensar que se tua "análise" estivesse certa, então concluiría-se que o que realmente preocupava Cristo era a salvação dos seus 12 apóstolos, e só. Para o "Cristo de Laharl", o resto da humanidade, excluído da promessa "Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. O pão que vos darei é a minha própria carne para a vida do mundo.", que se virasse para se salvar.
Da mesma forma que apresentou um exemplo de ato contínuo (ensinar), posso te dar um exemplo de ato único no tempo que também se encaixa:
Um senhor, próximo de falacer, fala a seu amigo pintor:
- Pinte um quadro meu em minha memória.
Note que, neste caso, o pintor executará o ato apenas uma vez.
Você poderia, ainda, alegar que o quadro persiste no tempo, e, por isto, supre a necessidade da repetição.
Mas e se ele falar: brinde comigo em minha memória?
Vocês estão zombando de mim, mas talvez seja mais falta de entendimento das duas interpretações possíveis do que algum erro de interpretação (ou mesmo doença mental, como sugeriram).
No mínimo, o texto é ambíguo.
Mas pode deixar de lado, porque o exemplo da eucaristia é meramente um exemplo.
Posso citar o "Ave Maria", que não é prece, mas a fala de um anjo ao anunciar à Maria que ela seria Mãe.
A Igreja transformou a fala em prece, e, pior ainda, um mantra a ser repetido inúmeras vezes.
Se quiser, eu continuo a postar rituais "criados", sem que houvesse qualquer ordem neste sentido, em termos bíblicos.
Você (e vários outros aqui) provavelmente não entenderão.
A história, verídica ou não, de Cristo mostra alguém que rompeu com o ritualismo judaico.
Ocorre que, a meu ver, a Igreja Católica simplesmente se lotou de rituais, a maioria sem nenhum fundamento teológico, e vocês simplesmente não notam a incoerência.
Na minha opinião, isto se deve à fusão entre o paganismo romano e o cristianismo nascente, como já postei aqui.
O que me incomoda é o fato de que, apesar de minha educação para com vocês (procurei não desrespeitar pessoas, e colocar minhas convicções de modo quase didático), fui ofendido por diversas vezes, de modo até mesmo injusto.
Eu sou ateu, é verdade. Não escondo isto.
Mas também já afirmei que valorizo a moral cristã.
O debate aqui é sério, por mais que vocês não acreditem.